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quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

BOA GOVERNANÇA: UMA AGENDA POLÍTICA NECESSÁRIA

Segundo dados econômicos, no dia 29/12/2011,às 17 horas, foram arrecadados R$1,5 trilhão de impostos federais, estaduais e municipais pagos pelos brasileiros desde 1 de janeiro de 2011 (WWW.impostometro.com.br), considerado recorde de arrecadação.  Diante disso, o que o cidadão brasileiro, quer e necessita, é que seja a arrecadação acompanhada de mais investimentos públicos em áreas sociais e de infraestrutura, para reduzir o custo Brasil e desenvolver o país. O cidadão entende como boa governança, a devida prestação de contas, ou seja, os recursos arrecadados com impostos e gastos pelo poder público, livre de qualquer intenção de corrupção ou favorecimento de grupos e partidos políticos, favorecendo diretamente o bem comum: saúde, educação de qualidade, segurança, empregos, moradias, estradas entre outros setores que o estado tem que investir. O cidadão está cansado do jogo de interesses imagináveis, onde gente dita honrada, se vende por algumas bondades; conchavos mais estranhos se formam, surgem, desfazem, da noite para o dia. Partidos se dividem e metade segue um rumo, metade segue outro, mas permanecem abrigados numa mesma sigla. Anulam-se política, partidos, ideais, não permanecendo sequer adversários ferrenhos, num contexto onde tudo serve, funciona, todos casam com todos, gerando estranhos viventes, desorientados, desiludidos, desprovidos de qualquer limite de lealdade, integridade,  fidelidade.  Já não se confia mais nas instituições, pois hoje a crise não é de legislação é institucional, inexistindo um sentimento de confiança e governabilidade.  O cidadão quer e deseja um Brasil, onde homens públicos, em cargos solenes, lutam pelo país, pelo povo, pelo bem comum, com planejamento estratégico e investimentos públicos em áreas essenciais (saúde, educação, segurança, emprego, infraestrutura), pois já não existe mais a desculpa de falta de recursos, face a arrecadação recorde de 2011. Esperam os cidadãos do Brasil, em 2012 no mínimo a boa governança,  beneficiando a população em vez de interesses particulares e de partidos.   

AFINAL DE CONTAS A VIDA É REAL E NÃO VIRTUAL...

Augusto Cury, em sua obra I ntoxicação Digital, ed. Benvirá, 2a edição, 2024, p.135, escreveu: [...] A vida é dramaticamente curta para se v...