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domingo, 12 de abril de 2020

Seres vivos frágeis...


No momento que estamos vivenciando, estamos sendo testados como seres humanos, porque atolados em dúvidas, incertezas, sem esperança.
Não é trágico, mais é o momento em que estamos vivendo. Repensar uma sociedade apoiada em pilares frágeis, como se diz.
A regra é simples - em tese - “perante o coronavírus somos todos iguais, sem qualquer distinção de natureza”, exceção dos grupos de riscos, elencados pela autoridade sanitária.
Mais o que chama atenção é que todos estão valorizando a vida, o viver, se cuidando, entendendo que somos seres vivos frágeis demais!
Ressuscita em nós muitos sentimentos, até então acobertados pela vida moderna: choro, sorriso, gentileza, simplicidade, afeto, valorização dos simples afazeres domésticos, convivência familiar “in loco”, saudade - e quem não tem!
O repertório virtual é bom, mas não substitui de nenhuma forma a humanização de sentimentos de ver, olhar, sentir, tocar, apertar as mãos, beijos e abraços...
Esses sentimentos não fazem nenhum humano ser tido como fraco, covarde!
Ao contrário, resgata a nossa humanidade, para que possamos vencer juntos esse tempo de quarentena, confinamento, isolamento social.
Feliz Páscoa, afinal a vida é única.

AFINAL DE CONTAS A VIDA É REAL E NÃO VIRTUAL...

Augusto Cury, em sua obra I ntoxicação Digital, ed. Benvirá, 2a edição, 2024, p.135, escreveu: [...] A vida é dramaticamente curta para se v...