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sexta-feira, 27 de abril de 2012

AMOR PRÓPRIO

Como podemos amar as pessoas enquanto nós não amamos a si mesmos?  Apegamos como fonte de conhecimento, um versículo bíblico: "...mas amarás o teu próximo como a ti mesmo. Levítico 19:18". Nenhuma dimensão do amor, poderá ser alcançado se aquele que pretende amar não está preparado?  A superação dessa situação é relevante, para que possamos usufruir da plenitude que o amor pode proporcionar em toda a sua dimensão, seja como mulher, marido, namorado, companheiro/companheiro, enfim, num relacionamento compromissado de vida. Afinal, como possa doar aquilo que não possuo?  Muitas das vezes somos carentes em todos os sentidos e não conseguimos no sentido mais adequado levar nossos sentimentos à frente e nenhuma ação que possamos desempenhar possa surtir efeitos, ou seja, na linguagem mais vulgar "negativos". Por isso, temos que procurar investir em nós mesmos (cuidando da nossa saúde, do nosso físico, da nossa mente, da nossa espiritualidade, enfim, tudo que nos fortalece),  afim de estarmos fortalecidos. É um ciclo constante, pois como podemos dar amor se não temos?  Para amar o próximo como a nós mesmos, não poderemos dar restos? É uma questão simples, mais complexa, que deve ser refletida e solucionada a questão, para que efetivamente possamos utilizar e usufruir dos benefícios do amor ao próximo, ao semelhante, ao marido/mulher, filhos, companheiros, enfim, aqueles que estão junto conosco nesta caminhada chamada vida. 

AFINAL DE CONTAS A VIDA É REAL E NÃO VIRTUAL...

Augusto Cury, em sua obra I ntoxicação Digital, ed. Benvirá, 2a edição, 2024, p.135, escreveu: [...] A vida é dramaticamente curta para se v...