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quarta-feira, 30 de março de 2011

JÁ NÃO EXISTE MAIS FANTASIA ...

Tempos modernos esse que vivemos. Antigamente para se ver uma mulher (ou homem nu) nua, era preciso muito trabalho e esforço. Comprar revistas e mais revistas, espiar de longe as vizinhas tomando banho nos rios, as mulheres lavando roupas, enfim, era muito difícil. Tão difícil que até boneca de brinquedo vendida em lojas tinha roupas. Prostituta usava muita roupa também e quando se via uma peça íntima (feminina ou masculino) gerava desejos. Enfim, era igual peça de museu. Coisa rara. É mole. Hoje perdeu-se a fantasia da beleza da mulher nua. Se aparece nua, tem anuência do namorado, da família, certamente para alcançar algum profissionalismo ou crescer na carreira, e todo mundo vê pela "internet". A tão esperada foto da revista da artista "lindona e bonitona" das novelas das TVs, do cinema nacional, enfim, era aguardado com certa ansiosidade, e até se encomendava revista na banca, com pagamento adiantado para ter a certeza de ver a celebridade, talvez não era essa a palavra que se usava. Hoje, se confunde beleza com virtualidade, já está ficando difícil para descobrir realmente a verdade da beleza pura. Existe tanta armação de programas de informática, que não acreditamos mais naquilo que vemos nas diversas redes virtuais. Gera incerteza, entre o real e virtual. Assim vai se retirando a fantasia da mulher núa ou o homem nu, este de igual forma, também já não se sabe se é real ou virtual, pois estão utilizando a imagem, com a mais avançada tecnologia. Ninguém sem defeito, tudo perfeito. Seria bom se fosse assim. Tecnologia e virtualidade à parte, o bom mesmo continua sendo ao vivo e em cores, carregado de fantasia, emoção, desejo, paixão, no exercício de despir-se roupas, pensamentos e idéias genuinamente puras, simples, singelas. Viva o desenvolvimento, que é necessário, mas não esquecemos daquilo que é genuíno, real e verdadeiro.

AFINAL DE CONTAS A VIDA É REAL E NÃO VIRTUAL...

Augusto Cury, em sua obra I ntoxicação Digital, ed. Benvirá, 2a edição, 2024, p.135, escreveu: [...] A vida é dramaticamente curta para se v...