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segunda-feira, 5 de maio de 2014

CAMINHOS SEM VOLTA...

(...) Sementes do declínio moral se espalham, conforme se embrutece a vida cotidiana. (...) A dinâmica social puxa contigentes de baixo para morar nos andares de cima da pirâmide, mas deixa para trás valores tradicionais que formam a argamassa da cidadania, como solidariedade, respeito aos velhos e crianças, lealdade, amor ao trabalho, culto à família, verdade, honestidade, senso do dever. (...) Como se explicam por exemplo, os 3 mil casos de pessoas enterradas em São Paulo, apesar de portarem documento de identidade? Como se explica o despacho de levas de haitianos para São Paulo e outras cidades, sob decisão unilateral do governador do Acre? Onde estão os entes governativos?... (Pedrinho, Bernardo e o espírito do nosso tempo - Gaudêncio Torquato - Jornal "O Estado de S. Paulo, edição 4/5/2014 - domingo, espaço aberto, p. A-2).   Estamos vivendo um deserto de valores infelizmente, caminhos sem volta. Feliz  Gaudêncio Torquato, escritor do texto mencionado, alertando sobre a inversão de valores que estamos vivenciando, principalmente no Brasil. Torna-se um desafio para pais, mães, educadores, professores, mestres, ensinar ética, educação (bons costumes e hábitos), ao mesmo tempo em que nossos filhos e estudantes confrontam com uma realidade totalmente contrária aos ensinamentos? Nossos dirigentes praticam um gestão pública aleatória aos interesses comum, com fim único ideológico eleitoral, sempre pensando no próximo passo. Não se constroi nada em planejamento a longo prazo, tudo é feito a toque de caixa, como se tudo resolvesse naquele projeto. Falta gestão, falta planejamento, e o óbvio, o simples, transmuda-se em projetos complicados, porque não existe uma fórmula para fraudar mais, agradar o compradio, os colegas partidários, os interesses de grandes grupos, menosprezando a inteligência dos cidadãos, tomando decisões como se fossem intocáveis.   

AFINAL DE CONTAS A VIDA É REAL E NÃO VIRTUAL...

Augusto Cury, em sua obra I ntoxicação Digital, ed. Benvirá, 2a edição, 2024, p.135, escreveu: [...] A vida é dramaticamente curta para se v...