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sexta-feira, 25 de novembro de 2011

EDUCAÇÃO É UMA FORMA DE CONSTRUÇÃO DE VIDA


"O fim da educação não é preparar eruditos frios, nem sábios secos, nem ideólogos impassíveis, indiferentes às lutas sociais : é preparar homens de pensamento e ação, a um tempo compassivos e enérgicos, corajosos e hábeis, capazes de empregar valiosamente em proveito da coletividade todas as forças vivas da sua alma e todo o arsenal de conhecimentos de que os apercebeu o estudo." Olavo Bilac
 A vida do homem é como uma travessia. Tem a saída, tem o tempo que se passa remando, contra onda e tempestades, até chegar ao outro lado. A educação é uma construção permanente, porque não nascemos sabendo. Recebemos as informações de pais, professores, e da própria experiência de vida, aí construímos, também desconstruímos.  O homem não nasce com um software (programado para a vida), pois nasce como ser humano e se desenvolve. Os animais, nascem para serem animais, nada mais. Como escreve Paulo Freire:  "Gosto de ser homem, de ser gente, porque não está dado como certo, inequívoco, irrevogável que sou ou serei decente, que testemunharei sempre gestos puros, que sou e que serei justo, que respeitarei os outros, que não mentirei escondendo o seu valor porque a inveja de sua presença no muindo me incomoda e me enraivece. Gosto de ser homem, de ser gente, porque sei que a minha passagem pelo mundo é predeterminada, preestabelecida. Que o meu "destino" não é um dado mas algo que precisar ser feito e de cuja responsabilidade não posso eximir. Gosto de ser gente porque a História em que me faço com os outros e de cuja feitura tomo parte é um tempo de possibilidades e não de determinismo" (Pedagogia da autonomia,  Editora Paz e Terra, 42ª reimpressão, 2010, p.52-53).  Educação é fazer parte da possibilidade de transformar o mundo que nos cerca, trazendo luz, esperança, dignidade, justiça, igualdade, enfim, procurando sempre mudar e fazer a diferença. 

AFINAL DE CONTAS A VIDA É REAL E NÃO VIRTUAL...

Augusto Cury, em sua obra I ntoxicação Digital, ed. Benvirá, 2a edição, 2024, p.135, escreveu: [...] A vida é dramaticamente curta para se v...