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quarta-feira, 19 de outubro de 2011

A VIDA E O MEDO

Ao invés de vivermos a vida, que é  maravilhosa, apesar dos contra-tempos que temos, procuramos refugiar no medo. É isso. Ficamos angustiados com inquietações de toda natureza (guerras, terrorismos, ameaças, violência) já não se sentido como humanos, nos dando a sensação que estamos em plena selva, com pavor de violência, sem sossego e medo. Temos medo, não porque sejamos totalmente bons ou pacíficos. Somos devoradores, traidores, enganadores, agressores, enfim, sempre queremos fraudar alguém, mesmo nossos familiares. Nossa tendência para o mal é evidente, pois sentimos felizes e justiceiros quando acontece o pior com os outros. Gostamos de notícias negativas, e a mídia ganha imensamente com essa tendência ao gritante, ao horrível, ao sangue escorrendo nas fotos estampadas nos jornais e telejornais. Assim assistimos a tudo, como fosse uma realidade a violência, a maldade, a morte suicida, o homicídio, contudo, não atentamos para ouvir elogios, atentar para a bondade alheia, nem para compartilhar com o sucesso  e conquistas de ninguém. Invertemos  valores, ficamos cegos, lançamos falsas acusações, inverdades, ao invés de pensar, agradecer, aplaudir, sorrir, simplesmente viver. Nisso tudo criamos o medo, o medo da descoberta da nossa fragilidade,  da nossa incompetência em amar, sorrir,, elogiar, ser parceiro, companheiro, porque não somos inteiramente anjos.   

AFINAL DE CONTAS A VIDA É REAL E NÃO VIRTUAL...

Augusto Cury, em sua obra I ntoxicação Digital, ed. Benvirá, 2a edição, 2024, p.135, escreveu: [...] A vida é dramaticamente curta para se v...