"O ato de escrever é mais complexo e mais demandante do que o de pensar sem escrever". (Paulo Freire - Professora sim tia não. Ed. Olho dágua, São Paulo, 17ª edição, agosto 2006, p.9).
A tarefa de escrever, como muitos têm impressão, não é um mero fato qualquer. É é antes de tudo, produto de reflexão, pensamentos, pesquisas, vivência, diligência na prática diária. Também não é exercício mecânico, pois cada palavra colocada no papel tem um sentido no texto, produto de reflexão e expressão. Escrever, além disso, é um processo continuo de aprendizado. As vezes tem-se a valentia, a ousadia, coragem de expressar pensamentos e idéias, emoções, tristezas, dúvidas, angusticas, medos, paixões, ainda em confronto a própria razão, a realidade, a pensamentos instalados na sociedade que alienam as pessoas, tornando-as seres subservientes (talvez até de forma inconsciente levados pelo blá-blá interminente de informações, muito utilizado em propaganda e publicidade de indução ao consumo). A exposição de idéias, sentimentos e pensamentos, num texto é uma forma de expressão que poderá alterar muitas idéias de pessoas, que aguardavam por um alimento, afim de superar muitas atitudes, talvez, até situações de decisões. Assim como o artista expressa em sua escultura e pintura, suas idéias e quer transmitir ou chamar atenção a situações da vida, o escrito, poderá transformar pessoas, conduzir a caminhos que talvez não tinham nenhuma orientação de seguir. Estamos vivendo dias em que as pessoas simplesmente se mantém ligados uma limitação da mente, não conseguindo criar idéias próprias e críticas sobre muitos assuntos que fazem parte do dia-a-dia. Talvez nem sequer se dão conta, para dizer e discernir que é belo, lindo, bonito, feio, inteligente, criativo, entre outras coisas. São dotados de pensamentos estreitos, por falta de amparo na leitura, na pesquisa, na reflexão efetiva, por ser deficiência no aprendizado, e, talvez porque se detém a simples ouvintes e consumidores de programas televisos que nada contribuem para o crescimento intelectual, a não ser instalar no indivíduo um pensamento de consumo ou pensamento marginal de violência, para ser notado ou chamar a atenção. Para se chegar a coerência de um escrito, é necessário a vivência, e assim, com reflexão de idéias, transformar em palavras que levam o leitor a pensar, refletir, retirar do texto a crítica necessária para sua vida, para sua subsistência enquanto cidadão, no exercício de qualquer atividade que a vida exige (trabalhador, profissional liberal, pai, mãe, irmão, professor, estudante). Não se pode retirar do texto, pela leitura, uma noção definitiva, pois as idéias são pensamentos provisórios, como um barco em águas, motivando a remar por águas, sejam elas turbulentas ou calmas até chegar a um porto seguro, que nada mais é que um ponto de partida ou chegada. Sempre temos portos seguros, quer na saída, quer na chegada e escrever motiva a navegar por águas diversas, carregando emoções, reflexos, angústias de saber o resultado em cada leitura feita pelo leitor.
Visa o blog divulgar matérias sobre direito, política, vida e fatos, segundo o livre pensamento do autor do blog, e inserir no leitor provocações reflexivas, demandando o mesmo a pensar sobre o que foi escrito, os fatos descritos nos artigos, a realidade, tudo quanto se puder expressar através da escrita. Quando se fala em provocações, na verdade é dar um choque de realidade sobre o que se escreve, e levar as pessoas a refletirem sobre o conteúdo do escrito.
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domingo, 7 de dezembro de 2014
sexta-feira, 7 de novembro de 2014
ELEIÇÃO PRESIDENCIAL - O RESULTADO DEMOCRATICO DAS URNAS
Depois dessa campanha e de uma eleição com um resultado como o de ontem, duas providências são indispensáveis. Do lado do governo, é urgente qualificar o diálogo. Com todos, inclusive com seus apoiadores deixando de tratá-los como clientela fidelizada por programas sociais ou aliados submissos". (Em alto e bom som - Dora Kramer - Jornal O Estado de S. Paulo - edição segunda feira 27 outubro 2014, p. H-8 caderno especial).
Nada melhor para o Governante receber a "lição ...das urnas". Ela demonstra a forma que o governo vem trabalhando a gestão do Brasil. Quem está no poder, acha que está tudo certo, e a eleição presidencial demonstrou tanto pelos votos do candidato vencedor, do segundo mais votado, dos votos brancos e nulos, que as coisas não vão bem...E as ruas desde há muito tempo vem denunciando isso... Governar é para todo o povo brasileiro, sem partidarismo, sem feudalismo, etc... Enfim, ainda somos eleitores independentes, pensamos, agimos, como cidadãos, a prova esta nas urnas.
Tomando-se pelos votados efetivamente recebidos e a diferença com o segundo colocado Aecio Neves, o diferencial de 3,4 milhões de votos. Assim totalizou o TSE 51,64% = 54.498.135 para Dilma Roussef; Aecio Neves 48,36% = 51.040.613. Abstenções 21,10% = 30.135.862; votos brancos 1.921,803 = 1,71%; e votos nulos 5.219.538 = 4,63%. Talvez seja o vencedor com o resultado das urnas, mostra-se surpreendido, porque pelo que consta, a Presidente ao que parece, antecipava uma diferença maior que mostrou as urnas. No geral, pela votação da reeleita e o seu adversário, houve uma separação e/ou divisão no Brasil, pelo menos pela soma dos votos, demonstrando o perfil do eleitor a cada região do país. Mais, como é democracia, continuará no poder por mais quatro anos, e não é Presidente do PT, e sim Presidente do Brasil, dos brasileiros, e portanto, deve fazer a gestão em benefício do povo. Aguardamos os quatro anos. Também esse resultado eleitoral, torna-se credenciado ao PSDB a fazer uma oposição efetiva, tanto a nível Brasil, em razão de seus governadores e aliados eleitos, bem como, no senado e na câmara, certamente, haverá mais debate em temas de grande interesse do povo em geral.
Nada melhor para o Governante receber a "lição ...das urnas". Ela demonstra a forma que o governo vem trabalhando a gestão do Brasil. Quem está no poder, acha que está tudo certo, e a eleição presidencial demonstrou tanto pelos votos do candidato vencedor, do segundo mais votado, dos votos brancos e nulos, que as coisas não vão bem...E as ruas desde há muito tempo vem denunciando isso... Governar é para todo o povo brasileiro, sem partidarismo, sem feudalismo, etc... Enfim, ainda somos eleitores independentes, pensamos, agimos, como cidadãos, a prova esta nas urnas.
Tomando-se pelos votados efetivamente recebidos e a diferença com o segundo colocado Aecio Neves, o diferencial de 3,4 milhões de votos. Assim totalizou o TSE 51,64% = 54.498.135 para Dilma Roussef; Aecio Neves 48,36% = 51.040.613. Abstenções 21,10% = 30.135.862; votos brancos 1.921,803 = 1,71%; e votos nulos 5.219.538 = 4,63%. Talvez seja o vencedor com o resultado das urnas, mostra-se surpreendido, porque pelo que consta, a Presidente ao que parece, antecipava uma diferença maior que mostrou as urnas. No geral, pela votação da reeleita e o seu adversário, houve uma separação e/ou divisão no Brasil, pelo menos pela soma dos votos, demonstrando o perfil do eleitor a cada região do país. Mais, como é democracia, continuará no poder por mais quatro anos, e não é Presidente do PT, e sim Presidente do Brasil, dos brasileiros, e portanto, deve fazer a gestão em benefício do povo. Aguardamos os quatro anos. Também esse resultado eleitoral, torna-se credenciado ao PSDB a fazer uma oposição efetiva, tanto a nível Brasil, em razão de seus governadores e aliados eleitos, bem como, no senado e na câmara, certamente, haverá mais debate em temas de grande interesse do povo em geral.
sábado, 11 de outubro de 2014
ELEIÇÃO - SUBSTITUIÇÃO DE RAPOSAS VELHAS PELAS NOVAS
Temos que mudar essa velha política de coalizão, onde as velhas raposas já roubaram tudo o que tinha para ser roubado do sonho brasileiro”, Eduardo Campos, então candidato a Presidente da República em convenção regional do PSB em 16 de junho de 2014 - (http://www.amazonianarede.com.br) . O falecido Eduardo Campos, tanto em entrevista na Folha de São Paulo e na Revista Veja, em várias vezes em meados de 2014, fala em "renovação política ou inovar política". Só que, como exemp...lo típico do que acontece na verdade é "substituição da velha raposa por nova raposa". Pela corrida do ouro, e manutenção de "feudos", prova é a eleição a Assembléia Legislativa do Paraná, agora em 2014, sairam "as velhas raposas e substituídas por novas", além da manutenção da maioria dos Deputados reeleitos.
Inovar ou renovar, é "trocar a pessoa antiga representante e colocar um nova pessoa SEM QUE NUNCA TENHA EXERCIDO NENHUMA FUNÇÃO POLÍTICA, nem vereador, nem prefeito, nem deputado, nada...Enquanto isso não ocorre vai ser a "troca de raposas" infelizmente, como dizia o falecido Eduardo Campos. Confirma a crítica, a substituição de "raposas velhas por novas", o caso concreto do Paraná, nessas eleições para Assembléia Legislativa em 2014, que, das 54 cadeiras, vai ter 21 novos parlamentares: Durval Amaral, Conselheiro do Tribunal de Contas, elegeu seu filho Tiago Amaral. Requião Filho, é filho do ex-governador Roberto Requião. Paulo Litro, filho da deputada Rose Litro e do ex deputado Luiz Fernandes da Silva Litro. Felipe Francischini, filho do deputado federal reeleito Fernando Francischini. Alexandre Curi, neto de Anibal Khury. Maria Victória, filha de vice governadora Cida Borghetti e do deputado federal eleito Ricardo Barros. Nada contra a capacidade de cada um (aptidão+vocação+articulação) e de seus sucessores políticos, mesmo porque, até agora nenhuma lei veda esse tipo de ligação parental eleições e não é ilicitude. É fato conhecido de todos, ou seja, é fato público e notório, a ligação de parentes nas situações mencionadas, o que demonstra a manutenção do poder, o simplesmente, um caminho profissional a seguir. Veja que também na eleição para Deputado Federal, no Paraná, também teve 18 deputados reeleitos e 12 novatos, também ligados a atividade política, como por exemplo o ex-deputado estadual e presidente da Assembléia Valdir Rossoni, que agora para para Câmara Federal. Luciano Ducci, Marcelo Belinati, Ricardo Barros, Enio Verri, Sergio de Sousa, também com exercício anterior de mandato, e não são atores novatos na seara política. Desta forma, salvo exceções, pouco se renova de líderes, continuando a "substituição de raposas velhas pelas novas raposas".
Inovar ou renovar, é "trocar a pessoa antiga representante e colocar um nova pessoa SEM QUE NUNCA TENHA EXERCIDO NENHUMA FUNÇÃO POLÍTICA, nem vereador, nem prefeito, nem deputado, nada...Enquanto isso não ocorre vai ser a "troca de raposas" infelizmente, como dizia o falecido Eduardo Campos. Confirma a crítica, a substituição de "raposas velhas por novas", o caso concreto do Paraná, nessas eleições para Assembléia Legislativa em 2014, que, das 54 cadeiras, vai ter 21 novos parlamentares: Durval Amaral, Conselheiro do Tribunal de Contas, elegeu seu filho Tiago Amaral. Requião Filho, é filho do ex-governador Roberto Requião. Paulo Litro, filho da deputada Rose Litro e do ex deputado Luiz Fernandes da Silva Litro. Felipe Francischini, filho do deputado federal reeleito Fernando Francischini. Alexandre Curi, neto de Anibal Khury. Maria Victória, filha de vice governadora Cida Borghetti e do deputado federal eleito Ricardo Barros. Nada contra a capacidade de cada um (aptidão+vocação+articulação) e de seus sucessores políticos, mesmo porque, até agora nenhuma lei veda esse tipo de ligação parental eleições e não é ilicitude. É fato conhecido de todos, ou seja, é fato público e notório, a ligação de parentes nas situações mencionadas, o que demonstra a manutenção do poder, o simplesmente, um caminho profissional a seguir. Veja que também na eleição para Deputado Federal, no Paraná, também teve 18 deputados reeleitos e 12 novatos, também ligados a atividade política, como por exemplo o ex-deputado estadual e presidente da Assembléia Valdir Rossoni, que agora para para Câmara Federal. Luciano Ducci, Marcelo Belinati, Ricardo Barros, Enio Verri, Sergio de Sousa, também com exercício anterior de mandato, e não são atores novatos na seara política. Desta forma, salvo exceções, pouco se renova de líderes, continuando a "substituição de raposas velhas pelas novas raposas".
quarta-feira, 8 de outubro de 2014
DISCURSOS E CONVICÇÕES PESSOAIS DE CANDIDATOS CONSOLIDAM NO ELEITOR O "VOTO VULNERÁVEL"
Sempre em eleições, principalmente nos últimos anos, temos visto aparecer candidatos nitidamente preocupados em buscar nas candidaturas um trapolim para a sua vida, como diz o Juiz Marlon Reis do Maranhão, em entrevista a Revista ISTO É edição de 08/10/2014, páginas 6-10: "A eleição virou uma corrida pelo ouro". Este Magistrado foi lutador para aprovação da Lei de Ficha Limpa no Brasil. Esses pseudos candidatos, com apóio de grupos e interesses de caráter individual, não com intenção de beneficiar a sociedade, proferem idéias vinculadas a determinadas situações pessoais, inclusive, expõem suas pseudas promessas eleitorais, como "vale tudo" expressando com ares de novidade e convicções pessoais unilaterais e de conveniência. Veja que o Candidato a Deputado Estadual, não sabe com certeza qual sua função como representante da sociedade no ambito do Estado, confundindo-se em suas apresentações pré-eleitorais assuntos ligados a legislação federal, que muito pouco seu trabalho, quando eleito fara alguma diferença. Mesmo a nível de vereador, é comum o mesmo usurpar a condição de mero fiscalizador ou legislador municipal, em poder que é do Prefeito, ou seja, é função do Executivo. No mesmo plano, o pseudo candidato a Deputado Federal, também comete este equivoco, querendo usurpar a função do executivo a nível federal que é do Presidente da República. Todavia, em que pese o esforço de ganhar a confiança do eleitor, muitos pela facilidade da oratória, têm conquistado eleitores e votos, escudado principalmente em fartas promessas de precariedade de conteúdo, muita das vezes carregadas de ilusões distorcidas da realidade, levando o eleitor a votar no candidato, por mera vulnerabilidade, sem atentar a veracidade das "promessas e propostas eleitorais" e os fundamentos que contêm, talvez levado a acreditar numa convicção real de verdade. Quando os pseudos candidatos são questionados em reuniões pelos eleitores (em campanha eleitoral), inclusive, por aqueles que detém um certo conhecimento da área política e legislativa, ressentem de responder o questionamento de forma objetiva, preferindo ampliar a conversa e não respondendo com objetividade sobre o questionamento, ou melhor "desconversa" e não responde. Nunca se obtém uma resposta objetiva, talvez seja um elemento de marketing eleitoral, mas não informa e não responde o que eleitor quer saber, deixando indeciso e sem as respostas reais que poderia em consolidar num voto plenamente consciente (se assim pode-se dizer). Talvez haja mais despreparo do candidato do que o eleitor?
sexta-feira, 26 de setembro de 2014
RESULTADOS MEDÍOCRES SERÁ REGRA NO BRASIL?
Outro dia vi um comentarista esportivo dizer: "Os brasileiros que gostam de esporte já estão acostumados que seus times de preferências tenham resultado medíocres". Isso quer dizer que os "times do campeonato brasileiro série "a" e em geral em 2014, não mais se qualificam para o primeiro lugar, "querem classificar e não ficar na zona de rebaixamento, nem procuram jogar para ser campeão". Resultado foi a Seleção Brasileira, que fez perdeu para Alemanha por 7 x 1, ainda bem que não foi na decisão final da Copa, pois pior que essa situação somente a Copa de 1950, em pleno Maracanã. Agora, vi uma Autoridade Eleitoral Governante, dizer dias atrás que "Se for eleita vai aumentar a bolsa atleta em 2015 para que possa levar atletas para as Olímpiadas de 2016 no Rio". Até parece que "atleta se forma de um ano para outro, principalmente para olimpiadas e pelo nosso cenário de esporte, vai faltar atletas, porque um Atleta para se formar depende de muitos anos, muito tempo, treinamentos, muita ajuda da família e também de outras entidades, ajuda financeira, etc....Será na que nas Olimpiadas do Rio vamos ter resultados medíocres...? Ou a promessa é "eleitoral somente..." Acho que precisa ser real (não só promessas vagas) para contemplar muitos que necessitam de bolsa para treinar e se tornarem atletas" e representar o Brasil digninamente, quem sabe já em 2016, se a ajuda prometida vir em 2015. Existem muitos setores do Brasil, que também tem tido resultados medíocres: educação, segurança, falta de estrutura viária (estradas, aeroportos, portos, rodoviárias, etc), além de falta de investimento em produção de água potável, energia (eletríca e outros). Para a Copa de 2014, muitas situações tiverem investimentos, mas não passam de "meras reformas", no entanto, algumas obras nem sequer foram acabadas ou entregues para uso da população. Talvez pouco resultado positivo tiveram as obras da Copa de 2014 na vida do cidadão brasileiro, que depende de estradas, ruas, transporte coletivo, rodoviárias, aeroportos, etc. Lastimável o Brasil que se encontra em meados de 2014, pois tem muita gente competente, um povo trabalhador honesto e digno, muitos líderes compentes e muitos candidatos a cargo eletivo em todos os níveis com muita bagagem e competência. Esperamos com a eleição e os novos eleitos que em 2015 não tenhamos tanto resultados medíocres, como estamos tendo em 2014. Enfim, tudo passa, mas fica a lembrança dos resultados pífios de 2014, principalmente no tocante a Copa de 2014, que o Brasil teve um resultado medíocre, jamais esquecido a decorrota de 7 a um para Alemanha.
quarta-feira, 10 de setembro de 2014
DÁ LICENÇA QUE VOU DAR MINHA OPINIÃO? POR FAVOR NÃO ME PROCESSEM?
No Brasil, principalmente, está ficando difícil a forma de externar (falar) oponiões ou criticar assuntos profissionais em geral. Tudo que se fala, crítica ou emite opinião, tem sido levado pelo "lado pessoal", como ofensa. Caso recente do economista e colunista da Folha de São Paulo e ex diretor do BC Alexandre Schwartsman, que foi "acusado pelo Banco Central de difamação, com queixa crime e tudo mais...", por criticar a política econômica e/ou monetaria atual", pois se continuar assim, não teremos mais futebol, imaginem o Árbitro e os Bandeiras levando as coisas pelo "lado pessoal querendo processar todo mundo"....? Daqui a pouco vamos ter que pedir em Juízo, ir ao Poder Judiciário, contratar advagado, para poder ter direito de dar opinião, falar, meramente criticar ou até corrigir nossos familiares, pelo que estamos verificando na atual sociedade. Muita legalidade, muito ressentimento, querem fazer as pessoas simplesmente amar umas a outras pela força... Bom senso, ética pessoal ou profissional, educação, e acima de tudo, respeito é bom, preserva a dignidade das pessoas, ajuda a manter a convivência....Mais obrigar as pessoas a pautar a conduta pelo que outros vão dizer, levando pelo lado pessoal como estamos vendo constantemente divulgado pela TV, mídia social, etc.., além de "inúmeros processos judiciais de indenização por dano moral na Justiça brasileira" isso é uma afronta ao direito de liberdade, livre expressão, opinião ou crítica, que são direitos inalienáveis do cidadão, além de um direito natural, tem previsão constitucional no Brasil. Não somos tão sensíveis assim, que não demos ouvir críticas, oponiões, e, numa situação de expor as pessoas, todavia, cabe aplicar a lei, mais o que estamos vendo não é isso...Então "DÁ LICENÇA QUE VOU DAR MINHA OPINIÃO? POR FAVOR NÃO ME PROCESSEM...?
sábado, 23 de agosto de 2014
VERDADE E LUCIDEZ ALÉM DAS PALAVRAS
"As pessoas gostam de ser convencidas de que dois mais dois são cinco. E, se aparece alguém a dizer que são quatro, é um herege. Ou um desmancha-prazeres. Sobretudo, um desmancha-prazeres". (José Saramago - As palavras de Seramago, Cia das Letras, 2010, p.476)."
As pessoas não gostam do confronto da verdade, da lucidez, preferem assimilar "as pseudas verdades - mentiras" e continuar a viver e acreditar nelas, talvez meras "palavras descompromissadas da realidade", como se tem visto atualmente, principalmente, no início da campanha eleitoral via TV, nas eleições de 2014. Das muitas palavras e promessas, apesar da incansável fala dos candidatos, muito pouco aproveita. Elegendo-se, alguns nem sequer dão o "ar da graça" em muitas locais que obtiveram votações, como é o caso de deputados estaduais e federais, além do senador. Não é só em política, campanha eleitoral, muitos procedimentos da vida, embora as palavras sejam elo de comunicação, e o ser humano (homem) utiliza no cotidiano, muitas delas proferidas, não levam a nada. Apesar disso, resta muita verdade nas palavras proferidas, muita franqueza, muito agracedimento, inclusive, generosidade das pessoas, que vão muito além das meras palavras proferidas. Um gesto de lucidez e verdade, vale mais que muitas palavras.
As pessoas não gostam do confronto da verdade, da lucidez, preferem assimilar "as pseudas verdades - mentiras" e continuar a viver e acreditar nelas, talvez meras "palavras descompromissadas da realidade", como se tem visto atualmente, principalmente, no início da campanha eleitoral via TV, nas eleições de 2014. Das muitas palavras e promessas, apesar da incansável fala dos candidatos, muito pouco aproveita. Elegendo-se, alguns nem sequer dão o "ar da graça" em muitas locais que obtiveram votações, como é o caso de deputados estaduais e federais, além do senador. Não é só em política, campanha eleitoral, muitos procedimentos da vida, embora as palavras sejam elo de comunicação, e o ser humano (homem) utiliza no cotidiano, muitas delas proferidas, não levam a nada. Apesar disso, resta muita verdade nas palavras proferidas, muita franqueza, muito agracedimento, inclusive, generosidade das pessoas, que vão muito além das meras palavras proferidas. Um gesto de lucidez e verdade, vale mais que muitas palavras.
quarta-feira, 30 de julho de 2014
"UNZINHOS, POR FORA, QUINZINHOS, ETC" TODO MUNDO QUER LEVAR O SEU...
O Brasil é a República do "unzinho", todo mundo quer levar o seu e isso não leva o País a nada". (Dora Kramer - Sem Fantasia - Folha de Londrina, edição 30-7-2014, p. 5 - Folha política e também publicada no Jornal "O Estado de São Paulo, edição quarta feira 30-7-2014, p. A6 política).
Talvez muitos não se importam o que se escreve nas colunas dos jornais, inclusive, opiniões e outros artigos vários. Todavia, o artigo de Dora Kramer, como diz o brasileiro "é da hora". Muito relevante ao momento político em que vivemos, em início de campanha por todo o Brasil. A verdade que houve tempo que a militância, inclusive do PT, trabalhava de graça mesmo, inclusive, colocando-se a disposição em bens e pessoalmente em busca de "uma ampla reforma que o aludido partido pregava, enquanto não estava no poder". Fato público e notório que o PT chegou ao poder, através do esforço de sua militância, agora ignorada pelos prepotentes líderes, que negociam de cima para baixo, com dinheiro e muito poder, com "n" liderenças partidárias, relegando seu passado e sua militância, que trabalhava graciosamente, para a mudança do País. O artigo de Dora Kramer, relata o episódio da cessão da casa para o Comite de Eduardo e Marina Silva em Osasco-SP, para funcionar como comitê eleitoral de 2014. Pelo que consta no artigo, se não é real, mas é uma realidade constatável, o dono do imóvel, quis receber "unzinho", pois ninguém vive sem receber nada... Segue o proprietário da casa o que os Partidos Políticos fazem "cedem a coligação e seu espaço eleitoral no rádio e TV, por "unzinhos também", sem constrangimentos... "milhõezinhos para campanha"...É uma realidade que não podemos deixar de acreditar, pois ao contrário do que muitos imaginam, política hoje, se faz com "grana no bolso" e quem tem o poder em mãos, sabe disso, por isso, pratica toda agiotagem possível, para manter-se no poder, e alimentar as eleições com "dinheiro e grande", através de doações de grandes empresa, que sabem são investimentos e também por corrupção da máquina pública, em todos os níveis. Quem sabe, agora, que fizeram a fábrica de "Aedes transgênico" para diminuir a população de "Aedes aegypti" e reduzir a incidência de dengue, podem desenvolver estudos para descobrir algum insento para "combater o bicho corruptor"... Aí segue o Brasil com "unzinhos" "deizinhos" "quinzinhos" "vintinhos" "trintinhos" e por que não "cinquentinha". Tem ainda o "retorno" que muitos políticos, retiram dos salários dos seus comissionados de gabinetes, acessores, etc, fato constatável de norte a sul, leste a oeste do Brasil.
Talvez muitos não se importam o que se escreve nas colunas dos jornais, inclusive, opiniões e outros artigos vários. Todavia, o artigo de Dora Kramer, como diz o brasileiro "é da hora". Muito relevante ao momento político em que vivemos, em início de campanha por todo o Brasil. A verdade que houve tempo que a militância, inclusive do PT, trabalhava de graça mesmo, inclusive, colocando-se a disposição em bens e pessoalmente em busca de "uma ampla reforma que o aludido partido pregava, enquanto não estava no poder". Fato público e notório que o PT chegou ao poder, através do esforço de sua militância, agora ignorada pelos prepotentes líderes, que negociam de cima para baixo, com dinheiro e muito poder, com "n" liderenças partidárias, relegando seu passado e sua militância, que trabalhava graciosamente, para a mudança do País. O artigo de Dora Kramer, relata o episódio da cessão da casa para o Comite de Eduardo e Marina Silva em Osasco-SP, para funcionar como comitê eleitoral de 2014. Pelo que consta no artigo, se não é real, mas é uma realidade constatável, o dono do imóvel, quis receber "unzinho", pois ninguém vive sem receber nada... Segue o proprietário da casa o que os Partidos Políticos fazem "cedem a coligação e seu espaço eleitoral no rádio e TV, por "unzinhos também", sem constrangimentos... "milhõezinhos para campanha"...É uma realidade que não podemos deixar de acreditar, pois ao contrário do que muitos imaginam, política hoje, se faz com "grana no bolso" e quem tem o poder em mãos, sabe disso, por isso, pratica toda agiotagem possível, para manter-se no poder, e alimentar as eleições com "dinheiro e grande", através de doações de grandes empresa, que sabem são investimentos e também por corrupção da máquina pública, em todos os níveis. Quem sabe, agora, que fizeram a fábrica de "Aedes transgênico" para diminuir a população de "Aedes aegypti" e reduzir a incidência de dengue, podem desenvolver estudos para descobrir algum insento para "combater o bicho corruptor"... Aí segue o Brasil com "unzinhos" "deizinhos" "quinzinhos" "vintinhos" "trintinhos" e por que não "cinquentinha". Tem ainda o "retorno" que muitos políticos, retiram dos salários dos seus comissionados de gabinetes, acessores, etc, fato constatável de norte a sul, leste a oeste do Brasil.
segunda-feira, 21 de julho de 2014
CIDADÃOS INSEGUROS
No Brasil, é lastimável a violência tanto pelo fato do aumento de homicídios, latrocinios, etc, acidentes de trânsito, que deixam seqüelas irreversíveis as pessoas, quanto não se ceifa a vida, as vezes até de famílias inteiras... Além disso os reflexos são muitos, e muitas das vítimas desenvolvem o TEPT - Transtorno de Estresse Pós-Traumático, além de lesões corporais. Imaginam como a violência é ...uma "bola de neve", desencadeando múltiplos problemas... Agora noticiou-se nesta semana, em razão do aumento da violência em São Paulo, por causa dos furtos e roubos de carros, em média 3 por hora (é estatística - pode ser maior esse número), segundo consta das investigações criminais, trata-se de um novo tipo penal (não tem lei ainda), é o "roubo-furto ostentação", rouba-se o carro (com violência total) para exibir-se e depois abandonam, após ter sido utilizado, quando não "totalmente depenados"...deixando seus proprietários em situação lastimável.
Não esquecendo que a "vida e a propriedade" (um patrimonio mínimo de proteção) merecem total proteção pela Constituição e outras leis, é direito do cidadão e dever do Estado. Não é o caos, mais é necessário repensar todo o sistema, seja através do voto, seja pela educação, enfim, políticas públicas efetivas para reversão da situação... Já tentaram tirar as armas dos cidadãos de bem, e nada resolveu em matéria de diminuição da violência. Talvez esse desarmamento foi equivocado, porque, o cidadão de bem, que tem arma e sabe usar, não vai sair roubando e matando aleatoriamente. Quem rouba e mata pela violência, não é um cidadão de bem. É só atentar os noticiários pela TV principalmente, não se fala que um cidadão de bem, pegou sua arma e saiu atirando e roubando? O cidadão de bem, pai de família, trabalhador, responsável, tem arma para se defender, é um direito natural do cidadão, mesmo que o Estado assegure sua proteção. Desarmou-se o cidadão de bem, não aumentou a segurança Estatal, ao contrário, aumentou o número de empresas de segurança particular, milícias, etc e pelo que consta das estatísticas aumento a criminalidade em número e gênero. Como é um caos o sistema de encarceramento, porque não se utiliza o fator financeiro para coibir a criminalidade, como o valor maior das fianças? Poderá aumentar a criminalidade, ou seja, os "amigos dos crime" arrecadar valores via criminal para pagar as fianças dos marginais presos? Talvez possa ocorrer, mas nunca houve um política nesse sentido. O que se vê e nota-se que não existe um enfrentamento por parte do Agente Estatal, com políticas públicas efetivas a criminalidade em qualquer setor da sociedade, pois não atualizam os efetivos policiais, os delegados, os agentes, enfim, toda a estrutura fica aquém daquilo que é essencial, muito embora, jamais vai zerar a criminalidade. Em que pese, as declarações das autoridades de segurança (quase todos os dias os agentes estatais em entrevistasnas TVS), que está "tudo sob o controle", não resolve de forma efetiva a segurança do cidadão, que cada dia mais, tem a sensação de que está mais inseguro...
domingo, 20 de julho de 2014
HOMENAGEM A RUBEM ALVES
"A vida começa com uma chegada. Termina com uma despedida. A chegada faz parte da vida. A despedida faz parte da vida. Como o dia, que começa com a madrugada e termina com o sol que se põe. A madrugada é alegre, luzes e cores que chegam. O sol que se põe é triste, orgasmo final de luzes e cores que se vão. Madrugada e crespúsculo, alegria e tristeza, chegada e despedida: tudo é parte da divda, tudo precisar sr cuidado, A gente prepara, com carinho e alegria, a chegada de quem a gente ama. É preciso preparar também, com carinho e tristeza, a despedida de quem a gente ama". (Rubem Alves - Concerto para corpo e alma. 6ª edição, Ed. Papirus, p. 130, 2001).
Com respeito e admiração morreu ontem (sábado dia 19 de julho de 2014), o escritor Rubem Alves aos 80 anos, que trouxe as pessoas inúmeras mensagens reflexivas, sobre educação, vida, eternidade, alegria, etc... Muitos de seus leitores, como eu, sentirão a falta deste magnifico escritor, que nos fornece virtude para não desistir de sonhos, crer na felicidade e na vida, ter sabedoria e humildade para os desafios que a vida nos impõe. As lições de tempo e vida, são importantes para sabermos que o amor exige ação, essa ação é presente, é agora, embora muitos deixem para amanhã, mas amanhã é espectativa, não é certeza, portanto, enquanto temos o tempo a nossa disposição, vivenciamos a vida em paz.
Com respeito e admiração morreu ontem (sábado dia 19 de julho de 2014), o escritor Rubem Alves aos 80 anos, que trouxe as pessoas inúmeras mensagens reflexivas, sobre educação, vida, eternidade, alegria, etc... Muitos de seus leitores, como eu, sentirão a falta deste magnifico escritor, que nos fornece virtude para não desistir de sonhos, crer na felicidade e na vida, ter sabedoria e humildade para os desafios que a vida nos impõe. As lições de tempo e vida, são importantes para sabermos que o amor exige ação, essa ação é presente, é agora, embora muitos deixem para amanhã, mas amanhã é espectativa, não é certeza, portanto, enquanto temos o tempo a nossa disposição, vivenciamos a vida em paz.
domingo, 13 de julho de 2014
O GOVERNO BRASILEIRO QUER REGULAR O FUTEBOL...
O Governo sempre prejudica setores, quando quer impor regras. Por exemplo, uns tempos atrás queria regular o "queijo mineiro", fez tanto alarde, impos regras a uma cultura de "queijo que é característico do povo mineiro", com isso, retira da cultura mínima que perdura, passando a tratar os mineiros, como fossem indústrias impondo a cultura de mercado. Isso perturba qualquer cidadão, ao ver que o Estado é incompetente e quer regular coisas que não tem cada a ver com sua principal atividade de governo. Talvez, no caso do queijo, deveria levar aos mineiros sitiantes ou fabricantes, regras mínimas de higiene, limpeza, manejo sanitário de animais, evitando doenças, mas não retirar a criatividade cultura de um povo. Esse é um exemplo que ocorreu nos de 2000, até que se chegou a um termo. Mas sensivelmente, prejudicou muita gente e deixou muitas pessoas que tinham essa atividade cotidiana sem fazer nada, levando ao caos, a doença e também prejudicando a renda familiar...Talvez até desconstruiu a cultura do queijo mineiro? No futebol agora com a vergonha da Seleção Brasileira na Copa de 2014, como anfitriã fez, querendo como se divulgou fazer uma "intervenção indireta", regular oferta de atletas a times estrangeiros, etc. O Governo é inerte em políticas públicas, principalmente esporte e educação. Estamos aí com as Olímpiadas de 2016, e nada de concreto se vê Brasil afora para treinar e colocar atlentas de ponta na competição. Tem Município brasileiro, talvez a maioria, nem tem um local para treinos na medida correta de competição. Tudo é arranjo. Canhas cobertas em escolas, sem qualquer técnica de competição, portanto, já começa aí o descaso... No Brasil são em torno de 200 milhões de brasileiros com orgulho ferido, pois como "donos da casa", construímos 12 arenas (não é mais estádios), pagamos e conta e nossa seleção simplesmente "teve pane ou seis minutos mágicos de "abalo coletivo"... Esse assunto é para repensar: Enquanto várias seleções preferiram lugar sem "badalação", para treinar e fazer suas estratégias, o Brasil, escolheu e Gra...nja Comari cheio de badalação... Aí só no oba-oba, como já disse poderia ser pior: não ter passado pelo Chile e se passado a Alemanha, perder em pleno Maracanã para Argentina e repetir 1950? Tudo tem de ter repensado. Ah antigamente futebol era brincadeira de rua, campinhos, pátios de escolas, qualquer lugar que tivesse espaço as crianças brincavam, fazia jogadas alegres e se divertiam, riam, pulavam... e iam jogar com regras somente no "aspirante a time que disputava amador", lá pelos 15 anos, ou em Campeonatos de Jogos inter-classe... Hoje, os pais por diversas situações colocam as crianças nas Escolinhas, vivem engessadas de regras e não praticam o futebol criativo e nem curtem a infância com brincadeiras... Quem não se lembra das unhas quebradas, os dedos dos pés machucados, as pernas arranhadas, quando se tinha "alcool" passava e quando não tinha "usava fumo, remédios caseiros...." Quando jogava-se na rua e quebrava os vidros dos vizinhos?... e o vizinho japonês cortava as bolas que caiam no seu quintal? O Governo tem tanta coisa para se preocupar, já tentou frustrar a cultura do queijo mineiro, a cachaça artesanal, o vinho, etc, agora vai querer "intervir no Futebol", daqui a pouco vai regular a cultura da pamonha, do café caboclo, do arroz com feijão... enfim, regular o que não deve... e esquece de fazer e garantir ao cidadão que paga impostos o mínimo de segurança, educação, saúde, infraestrutura, bem estar...
quinta-feira, 12 de junho de 2014
VOTO: UMA FORMA DE REVOLUÇÃO DEMOCRÁTICA E LEGAL
Está fazendo quase um ano que aconteceram os "movimentos pelo aumento do transporte coletivo de 20 centavos". Lembram-se. Pois é, a vontade de mudar, teve início naqueles movimentos e continua em nossos mentes e corações. Nós somos atores do nosso próprio destino. Talvez levará décadas para alterar a atual situação do Brasil. Mas, a mudança tem que acontecer de forma democratica, eleições mais eleições, e em 2014, mais do que nunca, começa a alterar o panorama de nossos representantes. Vote de forma digna, escolha, debata os candidatos, examine-os, assim voce estará ajudando a fazer uma revolução através de seu voto, ousando nas mudanças que certamente hão de vir...
Só para ter uma idéia do Brasil - Educação, segundo pesquisas, o Estado de São Paulo, que é considerado um Estado promissor, somente 13 em cada 100 escolas tem bibliotecas.
Em razão de tudo que estamos vivendo nos últimos anos, inclusive, pela esperança dilacerada nos últimos tempos, pelos atos de desgoverno, descaso, insatisfação, indignação da população, frente aos atos de Governo (de um modo geral), e também a fraqueza do Parlamento (em todos os níveis), frente ao Executivo, o voto se torna no momento, a maneira mais pacífica, legal e democrática a realizar mudanças. Talvez demore algum tempo, para mudanças, mas, as eleições de dois e dois anos no Brasil, é talvez de imediato a única forma pacífica para alterar esse panorama de poder.
As manifestações que ocorrem e já ocorreram nos últimos doze meses, em todo o País, embora tenha demonstração de mobilização, não sabemos o mérito (se é orquestrada por alguém, por ideologia ou por qualquer outro fato ou situação não perceptível) tem um resultado positivo, mais o saldo é mais negativo, à medida que traz insegurança as instituições e atinge o direito de ir e vir do cidadão.
O voto, seguramente, ainda é uma ferramenta por excelência para qualquer mudança. É pacífico, legal e democrático. O eleitor tem o tempo necessário para analisar em quem votar, ver a biografia do candidato, debater idéias, enfim, existem um processo eleitoral todo para conhecer o candidato. Talvez haja a indigação pelos candidatos apresentados, mas, sempre existe àqueles que não se curvam ao poder e de fato representam os interesses do povo, embora, eleitos passam a ser "massa", mas podem elevar a voz, impugnar, mobilizar a população e rejeitar toda forma de manipulação de poder, corrupção ou atos que afrontam a dignidade do cidadão.
sábado, 7 de junho de 2014
COPA DO MUNDO DE 2014 - UMA GRANDE JOGO DE PODER E INTERESSES
(...) Há um fenômeno recorrente no Brasil. Invariavelmente se passa bem longe do cerne das questões. Em efeito, atira-se na sombra do alvo. Quando muito. Nove bilhões de reais são irrelevantes em relação aos 600 bilhões de reais, repito, 600 bilhões de reais, gastos anualmente para sustentar a maquina do governo. Que não funciona, diga-se de passagem. O contribuinte paga todo ano, mais de 66 vezes... o preço dos estádios. Bom lembrar: sem ter a contrapartida. (http://veja.abril.com.br/blog/ de-paris/tag/decomte).
O Brasil é a sexta maior economia do planeta, e em 2013 o Governo Federal arrecadou 1,138 trilhões de reais. Segundo a FIESP os prejuízo econômicos e sociais que a corrupção causa ao país, chega a casa de 69 bilhões de reais por ano, quase oito vezes mais do que o custo total dos estádios. Segundo a FIFA apresentou projeto de 8 (oito) e não 12 (doze) arenas esportivas (estádios). Quatro estádios, segundo a FIFA não está no plano da COPA... Pelas conversas da FIFA e GOVERNO, tem-se uma idéia da situação...
A idealização da Copa do Mundo, pelo que atualmente tem-se visto não passa de pura manobra de manutenção de poder, ainda que tenha trazido inúmeros benefícios para o País. Tem o lado positivo, mas a ideologia política, talvez seja o maior trunfo daqueles que querem perpetuar no poder. Esse movimento anti-copa, nada mais é que a "articulação do próprio Governo seus alidados afins" com o objetivo de afastar a população de outros assunto mais urgentes de corrupção existente no cenário nacional, talvez seja "a jogada mais inteligente para perpetuação e manutenção do poder". Mais, o que tem evidenciado, é que o povo não está caindo nas graças da Copa, como se previa, descuidando--se de seus problemas mais urgentes, pois o endividamente da população é enorme, e ninguém vai relaxar com a "Copa do Mundo" afinal quem paga a conta é quem deve e o Governo não vai ajudar ninguém, mesmo decretando moratória para as dívidas pessoais (hipótese remota). Induziu o povo ao consumo, ao crédito desenfreado, a compra de carros, etc, e idealizou a Copa, mas sempre alguma situação não prevista surge no cenário, portanto, o povo endividado, com inúmeras greves acontecendo (perturbando o sossego, trabalho e bem estar da população) - as greves, paralizações e movimentos fugiram do controle - certamente será frustante o resultado positivo previsto, com segundo intenções. Mesmo, na hipótese do Brasil vir a se tornar campeão, o mau humor da população não será transformado em alegria e vibração. Tem outro fator importante, é que muitos que presenciaram a derrota do Brasil ao Uruguai na Copa de 1950, morreram, e talvez seus descendentes torcedores não têm mais interesse nessa Copa de 2014, afinal passaram mais de 60 anos, e esta geração tem mais esportes além do futebol para a pratica desportiva.
quinta-feira, 15 de maio de 2014
NO BRASIL PENSAR NÃO ENCHE BARRIGA...
(...) Quem pensa no Brasil já não sabe o que pensar, quem pensava estar certo se atrapalhou, e nós, que queremos pensar, e acertar, estamos aturdidos. Somos antipatriotas? Somos alienados, ignorantes, rabugentos? Somos provavelmente apenas brasileiros desejosos de mudanças. Talvez nada se consiga, mas sempre há aquela última esperança. E, se tudo der errrado, restará a picanha de dmomingo". (Lya ...Luft - Pensando o Brasil. Revista Veja 23 abril de 2014, p. 22).
Quanto sofremos pelo que está acontecendo no Brasil, nos seus quatro cantos, talvez não era esse Brasil que esperavámos neste século. Mas tem aqueles que acham que está tudo ok, porque a barriga está cheia, seus filhos vão as escolas, mesmo em péssimas condições, hospitais com gestante parindo no chão, na frente, pessoas nos corredores, e as prisões exageradamente cheias....É assim, vamos em frente, convivendo com manipulação de índices oficiais, mas sempre consciente e pensando o Brasil, jamais perder a esperança, inclusive pensando por aqueles que não estão nem aí...Mas talvez, aqueles que se dizem "satisfeitos ou de barriga cheia", deveriam atentar o que ocorre em seu redor, pois é fácil e constatável o que está ocorrendo na política, na sociedade em geral. Nosso ensino, por infelicidade, cada dia pior, pois o aluno que deveria ter uma formação de no mínimo de noção de pequenos serviços, além do óbvio de matemática, português, ciências naturais, biologia-ambiental, sai totalmente desligado do mundo, atento somente as ações de consumo, quando não atrelado ao consumo de drogas. Não esqueçamos que além disso boas maneiras, não tem-se aprendido no ambiente escolar, pois faltam aos alunos, a família, que é o berço da educação, ai chegam na escola como seres sem rumo, com total falta de disciplina, que a professora não consegue impor, haja vista que vêm de ambiente totalmente sem referencial algum de autoridade. Não é o caos, mais tem que pensar, pensar em esperanças para nosso futuro Brasil, nossa pátria amada querida..
Quanto sofremos pelo que está acontecendo no Brasil, nos seus quatro cantos, talvez não era esse Brasil que esperavámos neste século. Mas tem aqueles que acham que está tudo ok, porque a barriga está cheia, seus filhos vão as escolas, mesmo em péssimas condições, hospitais com gestante parindo no chão, na frente, pessoas nos corredores, e as prisões exageradamente cheias....É assim, vamos em frente, convivendo com manipulação de índices oficiais, mas sempre consciente e pensando o Brasil, jamais perder a esperança, inclusive pensando por aqueles que não estão nem aí...Mas talvez, aqueles que se dizem "satisfeitos ou de barriga cheia", deveriam atentar o que ocorre em seu redor, pois é fácil e constatável o que está ocorrendo na política, na sociedade em geral. Nosso ensino, por infelicidade, cada dia pior, pois o aluno que deveria ter uma formação de no mínimo de noção de pequenos serviços, além do óbvio de matemática, português, ciências naturais, biologia-ambiental, sai totalmente desligado do mundo, atento somente as ações de consumo, quando não atrelado ao consumo de drogas. Não esqueçamos que além disso boas maneiras, não tem-se aprendido no ambiente escolar, pois faltam aos alunos, a família, que é o berço da educação, ai chegam na escola como seres sem rumo, com total falta de disciplina, que a professora não consegue impor, haja vista que vêm de ambiente totalmente sem referencial algum de autoridade. Não é o caos, mais tem que pensar, pensar em esperanças para nosso futuro Brasil, nossa pátria amada querida..
segunda-feira, 5 de maio de 2014
CAMINHOS SEM VOLTA...
(...) Sementes do declínio moral se espalham, conforme se embrutece a vida cotidiana. (...) A dinâmica social puxa contigentes de baixo para morar nos andares de cima da pirâmide, mas deixa para trás valores tradicionais que formam a argamassa da cidadania, como solidariedade, respeito aos velhos e crianças, lealdade, amor ao trabalho, culto à família, verdade, honestidade, senso do dever. (...) Como se explicam por exemplo, os 3 mil casos de pessoas enterradas em São Paulo, apesar de portarem documento de identidade? Como se explica o despacho de levas de haitianos para São Paulo e outras cidades, sob decisão unilateral do governador do Acre? Onde estão os entes governativos?... (Pedrinho, Bernardo e o espírito do nosso tempo - Gaudêncio Torquato - Jornal "O Estado de S. Paulo, edição 4/5/2014 - domingo, espaço aberto, p. A-2). Estamos vivendo um deserto de valores infelizmente, caminhos sem volta. Feliz Gaudêncio Torquato, escritor do texto mencionado, alertando sobre a inversão de valores que estamos vivenciando, principalmente no Brasil. Torna-se um desafio para pais, mães, educadores, professores, mestres, ensinar ética, educação (bons costumes e hábitos), ao mesmo tempo em que nossos filhos e estudantes confrontam com uma realidade totalmente contrária aos ensinamentos? Nossos dirigentes praticam um gestão pública aleatória aos interesses comum, com fim único ideológico eleitoral, sempre pensando no próximo passo. Não se constroi nada em planejamento a longo prazo, tudo é feito a toque de caixa, como se tudo resolvesse naquele projeto. Falta gestão, falta planejamento, e o óbvio, o simples, transmuda-se em projetos complicados, porque não existe uma fórmula para fraudar mais, agradar o compradio, os colegas partidários, os interesses de grandes grupos, menosprezando a inteligência dos cidadãos, tomando decisões como se fossem intocáveis.
domingo, 4 de maio de 2014
O QUE DE FATO ESTAMOS BUSCANDO EM NOSSAS VIDAS...
Fazem os homens para si deuses que de fato não são deuses?" (Biblia Jeremias capitulo 16:20). Desde sempre o homem infelizmente tem procurado "deuses para satisfazer suas necessidades", como um comportamento totalmente egoista e individualista, sem limites. Nos dias atuais, excessivamente isto vem ocorrendo...Muitos procuram a fama em detrimento de seus próprios sentimentos e totalmente anti-etico, poder e dinheiro alçado na corrupção, como fundamento de uma vida prodigiosa, beleza pessoal em demasia, cultuação ao corpo ate exaurir as forças, excessiva carga de trabalho em busca do sucesso, sem falar que as vezes lutamos contra nossa propria natureza de mente e corpo, indo as drasticas situações que não levam a morte social, destruindo o corpo, vida, familia e nossos entes queridos...Não respeitamos limites...Talvez diante desse caos, não paramos para discernir e buscar efetivamente fundamentos para nosso viver. A crise da desconfiança em tudo e em todos, atinge nosso ser de uma maneira, que perdemos o senso de discernir, observar, analisar, mais, escolher o caminho certo e decisões necessárias de progresso, construção e desenvolvimento. Perdemos de forma insconciente nossas escolhas, nossos amores e nosso senso afetivo de aproximar pessoas, talvez tornamos "desconectados" assim por dizer na era da informátiva. Escreve Lya Luft: (...) Nós somos o sujeito contemporâneo, um guerreiro forte e vulnerável: exposto a mil receitas loucas e modelos insensatos, do acordar até o adormecer. Mas também criativos, generosos, brilhantes". (A riqueza do mundo, ed. Record, 2011, p.15). Talvez sejamos verdadeiros guerreiros criativos nessa caminhada, em busca de um ideal, de um discernimento para nossa vidas, ataviados por situações que nos rodeiam, que as vezes nós tentam desviar da batalha que vivemos todos os dias, pela manutenção da vida, certamente manteremos vivos pela vida afora. Talvez o limite, equilíbrio, discernimento (sabedoria+conhecimento+entendimento) fará de nós verdadeiros "guerreiros criativos" na caminhada diária.
quarta-feira, 30 de abril de 2014
VAMOS ISOLAR NOSSAS FAVELAS, NOSSOS PROBLEMAS.....
Do jeito que vai o Brasil, para a Copa do Mundo agora e também para os jogos Olimpigos de 2016, será que vamos fazer como a África do Sul, expurgar as "pessoas dos lugares"(barracos, favelas...)" como ocorreu em Joanesburgo ou vai se fazer o enfrentamento das questões sociais, violência, ausência de políticas públicas para criar de verdade um País ou cidades de "Classe Mundial".
Vamos mascarar nossa realidade pela falta de competência, gestão-pública, educação, infra-estrutura, segurança... Os Estádios certamente estarão prontos, pois sem estes não tem a Copa, apesar de alguns não ficarem 100% prontos. Infelizmente esse é o Brasil, que não gostaria que fosse, mas, como cidadão ou cidadãos, estamos perdendo a esperança para um país melhor. Agora, está faltando água, energia, e vai ser repassado ao cidadão consumidor "os custos" dos empréstimos feito ou que será feito as "distribuidoras e geradoras de energia"? Perguntam-se não é falta de uma gestão? Qual será a resposta das autoridades desta vez? A falta de água em São Paulo, já deveria ter sido feito a campanha, a começar pela própria distribuidora em fazer a distribuição com eficiência, certamente de imediato vai ter uma economia enorme. É mais fácil o povo pagar o "pato" "a conta" "ser excluído em seu direito de "bem estar" por falta de gestão? Como sempre, como diz o ditado popular "a corda arrebenta sempre pelo lado mais fraco" e no caso, sempre o "povo acaba perecendo".
Vamos mascarar nossa realidade pela falta de competência, gestão-pública, educação, infra-estrutura, segurança... Os Estádios certamente estarão prontos, pois sem estes não tem a Copa, apesar de alguns não ficarem 100% prontos. Infelizmente esse é o Brasil, que não gostaria que fosse, mas, como cidadão ou cidadãos, estamos perdendo a esperança para um país melhor. Agora, está faltando água, energia, e vai ser repassado ao cidadão consumidor "os custos" dos empréstimos feito ou que será feito as "distribuidoras e geradoras de energia"? Perguntam-se não é falta de uma gestão? Qual será a resposta das autoridades desta vez? A falta de água em São Paulo, já deveria ter sido feito a campanha, a começar pela própria distribuidora em fazer a distribuição com eficiência, certamente de imediato vai ter uma economia enorme. É mais fácil o povo pagar o "pato" "a conta" "ser excluído em seu direito de "bem estar" por falta de gestão? Como sempre, como diz o ditado popular "a corda arrebenta sempre pelo lado mais fraco" e no caso, sempre o "povo acaba perecendo".
sábado, 26 de abril de 2014
SUBESTIMAR OS FATOS?
"... O mundo mudou. Dilma e o PT não perceberam, no seu sono, que as condições são outras. Brigar com os fatos num contexto de crescimento econômico deu a Lula a sensação de onipotência, uma crença do tipo "deixa conosco que a gente resolve". (...) O PT comanda um estranho caso de governo cujo discurso nega o próprio slogan: Brasil, um país de todos. De todos os que concordam com a sua política. (......) Bom dia, Cinderela, acorde. Em 2014, você pode se afogar nos próprios mitos". (Bom dia, Cinderela - Fernando Gabeira jornalista. Espaço Aberto - Jornal O Estado de São Paulo, dia 25 de abril de 2014, p. 2). O que está acontecendo hoje é simplesmente "fatos". É própria história ocorrendo... Antes do poder, durante o poder, e depois do poder... Quando se navega em águas tranquilas, tudo é belo. Quando se navega em águas turbulentas, tem-se a frente "n" adversários, e nesse tempo é que se demonstra a capacidade de navegar, conduzir, planejar, buscar alternativas e mais, confiar na ajuda da natureza, ou seja, que a turbulência diminua e volte a navegação normal. Mas, as vezes, "nos somos nossos próprios adversários", subestimamos os fatos, as pessoas, tudo está contrário ao nosso redor. É assim no Governo atual, esta querendo jogar a culpa em CPIs de Petrobrás, Trens, Oposição, mas tudo o que está ocorrendo no cenário político nacional decorre de "fatos", não é mera invenção da oposição ou de quem quer seja... É a realidade, e aí como subestimar os fatos?
quinta-feira, 24 de abril de 2014
COMPRA DE VOTOS & BENEFÍCIO SOCIAL
Está na página do Facebook: O que está pensando? Obviamente em épocas eleitorais, em discussão e troca de idéias, chequei uma conclusão lógica depois de matutar, que o sistema democrático deveria ser:
1) Voto não obrigatório
2) Quem recebe "benefício social do governo" não poderia votar (isso é um questionamento de um amigo de discussão política) mas deve ser levado a sério, porque, se não "pod...e muitas coisas em momentos eleitorais, certamente o beneficiário de qualquer programa social (diretamente ou indiretamente), não irá viciar o voto ou a mesma coisa de que "comprar ou trocar", votando naquele que "lhe favoreceu"...
3) Não licitação pública (Lei de Licitações) existe o artigo 9º que preve a não "participação" de pessoas (direta ou indiretamente) ligadas a execução de obra, serviço e fornecimentos de bens...? Inclusive no parágrafo 3º explica a definição de participação indireta.
4) Apesar do voto ser secreto, universal, ato único da democracia que configura liberdade, direito constitucional em cláusula pétrea, é uma questão a pensar nos dias atuais (não é discriminação e nem egoísmo), pois todos em solo brasileiro tem o direito de receber benefício social de qualquer natureza, pois todos merecem o amparo social do Governo, que é pago pelo cidadão contribuinte...
1) Voto não obrigatório
2) Quem recebe "benefício social do governo" não poderia votar (isso é um questionamento de um amigo de discussão política) mas deve ser levado a sério, porque, se não "pod...e muitas coisas em momentos eleitorais, certamente o beneficiário de qualquer programa social (diretamente ou indiretamente), não irá viciar o voto ou a mesma coisa de que "comprar ou trocar", votando naquele que "lhe favoreceu"...
3) Não licitação pública (Lei de Licitações) existe o artigo 9º que preve a não "participação" de pessoas (direta ou indiretamente) ligadas a execução de obra, serviço e fornecimentos de bens...? Inclusive no parágrafo 3º explica a definição de participação indireta.
4) Apesar do voto ser secreto, universal, ato único da democracia que configura liberdade, direito constitucional em cláusula pétrea, é uma questão a pensar nos dias atuais (não é discriminação e nem egoísmo), pois todos em solo brasileiro tem o direito de receber benefício social de qualquer natureza, pois todos merecem o amparo social do Governo, que é pago pelo cidadão contribuinte...
Se existe o crime da compra de votos, não seria diferente com o benefício social, o Governo paga, eos "candidatos oficiais obviamente" são favorecidos, haja visto que "ninguém briga com o pai e a mãe". O benefício social, seja qual for, embora tenha sua razão legal de existência e imagináveis benefícios, não seria um instrumento de "compra e venda de votos"?
terça-feira, 22 de abril de 2014
DEMOCRACIA DA MANIPULAÇÃO
"Vivemos uma situação em que na democracia, que, segundo a velha definição, é o governo do povo, para o povo e pelo povo, está ausente justamente o povo" (Jorge Halperín, Conversaciones con Saramago: Reflexiones desde Lanzarote, Barcelona, Icaria, 2002). Jorge Halperín - escritor argentino, ainda em atividade.
Democracia para eleger, mas depois, infelizmente, não se permite fazer nada de forma democrática.... Sempre a ideologia do poder, tem a tendência da manipulação não resolvendo os problemas necessários, mesmo conhecendo-os tornam omissos. Não podemos contentar com a esperança (esperança dizem os estudiosos é como "aspirina" que alivia a dor, mas não elimina a causa). Exige-se a resolução deles, em maior ou menor escala, nada de paliativos ou pedalar para futuro, para outros resolverem... A verdade é que, o poder é unico, e a forma de chegar até ele é pelo voto democrático, após uma intensa campanha eleitoral. Muito poucos daqueles que elegem, cumprem as promessas e fazem as "efetivas reformas necessárias para o povo". Democracia tem que ser em todos os sentidos: ecônomica, cultural, política, direitos e deveres, cidadania plena. Talvez para aqueles que estão no poder, não existe a preocupação do procedimento democratico?
Democracia para eleger, mas depois, infelizmente, não se permite fazer nada de forma democrática.... Sempre a ideologia do poder, tem a tendência da manipulação não resolvendo os problemas necessários, mesmo conhecendo-os tornam omissos. Não podemos contentar com a esperança (esperança dizem os estudiosos é como "aspirina" que alivia a dor, mas não elimina a causa). Exige-se a resolução deles, em maior ou menor escala, nada de paliativos ou pedalar para futuro, para outros resolverem... A verdade é que, o poder é unico, e a forma de chegar até ele é pelo voto democrático, após uma intensa campanha eleitoral. Muito poucos daqueles que elegem, cumprem as promessas e fazem as "efetivas reformas necessárias para o povo". Democracia tem que ser em todos os sentidos: ecônomica, cultural, política, direitos e deveres, cidadania plena. Talvez para aqueles que estão no poder, não existe a preocupação do procedimento democratico?
sábado, 19 de abril de 2014
OMISSÃO & AÇÃO
(...) Cada indivíduo, ainda que não queira nem saiba, participa do processo dinâmico que é a vida:(...) Somos também resultado de nossos trabalhos e frustrações, e também das alegrias. Portanto, por algumas coisas somos responsáveis". (Múltipla escolha - Lya Luft - Ed. Record, 2010, p.123).
A omissão gera insonia e a ação movimentos, medos, que geram certamente transformações, resultados, novos horizontes. A vida é um processo inevitável de acontecimentos. Nascemos, vivemos, crescemos, morremos, uma dinânima natural e cabível a todo o ser humano. Por mais que tentamos, não somos tão passivos assim. Existe tempos em que, manter a calma, continua a solução para a situação, não que seja comportamento passivo, mas talvez, do ponto do vista de cada um (pois somente quem passa por problemas sabe a intensidade dos ventos). A ação nesse contexto, geraria certamente mais conflitos, mais problemas, talvez como se fosse uma areia movediça: aguardar, demora mais para afundar. Enquanto isso não ocorre, aparece as soluções da vida pelo curso natural do próprio tempo: ontem, hoje, amanhã...passado, presente, futuro. O que passou embora tenha reflexos, não se realizada mais. O presente é hoje, nossa ação ou omissão, o futuro, resta aguardar, não se adianta, não se sofre por ele.
A omissão gera insonia e a ação movimentos, medos, que geram certamente transformações, resultados, novos horizontes. A vida é um processo inevitável de acontecimentos. Nascemos, vivemos, crescemos, morremos, uma dinânima natural e cabível a todo o ser humano. Por mais que tentamos, não somos tão passivos assim. Existe tempos em que, manter a calma, continua a solução para a situação, não que seja comportamento passivo, mas talvez, do ponto do vista de cada um (pois somente quem passa por problemas sabe a intensidade dos ventos). A ação nesse contexto, geraria certamente mais conflitos, mais problemas, talvez como se fosse uma areia movediça: aguardar, demora mais para afundar. Enquanto isso não ocorre, aparece as soluções da vida pelo curso natural do próprio tempo: ontem, hoje, amanhã...passado, presente, futuro. O que passou embora tenha reflexos, não se realizada mais. O presente é hoje, nossa ação ou omissão, o futuro, resta aguardar, não se adianta, não se sofre por ele.
segunda-feira, 14 de abril de 2014
ESTIGMAS
"Estigmas" - marcas
que uma pessoa é identificado na sociedade. Por exemplo "viúva (o)",
"desquitada(o)" "divorciada(o)", "orfão",
"amasiada(o)", ""marginal", "corrupto" "drogado"
"viciado"..."aleijado"...etc Assim, as vezes, as pessoas
são taxadas, e não reconhecidas em sua potencialidade de ser humano, gerando um
descrédito na vida, uma falha, um defeito... Isso ocorre em todos os grupos
sociais, embora inconscientemente, anulamos o outro como pessoa, e
estabelecemos padrões de pessoas...
quarta-feira, 9 de abril de 2014
CAOS BRASIL & PODER SEM PUDOR
"Caos Brasil" - Subiu o preço da cerveja, está
acabando a água, como vai ser comemorado a copa se ganharmos? Também estamos
vivendo a crise da Petrobrás, pergunta-se: é incompetência e muita
desonestidade? Transporte público: compre carro, e prefira o metrô, o trem, e o
ônibus, numa atitudade de demonstração de cidadania responsável (o governo incentiva a comprar carro é óbvio
que aquele que compra vai para o trabalho no seu carrão). O cidadão não é
responsável por "obras lógicas nas grandes cidades que não resolvem
nada"? Mais, ninguém consegue explicar o valor da construção dos estádios
para a Copa. O Itaquerão, pelas contas de seu mentor, gestor, preceptor e
patrono Andrés Sanchez, ficará na faixa de R$-1,15 bilhão de reais, e esse
cidadão é candidato... E o Futebol: Palmeiras e Corinthians, fora da final do
Campeonato Paulista e no Paraná: Coritiba e Atlético, e para sorte regional
teremos a final Londrina x Maringá... Existe muita coisa que não se explica:
PCC exportando cocaína via Porto de Santos e ninguém sabia... .
"Poder sem Pudor" é o que estamos vendo no cenário
nacional político e econômico, e mais, em "clima eleitoral de deputado
estadual a presidente da República". Vai dar muita
"fedentina".... Muita coisa no ventilador e para explicar vai passar
as eleições etc.... tem muita gente que vai virar "mero eleitor" (se
não for cassado seus direitos políticos) e jamais vai se reeleger, é o que cada
dia estamos vendo e assistindo pelos noticiários. Por isso se é verdade ou mentira,
só o tempo dirá... e as urnas também. Arranjos e acertos, para salvar muita
coisa, muito partido, muito mandato, muito cargo...E, mais, André Vargas nosso deputado federal por Londrina, vice presidente da câmara, filiado ao PT, pediu licença por sessenta dias...certamente vai refletir sobre os últimos acontecimentos. Certeza mesmo é que para sair de toda a situação, vai ter que pedir demissão, igual ao Eduardo Azeredo do PSDB. domingo, 6 de abril de 2014
CAMINHOS DA VIDA
A vida como um caminho, talvez seja uma comparação simples. As vezes temos a sensação de estar percorrendo caminhos falsos, encontramos obstáculos (dificuldades+incertezas...) e não sabemos onde estamos e onde vamos chegar. Não é o caminho seguro. As vezes temos que retornar e largar esse caminho, e caminhar de forma segura, com nossos próprios sentimentos e desejos ("próprias... pernas") com certeza e esperança onde queremos chegar. Não é simples a mudança, o retorno, em busca de um caminho confiável na vida, mas é possível... Cada ser humano é capaz de achar um caminho seguro para sua vida, ser feliz, ter esperanças e sonhos. Isso é o milagre da vida e do ser humano, a capacidade de procurar caminhos e respostas para a vida... Talvez procura-se o caminho no sobrenatural, nas religiões, na prática da fé, enfim, o homem sempre busca um caminho seguro para trilhar, mas o "passo para a busca e o caminhar é ato próprio seu", é seu arbítrio procurar caminhos, uma tarefa que não se pode delegar a ninguém. Poderá buscar ajuda e obter, mais o caminhar é meramente humano, pessoa por pessoa...
terça-feira, 1 de abril de 2014
O PASSADO PRODUZ EFEITOS
Estamos vivendo na atualidade, numa sociedade do descartável, um sentimento que atrai as pessoas pela novidade. Nada interessa senão as novidades do dia, ainda que custe um dano ambiental, pessoal, moral e ético. A virtualidade, passou a ser como o final da coisas, ou seja, o que "está no sistema virtual "internet, facebook, mídia social,..." é tudo, o resto não deveria existir. Ninguém quer folhear uma revista, ler um jornal de papel, ou assistir a uma entrevista de pessoas que detêm conhecimento sobre determinado assunto. Tudo tem que ser rápido, resumido, fácil de vizualizar, como se fosse "fast food". E aí, tem situações que não podemos alterar, por por exemplo os fenomenos naturais, o plantar, o semear, o colher, nascer, crescer, morrer...Algumas situações podem até alterar, mas não é padrão e nem poderia ser estendido a tudo. Obviamente existem situações que podem ser tecnologicamente utilizada pelo homem, mas não podem o homem virar escravo daquilo que ele criou. Música, poesia, teatro, pinturas, muitas obras jamais o tempo irá apagar e cada dia se pode constatar a criação única, jamais o sistema virtual poderá criar obras feitas por homens, uma situação singular, como inúmeras existentes, que são admiridas pelas pessoas, em qualquer parte do globo...A virtualidade, pode cooperar em conservar, mas criar é obra humana, pessoal, singular...
Não se pode desprezar o passado veja: "Gravadoras relançam clássicos em forma vinil - (...) Se você por acaso não tem uma vitrola funcionando em casa, está na hora de providenciá-la. Vinicius e John Coltrane das empresas Blue Note e a brasileira Elenco, estão relançados o vinil. Justificativa: "A experiência de sentar em torno de uma vitrola é um ritual similar ao de sentar em torno de uma fogueir...a para contar histórias". "Rola uma experiência que diferencia o vinil de tudo: a visual, por causa das capa de 30x30 centímetros; a tátil, pela experiência de manusar o LP; e a auditiva, que é a qualidade do som"... Não é barato uma caixa de discos da Elenco custa R$-349... (Folha de Londrina - caderneto 2, p. 3 edição 1-4-2014) Enfim, o ser humano tem sede do que é humano: ver, pegar, sentir, manusear, apertar, beijar, olhar, guardar, enfim, a virtualidade é como um objeto passado "verniz", mas o real é mais emocionante...
segunda-feira, 24 de março de 2014
CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR: MAIS DE 20 ANOS
O
Código de Defesa do Consumidor – CDC, somente entrou em vigor em março de 1991,
criado pela Lei 8078 de 11 de setembro de 1990, provocou uma verdadeira
revolução no direito Brasileiro, principalmente nos ramos do Direito Privado.
Embora considerado uma regulação de um microssistema jurídico – relações de
consumo, o Código do Consumidor, teve influência positiva e imediata na
atividade negocial civil e comercial, além de alterar substancialmente a
prestação de serviços públicos de consumo (telefonia, energia elétrica, água
potável, transporte coletivo etc.) Mais que um código de proteção aos direito
do consumidor a Lei 8078/90, a lei foi
recebida e tornou-se um código efetivo de cidadania, instituindo instrumentos
capazes de colocar o cidadão consumidor mais singelo, em condições de igualdade
com os detentores do poder econômico e perante o próprio Estado-fornecedor, tendo em vista os múltiplos segmentos de
atividades compreendidas pelo Código.
Muitos ironizaram esse Código, contudo, o que se viu até os dias atuais,
é que o mesmo atendeu as expectativas do consumidor brasileiro, entrou em moda,
pegou rapidamente como lei, produziu efeitos, embora não seja perfeito, haja
vista a situação gritante e vulnerável do cidadão consumidor, antes da entrada
em vigor do CDC. É difícil hoje um cidadão dizer que não foi protegido pelas
normas do Código de Defesa do Consumidor, pelos Procons e pelas Promotorias
Públicas de Defesa do Consumidor, pelos seus mais de 20 anos de existência. As
normas e os direitos trazidos pelos artigos do Código de Defesa do Consumidor trouxeram
benefícios aos cidadãos e também a todos envolvidos, embora inicialmente
“muitos temiam sua aplicabilidade”, contudo, surgiu pelo advento da Constituição de 1988, que elevou a defesa do
consumidor à esfera constitucional do
nosso ordenamento jurídico, estabelecendo que “o Estado promoverá, na forma da
lei, a defesa do consumidor” (artigo 5, XXXII).
Como no Brasil, temas políticos, sociais e econômicos, são tratados
conforme as crises e o clamor público, por via de medidas provisórias pelo
poder executivo, atropelando o poder legislativo, somente o fato do CDC ter
completado 20 anos de existência, já faria por merecer uma reforma ou ajuste,
para não ser prisioneiro de seu tempo, como o código penal. Tal iniciativa
legislativa, está em andamento no Congresso Nacional, que instituiu Comissão
Temporária de Modernização do Código de Defesa do Consumidor – CDC, através de
três projetos de Lei (PLS 281, 282 e 283 de 2012), sendo atualmente a comissão
presidida pelo senador Rodrigo Rollemberg- DF, e o senador Ricardo Ferraço-ES,
como relator. Aguarda-se novos temas incluindo neste projeto, por exemplo, o comércio
eletrônico, ações coletivas de consumo, a questão do superendividamento do
consumidor e o fortalecimento dos Proncons. Talvez a questão do endividamento
do consumidor, seja um ponto fundamental desta modernização, dada a grande
repercurssão no cenário nacional, acompanhando legislação nesse sentido
existente em outros países desenvolvidos e industrializados, como os Estados
Unidos da América, Canadá, França, Inglaterra, Alemanha, e tantos outros,
permitindo um tratamento diferenciado ao pagamento de dívidas do consumidor
superendividado e seu direito de recomeçar, tema relevante e objeto do projeto
de lei 283, apresentado pela Comissão de Juristas instituída pela Presidência
do Senado Federal em 2011, sobre a coordenação do jurista e atual Ministro do
STJ Antonio Herman Benjamin.
Artigo publicado no Jornal Folha Regional de Cianorte - edição 931 - sabado 22 a segunda 24 de março de 2014.
sexta-feira, 21 de março de 2014
ÁGUA É DE TODOS
Amanhã é o dia internacional da "Água". Parece que um nunca vai faltar água para nós. Mas a seca chega, a escassez também, imagina ficarmos sem água um dia? O transtorno, e quantos seres humanos pelo mundo afora sofrem com a possibilidade de utilizar esse recurso natural, por várias razões, além da própria natureza, o descaso do Estado ou nação? Temos visto o problema da água entre o Governo de São Paulo e do Rio de Janeiro (já arrasta a algum tempo...), pelo Rio Paraíba do Sul (atravessa mais de 180 municípios em MG, RJ e SP), pelas notícias dos jornais, é uma briga longa, vai durar muito tempo, MAS SÓ VI FALAR EM OBRAS (canal de transposição, etc... só passagrana), NADA DE FAZER CAMPANHA DE CONSCIENTIZAR A POPULAÇÃO, OS EMPRESÁRIOS, ENFIM- TODOS - DA IMPORTÂNCIA DA ÁGUA, DE NÃO DEGRADAR O MEIO AMBIENTE E DESPOLUIR AS ÁREAS, certamente, assim agindo, "não precisará fazer obras" e o meio ambiente agradece... A água é de todos, e não são de SP e o RJ..."Somos todos responsáveis ! água - quem pensa, cuida! (http://sosriosdobrasil.blogspot.com.br/". Mesmo que cada Governo de cada Estado (SP, MG, RJ) tenha interesse em proteger a sua população, é dever legal, mas as águas nascem em São Paulo, portanto, em conjunto deveriam procurar fazer um estudo e resolver o problema, consolidar estudos a fim de manter viva a natureza, preservar a água, o meio ambiente e principalmente o rio Paraíba do Sul. Bate boca não resolve, resolve sim uma "gestão pública conjunta" para despoluir, limpar e conservar o rio e ficar nesse impasse, construir obras, talvez necessária, mas tem que se fazer o "dever de casa", que é conservar o rio em toda sua dimensão. No Brasil é assim, no momento da crise (escassez do abastecimento de São Paulo), aparece soluções, mais "aparentes" e nunca "transparentes". Tem que se fazer um estudo e obras para gerações, não é para São Paulo, Rio, Minas, é para "o povo, para gerações, enfim, para todos " e principalmente a natureza, ao meio ambiente e ao Rio Paraíba do Sul.
segunda-feira, 17 de março de 2014
SALDO POSITIVO DA COPA DE 2014
A Copa do Mundo 2014, que acontecerá no Brasil, deverá deixar um saldo positivo no esporte, na economia e na infra-estrutura do país, embora contrariamente existem inúmeras críticas e um sintoma negativo. Todavia, acredita-se que, apesar do alto custo, os brasileiros vão colher bons frutos com a realização do torneio mundial. No contexto nacional, doze cidades das cinco regiões do Brasil receberão a Copa do Mundo. Mais de R$ 25 bilhões serão investidos em aeroportos, estádios e novos sistemas de transportes, tudo para adequar a infraestrutura das capitais aos milhares de turistas que virão ao evento. Em torno de 109 obras, construção de cinco arenas de futebol, enfim, um complexo de obras jamais visto no Brasil, que não será construído no papel, mas sim de fato e de verdade, porque a Copa somente se realizará com 100% das obras realizadas (funcionando), ainda que haja eventuais atrasos de obras. Num aspecto financeiro e econômico, existem os críticos do saldo negativo. Pelo consta na historia do Brasil, jamais houve obra dessa dimensão, com começo-meio-fim, ou seja, começou e terminou. Muitas obras públicas, anunciadas no Brasil, estão no papel e iniciadas até os dias atuais, não se tem notícia do término. Por exemplo, a Transamazônica, não sabemos ao certo, até hoje, se terminou as obras e se foram efetivamente executadas, conforme se fez o projeto. A transposição do Rio São Francisco que tinha previsão para ser concluída em 2010, que inicialmente iria custar R$-4,8 bilhões de reais, ficará pronta em final de 2015, segundo informações da Secretária de Infraestrutura Hídrica do Ministério da Integração Nacional, com um custo de R$-8,2 bilhões. Voltando a questão das obras da Copa, embora muito criticadas e politicalizado o assunto, na verdade serão as únicas obras que estarão efetivamente prontas e passíveis de uso, em face do compromisso com a Fifa e também com a comunidade esportiva internacional. Certamente não será uma perfeição, mas conseguimos reformar o Maracanã, o Mané Garrinha, e fazer muitos outros estádios Brasil afora, e até o Paraná, conseguiu a Arena da Baixada. Muitas outras obras foram realizadas, como obras aeroportuárias, mobilidade urbana, unindo portos-aeroportos-estádios- cidades, enfim, uma gama de investimentos, inclusive, em segurança e outros gastos complementares, que deveriam ser detalhados para a população, de forma discriminada em cada cidade onde foram realizadas, para uma melhor avaliação, afinal o povo vai contar a conta, ainda que de forma indireta. Enfim, a estrutura que está sendo construída para a Copa vai beneficiar o país, não é descartável e sem dúvida alguma vai beneficiar por longos anos. O evento esportivo desta magnitude terá efeito multiplicador capaz de quintuplicar os investimentos diretos realizados no país para a viabilização da Copa do Mundo, injetando no total R$ 142,39 bilhões até 2014. Releva-se ainda, que muitos setores que não recebia recursos, passou a receber como áreas de segurança pública, mobilidade urbana, reformas em aeroportos, entre outros, como também investimentos privados, como áreas de tecnologia de informação, mídia, publicidade, adequação de complexos hoteleiros, prestação de serviços, tudo isso beneficiara diretamente micro, pequenas, médias e grandes empresas do setor industrial, comercial e de serviços, além de atingir a produção nacional, emprego, renda, consumo e arrecadação tributária. Acreditamos que o Brasil fará a melhor e maior Copa do Mundo os últimos anos, sem dúvida alguma e o saldo será extremamente positivo.
Artigo publicado no jornal "Folha Regional de Cianorte" edição de 09-10 de março de 2014.
quarta-feira, 5 de março de 2014
ESCOLA EM PERÍODO INTEGRAL: UM DESAFIO NECESSÁRIO
A
escola em período integral é uma tendência mundial sem retorno, o que talvez
poderá ser implantado no Brasil. Países como EUA e Reino Unido, já têm escolas
públicas há algum tempo. No Brasil,
ganhou força quando entrou o Programa Mais Educação (PME), em 2007, mas é uma
realidade longe de se estabelecer no ensino público, mas pela atual temática
seria plausível fazer o teste e aprimorar as experiências. Em algumas cidades
de maior porte, escolas particulares têm adotado esse sistema, aumentando mais
a procura, em face do custo do empregado doméstico, o que vem dando resultados.
Muitas famílias têm optado por essas escolas, onde as crianças permanecem o dia
inteiro e retorna as casas à noite, com os estudos feitos (tarefas). Obviamente,
para as escolas públicas, é um desafio
necessário, também uma possibilidade de se integrar aluno-escola-família-sociedade; talvez uma ação a mais, para coibir a criminalidade infantil, preservando futuras
gerações, haja vista a permanência da criança na escola e sua retirada das
ruas, pois quando os pais trabalham e não existe alguém para cuidar e zelar, vão
para as ruas certamente. Todavia, não pode ser uma escola integral para o aluno
ficar dentro de quatro paredes, recluso, sem participação na vida. Tem que ter
uma estrutura polivalente oferecendo inúmeros cursos, fora as matérias de
conhecimento obrigatórias do currículo.
Talvez um projeto escolar para as crianças até o primeiro grau, seria
interessante, inclusive, com cursos alternativos, como prática esportiva,
educação física, música, teatro, atletismo, e muitos e outros afazeres, que
permite à criança estabelecer relação entre a programação desenvolvida na
escola e as atividades do dia-a-dia. A escola integral é um projeto de
desafios, que poderá dar certo, com a estrutura ampla, inclusive, de
professores e instrutores devidamente capacitados, preservando também o livre
pensamento dos alunos, mesmo porque, em tempo integral no ambiente escolar pode
se tornar exaustivo, acaso não tenha um projeto realmente criativo. No
Paraná, ensino integral ainda é um
desafio, pois existem 28% das escolas de ensino fundamental do quinto ao novo
ano, mas nem todas nos moldes exigidos. Segundo a Secretaria Estadual de
Educação (Seed), estima que cerca de 600 escolas, das 2.141 em todo o Estado,
ofertam a modalidade, com previsão de chegar a mil escolas até o final de 2014.
Talvez, além de desafios burocráticos, pedagogicos, políticos, carência de recursos
humanos e materiais, espaços físicos, existe uma falta de vontade de fato para
colocar em execução o projeto de escolas integrais, contudo, temos ampla
capacidade, pelo exemplo que temos da realização dos Jogos Pan Americanos, Copa
do Mundo e Olimpíadas, onde o país conseguiu recursos enormes para construção
de estádios, certamente vai conseguir recursos para o projeto nacional de escolas
integrais. Falando em Copa do Mundo, talvez sirva de estímulo e motivação para
implantação das escolas integrais, é que o Governo Federal gastou com a
construção do Estádio Mané Garrincha de Brasília, onde não tem futebol, para
sediar poucos jogos, o valor de R$-1,4 bilhão de reais, conforme levantamento
do Tribunal de Contas do Distrito Federal.
Se não for um projeto ideal a escola integral pública, é um desafio
iniciar, implementar, alterar o atual projeto, pensando em futuras gerações,
assim homenageando Anísio Teixeira (jurista, intelectual, educador e escritor brasileiro),
que na década de 1930, entendia que a “educação deveria voltar-se para a
formação integral da criança, considerando os interesses, as aptidões, as
habilidades e a realidade social de cada aluno”.
Artigo publicado no JORNAL "Folha Regional de Cianorte", edição 918 = sabado a 03 de março de 2014.
quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014
CONTRADITÓRIO
Com tanta coisa para se fazer, inclusive, terminar as obras da Copa do Mundo, que o Brasil se comprometeu perante o Mundo, agora essa de moralizar o apelo sexual das camisetas da adidas (http://www.globo.esporte./..) Quem vendeu ou vende ...o apelo sexual ao mundo é o Brasil (Futebol, Carnaval, Turismo Sexual, músicas tidas como "sertanejas" "funks", dando ênfase a mulher "gostosona", "frutas diversas"... É óbvio que o Governo faz sua parte em combater (turismo sexual+prostituição infantil...), mais só na "Copa do Mundo"? ... Acho que tem muito assunto sério a resolver: Educação integral (o Paraná tem 28% das escolas), saúde, segurança, infraestrutura, pedágios... Tem vários anúncios com nítido apelo sexual "Welcome to Floripa"... Tem ainda a mulher "globeleza" da Globo. As cenas do BBB no começo de todo ano...Não é contraditório, ou existe o apelo comercial da Nike?
terça-feira, 18 de fevereiro de 2014
RUAS, TUMULTOS E MANIFESTAÇÕES
Sobre as passeatas que começaram em junho de 2013 e seguem periodicamente, até os dias atuais, fez uma vítima fatal o cinegrafista da TV Bandeirantes Santiago Andrade no Rio de Janeiro. Pergunta-se:
- se é legal e justo as reivindicações porque alguns aparecem de "rosto coberto"?
- será que as manifestações não se tornaram "massa de manobra"? Existem infiltrações de partidos ou adversários, onde está a realidade destes atos? Quem na verdade deve ser atingido?
Acho que as punições devem ser no limite da lei. Aí... "as autoridades" depois da tragédia do RJ querem fabricar uma lei de "antiterrorismo para lidar com a situação". Talvez uma insegurança, ou até recorrendo ao passado ditadorial, mesmo porque, em política nada se transforma, tudo se cópia e atualiza, é o que vem ocorrendo no Brasil, há muito tempo.
Será que não está faltando diálogo entre as partes ou o Governo não faz a parte dele com serviços públicos eficientes...
Infelizmente não se pode viver alheio a esses fatos, isso é garantia da cidadania e da democracia, não é tema irrelavante, está presente no nosso dia-a-dia e afeta todo o cidadão.
- se é legal e justo as reivindicações porque alguns aparecem de "rosto coberto"?
- será que as manifestações não se tornaram "massa de manobra"? Existem infiltrações de partidos ou adversários, onde está a realidade destes atos? Quem na verdade deve ser atingido?
Acho que as punições devem ser no limite da lei. Aí... "as autoridades" depois da tragédia do RJ querem fabricar uma lei de "antiterrorismo para lidar com a situação". Talvez uma insegurança, ou até recorrendo ao passado ditadorial, mesmo porque, em política nada se transforma, tudo se cópia e atualiza, é o que vem ocorrendo no Brasil, há muito tempo.
Será que não está faltando diálogo entre as partes ou o Governo não faz a parte dele com serviços públicos eficientes...
Infelizmente não se pode viver alheio a esses fatos, isso é garantia da cidadania e da democracia, não é tema irrelavante, está presente no nosso dia-a-dia e afeta todo o cidadão.
domingo, 26 de janeiro de 2014
SER HUMANO: OBJETOS E COISAS?
Ama-se as coisas; usa-se o ser humano" A coisificação do ser humano é um fenômeno que nasceu com o aparecimento da inteligência do homem. [...] É prioridade da vida transferida para prioridade da coisa. [...] A mulher coisifica-se via exuberância corporal que disfarça a mediocridade cerebral. A mulher aceita epítetos como "popozuda", "boladona", "cachorra", "eguinha", além de converter-se em suculentas frutas. Como pode um ser humano descer tanto apenas para ser em evidência? Essa é a ditadura da vaidade, engendrada pela mídia via interesses capitalistas, QUE TRANSFORMA O SER HUMANO EM COISA. A MULHER NORMALPASSA ACHAR QUE, PARA EXISTIR COMO MULHER, TERÁ QUE SE SUBMETER A TODO LIXO MIDIÁTICO QUE INVADE SUA VIDA TODOS OS DIAS... (Folha Opinião (espaço aberto) - edição sábado 18 de janeiro de 2014 - Paulo André Chenso - médico e professor em Londrina).
O autor do artigo exemplifica a mulher, mas também é para os homens. Vale a pena ler o artigo íntegra, o autor foi muito feliz, essa é a realidade "as pessoas apresentam-se ao mundo através de qualquer forma, para "n" atividades em busca dos seus anseios de vaidade, vendendo sua imagem a qualquer preço. Vem aí mais um BBB edição 2014, esperem para ver a exploração atualizada do "ser humano"...Se não é objeto é coisa, tudo vale para se tornar celebridade+sucesso+dinheiro+fama, nem que isso custe a própria dignidade, em detrimento dos reais valores e atributos pessoais da pessoa humana.
O autor do artigo exemplifica a mulher, mas também é para os homens. Vale a pena ler o artigo íntegra, o autor foi muito feliz, essa é a realidade "as pessoas apresentam-se ao mundo através de qualquer forma, para "n" atividades em busca dos seus anseios de vaidade, vendendo sua imagem a qualquer preço. Vem aí mais um BBB edição 2014, esperem para ver a exploração atualizada do "ser humano"...Se não é objeto é coisa, tudo vale para se tornar celebridade+sucesso+dinheiro+fama, nem que isso custe a própria dignidade, em detrimento dos reais valores e atributos pessoais da pessoa humana.
O POVO TEM A FORÇA DA MUDANÇA
Artigo publicado no Jornal "Folha Regional de Cianorte edição de 19-20 janeiro de 2014".
A força invisível do povo passou a ser uma constante realidade no Brasil, após as manifestações de junho de 2013. O povo premido e indignado pelo descaso e a falta de políticas públicas, passou a ocupar as ruas, demonstrando sua força, sua cara, a exemplo do que ocorre em outros países, mundo afora. Ocupar as ruas é o mínimo de direito, garantia constitucional, todavia, diante do atual cenário, em que vivemos certamente a povo deverá ocupar outros locais e espaços, pois as ruas serão pequenas e curtas para a demonstração de força e indignação. Exigir mudança no atual modelo político, econômico, social e muitos aspectos da vida em sociedade de interesse comum (meio ambiente, paz, segurança, direitos individuais,...), é um direito, mesmo que não haja liderança e nem formalização, nem articulador, nem pautas, nem partido político, nem representação da sociedade organizada, demonstração de mobilidade e força do povo surgindo nas ruas em inúmeras cidades do Brasil (exceção de vândalos e marginais que aproveitam essas movimentações para seu agir criminoso, extrapolando limites de respeito dos espaços públicos e das pessoas). Vale a pena, produz resultados e demonstração que “não somos tão passivos” como muitos entendem. Vivemos numa sociedade dividida, de um lado a sociedade de ficção (autoridades, classe política e poderes constituídos) amparados em privilégios, onde tudo parece estar bom (sensação), dentro da legalidade, sob controle. Do outro lado, existe a sociedade real, onde está o povo, a população, o pequeno comerciante, o agricultor, o profissional liberal, o assalariado, o funcionário público, operário, o industriário, enfim, o povo indignado, oprimido e explorado, num sentido amplo da realidade, onde se faz o“remendo” para as ocasiões de tragédias, abandonados ao próprio destino, porque falta gestão pública eficiente, transparente, sem demagogia. Não é exagero, é realidade, pois existem problemas crônicos anos a anos sem solução, como as enchentes e deslizamentos (existem outros) que ocorrem em vários estados da federação, na virada do ano. Mais, a violência extrema, sem controle, que vem ocorrendo, como no caso do Maranhão, onde foi incendiado a menor Ana Clara, 6 anos, inocente, queimada viva por bandidos no terceiro dia de 2014. É óbvio que outros Estados da federação, vivem terminantemente sob um ambiente violento, embora maquiado por estatísticas governamentais, onde a população não exerce o direito de ir e vir plenamente, são tutelados por ambientes marginais, onde o Estado não intervém, pois nega os direitos mínimos de cidadania. Não se pode mais fingir que o Brasil vive em tempo de paz, diante da omissão completa do Estado, apesar de políticas públicas, para aniquilar a desigualdade social. É legitimo o exercício do direito de se manifestar nas ruas, com moderação, equilíbrio, respeitando limites, em busca de direitos mínimos de cidadania (transporte público eficiente, saúde e educação de qualidades, segurança, bem estar, habitação, emprego, direitos sociais diversos). Em junho de 2013, a “panela de pressão” já estava prestes a explodir e os aumentos das passagens do transporte coletivo em São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, e em outras capitais e cidades, foram apenas o gatilho para que o povo fosse as ruas em todo o Brasil. Neste ano de 2014, já iniciou-se em São Paulo, movimento denominado “rolezinho”em “shoppings”, convocados pelas redes sociais e a tendência é aumentar em 2014, já que é ano eleitoral e copa do mundo, e a mídia nacional e internacional está ligada no Brasil. O povo voltou da anestesia, descobriu sua força e poder, portanto, manifestações em ruas, será uma realidade constante daqui para frente. Espera-se que respeitem o limite de “ir e vir” de cada cidadão, regra básica de convivência na sociedade.
segunda-feira, 13 de janeiro de 2014
DRAMA DE CAMPEÕES
Quando tratamos as
pessoas como “campeões” em qualquer modalidade esportiva, temos em mente que
também na vida normal são exemplares e perfeitos. Nos últimos dias, não foi isso que aconteceu
com o campeão de fórmula “1” Michael Schumacher
e nem com Anderson Silva, lutador pelo
UFC com a imagem da “fratura na perna”, interrompendo a luta que valia a
recuperação do cinturão, em posse de Chris
Weidman. Na mente das pessoas os campeões de qualquer modalidade
esportiva, adquirem imunidade para a vida real, conquanto, são seres humanos e
gente, acima de tudo. Obviamente, tanto Schumacher e Anderson Silva, têm plena
consciência do risco que correm profissionalmente. No caso específico de Schumacher,
é tido por “campeão” porque já passou por outros acidentes em corridas,
superou-se, voltando à rotina normal das corridas. Certamente no caso de seu
acidente, fora dos circuitos, não atentou para o risco de seu comportamento
quando estava esquiando, talvez seria mais um ato normal de sua vida,
evidentemente, não teria risco algum as manobras que estava realizando na pista
de esqui nos Alpes Franceses, certamente vai sarar e voltar as atividades
normais da vida. Quanto a Anderson Silva, o fato da lesão em plena luta, embora
não programada, talvez foi uma saída honrosa, mesmo porque, não era o favorito,
e a mídia, mesmo ciente de que perderia a luta, ao invés de mirar no vencedor,
passou a noticiar esse lastimável acidente, o que de certa forma trouxe
benefícios a imagem de Anderson Silva, retirando da sua imagem a “figura de
perdedor”. Ninguém é perdedor antes do termino do jogo. Se o critério para ser
vencedor na vida, fosse a quantidade de vitórias e ser campeão, não haveria ser
vivente algum digno de ser campeão. A vida é feita de incertezas, marcadas pelo
tempo, não tem retorno o que se passou. Fraturas, lesões, acidentes, são comuns
nos esportes. Ninguém deseja que isso ocorra, nem nos treinos e nem nas provas
oficiais, mais existe o risco freqüente de acidentes, embora, haja um esquema respeitável
de segurança e limites previsibilidade, para cada esporte. Apesar dos
acidentes, Schumacher e Anderson Silva, não são ingênuos e nem incautos, certamente
conseguiram dar a volta por cima, retornando a vida normal, como muitos atletas
já superaram, não deixando se abater. Quanto ao futuro dos nominados campões,
Schumacher, provavelmente, voltará ao mundo do automobilismo. Anderson Silva, após atuações memoráveis, com
38 anos, depois dos devidos tratamentos para seu restabelecimento, evidencia-se
que passará ministrar palestras de superação, tornar-se garoto propaganda (já
que não foi considerado perdedor), líder religioso, embaixador de causas
sociais e até político, como foi o caso do tetracampeão mundial de boxe e
deputado federal, “Acelino “Popó” Freitas, afinal a qualidade de campeão, não confere imunidade para os riscos da vida real.
Artigo publicado no Jornal "Folha Regional de Cianorte" edição de 12-13 janeiro de 2014.
sexta-feira, 3 de janeiro de 2014
RICO E POBRE BRASIL
Nos derradeiros dias de 2013, muitas promessas não cumpridas (continuam as enchentes de final do ano), muitas previsões para o ano de 2014. Vamos falar em Brasil, pois o ano de 2014 promete muito: copa do mundo x eleições. Já vimos isso no ano de 1998 (copa da França), em pleno plano econômico na reeleição do ex-presidente Fernando Henrique. Nós brasileiros, simples seres mortais, estamos preocupados com o Brasil, na dimensão de rico e pobre ao mesmo tempo. O Brasil é o maior exportador de riquezas naturais, tendo como produto principal o “minério de ferro” em especial para China (sem industrializar) que retorna ao Brasil via importação em produtos manufaturados. Se tivéssemos mais empenho e tecnologia exportaríamos chapas de ferro industrializadas e seriam bem mais caras e maior o lucro e maior benefício para a população. Essa é a regra dos países ditos ricos. Além disso o Brasil tem fartura de recursos naturais como petróleo, minério de ferro e minérios raros, um vasto território onde pode produzir diversas culturas como soja, açúcar, pastagem com a produção de carne, sem agredir o meio ambiente. Podemos sobreviver vendendo produtos considerados primários. Esse contraste de “rico” e “pobre” chama a atenção, pois se somos ricos, nosso povo também deveria ser. Não ocorre assim, temos orgulho de nosso futebol, nosso povo, mas nosso desenvolvimento está ínfimo em relação aquilo que somos economicamente, ou seja, a sétima economia (previsão para 2013 que poderá ser a 6º colocação) e um país de grande escala em matéria de consumo previsto para 2013 em 34% do PIB = R$-1,55 trilhão. O Brasil mudou tanto nos últimos anos, está melhor, hoje, do que jamais esteve. Todavia, deixou de investir a longo prazo para sair do subdesenvolvimento. Produzir mais para criar uma vasta riqueza, não foi suficientemente natural para esparramar e distribuir entre seu povo, gerando uma concentração de renda e desigualdade social nefasta, cujos efeitos vem ressentindo nossa população há muito tempo. Nosso índice de IDH –Índice de Desenvolvimento Humano, está em 85º lugar no mundo. É claro que muita coisa alterou nos últimos anos, pelo esforço de políticas públicas, democratização da economia e ascensão de classes sociais. No atual sistema em que vivemos, totalmente contraditório, é importante que se ache uma solução rápida e eficaz para reduzir as desigualdades da nossa população, pois muitos não conseguem entender o que se lê ou fazer uma conta que vai além de 2 + 2. Não é pessimismo, é uma realidade que deve permear as políticas públicas e também propostas eleitorais de 2014, sob pena de ficarmos sempre mais pobres, sendo ricos de verdade. Feliz 2014.
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Brasília, 18/08/2011 - O presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil, Ophir Cavalcante, afirmou hoje (18) que o Observatório da Cor...