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quinta-feira, 12 de junho de 2014

VOTO: UMA FORMA DE REVOLUÇÃO DEMOCRÁTICA E LEGAL

Está fazendo quase um ano que aconteceram os "movimentos pelo aumento do transporte coletivo de 20 centavos". Lembram-se. Pois é, a vontade de mudar, teve início naqueles movimentos e continua em nossos mentes e corações. Nós somos atores do nosso próprio destino. Talvez levará décadas para alterar a atual situação do Brasil. Mas, a mudança tem que acontecer de forma democratica, eleições mais eleições, e em 2014, mais do que nunca, começa a alterar o panorama de nossos representantes. Vote de forma digna, escolha, debata os candidatos, examine-os, assim voce estará ajudando a fazer uma revolução através de seu voto, ousando nas mudanças que certamente hão de vir...
Só para ter uma idéia do Brasil - Educação, segundo pesquisas, o Estado de São Paulo, que é considerado um Estado promissor, somente 13 em cada 100 escolas tem bibliotecas.
Em razão de tudo que estamos vivendo nos últimos anos, inclusive, pela esperança dilacerada nos últimos tempos, pelos atos de desgoverno, descaso, insatisfação, indignação da população, frente aos atos de Governo (de um modo geral), e também a fraqueza do Parlamento (em todos os níveis), frente ao Executivo, o voto se torna no momento,  a maneira mais pacífica, legal e democrática a realizar mudanças. Talvez demore algum tempo, para mudanças, mas, as eleições de dois e dois anos no Brasil, é talvez de imediato a única forma pacífica para alterar esse panorama de poder.
As manifestações que ocorrem e já ocorreram nos últimos doze meses, em todo o País, embora tenha demonstração de mobilização, não sabemos o mérito (se é orquestrada por alguém, por ideologia ou por qualquer outro fato ou situação não perceptível) tem um resultado positivo, mais o saldo é mais negativo, à medida que traz insegurança as instituições e atinge o direito de ir e vir do cidadão.
O voto, seguramente, ainda é uma ferramenta por excelência para qualquer mudança. É  pacífico, legal e democrático. O eleitor tem o tempo necessário para analisar em quem votar, ver a biografia do candidato, debater idéias, enfim, existem um processo eleitoral todo para conhecer o candidato. Talvez haja a indigação pelos candidatos apresentados, mas, sempre existe àqueles que não se curvam ao poder e de fato representam os interesses do povo, embora, eleitos passam a ser "massa", mas podem elevar a voz, impugnar, mobilizar a população e rejeitar toda forma de manipulação de poder, corrupção ou atos que afrontam a dignidade do cidadão.
 

sábado, 7 de junho de 2014

COPA DO MUNDO DE 2014 - UMA GRANDE JOGO DE PODER E INTERESSES

(...) Há um fenômeno recorrente no Brasil. Invariavelmente se passa bem longe do cerne das questões. Em efeito, atira-se na sombra do alvo. Quando muito. Nove bilhões de reais são irrelevantes em relação aos 600 bilhões de reais, repito, 600 bilhões de reais, gastos anualmente para sustentar a maquina do governo. Que não funciona, diga-se de passagem. O contribuinte paga todo ano, mais de 66 vezes... o preço dos estádios. Bom lembrar: sem ter a contrapartida. (http://veja.abril.com.br/blog/de-paris/tag/decomte).   
O Brasil é a sexta maior economia do planeta, e em 2013 o Governo Federal arrecadou 1,138 trilhões de reais. Segundo a FIESP os prejuízo econômicos e sociais que a corrupção causa ao país, chega a casa de 69 bilhões de reais por ano, quase oito vezes mais do que o custo total dos estádios. Segundo a FIFA apresentou projeto de 8 (oito) e não 12 (doze) arenas esportivas (estádios). Quatro estádios, segundo a FIFA não está no plano da COPA... Pelas conversas da FIFA e GOVERNO, tem-se uma idéia da situação...
A idealização da Copa do Mundo, pelo que atualmente tem-se visto não passa de pura manobra de manutenção de poder, ainda que tenha trazido inúmeros benefícios para o País. Tem o lado positivo, mas a ideologia política, talvez seja o maior trunfo daqueles que querem perpetuar no poder. Esse movimento anti-copa, nada mais é que a "articulação do próprio Governo seus alidados afins" com o objetivo de afastar a população de outros assunto mais urgentes de corrupção existente no cenário nacional, talvez seja "a jogada mais inteligente para perpetuação e  manutenção do poder".  Mais, o que tem evidenciado, é que o povo não está caindo nas graças da Copa, como se previa, descuidando--se de seus problemas mais urgentes, pois o endividamente da população é enorme, e ninguém vai relaxar com a "Copa do Mundo" afinal quem paga a conta é quem deve e o Governo não vai ajudar ninguém, mesmo decretando moratória para as dívidas pessoais (hipótese remota).  Induziu o povo ao consumo, ao crédito desenfreado, a compra de carros, etc, e idealizou a Copa, mas sempre alguma situação não prevista surge no cenário, portanto, o povo endividado, com inúmeras greves acontecendo (perturbando o sossego, trabalho e bem estar da população) - as greves, paralizações e movimentos fugiram do controle - certamente será frustante o resultado positivo previsto, com segundo intenções. Mesmo, na hipótese do Brasil vir a se tornar campeão, o mau humor da população não será transformado em alegria e vibração. Tem outro fator importante, é que muitos que presenciaram a derrota do Brasil ao Uruguai na Copa de 1950, morreram, e talvez seus descendentes torcedores não têm mais interesse nessa Copa de 2014, afinal passaram mais de 60 anos, e esta geração  tem mais esportes além do futebol para a pratica desportiva.  

AFINAL DE CONTAS A VIDA É REAL E NÃO VIRTUAL...

Augusto Cury, em sua obra I ntoxicação Digital, ed. Benvirá, 2a edição, 2024, p.135, escreveu: [...] A vida é dramaticamente curta para se v...