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sexta-feira, 11 de novembro de 2011

DEIXAMOS DE FALAR DE FLORES

Uma realidade constatada: "Deixamos de falar de flores". Nota-se que apesar do dia-a-dia, devemos ter uma pausa para reflexão, descanso, para acalmar nosso corpo, mente, alma. É necessário a pausa, pois faz parte da vida. Não existe a pausa na música, a pausa para o descanso em trabalhos de ações repetitivas, pausa e o silêncio para a meditação. No corre-e-corre da vida, deixamos de ver e admirar as flores, da beleza e a singularidade de cada uma. As rosas vermelhas com o perfume, os espinhos e o sol a brilhar nelas. O manacá da serra perfumado. Flores belas e exuberantes, permufadas, com a singularidade da espécie, com o espetáculo ímpar da natureza. Têm as flores desenvolvidas em laboratórios, com beleza sem igual. O importante é não esquecer das flores, momentos de amores vividos, perfumes, felicidade, é claro, que as vezes são usadas na morte, mesmo assim as flores não perdem a capacidade de impressionar pela beleza e o perfume. Tem aquelas existentes nas vias públicas, nas exposições, nos quintais  e jardins das casas. Há existem as flores do campo, quando se viaja pelas rodovias vemos muitas delas, e nem paramos para apreciá-las, e ali elas ficam para serem admiradas, beleza pura da natureza, só damos valor, quando são destruídas e ultrajadas pelo homem, quando ocorre a devastação sem limites. As flores estão à nossa espera, com perfume, cores, beleza, formosura, sem igual.

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