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sábado, 24 de maio de 2025

AFINAL DE CONTAS A VIDA É REAL E NÃO VIRTUAL...

Augusto Cury, em sua obra Intoxicação Digital, ed. Benvirá, 2a edição, 2024, p.135, escreveu:

[...] A vida é dramaticamente curta para se vier e tremendamente longa para se errar. Não erre com você, deixando de contemplar o belo e fazendo das pequenas coisas um espetáculo aos seus olhos. O mundo real está muito além do virtual. Não erre com quem você ama.

É triste saber que milhões de casais sepultaram seus parceiros vivos.

Eles estão perto, próximos, mas são incapazes de perguntar: "onde eu errei e não soube, o que posso fazer te tornar mais feliz".

Não erre com seus filhos, sepultando-os vivos também, tendo tempo para muitos no mundo digital, mas não penetrando em camadas mais profundas deles.

Elogie-os dez vezes mais do que os critica.

Não sepulte seus pais, amigos e colegas de trabalho nos solos do seu coração também pelo excesso de uso dos celulares e da internet".

[...] Queira, sim, ser o mais feliz, tranquilo e relaxado. Afinal de contas, você não tem milênios para viver".. 

Enfim, afinal de contas somos humanos, reais, e a vida é unica para viver e ser feliz, e exige ações concreta, portanto, deve ser vivida de forma real!. 


quinta-feira, 22 de maio de 2025

CADA SER HUMANO "UM MUNDO"...

 

 

“O juiz aposentado José Eduardo Franco dos Reis, do Tribunal de Justiça de São Paulo, que se apresentava como descendente da nobreza britânica e viveu 45 anos sob a falsa identidade de Edward Albert Lancelot Dodd Canterbury Caterham Wickfield, alega ter diagnóstico de Transtorno de Personalidade Esquizoide (TPE).”https://www.opovo.com.br/.../2025/05/21/juiz-diz-que-criou-

Esses fatos relacionados do E. Magistrado, que levaram alterar seu nome (são razões pessoais do mesmo ou decorrente de alguma situação existencial, mas cumpriu seu “mister como Juiz emitindo decisões, sentenças, resolvendo problemas alheios que lhe foram submetidos”, ao que consta, segundo notícias, foi um bom Magistrado (23 anos de carreira 1995-2018).

Em algo semelhante viveu o escritor Fernando Pessoa (1888-1935) na literatura (com a arte de fingir e criar personagens em torno de 127 heterônimos viveu em Portugal), o gênio da literatura, morreu sem aposentar e não conseguiu uma vaga no Museu de “Cascais” onde pretendia trabalhar e escrever de forma tranquila como desejava. 

Dizia Pessoa  “o ser poeta e escritor não constitui profissão; mas vocação”. (obra abaixo p.459).

Escreveu em “Sonnet 1”:

[...] E ao enunciar o que somos ao pensamento

Não passamos de sonhos de nós mesmos, almas em lampejos

Cada um para cada um dos sonhos de outrem”. (obra abaixo página 481)

Fernando Pessoa uma quase autobiografia (in José Paulo Cavalcanti Filho, ed. Record, 6ª edição, 2012, p. 459, 481). 

O que fica dessas situações é que os fatos são reais, e cada ser humano é um “mundo”  e a procura de descobrir a si próprio...

AFINAL DE CONTAS A VIDA É REAL E NÃO VIRTUAL...

Augusto Cury, em sua obra I ntoxicação Digital, ed. Benvirá, 2a edição, 2024, p.135, escreveu: [...] A vida é dramaticamente curta para se v...