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sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

FLUIR A VIDA NA SUA INTENSIDADE

Deixa-me seguir para o mar
Tenta esquecer-me... Ser lembrado é como evocar-se um fantasma...
Deixa-me ser o que sou, o que sempre fui, um rio que vai fluindo...
Em vão, em minhas margens cantarão as horas,
me recamarei de estrelas como um manto real,
me bordarei de nuvens e de asas,
às vezes virão em mim as crianças banhar-se...
Um espelho não guarda as coisas refletidas!
E o meu destino é seguir... é seguir para o Mar,
as imagens perdendo no caminho...
Deixa-me fluir, passar, cantar...
toda a tristeza dos rios e não poderem parar! 
(Mario Quintana - Deixa-me seguir para o mar).

Assim é a nossa vida, um caminho sempre para fluir, não importa as tristezas, alegrias, as tempestades. 
Tudo é necessário, mais o maior espetáculo é viver e seguir a caminhada, sempre.
Haja o que houver, haverá sempre o tempo do impossível a realizar, o milagre para acontecer, o sucesso, a vitoria, a derrota, mas viver é necessário, viver e feliz.... O milagre depende de você, pois a felicidade é construída por nós... dentro de nós.
Mais uma vez Feliz 2012 para todos. Sucesso, força e luta, esperança, fé em Deus e pé na estrada... assim caminhamos na vida...

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

FELIZ 2012

Estamos nas últimas horas do final de 2011, espero que todos passam para o ano de 2012. Ano de 2011, número ímpar e segundo as estatísticas não foi um ano legal, contudo, olhando a maré, tanto o barco do pobre como o iate do rico, chegaram ao final de 2011 e adentrarão a 2012.  Na comparação, simples é ver que sempre haverá o barco do pobre e o iate do rico. O barco do pobre não vira iate e nem o iate do rico vira barco. Mas no curso da maré, pode acontecer alguém ser encontrado sem roupas, quando ela baixar, aí não existe rico e nem pobre, haverá nudez completa, porque nudez não tem classe social. Assim é a vida. Felizes enquanto a temos. A todos os amigos e leitores que acompanharam neste ano de 2011 e aos que acompanharam em 2012, um ano-novo  repleto de paz, saúde e vida. Que todos os sonhos e as esperanças se realizem. Temos que ter fé, lutar e confiar, mais, amar intensamente, como todo o dia fosse o último de nossa vida.  

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

2012 ano eleitoral e captação de votos

Num país como o Brasil de diversidade territorial e populacional, reina a desigualdade social de norte a sul, leste e oeste, onde falta os mínimos direitos sociais e sobram corrupção extrema. No dia de ontem, publicou portaria 619no Diário Oficial da União, liberando construção de 110 mil unidades habitacionais, para serem construídas em cidades com até 50 mil habitantes, deixando cadastros sob responsabilidade de prefeitos, ampliando o programa do governo Minha Casa, Minha Vida, o principal programa de habitação do governo Dilma Rousseff. Tal programa vem a beneficiar em torno de 4.986 municípios brasileiros, portanto, a intenção está em eleições de 2012. A verdade que o governo embora mantenha o esforço em reduzir o deficit habitacional, tal situação não se consolida na implementação dos programas,  o que pode ser constatado pela insatisfação da população.  A previsão do orçamento para investimento na área habitacional do programa Minha Casa, Minha Vida, apesar de um avanço, contudo, não supre a falta de moradias para a população de baixa renda. Contudo, o que se põe em jogo, é na verdade o dividendo eleitoral com as obras de construção  de  moradias populares, tanto para os partidores da base do governo nas eleições municipais de 2012, como para o próprio Governo Federal, afinal de contas, o grande desafio de um governo é a boa governança e o desafio de atender o bem comum, e não interesses meramente partidários e particulares.Certamente esta cartada atingirá boa parte dos municípios do Brasil, que têm deficit habitacional, já que a casa própria é sonho de todo brasileiro.  Esperamos que efetivamente o programa atenda à necessidades do deficit habitacional, pois o direito à moradia, é um direito social, conforme previsão contida na CF, artigo 6º: "são direitos sociais a educação, a saúde, o trabalho, a moradia, o lazer, a segurança, a previdência social, a proteção à maternidade e à infância, a assistência aos desamparados, na forma desta Constituição". 
Se o programa anunciado pela presidente não for colocado em prática efetiva, certamente não colherá os frutos eleitorais de 2012, e nem realizará o sonho da casa própria, o que fatalmente ocasionará um mal-estar na população. 

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

LIBERDADE DE LOCOMOÇÃO

Em tempos de modernidade, o que mais se vê são propagandas de vendas de veículos e motocicletas. Basta ligar a televisão, verifica-se em horários nobres a guerra de fabricantes e revendedores, enfiar um carro no brasileiro, mesmo de último tipo e modelo mais caro possível, até financiado. Andar na caixa de aço é coisa moderna, traz status e um ar de liberdade. Nas grandes cidades existem carros nas ruas uns sobre outros, onde vamos parar? Tudo que é feito e construído, deve ser privilegiado o ser humano em primeiro lugar. Criticas à parte, mas possuir carros ficou muito fácil no Brasil, embora, seja descartável (quase todos). Se financiado em sessenta (60) meses, quando chegar ao final do carnê, tudo fica zerado. Não se pode medir o desenvolvimento pelo número de veículos, senão o Brasil certamente seria um dos países mais desenvolvidos, pois, no caso do Brasil, o veículo é uma questão de status e poder. Bicicleta, nenhuma propaganda, a não ser alguns grupos estão lutando para poder pedalar e se locomover em grandes centros urbanos, construindo rotas alternativas, afim de poder ter a liberdade plena de  ir e vir. No locam onde vivo, em Cianorte (Paraná - Brasil), uma cidade totalmente plana, o que prepondera são motocicletas, e não existe nenhuma campanha para a utilização de bicicletas, nem pelo poder público, apesar dos elevados números de acidentes com motos, e uma infinidade de pessoas com aleijão permanente e incapacidade para o trabalho irreversível. Existem vários trabalhadores que utilizam a bicicleta, mas esse recurso deveria ser utilizado com mais intensidade e por toda a maioria da população, pois nenhum mal traz as pessoas, ao contrário, faz bem a saúde e para o bolso, e o meio ambiente agradece.  Pedalar é saúde, é liberdade de locomoção, é uma grande ajuda ao meio ambiente. Vamos pegar essa onda em 2012. 

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

JUNTOS E SEPARADOS NO MESMO ESPAÇO

Vivemos em cidades densamente habitada. No mesmo instante que estamos todos juntos, num mesmo momento estamos separados, segregados, excluídos. Denota-se que as construções no espaço urbano, tem a característica de separação de pessoas, em prol de uma desculpa de segurança. Construem-se muros, paredes, condomínios privativos, ambientes que em tudo visam separar as pessoas, como uma se fosse uma expulsão compulsória. Em pról de uma pretensa segurança, talvez não pensamos como será levado a efeito esse tipo de modernidade, que não se preocupa com o ser humano, frágil, que necessita de comunicar-se com outros humanos. Na verdade, quando tentamos isolarmos em nos mesmos, em face de isolados estarmos seguros, estamos construíndo dentro de nós um império de solidão. O meio urbano está sendo construído como se fosse uma estratégia de guerra, pois procura-se não construir pontes, passagens acessíveis e locais de encontros, facilitar a comunicação, ou, de alguma outra forma aproximar os habitantes da cidade. Vivemos a todo tempo monitorado em todo o espaço,  além daquele chamado de "espaço nervoso" - que não pode ser utilizado sem o monitoramento ativo de seguranças e toda parafernalha eletrônica disponível no mercado.  Além disso, os espaços interdidatos que não podem ser utilizados por ninguém, devido a construção de fortalezas.  Em toda a construção no meio urbano, denota-se a tendência da segregação, trazendo a "mixofobia",  que no dizer de  Zygmunt Buaman "é uma reação altamente previsível e difundida entre os diversos tipos humanos e estilos de vida capazes de confundir a mente, provocar calafrios e colapsos nervosos, de que estão repletas as ruas das cidades contemporâneas, assim como seus distritos residenciais mais "comuns" (leia-se: não protegidos por "espaços interditados"). (Amor líquido - sobre a fragilidade dos laços humanos. Zahar Editor, trad. Carlos Alberto Medeiros,  Rio de Janeiro, p.132-133). Será preciso mesmo dividir e separar os espaços para termos segurança e suprimir o medo, vale a pena? Ou seremos eternos solitários humanos doentes, com segurança, com medo, paranóicos, entre outras realidades. A verdade é que precisamos acordar para tentar evitar o tédio "opressivo das soluções modernas" , que constroem medo e retiram da população a liberdade verdadeira e natural de contato de uns com os outros. Ao invés de grandes centros de compras, deveríamos construir lugares de encontros para os humanos, com total liberdade (praças, locais de jogos, brincadeiras de crianças, enfim, lugares eminentementes naturais e para seres humanos).

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

FELIZ NATAL

Como cristãos, comemoramos o natal, não meramente no sentido humano, como no plano espiritual, este de maior amplitude. Natal é festa de amor, do anúncio da chegada do Messias, Jesus o Cristo, filho  unigênito de Deus, apregoado por João Batista, na bíblia sagrada, livro dos cristãos, como encarnação do verbo de Deus (João 1, I). Natal é uma festa sem igual, pois quase toda a terra comemora e celebra essa data. Importa ressaltar que, natal é nascimento, tempo de vida, acima de tudo, pois se não tivermos esse espetáculo maravilhoso, nada será possível. Deveria ser comemorado a todo o instante, independentemente do volume da festa, da mais simples a sofisticada e abastada. Natal é tempo de amor, uma química sem igual, desaparecendo  barreiras de línguas, cor, nacionalidade, idade, classe social, linguagem universal. Não importa a data, pois poderíamos entrar numa discussão teleológica profunda, sem fim, perdendo  o sentido do natal, pois se o Messias veio trazer paz aos homens, estaríamos contradizendo a mensagem. Velas, luzes, anjos, crianças, sinos, presépios, a magia do natal, alegria plena, leva-nos a refletir a mensagem de vida, esperança e paz que o natal nos traz,  a  vitória do nascimento de Cristo. Encontros, reunião de familiares, irmãos, amigos,  natal é festejado por todas as pessoas. Apesar dessa data festiva espiritual, tem o lado comercial, tão almejado pelo mercado, com lançamentos de produtos e mercadorias, planejados o ano inteiro. Assim mesmo, não podemos esquecer o lado profundamente espiritual do natal, da busca permanente e constante do verdadeiro Jesus. Como exemplo se relata, na Bíblia, no livro de Mateus, cap. 2, v. 11, os Reis Magos e Pastores que saíram do Oriente e foram até Belém, seguindo a estrela, encontrando o menino Jesus, ali entregando os seus tesouros e dádivas.  Natal é uma caminhada diária de descobertas e encontros de Deus e o Homem, na busca e construção permanente da paz, do amor, da esperança, da solidariedade, da justiça, da alegria e de plenitude de vida. 

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

EVIDENTE CULPA DO ELEITOR

Notícia-se os jornais, o caso do senador Jader Barbalho, considerado Ficha Suja, o qual não poderia sequer ser candidato a senador pelo Estado do Pará,  nas eleições de 2011. Foi cassado anteriormente pela Justiça Eleitoral, e recorreu ao STF, obtendo a vaga de senador e retirando a senadora Marionor Brito (PSOL).  Porém, tem como culpa direta da reeleição o próprio eleitor, pois se previamente sabia da conduta do candidato e assim mesmo votou, é o único culpado por estar o mesmo representando a população do Estado do Pará, como senador. O STF julga pela lei estabelecida. O povo é quem vota. Deve votar consciente. Se agir de forma consciente, não ocorrerá mais volta de eventuais Fichas Sujas. As fichas limpas estão em nossas mãos, através do voto consciente.   Ademais, seria até uma redundância, o STF ir contra a vontade do voto e a democracia, já que quem "elegeu o Senador Jader Barbalho" foi o povo e não se pode agir contra a vontade popular. Então, mostra-se pelo caso Jader Barbalho, que o voto é soberano. Elege-se quem o eleitor entender ser seu melhor representante.  Esperamos, portanto, a vigência da Lei da Ficha Limpa em vigor para as eleições de 2012. Aguardamos em prol da democracia. 

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

O AMOR - LINGUAGEM UNIVERSAL

"Os seres humanos têm a obrigação de zelar por seus semelhantes. A solidariedade não é uma escolha, mas um mandamento. No Levítico, Deus determina: "Amarás ao próximo como a ti mesmo" (19:18). Fazê-lo no dia a dia, não é algo que mereça reconhecimentos especiais, é apenas ser humano". (Bernardo Kliksberg & Amartya Sen. As pessoas em primeiro lugar. A Ética do desenvolvimento e os problemas do mundo globalizado. Cia das Letras. SP, Brasil. 2007, p.383).
Existe uma linguagem universal para que os povos se entendem. É obvio que estamos falando de algo que todos os seres humanos deveria ter uns com os outros. Além de tudo que façamos aos nossos semelhantes, como dever e em caráter humanitário, talvez até como parte da ética do bem estar, existe o "amor", que o cristianismo prega, como algo universal. Na Bíblia Sagrada, no livro de I Coríntios 13-1, existe um pregação interessante sobre o amor. Pois não basta fazer tudo, mas se não fizermos com "amor" nada terá resultado satisfatório, completo. "Ainda que eu fale as línguas dos homens e dos anjos, se não tiver amor, serei como o bronze que soa ou como o címbalo que retine". Quando existe amor nossos atos, ultrapassam a barreira da língua, da nacionalidade, da cor,  do tempo, da dificuldade, torna-se uma partilha que transcende nossos pensamentos e sentimentos, inclusive, esforços para realizar. O que humanamente seria impossível, com a presença do amor, certamente alcançaremos plenamente. O amor, não é artificial; nas circunstâncias de realizar o impossível, vemos o poder concedido por Deus para essa química, ou seja, a dimensão universal da crença, da fé e no bem estar de todos os homens. Esse é o amor que devemos conhecer, ou seja, aquele que rompe barreiras,  realiza o impossível e traz vida plena a todo ser humano. 

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

VIDA FRÁGIL E RÁPIDA

Fala-se que a vida é uma travessia. Outros dizem que a vida é passageira. Enfim, ela é um espetáculo ímpar. Rápida ou frágil, vale a pena viver, senão mais um dia... Se é rápida e frágil, significa que vale a pena viver em plenitude, ou seja, ter paz no viver, amar, pensar, refletir, silenciar quando necessário. Esse espetáculo deve ser vivido com intensidade, como se fosse o último vôo para um lugar sem volta.  Por isso, enquanto existe tempo devemos viver em paz conosco mesmo e com àqueles que estão em nossa volta. Se analisarmos os conflitos de muitas pessoas, é porque são entendem o viver intenso da vida. Vivem com picuinhas em si mesmo, indecisos pela vida, procurando achar defeitos nos outros e naquilo que não deu certo. Atitude é que a vida exige. O que passou não traz nenhum benefício. O presente é importante, pois deve ser vivido  de forma que sempre é o último dia de vida. O futuro, é uma expectativa, esperança, depende de que semearmos, nossa fé. Mas, a vida, é comparada a uma erva, de manhã formosa, à tarde já esta murcha, por causa do sol diário. Enfim, viver essa vida frágil e rápida que temos direito. 

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

CRISE DE TRANSPARÊNCIA


Existe uma evidente crise de transparência no exercício da função pública, pelas autoridades, haja vista, o tratamento que vem sendo dado à suposta conduta de agentes públicos, autoridades, ministros, presidente, deputados, senadores, governadores, magistrados, prefeitos, procuradores, vereadores, policiais.  A conduta de minoria implica em rotulagem das demais autoridades de qualquer poder constituído, valendo a regra da exceção.  O que chama atenção nos dias atuais, no cenário nacional, é que, o cidadão  levado à condição de autoridade, vive um papel e enredo diferente daquele que deveria exercer em funções de poder, ou seja, com ética, lucidez, transparência, o mínimo de decência que a sociedade requer como é o caso da exigência da Ficha Limpa. É anseio da sociedade, transparência de todo aquele que exerce poder do menor ao maior. Não se pode viver a vida real em “papel” como se fosse um ator a representar uma obra de ficção, drama, acabando o espetáculo,  sai do palco e termina os fatos. Não deveria ser assim como vem ocorrendo, pois cada autoridade tem consciência de seu papel e autoridade e respectivos limites. A atual realidade nacional exige a transposição de omissão, obscuridade, fraudes, em desafio permanente de transparência, como sólido fundamento da democracia. Exige-se ética de poder, tanto para o cidadão comum no dia-a-dia, como da mais alta autoridade no exercício do poder, como uma referência coletiva, sem exceções. Não pode haver exercício de poder sem ética e transparência. Testemunhamos fatos lastimáveis de autoridades nos últimos meses, freqüentando capas semanais de revistas e jornais diários, por denúncias diversas, que cercados de picuinhas do poder, lenga-lenga partidária, desculpas, blindagem, tinham como foco central retirar dinheiro dos cofres públicos, mais, recebendo inclusive, atestado de inimputáveis. O cidadão quer um Estado, que quando fala com a sociedade, por meio de seus representantes e autoridades, sejam confiáveis, sem paradoxos, sem cinismos, com evidente transparência e ética.   

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

CAMPANHA LEGAL - "UM DIA PARA DESCONECTAR" (A Day to disconnect"



Você já parou para pensar quanto tempo perde usando seu telefone celular e outros equipamentos eletrônicos quando está com mais gente ao seu redor? Mais do que tempo: o quanto de contato pessoal você perde ao desconectar-se da realidade em que está inserido para ficar checando mensagens, vendo e-mail ou navegando na internet pelo seu aparelho portátil? Um Rabino americano Zechariah Wallerstein pensando nisso e preocupado lançou uma campanha "A Day to Disconnect (Um dia para Desconectar), que clama para as pessoas deixem seu celular em segundo plano e passem a aproveitar melhor a vida. Onde está o tempo ganho com tanta tecnologia?
Não existe, porque você trabalha mais tempo para adquirir essa tecnologia, privando-se de viver você mesmo, esquecendo de pensar, amar, e mais importante VIVER!. 
Viva a vida, o maior, melhor e único espetáculo que vale a pena viver.  


Abaixo o endereço:


http://www.youtube.com/watch?v=-XiSIGPIi7s

domingo, 4 de dezembro de 2011

NOSSA VERDADE PESSOAL PELO SILÊNCIO

"Muitos caminhos conduzem ao silêncio. Cada de nós deve escolher aquela que lhe convém e, neste sentido, precisamos perceber a tendência natural de nossa própria alma. Além de tudo, o caminho para o silêncio não é sempre agradável, e o silêncio não é sempre confortador. Ele também nos confronta com a nossa verdade pessoal, e só quem tem coragem para assumir sua própria verdade pode seguir o caminho que leva ao silêncio e, então, vivenciar neste caminho a paz interior".   "O silêncio é uma condição que nos faz bem". (O Poder do Silêncio. Anselm Grün. Vozes, 2010, p.111). 
Nossa rotina de vida em sociedade, sobretudo no meio urbano, é completamente alheia ao silêncio. Além do barulho físico, poluições diversas incomodam nosso bem estar. Nossa mente é invadida por informações, ainda que inconscientes. Desejamos paz, tranqüilidade, silêncio, harmonia, para colocar em dia nossas ações, tensões, pensamentos e nossa própria angústia de viver, considerando ser a vida um espetáculo sem limites.  De repente entramos em pânico, pelo insuportável ruído que nos cerca. A busca pelo silêncio é altamente produtivo, pois seu poder nos leva a repensar e nos traz um encontro pessoal  íntimo, renovando nossas vidas, e encontrarmos a pureza íntima do nosso ser. O silêncio leva a meditação, calar pensamentos que continuamente vêm à tona e em nossa mente.  

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

SUPERENDIVIDAMENTO

O Brasil está vivendo um momento delicado, em se tratando de endividamento de pessoas e famílias, além de empresas e organizações. Sabe-se que medidas preventivas são necessárias, mas não suficientes para enfrentar este flagelo social denominado de superendividamento. Não é só no Brasil, ela se arrasta  a nível mundial, por muitos países, inclusive os Estados Unidos, em face da denominada democratização do crédito.  O crédito – seja na forma de oferta de dinheiro ou de financiamento de produtos e serviços – é mercadoria altamente disponível e de fácil acesso atualmente, conforme a publicidade ostensiva da mídia e cada canto da cidade, existem estabelecimentos  com excessiva oferta de créditos. A incitação ao crédito e ao endividamento caracteriza a sociedade de consumo atual em todos os sistemas de mercado capitalista.  Nos dias atuais, tudo que se consome pode ser financiado de uma forma ou outra. Em 2000, circulavam  no Brasil 28 milhões de cartões de crédito, hoje são em torno de 153 milhões.  O crédito deixou de ser um recurso extraordinário ou de ultima necessidade, tratando-se agora de uma forma de gestão corrente do orçamento pessoal e familiar. A expansão do crédito no Brasil ao consumidor e sua vulgarização, ocorreu após 1994, na esteira do Plano Real, sendo que nos últimos anos, este quadro se acentuou devido a estabilidade econômica  e à inclusão no sistema formal de crédito das classes mais desfavorecidas. Neste contexto, não é surpreendente o crescimento do setor bancário e de financiamentos.  O crédito consignado é um produto de sucesso, alcançando aposentados, servidores públicos, assalariados em geral, transformando salários e pensões em adiantamento de renda. Enfim, o crédito no Brasil, tem caráter essencial e até de antecipação de rendimentos,  gerando condições de acesso a bens de consumo, ao mesmo tempo como mecanismo de inclusão, mas também de exclusão social. O superendividamento é a impossibilidade do devedor pessoa física, consumidor, leigo e de boa-fé, pagar todas as suas dívidas atuais e futuras de consumo, excluídas portanto, impostos. É preciso cuidar, tratar, curar a pessoa superendividada, regularizando  a sua situação financeira, resgatando a sua cidadania econômica, a fim de não ocorrer uma exclusão social. Em síntese, “tratar as situações de superendividamento é dar ao devedor prazos de pagamentos, até mesmo remissões de dívidas, juros e multas, de maneira a evitar sua ruína completa e, se possível,  restabelecer sua situação. Os interesses dos credores não são ignorados, mas eles são tratados de forma secundária. Reencontra-se neste procedimento a finalidade do direito do consumo: proteger aqueles que se encontram em situação de fraqueza. Trata-se na prática de estabelecer um plano que permita ao devedor sair da situação de superendividamento e de endireitar a sua situação financeira. No Brasil, a proteção vem com base no Código de Defesa do Consumidor, na jurisprudência e no Código Civil de 2002, este com a regra da onerosidade excessiva, consoante artigo 478. Existem também programas especiais para o cidadão endividado, ante o número crescente de ações que desembocam no Judiciário. No Tribunal de Justiça de São Paulo, no Tribunal de  Justiça do Paraná e em outros Tribunais, Procons, e o próprio comércio, por suas entidades representativas, realizam e desenvolvem programas de conciliação, afim de regularizar a situação dos endividados.

AFINAL DE CONTAS A VIDA É REAL E NÃO VIRTUAL...

Augusto Cury, em sua obra I ntoxicação Digital, ed. Benvirá, 2a edição, 2024, p.135, escreveu: [...] A vida é dramaticamente curta para se v...