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quarta-feira, 16 de novembro de 2011

CRISE DE HIPOCRISIA

Assiste-se diariamente, pela mídia, mais pela televisão, noticias diversas, tanto no panorama nacional, como internacional sobre o nível de corrupção, crises financeiras diversas, crise internacional da Grégia e do Euro, quedas de Governos no Oriente médio.O que chama atenção atualmente, além do noticiário internacional, é o que está acontecendo em palco nacional. Nesta primeira quinzena de novembro de 2011, é o caso do Ministro Carlos Luppi e da ocupação da Favela Rocinha no Rio de Janeiro, pela autoridade pública, a bola da vez das notícias. No caso do Ministro Carlos Luppi titular do Ministério do Trabalho, tive a impressão nítida que numa audiência pública (transmitido pela mídia, via televisão) realizada perante os Deputados Federais e outras autoridades, gritante hipocrisia as respostas e questionamentos, inclusive, no aspecto que respondeu a pergunta se conhecia o Sr. Adair Leite. Disse que não conhecia, e respondeu como se fosse um "um texto decorado e um ator lendo seu papel". Aí entrou em contradição, pois a mídia divulgou contatos pessoais e relacionamentos com o Sr. Adair Meira das ONGs Pró-Cerrado e Renapsi (reportagem da Revista Veja). O que perturba o cidadão é o fato de que, porque os dinheiro é distribuído em Ongs e Convênios com tanta fartura e facilidade e simplicidade. Não existe a gestão normal do Ministério, porque sobra dinheiro, se muitas instituições ligadas ao mesmo, não recebem recebe legalmente e anualmente verbas e nem melhorias. Existe então, uma Gestão deficiente, pois regula o dinheiro (deixa de repassar onde é necessário) e no final distribui de forma aleatória, pelo poder discricionário? É o que se tem visto também em outros Ministérios, pelo que é repassado via noticiário, inclusive, em audiências públicas afim de apurar "evidências de corrupção  em transferir valores e verbas para ONGs". No tocante a ocupação da Favela Rocinha, pela força pública, até parece que é uma descoberta fantástica.  Na verdade, é a prova evidente da falta de omissão do Estado em cumprir seu dever legal, para com o cidadão. Se o Estado tivesse prestado todo o serviço público naquele local, certamente não teria chegado a criminalidade e a ilegalidade, a ponto que chegou e nem a população teria ficado refém do poder paralelo por tanto tempo, como ocorreu. Diante dos fatos e das demais ocorrências de corrupção no Brasil, não é só do setor público, hoje a corrupção é um virus nacional (infelizmente) atinge pequenos e grandes empresários, agentes públicos,  gestores públicos, enfim, existem uma gama de situações onde é notório a corrupção e  jogo de interesses, inclusive a pratica de "molhar a mão" amplamente divulgado. O que deixa indignado o cidadão, pagador e contribuinte de impostos e taxas, é que num país onde tem um PIB estimado de R$-3,6 trilhões, deveria ser um paraíso, com saúde plena, segurança pública, educação pública de qualidade e exemplar, aeroportos, rodovias e ferrovias e transporte público que atendessem  de forma plena e eficaz a população, turistas e frequentadores de eventos, com a diminuição da pobreza e miséria.  Não é fácil ficar calado contras estas situações, inertes em silêncio profundo, quando está amplamente demonstrado a instalação da "crise de hipocrisia".  Só falta criar um Ministério da Moral e da Hipocrisia. Não está tudo perdido. A sociedade no estágio atual, exige  a mudança, exige a "ficha limpa" e o fim das transgressões. Exige-se por final, neste momento em que vivemos, a implantação de uma cultura da verdade, de progresso pleno, transparente,  que todos possam orgulhar da Pátria amada.  Viva a República e o povo brasileiro.     

AFINAL DE CONTAS A VIDA É REAL E NÃO VIRTUAL...

Augusto Cury, em sua obra I ntoxicação Digital, ed. Benvirá, 2a edição, 2024, p.135, escreveu: [...] A vida é dramaticamente curta para se v...