Pesquisar este blog

terça-feira, 13 de março de 2012

NO MUNDO DOS PREÇOS

Infelizmente vivemos no mundo dos preços, das etiquetas, da aparência. Desprezamos coisas simples da vida, procurando por àquelas que detém a particularidade de valiosidade, pelo simples contexto, ou seja, só tem valor quando se dá para exibir. Mas, apesar disso tudo, tem muita ainda que não tem preço:
não tem preço o ar que respiramos;
as cores dos raios de sol;
a natureza;
o céu azul;
amizade sincera;
o amor, sem limites;
compaixão;
afeto;
gratidão.
Não tem preço as gotas da chuvas quando são iluminadas pelos raios do sol. Não tem preço o ombro amigo, no dia do luto, da doença. Não tem preço o abraço de uma criança, como se fosse um colar em volta do pescoço do pai, da mãe... Não tem preço a bondade, a humildade, a paz... Não tem preço a tranquilidade da vida, a eternidade após a morte, enfim, existem muitas coisas sem valor econômico. Existe o canto do pássaro, o brilho da lua a iluminar à terra na noite adentro. O brilho das estrelas, o sentido  do vento, sua atuação na mata, das folhagens, no nosso corpo.  Existe a vida para ser viver com simplicidade, sem apego e sem ganância.  Ainda, existem os pensamentos que não é objeto de preço, mas querem censurar e a liberdade querem cercear, para dominar.  Enfim, apesar de muita coisas não ter preço, infelizmente, lutamos para comprar àquilo que tem preço, sem atentar à coisas simples que podemos vivenciar.  

AFINAL DE CONTAS A VIDA É REAL E NÃO VIRTUAL...

Augusto Cury, em sua obra I ntoxicação Digital, ed. Benvirá, 2a edição, 2024, p.135, escreveu: [...] A vida é dramaticamente curta para se v...