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terça-feira, 24 de dezembro de 2013

NATAL – MOMENTOS DE REFLEXÃO


Chegamos em dezembro, muita se fala sobre o Natal e comemoramos o nascimento de Jesus, de acordo com a tradição cristã. Vivemos o período do advento (espera) até chegar à data de 25 de dezembro. Obviamente, como cristãos, pessoas de fé, alegremente vivenciamos esse momento, renovando que, no Natal, a benção da salvação chega até nós por meio de Jesus Cristo que entra na história e assume nossa humanidade (João 1.14). A mensagem do Natal,  tem o mistério do encontro entre céu e a terra, o divino e o humano. Porém, têm aqueles que não acreditam, pois não se importam com a data, considerada uma data sem importância, meramente festiva. Como vivemos numa sociedade considerada cristã, à bíblia se torna um livro de suma importância – um referencial - pois além de fonte de fé,  uma crença num Deus vivo e operante, transmite, muitas regras da moral, da ética e princípios, aplicados na nossa vida diária.  Nessa época de proximidades de comemoração do Natal, não obstante a isso, atenta-se a mensagem cristã bíblica que “Jesus nasceu e trouxe a nós uma realidade abundante de vida, no presente e no futuro (esperança)”. Como mencionado, isso é para as pessoas dotadas de fé, ou seja, que firmemente vivem na realidade dos evangelhos. Merece atenção específica para os dias de hoje, quando se mede a qualidade de uma pessoa pela aparência, pela quantidade de capital que possui, pelo ganho, pelos inúmeros exercícios espirituais que realiza perante a igreja e a comunidade, como se fosse um deus (às vezes queremos ser mais religiosos que Deus), a citação do livro de Mateus, cap. 25 - versos 31-46 – A vida eterna e o castigo eterno. Nesse texto bíblico preconiza que temos que ter ação, atitude naquilo que está ao nosso redor, independentemente de quem seja, afinal a “conduta está relacionada ao não fazer e se feita à ação seja de coração, sem exigir a quem seja feito, sem discriminação alguma, sem contrapartida, sem troca”.  Esse dever traz a magnitude do evangelho ensinado por Jesus Cristo, pois a vida é feita de ações simples na plenitude do amor, da doação, da justiça, da igualdade entre os seres humanos.  Neste Natal, reflita e considere, como nunca antes, o que significa viver uma vida de compaixão, bondade, humildade, paciência, perdão e pacificação (poder do amor), certamente vai encontrar uma alegria e paz que jamais imaginou existir. O Natal nos transmite a permanente mensagem de deixar Jesus nascer em nossos corações e permanecer  junto a nós, todos os dias. Feliz Natal.   

CEMITÉRIO PARA ANIMAIS

Na Europa, especificamente na França, o ato de sepultar animais de estimação da família ao falecerem já é comum há vários anos e, por incrível que possa parecer, o portal que serve de entrada para o "Passeio Público" - santuário ecológico no centro de Curitiba -é uma réplica do portal de entrada do cemitério de animais em Paris (http://www.parquesepracasdecuritiba.com.br). No Brasil, existem locais para sepultamento de animais de estimação, de caráter privado, e também, já existe na Cidade de Teresina, um cemitério público (sem fins lucrativos). Talvez muitos não saibam que normalmente quem possui um animal de estimação cuida dele com carinho e grande estima, na maioria das vezes, a ligação é tão profunda e intensa que o mesmo é atendido como membro da família. E quando morre? O que fazer? Se não existir um cemitério público, o destino certamente será o aterro sanitário. Se existir um cemitério particular, o interessado vai ter que desembolsar um valor para enterrar o animal, com as devidas honrarias, além das devidas parcelas anuais para cobrir as despesas de manutenção. O enterro de animal de estimação, em local apropriado (público ou particular) dá oportunidade as pessoas a realizar um ato de amor, despedida, amenizar em parte a perda do apego ao bicho. Não é exagero e nem excesso de zelo, pois cada um faz o que lhe desejar e dentro de suas possibilidades financeiras. Na Cidade de Catanduvas-SP, por exemplo os vereadores aprovaram uma lei recente que autorizava o sepultamento de animais domésticos, em cemitérios onde se enterram os humanos, ficando cada qual, proprietário de jazigos ou dono do espaço, liberados para tal prática. Segundo os vereadores da cidade, essa “lei aprovada era um anseio das pessoas que não sabiam o destino de seus animais de estimação quando estes vinham a falecer”. Houve recurso ao Judiciário pelo Prefeito da Cidade e o Tribunal de Justiça de São Paulo, suspendeu seus efeitos através da ação direta de inconstitucionalidade (Adin). Recentemente a Câmara Municipal de São Paulo, contrariando vários setores, aprovou lei que autoriza o enterro de animais domésticos junto aos donos, no mesmo jazigo, em cemitérios públicos da Capital Paulista. Tal projeto, ainda precisa ser sancionado pelo prefeito Fernando Haddad. É evidente que, embora alguns cidadãos acham um problema longe de se discutir, provavelmente remoto, alegando outros problemas mais urgentes a serem solucionados pela administração – várias cidades, antecipando o problema, principalmente no Estado de São Paulo, já estão buscando uma solução, para pacificar o problema. A cidade de Cianorte, não poderá fechar os olhos, certamente terá que tomar providências nesse sentido, pois a cada dia aumenta a população de animais domésticos (cães, gatos, pássaros) e o município recebe impostos e taxas, certamente providenciará estudos para a criação de um cemitério público para animais. Poderá, também, aprovar uma lei, para que o dono do jazigo, tenha o direito de enterrar em seu túmulo, seu animal de estimação no cemitério público municipal, como foi aprovado pela Câmara Municipal de São Paulo. Haverá muita discussão e polemica em torno do tema, mas a verdade que é uma questão a ser debatida amplamente pela sociedade e pelos interessados. Cedo ou tarde, estará batendo as nossas portas, haja vista o crescente número de animais domésticos e a grande repercussão social e econômica de todo o segmento envolvido. A discussão vai longe, vai enfrentar resistência, mas é uma questão de tempo, afinal, não é um direito do cidadão, enterrar seu animal de estimação em seu jazigo?  
    

AFINAL DE CONTAS A VIDA É REAL E NÃO VIRTUAL...

Augusto Cury, em sua obra I ntoxicação Digital, ed. Benvirá, 2a edição, 2024, p.135, escreveu: [...] A vida é dramaticamente curta para se v...