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sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

FLUIR A VIDA NA SUA INTENSIDADE

Deixa-me seguir para o mar
Tenta esquecer-me... Ser lembrado é como evocar-se um fantasma...
Deixa-me ser o que sou, o que sempre fui, um rio que vai fluindo...
Em vão, em minhas margens cantarão as horas,
me recamarei de estrelas como um manto real,
me bordarei de nuvens e de asas,
às vezes virão em mim as crianças banhar-se...
Um espelho não guarda as coisas refletidas!
E o meu destino é seguir... é seguir para o Mar,
as imagens perdendo no caminho...
Deixa-me fluir, passar, cantar...
toda a tristeza dos rios e não poderem parar! 
(Mario Quintana - Deixa-me seguir para o mar).

Assim é a nossa vida, um caminho sempre para fluir, não importa as tristezas, alegrias, as tempestades. 
Tudo é necessário, mais o maior espetáculo é viver e seguir a caminhada, sempre.
Haja o que houver, haverá sempre o tempo do impossível a realizar, o milagre para acontecer, o sucesso, a vitoria, a derrota, mas viver é necessário, viver e feliz.... O milagre depende de você, pois a felicidade é construída por nós... dentro de nós.
Mais uma vez Feliz 2012 para todos. Sucesso, força e luta, esperança, fé em Deus e pé na estrada... assim caminhamos na vida...

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

FELIZ 2012

Estamos nas últimas horas do final de 2011, espero que todos passam para o ano de 2012. Ano de 2011, número ímpar e segundo as estatísticas não foi um ano legal, contudo, olhando a maré, tanto o barco do pobre como o iate do rico, chegaram ao final de 2011 e adentrarão a 2012.  Na comparação, simples é ver que sempre haverá o barco do pobre e o iate do rico. O barco do pobre não vira iate e nem o iate do rico vira barco. Mas no curso da maré, pode acontecer alguém ser encontrado sem roupas, quando ela baixar, aí não existe rico e nem pobre, haverá nudez completa, porque nudez não tem classe social. Assim é a vida. Felizes enquanto a temos. A todos os amigos e leitores que acompanharam neste ano de 2011 e aos que acompanharam em 2012, um ano-novo  repleto de paz, saúde e vida. Que todos os sonhos e as esperanças se realizem. Temos que ter fé, lutar e confiar, mais, amar intensamente, como todo o dia fosse o último de nossa vida.  

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

2012 ano eleitoral e captação de votos

Num país como o Brasil de diversidade territorial e populacional, reina a desigualdade social de norte a sul, leste e oeste, onde falta os mínimos direitos sociais e sobram corrupção extrema. No dia de ontem, publicou portaria 619no Diário Oficial da União, liberando construção de 110 mil unidades habitacionais, para serem construídas em cidades com até 50 mil habitantes, deixando cadastros sob responsabilidade de prefeitos, ampliando o programa do governo Minha Casa, Minha Vida, o principal programa de habitação do governo Dilma Rousseff. Tal programa vem a beneficiar em torno de 4.986 municípios brasileiros, portanto, a intenção está em eleições de 2012. A verdade que o governo embora mantenha o esforço em reduzir o deficit habitacional, tal situação não se consolida na implementação dos programas,  o que pode ser constatado pela insatisfação da população.  A previsão do orçamento para investimento na área habitacional do programa Minha Casa, Minha Vida, apesar de um avanço, contudo, não supre a falta de moradias para a população de baixa renda. Contudo, o que se põe em jogo, é na verdade o dividendo eleitoral com as obras de construção  de  moradias populares, tanto para os partidores da base do governo nas eleições municipais de 2012, como para o próprio Governo Federal, afinal de contas, o grande desafio de um governo é a boa governança e o desafio de atender o bem comum, e não interesses meramente partidários e particulares.Certamente esta cartada atingirá boa parte dos municípios do Brasil, que têm deficit habitacional, já que a casa própria é sonho de todo brasileiro.  Esperamos que efetivamente o programa atenda à necessidades do deficit habitacional, pois o direito à moradia, é um direito social, conforme previsão contida na CF, artigo 6º: "são direitos sociais a educação, a saúde, o trabalho, a moradia, o lazer, a segurança, a previdência social, a proteção à maternidade e à infância, a assistência aos desamparados, na forma desta Constituição". 
Se o programa anunciado pela presidente não for colocado em prática efetiva, certamente não colherá os frutos eleitorais de 2012, e nem realizará o sonho da casa própria, o que fatalmente ocasionará um mal-estar na população. 

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

LIBERDADE DE LOCOMOÇÃO

Em tempos de modernidade, o que mais se vê são propagandas de vendas de veículos e motocicletas. Basta ligar a televisão, verifica-se em horários nobres a guerra de fabricantes e revendedores, enfiar um carro no brasileiro, mesmo de último tipo e modelo mais caro possível, até financiado. Andar na caixa de aço é coisa moderna, traz status e um ar de liberdade. Nas grandes cidades existem carros nas ruas uns sobre outros, onde vamos parar? Tudo que é feito e construído, deve ser privilegiado o ser humano em primeiro lugar. Criticas à parte, mas possuir carros ficou muito fácil no Brasil, embora, seja descartável (quase todos). Se financiado em sessenta (60) meses, quando chegar ao final do carnê, tudo fica zerado. Não se pode medir o desenvolvimento pelo número de veículos, senão o Brasil certamente seria um dos países mais desenvolvidos, pois, no caso do Brasil, o veículo é uma questão de status e poder. Bicicleta, nenhuma propaganda, a não ser alguns grupos estão lutando para poder pedalar e se locomover em grandes centros urbanos, construindo rotas alternativas, afim de poder ter a liberdade plena de  ir e vir. No locam onde vivo, em Cianorte (Paraná - Brasil), uma cidade totalmente plana, o que prepondera são motocicletas, e não existe nenhuma campanha para a utilização de bicicletas, nem pelo poder público, apesar dos elevados números de acidentes com motos, e uma infinidade de pessoas com aleijão permanente e incapacidade para o trabalho irreversível. Existem vários trabalhadores que utilizam a bicicleta, mas esse recurso deveria ser utilizado com mais intensidade e por toda a maioria da população, pois nenhum mal traz as pessoas, ao contrário, faz bem a saúde e para o bolso, e o meio ambiente agradece.  Pedalar é saúde, é liberdade de locomoção, é uma grande ajuda ao meio ambiente. Vamos pegar essa onda em 2012. 

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

JUNTOS E SEPARADOS NO MESMO ESPAÇO

Vivemos em cidades densamente habitada. No mesmo instante que estamos todos juntos, num mesmo momento estamos separados, segregados, excluídos. Denota-se que as construções no espaço urbano, tem a característica de separação de pessoas, em prol de uma desculpa de segurança. Construem-se muros, paredes, condomínios privativos, ambientes que em tudo visam separar as pessoas, como uma se fosse uma expulsão compulsória. Em pról de uma pretensa segurança, talvez não pensamos como será levado a efeito esse tipo de modernidade, que não se preocupa com o ser humano, frágil, que necessita de comunicar-se com outros humanos. Na verdade, quando tentamos isolarmos em nos mesmos, em face de isolados estarmos seguros, estamos construíndo dentro de nós um império de solidão. O meio urbano está sendo construído como se fosse uma estratégia de guerra, pois procura-se não construir pontes, passagens acessíveis e locais de encontros, facilitar a comunicação, ou, de alguma outra forma aproximar os habitantes da cidade. Vivemos a todo tempo monitorado em todo o espaço,  além daquele chamado de "espaço nervoso" - que não pode ser utilizado sem o monitoramento ativo de seguranças e toda parafernalha eletrônica disponível no mercado.  Além disso, os espaços interdidatos que não podem ser utilizados por ninguém, devido a construção de fortalezas.  Em toda a construção no meio urbano, denota-se a tendência da segregação, trazendo a "mixofobia",  que no dizer de  Zygmunt Buaman "é uma reação altamente previsível e difundida entre os diversos tipos humanos e estilos de vida capazes de confundir a mente, provocar calafrios e colapsos nervosos, de que estão repletas as ruas das cidades contemporâneas, assim como seus distritos residenciais mais "comuns" (leia-se: não protegidos por "espaços interditados"). (Amor líquido - sobre a fragilidade dos laços humanos. Zahar Editor, trad. Carlos Alberto Medeiros,  Rio de Janeiro, p.132-133). Será preciso mesmo dividir e separar os espaços para termos segurança e suprimir o medo, vale a pena? Ou seremos eternos solitários humanos doentes, com segurança, com medo, paranóicos, entre outras realidades. A verdade é que precisamos acordar para tentar evitar o tédio "opressivo das soluções modernas" , que constroem medo e retiram da população a liberdade verdadeira e natural de contato de uns com os outros. Ao invés de grandes centros de compras, deveríamos construir lugares de encontros para os humanos, com total liberdade (praças, locais de jogos, brincadeiras de crianças, enfim, lugares eminentementes naturais e para seres humanos).

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

FELIZ NATAL

Como cristãos, comemoramos o natal, não meramente no sentido humano, como no plano espiritual, este de maior amplitude. Natal é festa de amor, do anúncio da chegada do Messias, Jesus o Cristo, filho  unigênito de Deus, apregoado por João Batista, na bíblia sagrada, livro dos cristãos, como encarnação do verbo de Deus (João 1, I). Natal é uma festa sem igual, pois quase toda a terra comemora e celebra essa data. Importa ressaltar que, natal é nascimento, tempo de vida, acima de tudo, pois se não tivermos esse espetáculo maravilhoso, nada será possível. Deveria ser comemorado a todo o instante, independentemente do volume da festa, da mais simples a sofisticada e abastada. Natal é tempo de amor, uma química sem igual, desaparecendo  barreiras de línguas, cor, nacionalidade, idade, classe social, linguagem universal. Não importa a data, pois poderíamos entrar numa discussão teleológica profunda, sem fim, perdendo  o sentido do natal, pois se o Messias veio trazer paz aos homens, estaríamos contradizendo a mensagem. Velas, luzes, anjos, crianças, sinos, presépios, a magia do natal, alegria plena, leva-nos a refletir a mensagem de vida, esperança e paz que o natal nos traz,  a  vitória do nascimento de Cristo. Encontros, reunião de familiares, irmãos, amigos,  natal é festejado por todas as pessoas. Apesar dessa data festiva espiritual, tem o lado comercial, tão almejado pelo mercado, com lançamentos de produtos e mercadorias, planejados o ano inteiro. Assim mesmo, não podemos esquecer o lado profundamente espiritual do natal, da busca permanente e constante do verdadeiro Jesus. Como exemplo se relata, na Bíblia, no livro de Mateus, cap. 2, v. 11, os Reis Magos e Pastores que saíram do Oriente e foram até Belém, seguindo a estrela, encontrando o menino Jesus, ali entregando os seus tesouros e dádivas.  Natal é uma caminhada diária de descobertas e encontros de Deus e o Homem, na busca e construção permanente da paz, do amor, da esperança, da solidariedade, da justiça, da alegria e de plenitude de vida. 

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

EVIDENTE CULPA DO ELEITOR

Notícia-se os jornais, o caso do senador Jader Barbalho, considerado Ficha Suja, o qual não poderia sequer ser candidato a senador pelo Estado do Pará,  nas eleições de 2011. Foi cassado anteriormente pela Justiça Eleitoral, e recorreu ao STF, obtendo a vaga de senador e retirando a senadora Marionor Brito (PSOL).  Porém, tem como culpa direta da reeleição o próprio eleitor, pois se previamente sabia da conduta do candidato e assim mesmo votou, é o único culpado por estar o mesmo representando a população do Estado do Pará, como senador. O STF julga pela lei estabelecida. O povo é quem vota. Deve votar consciente. Se agir de forma consciente, não ocorrerá mais volta de eventuais Fichas Sujas. As fichas limpas estão em nossas mãos, através do voto consciente.   Ademais, seria até uma redundância, o STF ir contra a vontade do voto e a democracia, já que quem "elegeu o Senador Jader Barbalho" foi o povo e não se pode agir contra a vontade popular. Então, mostra-se pelo caso Jader Barbalho, que o voto é soberano. Elege-se quem o eleitor entender ser seu melhor representante.  Esperamos, portanto, a vigência da Lei da Ficha Limpa em vigor para as eleições de 2012. Aguardamos em prol da democracia. 

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

O AMOR - LINGUAGEM UNIVERSAL

"Os seres humanos têm a obrigação de zelar por seus semelhantes. A solidariedade não é uma escolha, mas um mandamento. No Levítico, Deus determina: "Amarás ao próximo como a ti mesmo" (19:18). Fazê-lo no dia a dia, não é algo que mereça reconhecimentos especiais, é apenas ser humano". (Bernardo Kliksberg & Amartya Sen. As pessoas em primeiro lugar. A Ética do desenvolvimento e os problemas do mundo globalizado. Cia das Letras. SP, Brasil. 2007, p.383).
Existe uma linguagem universal para que os povos se entendem. É obvio que estamos falando de algo que todos os seres humanos deveria ter uns com os outros. Além de tudo que façamos aos nossos semelhantes, como dever e em caráter humanitário, talvez até como parte da ética do bem estar, existe o "amor", que o cristianismo prega, como algo universal. Na Bíblia Sagrada, no livro de I Coríntios 13-1, existe um pregação interessante sobre o amor. Pois não basta fazer tudo, mas se não fizermos com "amor" nada terá resultado satisfatório, completo. "Ainda que eu fale as línguas dos homens e dos anjos, se não tiver amor, serei como o bronze que soa ou como o címbalo que retine". Quando existe amor nossos atos, ultrapassam a barreira da língua, da nacionalidade, da cor,  do tempo, da dificuldade, torna-se uma partilha que transcende nossos pensamentos e sentimentos, inclusive, esforços para realizar. O que humanamente seria impossível, com a presença do amor, certamente alcançaremos plenamente. O amor, não é artificial; nas circunstâncias de realizar o impossível, vemos o poder concedido por Deus para essa química, ou seja, a dimensão universal da crença, da fé e no bem estar de todos os homens. Esse é o amor que devemos conhecer, ou seja, aquele que rompe barreiras,  realiza o impossível e traz vida plena a todo ser humano. 

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

VIDA FRÁGIL E RÁPIDA

Fala-se que a vida é uma travessia. Outros dizem que a vida é passageira. Enfim, ela é um espetáculo ímpar. Rápida ou frágil, vale a pena viver, senão mais um dia... Se é rápida e frágil, significa que vale a pena viver em plenitude, ou seja, ter paz no viver, amar, pensar, refletir, silenciar quando necessário. Esse espetáculo deve ser vivido com intensidade, como se fosse o último vôo para um lugar sem volta.  Por isso, enquanto existe tempo devemos viver em paz conosco mesmo e com àqueles que estão em nossa volta. Se analisarmos os conflitos de muitas pessoas, é porque são entendem o viver intenso da vida. Vivem com picuinhas em si mesmo, indecisos pela vida, procurando achar defeitos nos outros e naquilo que não deu certo. Atitude é que a vida exige. O que passou não traz nenhum benefício. O presente é importante, pois deve ser vivido  de forma que sempre é o último dia de vida. O futuro, é uma expectativa, esperança, depende de que semearmos, nossa fé. Mas, a vida, é comparada a uma erva, de manhã formosa, à tarde já esta murcha, por causa do sol diário. Enfim, viver essa vida frágil e rápida que temos direito. 

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

CRISE DE TRANSPARÊNCIA


Existe uma evidente crise de transparência no exercício da função pública, pelas autoridades, haja vista, o tratamento que vem sendo dado à suposta conduta de agentes públicos, autoridades, ministros, presidente, deputados, senadores, governadores, magistrados, prefeitos, procuradores, vereadores, policiais.  A conduta de minoria implica em rotulagem das demais autoridades de qualquer poder constituído, valendo a regra da exceção.  O que chama atenção nos dias atuais, no cenário nacional, é que, o cidadão  levado à condição de autoridade, vive um papel e enredo diferente daquele que deveria exercer em funções de poder, ou seja, com ética, lucidez, transparência, o mínimo de decência que a sociedade requer como é o caso da exigência da Ficha Limpa. É anseio da sociedade, transparência de todo aquele que exerce poder do menor ao maior. Não se pode viver a vida real em “papel” como se fosse um ator a representar uma obra de ficção, drama, acabando o espetáculo,  sai do palco e termina os fatos. Não deveria ser assim como vem ocorrendo, pois cada autoridade tem consciência de seu papel e autoridade e respectivos limites. A atual realidade nacional exige a transposição de omissão, obscuridade, fraudes, em desafio permanente de transparência, como sólido fundamento da democracia. Exige-se ética de poder, tanto para o cidadão comum no dia-a-dia, como da mais alta autoridade no exercício do poder, como uma referência coletiva, sem exceções. Não pode haver exercício de poder sem ética e transparência. Testemunhamos fatos lastimáveis de autoridades nos últimos meses, freqüentando capas semanais de revistas e jornais diários, por denúncias diversas, que cercados de picuinhas do poder, lenga-lenga partidária, desculpas, blindagem, tinham como foco central retirar dinheiro dos cofres públicos, mais, recebendo inclusive, atestado de inimputáveis. O cidadão quer um Estado, que quando fala com a sociedade, por meio de seus representantes e autoridades, sejam confiáveis, sem paradoxos, sem cinismos, com evidente transparência e ética.   

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

CAMPANHA LEGAL - "UM DIA PARA DESCONECTAR" (A Day to disconnect"



Você já parou para pensar quanto tempo perde usando seu telefone celular e outros equipamentos eletrônicos quando está com mais gente ao seu redor? Mais do que tempo: o quanto de contato pessoal você perde ao desconectar-se da realidade em que está inserido para ficar checando mensagens, vendo e-mail ou navegando na internet pelo seu aparelho portátil? Um Rabino americano Zechariah Wallerstein pensando nisso e preocupado lançou uma campanha "A Day to Disconnect (Um dia para Desconectar), que clama para as pessoas deixem seu celular em segundo plano e passem a aproveitar melhor a vida. Onde está o tempo ganho com tanta tecnologia?
Não existe, porque você trabalha mais tempo para adquirir essa tecnologia, privando-se de viver você mesmo, esquecendo de pensar, amar, e mais importante VIVER!. 
Viva a vida, o maior, melhor e único espetáculo que vale a pena viver.  


Abaixo o endereço:


http://www.youtube.com/watch?v=-XiSIGPIi7s

domingo, 4 de dezembro de 2011

NOSSA VERDADE PESSOAL PELO SILÊNCIO

"Muitos caminhos conduzem ao silêncio. Cada de nós deve escolher aquela que lhe convém e, neste sentido, precisamos perceber a tendência natural de nossa própria alma. Além de tudo, o caminho para o silêncio não é sempre agradável, e o silêncio não é sempre confortador. Ele também nos confronta com a nossa verdade pessoal, e só quem tem coragem para assumir sua própria verdade pode seguir o caminho que leva ao silêncio e, então, vivenciar neste caminho a paz interior".   "O silêncio é uma condição que nos faz bem". (O Poder do Silêncio. Anselm Grün. Vozes, 2010, p.111). 
Nossa rotina de vida em sociedade, sobretudo no meio urbano, é completamente alheia ao silêncio. Além do barulho físico, poluições diversas incomodam nosso bem estar. Nossa mente é invadida por informações, ainda que inconscientes. Desejamos paz, tranqüilidade, silêncio, harmonia, para colocar em dia nossas ações, tensões, pensamentos e nossa própria angústia de viver, considerando ser a vida um espetáculo sem limites.  De repente entramos em pânico, pelo insuportável ruído que nos cerca. A busca pelo silêncio é altamente produtivo, pois seu poder nos leva a repensar e nos traz um encontro pessoal  íntimo, renovando nossas vidas, e encontrarmos a pureza íntima do nosso ser. O silêncio leva a meditação, calar pensamentos que continuamente vêm à tona e em nossa mente.  

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

SUPERENDIVIDAMENTO

O Brasil está vivendo um momento delicado, em se tratando de endividamento de pessoas e famílias, além de empresas e organizações. Sabe-se que medidas preventivas são necessárias, mas não suficientes para enfrentar este flagelo social denominado de superendividamento. Não é só no Brasil, ela se arrasta  a nível mundial, por muitos países, inclusive os Estados Unidos, em face da denominada democratização do crédito.  O crédito – seja na forma de oferta de dinheiro ou de financiamento de produtos e serviços – é mercadoria altamente disponível e de fácil acesso atualmente, conforme a publicidade ostensiva da mídia e cada canto da cidade, existem estabelecimentos  com excessiva oferta de créditos. A incitação ao crédito e ao endividamento caracteriza a sociedade de consumo atual em todos os sistemas de mercado capitalista.  Nos dias atuais, tudo que se consome pode ser financiado de uma forma ou outra. Em 2000, circulavam  no Brasil 28 milhões de cartões de crédito, hoje são em torno de 153 milhões.  O crédito deixou de ser um recurso extraordinário ou de ultima necessidade, tratando-se agora de uma forma de gestão corrente do orçamento pessoal e familiar. A expansão do crédito no Brasil ao consumidor e sua vulgarização, ocorreu após 1994, na esteira do Plano Real, sendo que nos últimos anos, este quadro se acentuou devido a estabilidade econômica  e à inclusão no sistema formal de crédito das classes mais desfavorecidas. Neste contexto, não é surpreendente o crescimento do setor bancário e de financiamentos.  O crédito consignado é um produto de sucesso, alcançando aposentados, servidores públicos, assalariados em geral, transformando salários e pensões em adiantamento de renda. Enfim, o crédito no Brasil, tem caráter essencial e até de antecipação de rendimentos,  gerando condições de acesso a bens de consumo, ao mesmo tempo como mecanismo de inclusão, mas também de exclusão social. O superendividamento é a impossibilidade do devedor pessoa física, consumidor, leigo e de boa-fé, pagar todas as suas dívidas atuais e futuras de consumo, excluídas portanto, impostos. É preciso cuidar, tratar, curar a pessoa superendividada, regularizando  a sua situação financeira, resgatando a sua cidadania econômica, a fim de não ocorrer uma exclusão social. Em síntese, “tratar as situações de superendividamento é dar ao devedor prazos de pagamentos, até mesmo remissões de dívidas, juros e multas, de maneira a evitar sua ruína completa e, se possível,  restabelecer sua situação. Os interesses dos credores não são ignorados, mas eles são tratados de forma secundária. Reencontra-se neste procedimento a finalidade do direito do consumo: proteger aqueles que se encontram em situação de fraqueza. Trata-se na prática de estabelecer um plano que permita ao devedor sair da situação de superendividamento e de endireitar a sua situação financeira. No Brasil, a proteção vem com base no Código de Defesa do Consumidor, na jurisprudência e no Código Civil de 2002, este com a regra da onerosidade excessiva, consoante artigo 478. Existem também programas especiais para o cidadão endividado, ante o número crescente de ações que desembocam no Judiciário. No Tribunal de Justiça de São Paulo, no Tribunal de  Justiça do Paraná e em outros Tribunais, Procons, e o próprio comércio, por suas entidades representativas, realizam e desenvolvem programas de conciliação, afim de regularizar a situação dos endividados.

terça-feira, 29 de novembro de 2011

"LER PARA PENSAR MELHOR"

Em leitura rápida  no Jornal a "Folha de Londrina", edição de 29/11/2011, tem essa manchete "Ler para pensar melhor", com o tema de uma campanha para incentivar a leitura da crianças. É uma iniciativa interessante  e certamente uma inovação, já que temos hoje uma sociedade de pessoas que não  "pensam" de forma profunda, aliás, vivem  atrás de notícias vãs e burilando notícias de outros, enfim, seguem o consumismo exacerbado da tecnologia. No afã de se expor, pessoas colocam em risco sua reputação pessoal, através de aparência contínua em vários mecanismos públicos sociais, talvez inconscientemente, uma forma de exibicionismo, ocorrendo sua despersonalização, pois passa a ser tratada como um ente coletivo. Não obstante a isso, cada um tem o direito de se expor da forma que melhor atende suas razões. Contudo, "ler para pensar melhor" continua ser uma forma de entender a vida, as dificuldades, refletir sobre o passado, presente e futuro, moldar o caminho para a vida. Não é uma fórmula inventada pelo Jornal que lançou a campanha ou outros órgãos. É um procedimento adotado de forma universal, pois quanto mais se atém a leitura, mais se aprende a vida, a reflexão, os pensamentos, enfim, é um universo amplo de conhecimento. Embora os meios atuais de comunicações estão à disposição em todos os lugares, é certo que o livro é um instrumento pleno de liberdade, já que seu uso é sem limites, ou seja, pode-se levar a inúmeros lugares, onde não existe a cobertura de comunicação. É lógico que a leitura não é só de livros, existem muitos escritos que podem ser lidos em qualquer lugar e a qualquer momento, inclusive, via tecnologia, é obvio. A leitura é uma expressão de liberdade, sem limites, sem igual,  portanto, faz jus o título da campanha "ler para pensar melhor".    

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

EDUCAÇÃO É UMA FORMA DE CONSTRUÇÃO DE VIDA


"O fim da educação não é preparar eruditos frios, nem sábios secos, nem ideólogos impassíveis, indiferentes às lutas sociais : é preparar homens de pensamento e ação, a um tempo compassivos e enérgicos, corajosos e hábeis, capazes de empregar valiosamente em proveito da coletividade todas as forças vivas da sua alma e todo o arsenal de conhecimentos de que os apercebeu o estudo." Olavo Bilac
 A vida do homem é como uma travessia. Tem a saída, tem o tempo que se passa remando, contra onda e tempestades, até chegar ao outro lado. A educação é uma construção permanente, porque não nascemos sabendo. Recebemos as informações de pais, professores, e da própria experiência de vida, aí construímos, também desconstruímos.  O homem não nasce com um software (programado para a vida), pois nasce como ser humano e se desenvolve. Os animais, nascem para serem animais, nada mais. Como escreve Paulo Freire:  "Gosto de ser homem, de ser gente, porque não está dado como certo, inequívoco, irrevogável que sou ou serei decente, que testemunharei sempre gestos puros, que sou e que serei justo, que respeitarei os outros, que não mentirei escondendo o seu valor porque a inveja de sua presença no muindo me incomoda e me enraivece. Gosto de ser homem, de ser gente, porque sei que a minha passagem pelo mundo é predeterminada, preestabelecida. Que o meu "destino" não é um dado mas algo que precisar ser feito e de cuja responsabilidade não posso eximir. Gosto de ser gente porque a História em que me faço com os outros e de cuja feitura tomo parte é um tempo de possibilidades e não de determinismo" (Pedagogia da autonomia,  Editora Paz e Terra, 42ª reimpressão, 2010, p.52-53).  Educação é fazer parte da possibilidade de transformar o mundo que nos cerca, trazendo luz, esperança, dignidade, justiça, igualdade, enfim, procurando sempre mudar e fazer a diferença. 

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

SER REAL


Estamos cercados de infinidades de novidades num universo, onde não existem distâncias e limites para os fatos e principalmente crises. Presenciamos fatos e acontecimentos, em tempo real, como se estivéssemos presentes naqueles acontecimentos. Assistimos a tudo isso como espectadores passivos, sem reagir ao mundo que nos cerca, talvez inconscientemente, pois no dia-a-dia nossos problemas são reais, carne e osso, como se diz. Passamos a agir, pois nosso papel se inverte, passamos a ser ativos e enfrentamos a realidade, os medos, as pressões de um mundo massificado, onde a regra é consumir e a meritocracia assume papel fundamental para o desenvolvimento de pessoas.  Há pouco tempo, houve o falecimento de Steve Jobs,  o multibilionário de império   “Apple”,  com ampla divulgação a nível mundial, pois foi  este cidadão, quem revolucionou a cultura  com seus engenhos. É claro, teve lucros.  Seus inventos tecnológicos, influenciaram decisivamente a cultura, pois se antes disso  tínhamos um forte referencial de autoridade pessoal e local,  com seus engenhos passamos a ter uma quantidade de indivíduos “conectados” num oceano, sem referencial algum, surgindo o poder coletivo.  No aspecto tecnológico, não se discute a melhora que ocorreu e está ocorrendo.  Mas, o que se tem observado, é que o ser humano, passou a agir como se fosse um ator, ou seja, representando papéis, em face desse poder coletivo e aparentemente feliz. Responder e ser correspondido, dizer sim ou não, tornou-se procedimento passado. Temos tristezas,  alegrias,  amores, emoções e uma infinidades de situações pessoais, que não vivemos, mas assistimos outros a viver.  Sofremos pelos outros: morte, doença, tragédia, acidentes, guerras, desempregos, entre outras situações.  Não que não seja importante a solidariedade, o amor ao próximo, mas estamos perdendo a singularidade e a identidade de um ser próprio, aparentemente dirigido pelo poder coletivo. Temos pensamentos, vontades, significação própria, com peso de fazer a diferença.  Assistimos, então como observadores passivos, a cultura do anonimato, poder coletivo, que  compartilhados por arquivos e downloads e outras invenções tecnológicas, de heróis passamos a ser vítimas, em um instante qualquer,  mesmo assim , vivemos solitários, anciosos e insatisfeitos.   “Histórias que eu não me esqueci/Momentos que eu nunca vivi/Se encontram e desapontam meu coração/Sei que é hora de recomeçar/Sem medo me abandonar/Acordar pra realidade, ser eu mesmo de verdade”. (“Ser eu mesmo”. Composição de Nando Rodrigues, Jonny e Paulo Marcio in “letras.terra.com.br/via33/1027756/ser-eu-mesmo-print.html”).      


segunda-feira, 21 de novembro de 2011

VIDA INTERESSANTE

O que faz a vida interessante, senão os acertos e os desarcertos. 
Nascimento e morte.
Alegria e tristeza.
Sorriso e choro.
Bonito e feio.
Sol e chuva.
Vento e calmaria.
Dia e noite.
Partidas e idas.
Desertos e mananciais.
Trovão e relâmpagos.
Mar e ondas.
Rios e correntezas.
Botões, flores, perfumes.
Natureza repleta de beleza.
Seres humanos, com singularidade de cada um.
Tempo passado, presente e futuro.
Tempo implacável.
Esperança, fé, medo.
Enfim é a vida.
Não é um vazio.
É um espetáculo.
Cheia de mistérios.

domingo, 20 de novembro de 2011

CABEÇA TURBINADA

Em tempos de informações diárias de atualizações de equipamentos de informática, nem sobra ao homem pensamentos. Tudo é rápido, veloz, como um avião de último tipo. Turbinar a cabeça, seria turbinar com coisas úteis e necessárias, esvaziando-se de pensamentos e idéias que não trazem benefício algum. Por exemplo, retirar o lixo do passado. Viver o passado, como fosse a única coisa a ter na cabeça, como se fosse a energia necessárias para viver. Ora, o passado não serve de fundamento para a vida hoje, porque não faz nada para você. Veja que não é limpar o passado e esquecer tudo, pois existirá certamente momentos de felicidade e lições da vida, que trazem experiências para o presente. O presente, hoje, ama o mais que o possível, no sentido de "amor pleno", inclusive, aceitando o perdão e dele utilizando-se para perdoar os que na vida lhe fizeram algum mal. Esse momento é que faz diferença na nossa vida. O futuro, o porvir, vai ficar na expectativa, na esperança e na fé, porém, não faz nada para você hoje. O tempo é um medidor implacável da vida. A vida passa o tempo permanece. Então, o melhor da vida, é ter uma cabeça turbinada, útil, certamente se terá uma excelente qualidade de vida em todos os aspectos, ou seja, com reflexos diretos na vida pessoal, familiar, no trabalho, no estudo, no meio social, na saúde, e mais no amor intenso a viver. A vida é um espetáculo sem limites, é uma chance sem igual. Por isso não ande com a cabeça cheia de minhocas, use um "delete", e adicione um "software de turbinagem de felicidade, entusiasmo, fé, superação, amor, alegria, força para viver". Cabeça turbinada de coisas úteis, é uma garantia de felicidade.  

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

CRISE DE HIPOCRISIA

Assiste-se diariamente, pela mídia, mais pela televisão, noticias diversas, tanto no panorama nacional, como internacional sobre o nível de corrupção, crises financeiras diversas, crise internacional da Grégia e do Euro, quedas de Governos no Oriente médio.O que chama atenção atualmente, além do noticiário internacional, é o que está acontecendo em palco nacional. Nesta primeira quinzena de novembro de 2011, é o caso do Ministro Carlos Luppi e da ocupação da Favela Rocinha no Rio de Janeiro, pela autoridade pública, a bola da vez das notícias. No caso do Ministro Carlos Luppi titular do Ministério do Trabalho, tive a impressão nítida que numa audiência pública (transmitido pela mídia, via televisão) realizada perante os Deputados Federais e outras autoridades, gritante hipocrisia as respostas e questionamentos, inclusive, no aspecto que respondeu a pergunta se conhecia o Sr. Adair Leite. Disse que não conhecia, e respondeu como se fosse um "um texto decorado e um ator lendo seu papel". Aí entrou em contradição, pois a mídia divulgou contatos pessoais e relacionamentos com o Sr. Adair Meira das ONGs Pró-Cerrado e Renapsi (reportagem da Revista Veja). O que perturba o cidadão é o fato de que, porque os dinheiro é distribuído em Ongs e Convênios com tanta fartura e facilidade e simplicidade. Não existe a gestão normal do Ministério, porque sobra dinheiro, se muitas instituições ligadas ao mesmo, não recebem recebe legalmente e anualmente verbas e nem melhorias. Existe então, uma Gestão deficiente, pois regula o dinheiro (deixa de repassar onde é necessário) e no final distribui de forma aleatória, pelo poder discricionário? É o que se tem visto também em outros Ministérios, pelo que é repassado via noticiário, inclusive, em audiências públicas afim de apurar "evidências de corrupção  em transferir valores e verbas para ONGs". No tocante a ocupação da Favela Rocinha, pela força pública, até parece que é uma descoberta fantástica.  Na verdade, é a prova evidente da falta de omissão do Estado em cumprir seu dever legal, para com o cidadão. Se o Estado tivesse prestado todo o serviço público naquele local, certamente não teria chegado a criminalidade e a ilegalidade, a ponto que chegou e nem a população teria ficado refém do poder paralelo por tanto tempo, como ocorreu. Diante dos fatos e das demais ocorrências de corrupção no Brasil, não é só do setor público, hoje a corrupção é um virus nacional (infelizmente) atinge pequenos e grandes empresários, agentes públicos,  gestores públicos, enfim, existem uma gama de situações onde é notório a corrupção e  jogo de interesses, inclusive a pratica de "molhar a mão" amplamente divulgado. O que deixa indignado o cidadão, pagador e contribuinte de impostos e taxas, é que num país onde tem um PIB estimado de R$-3,6 trilhões, deveria ser um paraíso, com saúde plena, segurança pública, educação pública de qualidade e exemplar, aeroportos, rodovias e ferrovias e transporte público que atendessem  de forma plena e eficaz a população, turistas e frequentadores de eventos, com a diminuição da pobreza e miséria.  Não é fácil ficar calado contras estas situações, inertes em silêncio profundo, quando está amplamente demonstrado a instalação da "crise de hipocrisia".  Só falta criar um Ministério da Moral e da Hipocrisia. Não está tudo perdido. A sociedade no estágio atual, exige  a mudança, exige a "ficha limpa" e o fim das transgressões. Exige-se por final, neste momento em que vivemos, a implantação de uma cultura da verdade, de progresso pleno, transparente,  que todos possam orgulhar da Pátria amada.  Viva a República e o povo brasileiro.     

terça-feira, 15 de novembro de 2011

REPÚBLICA DO BRASIL

Hoje é feriado nacional, comemorando-se a Proclamação da República. Interessante, que muitos brasileiros, sequer sabem da história política do Brasil,   e quando foi proclamado. A República,  "coisa pública", é uma forma de governo, no qual o chefe do Estado é leito pelos cidadãos, com mandato de duração limitado.  O chefe do Governo eleito é chamado de Presidente da República. Atualmente, a presidente é a Sra. Dilma Rousseff, eleita pelo voto secreto e livre, chefe do Poder Executivo. A República foi proclamada pelo Decreto nº 01, de 15.11.1889, constituída como "Estados Unidos do Brasil", regida pelo governo provisório presidido pelo militar Floriano Peixoto, que combateu, segundo a história, a monarquia. Criou-se então, uma comissão provisória para elaborar a Constituição República. O Governo Provisório, aprovou o projeto com modificações de Rui Barbosa, pelo Decreto 510 de 22.6.1890.  Instalou-se o Congresso em 15 de novembro de 1890, sob a presidência de Prudente de Morais, com um representante de cada Estado e do Distrito Federal, num total de 21 membros. A Constituição de 1891 (já tinha a Constituição de 1822), marcou o início da democracia no Brasil, considerado o jurista Rui Barbosa, como "pai da constituição", mas existe impugnação neste sentido, porque, "pai necessariamente ao lado precisa da mãe". Em síntese, o significado de 15 de novembro,  foi a saída do Brasil do regime monárquico para o regime republicano, que vigora até os dias atuais.  Atualmente, na atual fase política, se o Brasil fosse regime parlamentar, a Presidente Dilma, já teria sido substituída, porque, já houve a queda de cinco (5) ministros e o sexto está  "sangrando"  é o Ministro do Trabalho Carlos Lupi. Numa hipótese do regime parlamentar, marcava-se eleição para o primeiro ministro, e assim por diante. É interessante saber a história política do Brasil, e os personagens que lutaram e estabeleceram princípios para chegar até os dias atuais. Muita luta em favor da liberdade e a manutenção de direitos fundamentais e sociais dos cidadãos.  É claro que o Brasil teve um atraso histórico, contudo, deve aprimorar seu sistema de governo, revendo a histórias de outros países, que, embora desenvolvidos, estão passando atualmente por uma crise econômica sem precedentes. Assim caminha a República do Brasil.  

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

PRODUZIMOS NOSSAS PRÓPRIAS DOENÇAS

Doenças sociais "são tidas como as principais causas, direta ou indiretas, da maioria dos óbitos nos grandes centros urbanos, sendo uma grande preocupação para a saúde pública".  Nosso convívio social pode surgir vantagens e podem surgir situações indesejáveis, cujos danos propiciam o surgimento de "doenças sociais".  Ou seja, nossa organismo perde a resistência, a ponto de permitir o contágio e instalação de doenças de caráter oportunista. As doenças sociais, é tema de saúde pública. Os vícios do álcool, cigarros são agravantes, não se falando em outras drogas propriamente ditas. A tecnologia, como instrumento de contribuição para as doenças, vem atualmente, agravando a doença social do indivíduo, que atormentado por não acompanhar a velocidade desse evolução, tem com isso uma vivência num estado de pressão, espectativa e estresse,  ocorrendo desequilíbrios psíquicos e físicos, sem agente transmissor. Qual o agente causador da depressão, síndrome do pânico, dentre outras doenças?  São doenças que nós mesmos produzimos, e a pretensa cura, está em nos mesmos. Equilíbrio é a solução. Vamos dar uma pausa a tecnologia, porque ela é para o homem e não o homem viver para ela. Vamos amar, sempre amar mais, os familiares, os amigos, e na caminhada, viver em paz. Pausa, assim como a música tem pausa, vamos ter uma pausa (olhar as flores, sentir o perfume, formosura), andar, caminhar, correr, sorrir. Apreciar o céu azul, as nuvens, o sol a brilhar, a chuva cair, a noite, a lua, as estrelas, belezas naturais sem fim, que deixamos de lado em busca da "virtualidade" "pressa", "ganhar tempo" "dinheiro" "aparências" "posições" "reconhecimentos"... Esquecemos de nós mesmos, aí vem a "morte social". 

sábado, 12 de novembro de 2011

DEVER LEGAL

Nesta semana, houve um estardalhaço de notícias, sobre a prisão de um determinado traficante na favela da Rocinha no Rio de Janeiro de nome "Nem". Destacou-se a posição do cumprimento do "dever legal" da tropa do Batalhão de choque representada pelo cabo André Souza, que segundo o noticiário foram recusados pelos "PMs" a quantia de R$-1 milhão de propina, virando heróis os agentes públicos. Denota-se que, embora haja corrupção, fraude, enfim, vários procedimentos ilegais, existem "agentes públicos" comprometidos com o dever legal. A exaltação ao procedimento dos PMs, num mundo de corrupção, como modelo de honestidade, é o que deveria permear todo serviço público, inclusive, os "cargos eletivos em toda a esfera pública", pois assim certamente a "paz iria reinar na sociedade". Para construção de uma sociedade justa, é necessário que cada cidadão ou cidadã no exercício de sua atividade, seja como agente público, funcionário, servidor, empresário, político, profissional liberal, enfim, todos agissem com ética, honestidade, pois a paz se constrói com a justiça social, o cumprimento do dever de cada um. Atos isolados, são importantes a ser exaltados, como no caso dos PMs do Rio de Janeiro, onde a violência é extrema, nitidamente por haver ligação entre a criminalidade, poder, política, autoridades, num círculo vicioso sem fim. Mais, é virtude de todo cidadão ser honesto, e sendo os PMs agentes públicos, no exercício do dever legal, pagos pelos cofres públicos, mais ainda. Também é hora de se refletir, o salário de um cabo da Polícia Militar do Rio de Janeiro receber R$-1.500,00  frente aos super-salários de outros cargos do poder público? Merece exaltação esses agentes públicos, não só por não terem aceitados a propina, mas sim, mostrar a sociedade que apesar do reconhecimento ínfimo da classe trabalhadora da segurança pública do valor de seu salário, pois, como representante da segurança pública, é singelo o valor de seu salário, frente a "dar a vida a morte a todo instante" a fim de defender a sociedade. Quanto será o ganho do PM sem graduação? Se o cabo é R$-1.500,00, certamente será inferior o ganho do PM sem graduação? Precisa a sociedade levar um choque de notícias, afim de exigir dos seus representantes a alteração dessa condição, pois a melhora salarial e as condições de trabalho, são forma de aniquilar a criminalidade. Não é só na segurança, mas na saúde, na educação, nos serviços básicos da sociedade, onde o Estado é o agente responsável, arrecada da população "trilhões em impostos" e reverte em serviços cada vez mais precário. O Estado não precisa ter lucro, tem que fazer gestão dos recursos para beneficiar toda a sociedade, não grupos de pessoas e indivíduos, esse também deve ser o "cumprimento do dever legal".      

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

DEIXAMOS DE FALAR DE FLORES

Uma realidade constatada: "Deixamos de falar de flores". Nota-se que apesar do dia-a-dia, devemos ter uma pausa para reflexão, descanso, para acalmar nosso corpo, mente, alma. É necessário a pausa, pois faz parte da vida. Não existe a pausa na música, a pausa para o descanso em trabalhos de ações repetitivas, pausa e o silêncio para a meditação. No corre-e-corre da vida, deixamos de ver e admirar as flores, da beleza e a singularidade de cada uma. As rosas vermelhas com o perfume, os espinhos e o sol a brilhar nelas. O manacá da serra perfumado. Flores belas e exuberantes, permufadas, com a singularidade da espécie, com o espetáculo ímpar da natureza. Têm as flores desenvolvidas em laboratórios, com beleza sem igual. O importante é não esquecer das flores, momentos de amores vividos, perfumes, felicidade, é claro, que as vezes são usadas na morte, mesmo assim as flores não perdem a capacidade de impressionar pela beleza e o perfume. Tem aquelas existentes nas vias públicas, nas exposições, nos quintais  e jardins das casas. Há existem as flores do campo, quando se viaja pelas rodovias vemos muitas delas, e nem paramos para apreciá-las, e ali elas ficam para serem admiradas, beleza pura da natureza, só damos valor, quando são destruídas e ultrajadas pelo homem, quando ocorre a devastação sem limites. As flores estão à nossa espera, com perfume, cores, beleza, formosura, sem igual.

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

ELEITOR E O PODER DO VOTO CONSCIENTE


Próximos das eleições de 2012, no entanto, não se pode entender o comportamento do eleitor. No DF, não obstante os governos pseudo corruptos de Joaquim Roriz, José Roberto Arruda e atualmente pesa acusações a Agnelo Queiroz, tais cidadãos foram eleitos pelos votos dos eleitores da Grande Brasília. Será o voto e o eleitor os culpados pelas escolhas de seus representantes? Existe algum fenômeno que o eleitor tem em mente afim de eleger, pelo voto (escolha) representantes com intenções não democráticas, não comprometidos com o bem comum e o governo dos cidadãos. O voto é um exercício da democracia, inviolável, tanto que para votar, tem um ritual legal, afim de não comprometer o segredo do sufrágio e a credibilidade do processo eleitoral. A Constituição Federal, garante no artigo 1º, o voto sigiloso, princípio democrático. Exige-se tanta formalidade para o exercício do voto, nas eleições dos representantes, poderia, neste mesmo sentido, portanto, ser estendido em relação aos representantes eleitos, em razão do exercício do mandato, como uma forma de transparência e fiscalização dos trabalhos dos parlamentares. É rotina nos palácios da República, suspeitas de “mão boba na bufunfa”, “língua nos dentes” (denúncias por motoristas, seguranças, servidores), “boca na botija”, “dedo-duro”, “dinheiro na cueca, nos bolsos e nas bolsas”, um passando a perna no outro, enfim, um jogo de “pega ladrão de poder” sem precedentes. Para que o candidato chegue a algum ponto do poder político, precisa ser eleito, essa escolha, decorre do voto obrigatório do cidadão, que é o instrumento legal. Seria o voto uma forma de execução direta do candidato, no exercício do mandato, com o fim de retirá-lo de vez do cenário político? Tomando-se de exemplo o  DF, existe uma certa lógica, pois não é por acaso estas escolhas. Logicamente, pelo Brasil afora existem casos semelhantes como do Distrito Federal, como se divulgou recentemente pela televisão, talvez como espetáculo, quando na verdade é uma afronta ao direito do cidadão. Não teria o eleitor capacidade de realizar um voto consciente, como se prega em toda eleição ou existem combinações de fatores como o voto mercantil, (o mais usado pelo eleitor onde o coração e o bolso estejam juntos). Não resta dúvida, que, na prática o voto compulsório (obrigatório) que é o regime atual, influência o comportamento do eleitor, de forma que indiferente a tudo e a todos, não contribui para o aperfeiçoamento do processo democrático, ao contrário, uma vez que o eleitor é movido pela obrigação legal, torna-se mais suscetível a votar por motivos espúrios (amor e ódio). O poder do voto transcende a intenção do eleitor. Quanto ao voto livre, o que se tem visto e segundo pesquisas eleitorais, em países onde a pratica é legal,  existe o comprometimento do eleitor com a democracia, pois votam visando o melhor para a sociedade, e os candidatos eleitos prestam as devidas  contas do exercício do mandato aos eleitores. No Brasil, a cada pleito eleitoral nota-se o eleitor exercendo o voto consciente, frutos de campanhas da sociedade civil organizada e dos tribunais encarregados da normatização, aplicação e penalização dos candidatos e futuros mandatários.         

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

CORRUPÇÃO É UMA FORMA DE ABORTO

Aborto é uma forma de morte, ou seja, a interrupção anormal da gravidez. Assim também se dá na ocorrência da corrupção. É simples, porque se "retira recursos de forma fraudulenta da saúde, da educação, segurança, infra-estrutura e outros setores", é claro que alguém vai ficar sem atendimento de saúde, educação, e menos, ainda da merenda escolar. Vidas que deveriam ter sido atendidas, para tratamento de saúde, morrem nas filas, nas portas dos hospitais, em trânsito, enfim, "morrem". Se também as grávidas tivessem atendimento adequado, conforme prevê o SUS, também não morreriam, nem seus bebes? Se tivesse recurso para dar atendimento  aos recém-nascidos, também, não morreriam com menos de um ano de idade. E os idosos? Enfim, corrupção é morte, em forma de "aborto", porque, interrompendo o fluxo normal dos recursos, para atender ao cidadão, faltamente no final alguém vai ficar sem receber o benefício dos recursos públicos, estes formados com a arrecadação dos impostos da população. Tem mais,  a gravidez precoce (assunto de saúde pública), morte prematura de jovens devido ao vício de drogas, tudo falta recursos para combate, controle e tratamento. E a segurança, ao invés de ser pública passou a ser privada, e as estradas, antes públicas agora pedagiadas, com uma pista somente (não é auto estrada), onde se tinha a via pública construída com o dinheiro da população. Vidas e gerações são abortadas, porque os recursos são desviados via corrupção de igual forma também na educação, onde vidas educadas, teriam um rumo melhor traçado e não recebendo a educação adequada, com a devida merenda escolar, não se vai a lugar. Enfim, é um escala sem fim  que provoca a corrupção nos recursos públicos no Brasil.

sábado, 5 de novembro de 2011

QUANDO É NECESSÁRIO AGIR CONTRA OS INVERNOS DA VIDA

Nos dias atuais vivemos a concorrência da inovação e da atualização. De repente aquilo que estávamos achando que é atual, já não é mais, acabou-se. A cada segundo a transformação é uma realidade. Assim é nossa  vida, comparado as estações do ano: primavera, verão, inverno, outono. Cada qual numa finalidade, ciclo natural, em que a natureza se completa, se reproduz, enfim, esta aí para nos dar exemplo de grandiosidade, mesmo quando no dia-a-dia deixamos de observar as mais simples mudança que ocorre ao nosso redor. Por exemplo, primavera nascemos e crescemos. No verão, mostra o resplandecer de nossas vidas, nosso ponto ativo. No outono, ocorre o amadurecimento, em face das próprias experiências vividas. Chega o inverno, onde já não existe tanta fertilidade de vida, mas mesmo assim, temos vida, vamos lutar, vamos sorrir, amar, ainda que nosso corpo físico não corresponda a todos esses reflexos de maneira saudável. A par disso, existem os "invernos da vida", momentos em que tudo parece conspirar contra nós, a saúde precária, o desemprego, a morte, a família, tudo cinzento, como se tivesse encerrado a vida, não aparecendo e nem antevendo sequer "uma luz no final do túnel", como se diz. A verdade é que, existem flores de  inverno, portanto vida, enquanto existir vida, tudo é possível, basta acreditar, ter fé, agir e reagir mesmo no inverno, para chegar na primavera, no outono e verão. A vida é uma construção permanente. Construir todos os dias amores, amizades, paz, felicidade,  ainda que seja inverno ou mesmo desconstruir ou demolir, para fazer novo, com base e fundamento, dependendo da situação e do momento. É o enigma da vida.   "...quando alguém resolve não pagar mais o altíssimo tributo da acomodação, mas construir e viver sua história, está pela primeira vez para si mesmo dizendo sim". (Lya Luft - Múltipla escolha).

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

QUANDO TUDO SE TORNA ÓBVIO E ROTINEIRO

Tudo tecnologicamente programado. Do nosso dormir ao acordar, o dia todo, totalmente ligado no mundo tecnológico: celular, computador, facebook, twitter, gmail, i-pad, entres outros intrumentos tecnológicos, etc. Já não sentimos fisicamente os objetos. Sentimos no mínimo nossas roupas, talvez um beijo, um aperto de mão, um abraço. Também minguados, pois não vale a pena perder tempo com esses rituais. Se amamos, temos relação virtual "clic" estamos ficando, e "delete" já não estamos mais. Enfim, assim caminhamos, talvez não sentimos o calor do sol, apreciamos o colorido azul do céu. As flores, somente àquelas fotos virtuais postados pelos amigos, via internet. Àquelas flores que estão nas ruas, calçadas, nas casas, há é uma coisa chata. O perfume, somente importado. Já não temos mais o cheiro da salsinha, da cebolinha, daquele tempero natural das hortas dos quintais e das feiras semanais. Frutas, somente o suco via "polpa", é mais fácil, nem sequer ao menos temos o cheiro natural da fruta. Parar para pensar, nem pensar, pois atrapalha as tarefas , enfim, na rotina diária, já não se admira, não se ama como deveria... os outros humanos, somente um estatística do IBGE. Assim nos tornamos, um  ser "robo", centrado nas tarefas, desligados do cotidiano da vida, que é uma travessia, uma passagem. Não que a inovação não seja melhor, mas que possamos usar de toda inovação de forma equilibrada, sabendo que somos humanos, temos necessidade uns dos outros, fome, saudade, tristeza, alegria, paixão... Pense nisso...enquanto existe vida. 

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

TRANSPARÊNCIA

Cada vez mais as pessoas querem que suas relações sejam transparentes. Na família, no trabalho, nos relacionamentos negociais, exige-se a transparência. Ninguém gosta de manter relações de qualquer natureza, com entidades ou pessoas que ocultam informações as quais deveriam ser clara, visível, perceptível. Transparência deve ser como olhar uma vitrine, você vê o objeto com nitidez, clareza.  A democracia é uma consolidação de um regime político que dirige a nação. Exige-se que os indivíduos participem não só do processo de consolidação de poder, como também da vida comum, organizados para alcançar o desenvolvimento, tanto a nível municipal, estadual ou federal. A sociedade exige o comportamento ético dos poderes constituídos  e eficiência dos serviços públicos, já que estes são pagos com o dinheiro arrecadado dos impostos pagos pelos cidadãos e empresas. No Brasil, a corrupção tem sido combatida dia-a-dia. Inúmeras denúncias feitas pelos órgãos de fiscalização, poder judiciário, imprensa, ministério público, inquéritos policiais e processos judiciais. O cidadão é a maior vítima da corrupção, haja vista que os serviços públicos essenciais são os mais atingidos com essa situação. Não é somente o presente que é atingido, gerações futuras e vidas, sofrem e sofreram com a corrupção, pois arruína e compromete a qualidade dos serviços públicos de saúde, educação, segurança, infra-estrutura, entre outros. A corrupção é tão nociva que desvia recursos públicos, condenando o país ao subdesenvolvimento, afastando investidores, por não encontrar transparências em áreas necessárias para tal finalidade.  Também não é o caos, pois estamos vivendo dias que os poderes constituídos,  sociedade organizada e os cidadãos, cada qual em seu meio de atuação, tem-se buscado reprimir essa forma criminosa de atuação,  com aplicação recorrente da legislação existente para seu combate e controle. Os cidadãos sabem e tem ciência que a corrupção retira recursos da saúde, educação, segurança, infra-estrutura, cultura, esporte, entre outros setores, beneficiando pessoas e grupos, em prejuízo da maioria da população. Mais, atrai a ganância, estimula a formação de quadrilhas e a atração do crime organizado, numa roda vida de delitos, quase sempre associados. Constitui-se compromisso de todos os cidadãos e grupos organizados e do poder público,  combater a corrupção, em todos os aspectos, afim de construir uma sociedade justa e solidária.  O custo médio da corrupção no Brasil é estimado em 1,38% a 2,3% do PIB, isto é, de R$-41,5 bilhões a R$-69,1 bilhões (em reais de 2008), conforme levantamento e estudos da FIESP, publicado em 2010. O cidadão pode examinar as contas do governo federal pelo site “http://www.portaldatransparencia.gov.br”,   e do governo municipal no site http://www.cianorte.pr.gov.br/prefeitura/transparencia”   iniciando a batalha contra a corrupção. 

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

NÃO EXISTE VIDA SEM LUTO

A morte é um fato natural.  Vamos todos morrer, de uma forma ou de outra. Nunca temos uma resposta para a morte, sempre existe uma desculpa, quando ocorre. Também sempre haverá o confronto entre vida e morte. Com a morte, surge o luto para quem fica. O luto é uma realidade para quem fica, fatalmente, chegará a todos nós, cedo ou tarde,  entrará em nossas vidas. Muitos já experimentaram na vida (ou pele) esse tempo doloroso, da perda irreparável de um ente querido, amigo, irmão, enfim, a morte sempre leva alguém próximo a nós. Somente quem passa pelo luto, tem a experiência individual daquela momento ou tempo. Mas o luto passa com o tempo, afinal de contas, a vida é uma travessia. Não celebramos a morte, mas também não queremos morrer. O luto é uma separação, um rompimento, que somente o tempo pode apagar. É doloroso, pois como temos alegrias, fatalmente temos tristeza. Ninguém em plena consciência gosta da morte e nem deseja a alguém. Mas ela está aí, e chega, e temos que ter fé, coragem, para enfrentar esse momento de luto. Apesar do consolo dos amigos, do carinho, do afeto, enfim, cercados de tudo isso, certamente, continua ser um momento doloroso, ímpar da vida de quem fica. Daqueles que partiram, ficara a saudade...

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

"SOBRAM VEÍCULOS E FALTA ESPAÇO NA PR-323”.

Reportagem da Folha de Londrina, dia 23/10/2011, chama atenção entre outras Rodovias a PR-323, trecho Maringá-Cianorte. Conforme citado pela reportagem o custo por Km estaria em torno de R$-5 a 10 milhões, segundo o DER. Levando em consideração outros aspectos como pontes, viadutos e desapropriações (indenizações), não se sabe se estão incluídos no valor fornecido pelo DER, o Km sairia por R$-20 milhões/Km, total da obra de 70Km x R$-20 milhões = R$-1.400 um bilhão e quatrocentos milhões, no mínimo. O DER informa que “não há prazo” para o projeto, segundo a reportagem. Enquanto isso vidas são ceifadas,  nada se faz de melhoria na Rodovia, para evitar mais mortes. No mínimo, enquanto não há previsão de duplicação, melhorar a sinalização, ampliar as “terceiras faixas” onde já existem e em trechos onde há  “gargalos” aumentando o fluxo de circulação de veículos, seria uma solução simples e funcional, evitando acidentes e preservando vidas. Lembrando, que numa das últimas reformas, deixaram em alguns locais da estrada trecho Cianorte–Maringá, “as terceiras faixas sem manutenção”.
Obs. O presente texto foi publicado pela Folha de Londrina - Setor Cartas do Leitor - em 26/10/2011. 

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

DIMENSÃO DO AMOR

O amor não tem limites, fronteiras.
É sem medida.
Não tem peso, cor, altura.
Vivemos, sentimos, sofremos,
choramos, sorrimos.
Alegria e tristeza.
Não tem escolha, nem modelo.
Simplesmente é amor.



domingo, 23 de outubro de 2011

VIVER DE MANEIRA EQUILIBRADA

Atualmente vivemos um tempo de viver intensamente, buscando sempre alternativas tecnológicas para nossas tarefas diárias, procurando economizar tempo.  Na verdade, a realidade tecnológica, faz com que trabalhemos mais para adquiri-las, aí o nosso pretenso tempo economizado vai no trabalho a mais que realizaremos para pagar a tecnologia. O viver simples ou uma vida equilibrada, não é ser compassivo com as situações que a vida impõe. Veja que a acumulação de bens materiais, não obstante quem possui tal habilidade, retira de nós a possibilidade de desenvolver a vida de forma amorosa, pois passamos a ser subservientes, tanto daquilo que almejamos ter, para conservá-lo ou mante; quanto a tecnologia, que é sem fim, ou seja, à cada momento se tem novidade no mercado. São pontos que mais surgem em nossa vida, considerando as situações como referenciais para exemplificar a nossa busca. Cada um tem um interesse relevante, contudo, o que temos que ter em mente e como direção da vida, que a vida é presente, não é passado (porque não faz nada para hoje) e nem futuro (uma espectativa) e não tem como interferir no hoje. Como somos do mundo ocidental, com  a prática do cristianismo, Jesus é um exemplo de personificação da vida de simplicidade, citando exemplos na Bíblia, frequentemente, que faz sentido refletir sobre sua mensagem, ou seja, o equilíbrio material e espiritual. Em Provérbios 30:8, segunda parte: "não me dês nem a pobreza nem a riqueza, mas dá-me o pão que me é necessário". Em Mateus 6:19-21, resumidamente " não ajunteis tesouro na terra, onde a traça e a ferrugem tudo consomem, e os ladrões minam e roubam. Mas ajuntai tesouros no céu... Porque, onde estiver o vosso tesouro, aí estará também o vosso coração". Outros textos bíblicos dão sentido a mensagem para ter uma vida de equilíbrio (partilha e justiça na economia, pois se quero tudo, alguém ficará sem nada). Assim citando o cristinianismo como referencial, certamente outras tradições espirituais do mundo, com certeza têm  regras para o viver de forma equilibrada.  Certamente, devem dar enfoque a regra elementar de relacionamentos "tratar os outros como gostaríamos de ser tratados",  ou seja, "uma maneira justa de viver".  

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

A VIDA E O MEDO

Ao invés de vivermos a vida, que é  maravilhosa, apesar dos contra-tempos que temos, procuramos refugiar no medo. É isso. Ficamos angustiados com inquietações de toda natureza (guerras, terrorismos, ameaças, violência) já não se sentido como humanos, nos dando a sensação que estamos em plena selva, com pavor de violência, sem sossego e medo. Temos medo, não porque sejamos totalmente bons ou pacíficos. Somos devoradores, traidores, enganadores, agressores, enfim, sempre queremos fraudar alguém, mesmo nossos familiares. Nossa tendência para o mal é evidente, pois sentimos felizes e justiceiros quando acontece o pior com os outros. Gostamos de notícias negativas, e a mídia ganha imensamente com essa tendência ao gritante, ao horrível, ao sangue escorrendo nas fotos estampadas nos jornais e telejornais. Assim assistimos a tudo, como fosse uma realidade a violência, a maldade, a morte suicida, o homicídio, contudo, não atentamos para ouvir elogios, atentar para a bondade alheia, nem para compartilhar com o sucesso  e conquistas de ninguém. Invertemos  valores, ficamos cegos, lançamos falsas acusações, inverdades, ao invés de pensar, agradecer, aplaudir, sorrir, simplesmente viver. Nisso tudo criamos o medo, o medo da descoberta da nossa fragilidade,  da nossa incompetência em amar, sorrir,, elogiar, ser parceiro, companheiro, porque não somos inteiramente anjos.   

terça-feira, 18 de outubro de 2011

IMPOSTOS EM SALÁRIOS

O Brasil,tem um custo enorme por conta da arrecadação tributária. Existem impostos mais variados possíveis, bastando verificar que a carga tributária é elevada, o que afasta investimentos estruturais no país, fato esse comprovado pelos mais variados estudos econômicos e manifestações dos economistas. Por conta de impostos, recentemente foi divulgado estudos do Sindifisco, e confirmado por especialistas na área,  que os trabalhadores garantem 9,9% da arrecadação federal, mais que o dobro dos 4,1% pagos pelas instituições financeiras. Veja a distorção tributária. Quem ganha mais é que tem pagar impostos e não os trabalhadores pois retiram valores de seu ganho ainda compulsoriamente (imposto de renda retido na fonte). Imposto incidente em salário, essa é uma ilegalidade funesta. Depois não diga que o "poder econômico não determina os destinos da sociedade". Esta aí a lógica, e o povo continua a pagar a conta. Mais, divulgou-se que o Governo não "sabe o quanto vai custar a Copa do Mundo de 2014"?

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

PESSOAS DIFERENTES

Chama-se atenção a polêmica que surgiu em São Paulo Capital, no bairro Pinheiros, entre os moradores,  em razão de instalação de um  albergue que a Prefeitura de São Paulo, instalaria no bairro. Ouve indignação dos moradores e comerciantes próximos ao local, enfim, com um abaixo-assinado dirigido ao Ministério Público pedindo providências. Ao invés de pedir providências, pertinente a não instalação do albergue no bairro, o Ministério Público, respondeu que a "representação é discriminatória, segregacionista e elitista", conforme alude a matéria veiculada amplamente nos jornais desta segunda feira 17 de outubro de 2011. Não obstante aos fatos, não se pode tirar dos moradores a devida razão, com proteção ampla concedido pelo direito pertinente aplicável que é o Direito de Vizinhança, protegido pelo Código Civil, além de outros inerentes à propriedade.  Por outro lado, os futuros moradores de rua que passaram a utilizar-se do albergue para dormir e fazer suas refeições, enfim, um atendimento humanitário, que o poder público adota para as "pessoas desprovidas de casa" - um mínimo necessário que o poder Público pode fazer às pessoas. Veja que a questão, afora o conflito instalado, denota-se que as pessoas querem distâncias de problemas e de certa forma convivência com "pessoas menos desprovidas de recursos financeiros" "ou seja "pessoas pobres", no extrair dos fatos, ou seja "pessoas diferentes". O normal é que todos tenham casa, família, emprego, sejam limpos,  esse é o padrão. Contudo, existe uma questão mais profunda em jogo, que é a "dignidade da pessoa humana", fundamento  esse decorrente do texto constitucional  art 1º, inciso  III:  "A República Federativa do Brasil, formada pela união indissolúvel dos Estados e Municípios e do Distrito Federal, constitui=se em Estado Democrático de Direito e tem como fundamentos:  (...) III = a dignidade da pessoa humana".  Neste episódio é o Bairro Pinheiros, contudo, reflete a voz da sociedade da intolerância com os mais fracos. Não é uma questão de elite, é mais que isso, é uma questão de ordem constitucional a "dignidade da pessoa humana". O que se passa naquele local, é uma realidade  visível da sociedade, considerar "gentes diferentes" quando tem o mesmo sangue nas veias e o suor. Talvez se fosse uma "loja de pet shop" ninguém se incomodaria e não geraria polemica. Mas se existe a possibilidade de "gente diferente frequentar o bairro", não obstante as razões dos moradores e comerciantes, é impeditivo para não instalar o albergue. A sociedade deseja paz, mas ela faz a própria guerra. Não existe paz, sem justiça social. Preservar  a dignidade da pessoa humana, antes de tudo, é dever do Estado e da sociedade. Pessoa humana, é o bem supremo da ordem jurídica, o seu fundamento  e o seu fim. O Estado deve proporcionar o mínimo necessário  à existência física  e espiritual, com a idéia de uma "caridade pública", conforme ensina o jurista português Capelo de Sousa  (O direito geral de personalidade, Coimbra Editora, Portugal, p.99). Democracia é também aceitar "pessoas diferentes".    

sábado, 15 de outubro de 2011

DIA DOS PROFESSORES - 15 de outubro

"Professor é profissão. Educador é missão", frase escrita pelo prof. Salomão Becker, insável na luta pela dignidade do professor. Interessante sua história, podendo ser encontrado em vários trechos contidos em site da internet; 
Como filho de professora, recebi os cuidados de educação de minha mãe, assim também meus irmãos. Do exercício do magistério minha mãe Lúcia Pasin de Godoy, sustentou sua família, pois ficou viúva e com três filhos menores. Assim  como exemplo dela, muitas professoras, sustentaram sua família com atividade do magistério. De igual forma, professores. Entendo e pela vivência,  "professor é sempre". Não é só na sala é o tempo todo.  
Nesta data festiva (entendo que todo dia é dia do professor), transcrevo texto para reflexão de Paulo Freire, pois traz a baila um tema importante que é "direitos dos educadores" não levado a sério pelos Governantes e pela Sociedade:



"Ensinar exige humildade, tolerância e luta em defesa dos direitos dos educadores.
Se há algo que os educandos brasileiros precisam saber, desde a mais tenra idade, é que a luta em favor do respeito aos educadores e à educação inclui que a briga por salários menos imorais é um dever irrecusável e não só um direito deles.
A luta dos professores em defesa de seus direitos e de sua dignidade deve ser entendida como um momento importante de sua prática docente, enquanto prática ética. Não é algo que vem de fora da atividade docente, mas algo que dela faz parte.
O combate em favor da dignidade da prática docente é tão parte dela mesma quando dela faz parte o respeito que o professor deve ter à identidade do educando, à sua pessoa, a seu direito de ser. Um dos piores males que o poder público vem fazendo a nós, no Brasil, historicamente, desde que a sociedade riscos de, a custo de tanto descaso pela educação pública, existencialmente cansados, cair no indiferentismo fatalistamente cínico que leva ao cruzamento dos braços. “Não há o que faze” é o discurso acomodado que não podemos aceitar.
O meu respeito de professor à pessoa do educando, à sua curiosidade, à sua timidez, que não devo agravar com o procedimento inibidores, exige de mim o cultivo da humildade e da tolerância. Como posso respeitar a curiosidade do educando se, carente de humildade e da real compreensão do papel da ignorância na busca do saber, temo revelar o meu desconhecimento?
Como  ser educador, sobretudo numa perspectiva progressiva, sem aprender, com o maior ou o menor esforço, a conviver com os diferentes? Como ser educador, se não desenvolvo em mim a indispensável amorosidade aos educandos com quem me comprometo e ao próprio processo formador de que sou parte? Não posso desgostar do que faço sob pena de não fazê-lo bem.
Desrespeitado como a gente no desprezo a que é relegada a prática de pedagógica não tenho por que desamá-la e aos educandos. Não tenho por que exercê-la mal. A minha resposta à ofensa à educação é a luta política, consciente, crítica e organizada contra os ofensores. Aceito até abandoná-la, cansado, à procura de melhores dias. O que não é possível é, ficando nela,  aviltá-la com o desdém de mim mesmo e o dos educandos.
Umas das formas de luta contra o desrespeito dos poderes públicos pela educação, de um lado é a nossa recusa a transformar nossa atividade docente em puro BICO,e de outro, a nossa rejeição a entendê-la e a exercê-la como prática afetiva de “tias e de tios”.
É como profissionais idôneos  na competência que se organiza politicamente está talvez a maior força dos educadores   que eles e elas devem ver-se a si mesmo e a si mesmas.
É neste sentido que os órgãos de classe deveriam priorizar o empenho de formação permanente dos quadros do magistério como tarefa altamente política e repensar a eficácia das greves. A questão que se coloca, obviamente, não é parar de lutar mas, reconhecendo-se que a luta é uma categoria histórica, reinventar a forma também histórica de lutar". (Paulo Freire. Pedagogia da autonomia. 42ª reimpressão. 2010. Editora Paz e Terra, p.66-68).

PARABÉNS A TODOS OS PROFESSORES DO BRASIL E DO MUNDO. 

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

ELEIÇÕES E PODER



As eleições são processos que o regime democrático possui para eleger seus representantes, que em nome do povo exercerá poder, no legislativo e no executivo. Quem é eleito, via voto direto, é aquele candidato de preferência do eleitor, ante as propostas apresentadas e aceitação tácitas serão ratificadas com o voto. O ato de eleger, é votando, escolhendo, essa é a garantia do estado democrático. Todo momento que antecede às eleições, são estabelecidas regras a serem obedecidas pelos candidatos, no processo eleitoral a ser realizado, ou mantido as regras anteriores das eleições. Algum tempo, vem se questionando o financiamento público para as eleições. Veja que a questão de financiamento  é interessante, contudo, não altera o poder recebido pelo representante político da população. Com ou sem financiamento público, o que garante que um determinado candidato eleito com o financiamento público, vai ocupar das questões públicas.  Se posteriormente, com mandato em mãos, vai priorizar e buscar solucionar as questões de garantia de direitos sociais, garantidos pela Constituição Federal, artigo 6º, entre elas à educação, saúde, segurança, moradia, trabalho, assistência social destinada às crianças, adolescentes, idosos e desemparados. No pé que estão às políticas públicas, não existem motivos e fundamentos  para impor ao cidadão financiar partidos, campanhas, com dinheiro público. Trabalham-se com questões que não alterariam o poder político. É fato notório, pretensos comportamentos de parlamentares de  cobrança de pedágios  para liberação de recursos e também quanto a votação interessante ao Governo, com a recíproca de permuta de interesses. As eleições são necessárias e realmente estão ocorrendo, na medida do possível  alternância de poder, retirando o poder que era mantido com determinado clã político, cacique eleitoral e partidos. Mas o poder político propriamente dito, no exercício do mandato, deve nortear a pessoa do representante eleito, este sim, que é produto da sociedade, deve trabalhar e se ocupar em debater, discutir e resolver as questões públicas e do bem comum, sob pena de perder sua legitimidade. O sistema democrático em tese, não se tornará mais fraco ou forte, com o financiamento de campanhas, pelo setor privado ou público. É uma questão importante, contudo, mais coerente será o exercício moral do mandato pelo eleito e também a permanente fiscalização pela sociedade, além daquelas fiscalizações públicas realizadas pelos tribunais de contas, acompanhado de outras formas de fiscalizações existentes e legais. Seria mais democrático que “todos os valores a qualquer título, retirados dos cofres públicos, fossem destinados aos interesses comuns da sociedade, para atendimento dos mínimos direitos sociais que a Constituição garante”, e não distribuídos em prol de indivíduos, grupos, organizações, empresas, cidades ou estados escolhidos com interesses pessoais dos mandatários.    

terça-feira, 11 de outubro de 2011

SER FELIZ É SER CRIANÇA

A felicidade, pode ser comparada a simplicidade de uma criança. A criança não se preocupa com nada. Tem certeza que seus pais, suprirão suas necessidades. Brinca, pula, corre, fale, enfim, vive como não tivesse o amanhã. A simplicidades dos atos de criança, é que nos leva a pensar e refletir, se o tempo de criança, não poderia ser para toda a vida. Viramos adultos, assumimos compromissos  e obrigações, perdemos a fé e a simplicidade de criança. Na longa travessia da vida, esquecemos de viver em simplicidade, amor, solidariedade, compreensão, paz, enfim, passamos a complicar a vida. A vida não é complicada, nós que somos o atores, que fazemos nosso próprio destino e papel.   Criança tem sido temas de muitas canções, obras literárias, parábolas, pois é uma fase ímpar de vida. Mais que isso, tem dia próprio para comemorar, é o dia 12 de outubro. Viva feliz, seja criança só por um minuto, vale a pena.

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

ESPERANÇA

Esperar não é ilusão.
Ilusão é engano.
Esperar é aguardar algo para acontecer.
Talvez seja amar, sem saber, sem poder.
Viver sem fruir a vida, ficar sem agir.
Esperar gera esperança.
Esperança no futuro, que não poderá ocorrer.
Esperar, desejos sem realizar.
Sonhos que não poderão se tornar reais.
Enfim, talvez seja uma saída.
Contudo, viver mais, amar mais. 
Aqui e agora, seja mais prudente.
Falar, sentir, realizar, trabalhar, sonhar,
abraçar a vida em sua dimensão.







domingo, 9 de outubro de 2011

CORAÇÃO PARTIDO

Quem já não teve o coração partido? A maioria das pessoas já passaram por experiências dolorosas (morte, doença, tragédia, divórcio, desemprego...). Nesses momentos nenhum consolo satisfaz essa dor irreparável. É uma dor sem igual. A tristeza toma conta da gente, não exergamos mais nada. Uma sensação que penetra no mais íntimo do ser, no coração, como nunca mais vai desaparecer. Somente quem passa por essas situações, pode dimensionar o que realmente sentiu. Cada um sente de uma maneira. Coração partido, nem mesmo o melhor e maior cardiologista poderá sarar essa dor. Cada ser humano, tem uma forma singular de sair dessa ou dessas experiências, já que o coração partido, não vai ser somente uma vez. É fatal, vai ocorrer na vida afora. Existem soluções de consolo (religião, fé, solidariedade dos amigos, conselheiros, tratamentos médicos, ...), mas quem tem que suportar essa seqüela é àquele que teve o coração está partido.    Somente o tempo poderá sarar um coração partido.    

AFINAL DE CONTAS A VIDA É REAL E NÃO VIRTUAL...

Augusto Cury, em sua obra I ntoxicação Digital, ed. Benvirá, 2a edição, 2024, p.135, escreveu: [...] A vida é dramaticamente curta para se v...