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domingo, 8 de março de 2020

MULHERES DA CAMINHADA...


Como é um dia específico de celebrar as conquistas das mulheres e seus desafios.
Fui criado por uma mulher D. Lúcia... meu pai faleceu tinha eu cinco anos e mais dois irmãos gemeos em 1965.  Uma longa trajetória de sobrevivência.  Superou a figura paterna, dentro de seus limites.
Aprendi com minha avó Maria Moreno Godoy muitas coisas para a vida: plantar e cultivar flores e verduras, além do trato de conservá-las, pois era espanhola e veio de Minas Gerais. Ensinou muitas coisas.
Minha tia Olivia costureira, com certa deficiência visual tirava seu sustento na máquina de costura. Procurei muitas agulhas para ela, além de alfinetes e emendar peças para costura... e também com retalhos fazia peças de vestuário para a família ou quem necessitasse.
Tias também tive: Tia Tina, Evanilde, Marina, Marcelina, Dolores...valorosas mulheres.
Primas Maria do Rosário, Elaine, Edilene, Marilda, Mariamós, Ana Maria, por conta da convivência.
Depois veio minha irmã, que ajudava nas tarefas da casa, enquanto minha mãe trabalhava e estudava. Depois veio D. Marcia, sogra D. Tereza.
Veio minhas filhas mulheres: Talita e Laura.
Da Talita vieram três lindas mulheres: Maria Clara, Ana Luiza e Sarah Beatriz, que certamente farão sua trajetória.
Convivo com grandes mulheres advogadas, que lutam pela sobrevivência na Subseção de Cianorte e em outros locais que exerço a advocacia.
Além daquelas advogadas que fazem parte das câmaras de seleção e especial que participo na Seccional do Paraná (deixo de mencionar o nome delas porque são muitas e muitíssimas competentes e de uma sensibilidade extrema para decidir).
Na Seccional do Paraná, atualmente, cada câmara é presidida por uma mulher Dra. Marilena Winter (Câmara Especial além de ser nossa vice-presidente da Secional do Paraná e já tinha trabalhado Câmara de Seleção anterior 1916/1918) e Dra. Christhyanne (Câmara de Seleção).
Não poderia falar diferente das mulheres, pois todas que tenho convivido cada qual deixa seu legado de sensibilidade, humanidade e justiça. 
Minha primeira professora escolar foi D. Helena, deu rumo ao meu saber!
Assim sou grato a todas elas e no convívio da vida, tenho aprendido que uma mulher tem capacidade plena para a vida, sem limites, além do digno respeito que merece de toda a sociedade, principalmente dos homens!
Abraços a todas as mulheres.

AFINAL DE CONTAS A VIDA É REAL E NÃO VIRTUAL...

Augusto Cury, em sua obra I ntoxicação Digital, ed. Benvirá, 2a edição, 2024, p.135, escreveu: [...] A vida é dramaticamente curta para se v...