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domingo, 9 de janeiro de 2011

NOSSAS FRAGILIDADES

Antes de adentrarmos ao texto, um início prudente é definir o que seja "fragilidades". Segundo pesquisa nos dicionários, é a "facilidade de quebrar", ou seja, "fraco, frágil, sem consistência". Quando se fala em fragilidades, logo vem a mente a "fragilidade humana". Embora esse é o assunto a comentar, existe as fragilidades econômicas, sociais, democráticas, ambientais.... No que tange as nossas fragilidades, essas são visivelmente presentes no dia-a-dia, o que nos leva a refletir sobre a situação em que estamos vivenciando. Talvez alguns digam "eu não sou frágil" "eu não quebro fácil" "sou vitorioso" "sou um castelo forte", assim prossegue a vida. Mas, a verdade é que somos frágeis, simplesmente frágeis, porque somos humanos, pessoas, gente. Amamos, choramos, sorrimos, comemos, bebemos, trabalhamos, temos emoção, alegrias, enfim, um turbilhão de sensações. A cada momento, somos testados pela vida, porque a vida é uma "eterna construção" ("Nada nasce pronto" como fiz Corvello). Assim prosseguimos a caminhada. Importante na situação da fragilidade, apegar-se a sentimentos retidos, como a espiritualidade, buscando refúgio, pois nessa situação, tentamos subsistir por esforços próprios, contudo, quanto mais lutamos, menos forças temos. Álém disso, a solidariedade é importante nesses momentos, pois temos a sensação de apóio. A fé subsiste as sensações que não haverá mais um fim, a situação tormentosa daquele momento, como se fosse uma eternidade ou se estivessesmos no meio do mar perto do porto e não consegueríamos atracar. Quanto mais nadamos mais temos a sensação de estarmos longe de chegar ao porto seguro. Portanto, nas fragilidades da vida, é que somos testados a descobrir nossas forças, nossa fé, nossa espiritualidade, nossos amigos, e ultrapassadas estas, talvez saiamos do aquário do comodismo e vislumbramos nossos horizontes. Assim é a vida, bela e cheia de emoções. Essa vivência diária no descobrimento cotidiano, é que no empolga a lutar sempre.Vivenciar as fragilidades é necessário, nos dá o suporte para caminhar pela existência, enquanto temos um segundo sequer de folego de vida.

AFINAL DE CONTAS A VIDA É REAL E NÃO VIRTUAL...

Augusto Cury, em sua obra I ntoxicação Digital, ed. Benvirá, 2a edição, 2024, p.135, escreveu: [...] A vida é dramaticamente curta para se v...