Pesquisar este blog

sexta-feira, 5 de janeiro de 2018

TEMPO ABSOLUTO...

[...] Porque o tempo é uma invenção da morte:
não o conhece a vida — a verdadeira —
em que basta um momento de poesia
para nos dar a eternidade inteira.
(Ah! Os Relógios. Mario Quintana de bolso. L&PM Pocket, Porto Alegre, 2007, v.71, p.146). 
A marcação do tempo, é uma invenção humana...
O tempo é indiferente as pessoas... É absoluto...
Nascemos, vivemos, morremos, o tempo é o mesmo: onipotente.
Não conhece ninguém, a vida, nossas tormentas, alegrias...
Se nós marcamos o tempo, deveríamos viver com um pouco de qualidade...
Somos finitos...

Frágeis...
Vulneráveis seres humanos.

AFINAL DE CONTAS A VIDA É REAL E NÃO VIRTUAL...

Augusto Cury, em sua obra I ntoxicação Digital, ed. Benvirá, 2a edição, 2024, p.135, escreveu: [...] A vida é dramaticamente curta para se v...