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sexta-feira, 17 de abril de 2020

DESGASTE!

"Não são as grandes dores que aniquilam.
São as míudas penas cotidianas,
É seu atrito leve e persistente
Que esgarça, fibra a fibra, nossos nervos."
(Helena Kolody poeta paranaense, Correnteza, ed.Lítero-Técnica, Curitiba, 1977, p.136)".
Desgastar, conforme consta do dicionário da língua portuguesa (corroer, envelhecer, corroer, consumir por esforço...).
Talvez uma palavra que, de certa forma, vem a demonstrar os dias que estamos vivendo de "isolamento social, quarentena..." em razão do "vírus coronavid 19".
Essa poesia reflete bem o que estamos passando!
Desgaste total, um momento sem retorno, em benefício de preservar vidas - ao menos essa é a finalidade principal. Exige o sacrifício de todos os brasileiros, de norte a sul, lestes a oeste, pois estamos todos vulneráveis a esse vírus.
Muitas informações, pouca verdade, mas o fato é que o problema esta por aí... Muito desgastante para todos. Os governos se debatem em criar medidas, para fortalecer a economia, e resistir ao ataque viral.
Tem que ganha e tem quem perde. Por óbvio tem os oportunistas de poder e que estão a espera de ganhar dinheiro, além de uma grande passagem para se tornar um ator virtual, emitindo medidas inconstitucionais, como tutelar o direito de ir e vir, como "ir à praia".
Nesses dias, é evidente o desgaste das pessoas [...] fibra a fibra, nossos nervos". Estamos a viver sem rumos, a cada instante, um fato!
De fato não sabemos o amanhã, mas cada dia é um dia...
Mas não é fácil superar as "miúdas penas cotidianas, que é um atrito leve e persistente", porque corrói de fato nosso ser!
Não não como não atentar contra nossa saúde físico e mental.
Mas a regra é superar, lembrando que cada um é uma estrela nesse imenso universo.

AFINAL DE CONTAS A VIDA É REAL E NÃO VIRTUAL...

Augusto Cury, em sua obra I ntoxicação Digital, ed. Benvirá, 2a edição, 2024, p.135, escreveu: [...] A vida é dramaticamente curta para se v...