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segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

LIBERDADE DE LOCOMOÇÃO

Em tempos de modernidade, o que mais se vê são propagandas de vendas de veículos e motocicletas. Basta ligar a televisão, verifica-se em horários nobres a guerra de fabricantes e revendedores, enfiar um carro no brasileiro, mesmo de último tipo e modelo mais caro possível, até financiado. Andar na caixa de aço é coisa moderna, traz status e um ar de liberdade. Nas grandes cidades existem carros nas ruas uns sobre outros, onde vamos parar? Tudo que é feito e construído, deve ser privilegiado o ser humano em primeiro lugar. Criticas à parte, mas possuir carros ficou muito fácil no Brasil, embora, seja descartável (quase todos). Se financiado em sessenta (60) meses, quando chegar ao final do carnê, tudo fica zerado. Não se pode medir o desenvolvimento pelo número de veículos, senão o Brasil certamente seria um dos países mais desenvolvidos, pois, no caso do Brasil, o veículo é uma questão de status e poder. Bicicleta, nenhuma propaganda, a não ser alguns grupos estão lutando para poder pedalar e se locomover em grandes centros urbanos, construindo rotas alternativas, afim de poder ter a liberdade plena de  ir e vir. No locam onde vivo, em Cianorte (Paraná - Brasil), uma cidade totalmente plana, o que prepondera são motocicletas, e não existe nenhuma campanha para a utilização de bicicletas, nem pelo poder público, apesar dos elevados números de acidentes com motos, e uma infinidade de pessoas com aleijão permanente e incapacidade para o trabalho irreversível. Existem vários trabalhadores que utilizam a bicicleta, mas esse recurso deveria ser utilizado com mais intensidade e por toda a maioria da população, pois nenhum mal traz as pessoas, ao contrário, faz bem a saúde e para o bolso, e o meio ambiente agradece.  Pedalar é saúde, é liberdade de locomoção, é uma grande ajuda ao meio ambiente. Vamos pegar essa onda em 2012. 

AFINAL DE CONTAS A VIDA É REAL E NÃO VIRTUAL...

Augusto Cury, em sua obra I ntoxicação Digital, ed. Benvirá, 2a edição, 2024, p.135, escreveu: [...] A vida é dramaticamente curta para se v...