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terça-feira, 19 de julho de 2011

EDUCAR É ENTRE COISAS

[...] Uma das tarefas da escola, como centro de produção sistemática de conhecimento, é trabalhar criticamente a inteligibilidade das coisas e dos fatos e sua comunicabilidade. É imprescindível portanto que a escola instigue constantemente a curiosidade do educando em vez de "amaciá-la" ou "domesticá-la". É preciso mostrar ao educando que o uso ingênuo da curiosidade altera a sua capacidade de "achar" e obstaculiza a exatidão do "achado". É preciso por outro lado e, sobretudo, que o educando vá assumindo o papel de sujeito da produção de sua inteligência do mundo e não apenas o de "recebedor" da que lhe seja transferida pelo professor". (Paulo Freire. Pedagogia da autonomia (saberes necessários à pratica educativa), Ed. Paz e Terra, São Paulo, 42ª reimpressão 2010, p.124).    Transcrevo o texto do educador Paulo Freire e tenho certeza que as idéias deste educador deve ser aplicado no ensino tanto secular como para a vida. Entendo que a escola não é instrumento para treinar pessoas ou qualificá-las para entrar dentro de uma gaiola, tornando-se um  ser subserviente.  É a escola um início de vida de conhecimento, que  traduzirá idéias, pensamentos, entendimentos, enfim, proporcionará ao aluno uma vida cheia de "descobertas", que são ferramentas para a própria sobrevivência individual, coletivamente, interagindo com seus semelhantes. Aprender sempre, está a missão que o professor e a escola devem transmitir ao aluno, alimentando sua criatividade, que trará progresso para a produção do conhecimento para si próprio, para a comunidade e para as todas as gentes.  

AFINAL DE CONTAS A VIDA É REAL E NÃO VIRTUAL...

Augusto Cury, em sua obra I ntoxicação Digital, ed. Benvirá, 2a edição, 2024, p.135, escreveu: [...] A vida é dramaticamente curta para se v...