Visa o blog divulgar matérias sobre direito, política, vida e fatos, segundo o livre pensamento do autor do blog, e inserir no leitor provocações reflexivas, demandando o mesmo a pensar sobre o que foi escrito, os fatos descritos nos artigos, a realidade, tudo quanto se puder expressar através da escrita. Quando se fala em provocações, na verdade é dar um choque de realidade sobre o que se escreve, e levar as pessoas a refletirem sobre o conteúdo do escrito.
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sábado, 16 de abril de 2011
FAMÍLIA É UM REFERENCIAL ETERNO
Estamos caminhando rapidamente. Atropelamos, tudo e a todos. A família resiste. Sim, ela deve resistir, porque é o referencial do ser humano, é o local onde recebe os primeiros e únicos atos de amor, talvez, por poucos instantes, mas a regra que é tenha sempre o cuidado de um pai e uma mãe, biológicos ou não, tão importante e necessário para a vida. Veja que a família remete ao ser humano um lugar de proteção, cuidado, zelo trato. Dispensa-se ao ser humano cuidados únicos, que não receberiam em local algum. Consideramos o instinto animal com a proteção, que podemos notar no dia-a-dia: o ninho para o passarinho, a galinha e os pintinhos, a vaca com cria, a cadela com sua cria, enfim, situações que se atentarmos aos procedimentos que adotam para proteção de suas respectivas crias, talvez muitos seremos humanos, dotados de inteligência (pressupõe) teriam vergonha do que fazem com seus filhos e familiares, em pleno abandono. Uma curiosidade é que ninguém faz curso para ser pai ou mãe? Acho estranho tal ausência de cursos nesses sentidos. Fazemos cursos para tudo esta vida, porque não fazem cursos para o exercício da paternidade e maternidade responsável? Certamente teríamos mais famílias felizes e não teríamos tanto carência afetiva nos seus membros. Decerto que criar filhos, é uma tarefa árdua, contudo, não podemos privilegiar outras áreas de nossa vida, sem atentarmos para esse referencial único "família". Veja por exemplo, nós como cristãos. Jesus, nasceu numa manjedoura, e foi criado por uma mãe e um pai. Se era filho de Deus, porque teve que ter uma família? Esse referencial influi diretamente nos valores da sociedade em que vivemos, principalmente no Brasil, onde existem inúmeras correntes com força de retirar esse referencial de autoridade familiar. Ninguém nasce por si próprio, existirá sempre dois (pai e mãe), e respectivos familiares destes legítimos ou não, adotados, enfim, sempre haverá um referencial familiar, um núcleo, cujos atos de amor, disciplina, obediência, solidariedade, religiosidade, limites, acompanharão por todos os dias, por toda a vida, ensinamentos estes que estão carente as famílias dos dias atuais, em face da individualidade suprema de seus membros, talvez até em busca de uma sobrevivência básica para garantia a própria família. Família não é escola. A escola é uma referencial para a busca do conhecimento, desenvolvimento de aptidões, enfim, um referencial diferente para determinadas fases da vida, aliás de extrema importância. A intimidade do zelo, cuidado, amor, sentimentos de solidariedade, convivência, disciplina, equilíbrio, perdão, atitudes básicas e necessárias para o ser humano para se desenvolver e projetar na sociedade, só o referencial familiar pode fornecer, com certeza. Não existe substituição para isso, nem virtual, nem eventual, nem ocasional, nem digital, nem escolar. Família é um referencial eterno, presente em nossas vidas, insubstituível.
terça-feira, 12 de abril de 2011
PRECÁRIA EDUCAÇÃO
O Brasil está muito atrás de se tornar um país desenvolvido. Vem utilizando-se de políticas públicas de educação de forma irregular, ou seja, investe pouco naquilo que deveria se investir ou seja no ensino básico para a população. Não poderia fazer do conhecimento mero trampolim, sabotando a inteligência da população. Sem o devido resgate a educação de base, investimento em capital humano, estruturas, não chegaremos a lugar algum. Veja que muitos não gostariam de ouvir, é uma realidade o "estelionato educacional existente no país". Prestigiam-se estatísticas, e esquecem de efetivar um plano de educação básica. O poder público, muito embora priorize a educação, para construir um país moderno e ocupar as primeiras colunas, com investimentos em ensino básico, para formar cidadãos, foi uma conquista importante, contudo, é preciso derrubar muros, ir além, para que os futuros cidadãos possam enfrentar uma economia globalizada, com competição ao extremo. Veja a multiplicação de inúmeros cursos técnicos e universitários implantados no país, onde recebem uma clientela considerada fraca, porque a base foi ruim. Abrir a facilidade para a formação de cursos técnicos e universitários, sem os clientes estarem devidamente aptos para isso, sem dúvida alguma é um avanço, contudo, não são se pode tapar o sol com a peneira. Torna-se ilusório resolver a formalização, contudo, esquece-se da base o ensino fundamental e básico. Não se pode formar cidadãos com meras informações, despidos de fundamentos básicos e noções gerais de conhecimento, precários em muitos estudantes, mesmo com a conclusão de cursos universitários (lógico que existe a exceção), bastando se verificar os exames feitos pelo MEC, OAB, e em outros setores que dependem da formação profissional. É necessário investir em professores, principalmente em níveis salariais, estruturas, alargar currículo de formação, principalmente a filosofia, ética, cidadania. Não esquecer que o conhecimento não é perda de tempo e nem ilusão, é necessário para construir um país forte, democrático, desenvolvido. Educar não é alienar, é pensar, descobrir. Educar é democratizar, libertar, formar o indivíduo por inteiro, não é reduzir a puro treinamento.
sábado, 9 de abril de 2011
TRAGÉDIA NO RIO DE JANEIRO 07 abril de 2011
Dia 07 de abril de 2011, será um dia inesquecível para os alunos da escola Municipal Tasso da Silveira, Realengo - Rio de Janeiro. Bianca, Géssica, Karine, Larissa, etc inocentemente atingidas por um ato bárbaro, sem explicação e justificativa de Wellington Menezes Oliveira, de 23 anos, que atingido por um disparo de um policial que chegou ao local, suicídou-se. A televisão, jornais, enfim, a imprensa noticiou o crime e certamente será assunto para muitos dias. Infelizmente uma tragédia, sem medida, sem explicação, sem fundamento de ser, praticada na verdade por um indivíduo desequilibrado, doentio, rejeitado, cuja família, apesar das atitudes anormais do criminoso, talvez pela situação econômica, não conseguiu tratar o homicida, podendo ser evitado essa tragédia. É sem qualquer desculpa o ato bárbaro paraticado por Wellington Menezes. Não Brasil, não temos a figura de "assassino". O Código Penal, fala em "homicida". Assassino é figura de filme americano. Para se julgar é necessário conhecer a história do criminoso, pois segundo os meios de comunicação ceifou a vida de 10 meninas, 2 meninos, três em estado grave, cujo ataque são estimados mais de 100 tiros. "Um lugar feito para construir sonhos foi transformado em um inferno", palavras do prefeito do Rio de Janeiro Eduardo Paes, transcrito nos jornais de grande circulação do Brasil. Veja que o fato, uma tragédia, demonstra como o homem se torna animal, monstro, quando desqualificado de seus predicativos humanos ao tratar com seu semelhante. É produto da sociedade em que convivemos: excludente, competitiva, permissiva, discriminante, marginal. A tragédia da Escola de Realengo no Rio de Janeiro, é um fato isolado no Brasil (crime com requintes de premeditação, terrorista). Já nos Estados Unidos, e em outros países mundo afora, como ocorreu na Alemanha recentemente, tragédias dessa dimensão frequentemente ocorrem. Felizmente, a ocorrência em nosso país desse tipo de tragédia é ínfima, rara, fato isolado, diante da falta de saúde, educação, segurança, habitação, saneamento, e outros serviços públicos que deveriam ser ofertados pelo poder Público que cobra da população via impostos e taxas, e não consegue devolver em forma de serviços a população, prometidos grandemente em campanhas eleitorais e não se transformam em realidade. Só na omissão do poder Público, ao analisarmos as diversas ocorrências, veremos que a tragédia é diária. Todavia, ao fato do Rio de Janeiro, infelizmente Wellington apesar de todas os componentes que permeiam sua personalidade, condição social, desculpas mais, imperdoável tirar vidas inocentes, como fez, abrindo cicatrizes que jamais fecharam para os familiares dessas crianças (em pleno sonho do saber) e aos demais colegas daquela escola de quase 400 alunos, certamente sofrerão com essa tragédia monstruosa pelo resto das suas vidas, talvez até mais que muitos entes queridos das crianças falecidas, cujo tempo será o relógio permanente para diluir os efeitos nefastos desse holocausto, melhor dizendo.
quinta-feira, 7 de abril de 2011
IDOLATRIA TOTAL
Vivemos numa sociedade onde reina a frustração constante. É lógico que a avaliação não é regra geral e tem suas devidas exceções. Surge a frustração, pela insatisfação diante das circunstâncias que decorre da própria sobrevivência, face a desajustes de várias ordens: social, econômica, ambiental, política, familiar, religiosa, humana, desarmonia, competitividade total. Não obstante a isso, veja que o homem sempre quis criar para si ídolos ou deuses, o que vem desde a antiguidade, segundo a história dos povos e a bíblia narra perfeitamente várias vezes, como o povo erigiu para si deuses. Portanto, a conduta humana de criar idolos ou inclinar-se a idolatria vem de longa data. Atualmente é nítida a realidade de criação de ídolos, por certo decorrente da própria frustração que o ser humano tem absorvido no decorrer da vida. É humano criar ídolos ou ícones, o que se depara atualmente é que a saciedade por essa criação de ídolos, é alarmante. Ignora-se princípios éticos, legais e morais. Passam a viver em função do dinheiro, poder, imagem pessoal, ocupando-se desesperadamente com a notoriedade, o reconhecimento pessoal, acima de qualquer dignidade, competição geral. Veja por exemplo o programa BB que a TV Globo lançou neste início de 2011. Sob qualquer fórmula de proteção da intimidade, vida pessoal, dignidade humana, seres humanos são lançados num espaço em comum, ali convivendo por longo período, diurtinamente vigiados sob as luzes das câmaras, até o final, quando um elemento sai vencedor, recebendo prêmio em dinheiro, além daqueles que recebeu durante o período que esteve cativo. Aliás no último concurso a ganhadora recebeu R$-1.500.000,00 (um milhão e quinhentos mil reais). É patente que cada participante ao se lançar naquele concurso recebeu o regulamento, sábia perfeitamente o que poderia ocorrer, durante o período que ali permaneceria. Críticas a parte, porque cada um sabe o que lhe é melhor, e provavelmente os que ali participaram tinha uma motivação pessoal, ou seja, sucesso, reconhecimento, vitória, seja qual for a motivação, certamente alguns sairam de forma frustrada porque não chegaram ao final, enfim, existem "n" situações para isso. Nossa concentração diária faz com que ocupamos nosso tempo e nossos pensamentos criando ídolos. Desperdiçamos muitas oportunidades ocupados com criação de ídolos no nosso interior, quando damos conta, criamos ídolos inúteis. De nada valem. Continuamos ainda com a sensação de frustração e nossas emoções totalmente dilacerada. Abandonamos o que é humanamente possível, realizável. Começamos a viver uma situação de virtualidade, irreal, inútil, vã, aí chegou a hora de repensarmos, porque chegamos a um limite insuperável. Veja o que se escreve aqui é uma realidade da vida e não virtual, pode ser constatada a todo o momento através de depoimentos pessoais. Portanto, antes de buscarmos ídolos inúteis, concentrando-se para isso, melhor pensar e raciocinar, ponderar o resultado da busca. Configurando idolatria, certamente vamos disperçar nosso tempo e nossa vida, tão preciosos, ocorrerá um prejuízo irreparável. A propósito a Bíblia Sagrada, sobre isto escreveu o profeta Jeremias, capítulo 16, versículo 20: " Fazem os homens para si deuses que de fato não são deuses?.
domingo, 3 de abril de 2011
SOCIEDADE MAL EDUCADA
Estamos vivendo tempos em que a escassez de gentileza é praticamente ínfima diante dos fatos diários. Perdemos a noção de consideração uns pelos outros, praticamente, com a desculpa que cada um tem que buscar sua própria sobrevivência, esquecendo-se que vivemos num círculo social e dependemos uns dos outros, ainda que de forma indireta. A educação é antes de tudo realizar "obediência ao inobrigável". Como seria isso? É fácil, veja a seguinte frase de um corredor de um prédio comercial: "Ao terminar a passagem, largue a porta aberta e a luz acesa, pois o próximo usuário poderá usufruir desse benefício". E você lendo a frase, certamente vai agir de forma que o próximo usuário sinta confortável, certamente. Contudo, se agimos ao contrário, estamos praticando um ato de "mal educação". É isso, ser educado é praticar atos que a lei não obriga e nenhum regulamento. É fazer ou praticar a ação, sem prescrição legal, como deixar o lugar no ônibus para as pessoas idosa. Encaixa-se no procedimento de fazer o bem, para que possamos viver um mundo melhor, humano, fraterno. É fazer algo apropriado, responsável e digno. É manter um pacto tácito que também nos beneficia. É viver em harmonia, pois no exemplo acima disposto, sempre "alguém se beneficiará com nosso procedimento. Desrespeitar a regra da civilidade, produz a "falta de educação" "tomar sem dar". Falta de educação é desconsiderar, é deixar de examinar com atenção, deixando de dedicar nosso respeito pela outra pessoa. A falta de educação pode destruir nosso dia, por isso necessitamos de tempo e energia necessária para compreendermos e para desenvolvermos forma eficazes de lida com ela. Segundo os pesquisadores as dez (10) piores atitudes mal-educadas que ocupam o topo da lista:
1) discriminação numa situação de trabalho;
2) dirigir de forma instável ou agressiva pondo os outros em risco;
3) levar o crédito pelo trabalho de outra pessoa;
4) tratar prestadores de serviços como inferiores;
5) fazer piadas ou comentários que zombem da raça, sexo, idade, deficiência, orientação sexual ou religiosa;
6) ser agressivo com outras crianças ou praticar "bullying" contra crianças;
7) jogar coisas na rua (incluindo lixo, cuspe e fezes de animais, bituca de cigarros);
8) mau uso dos privilégios dos idosos e deficientes;
9) fumar em locais onde o fumo é proibido ou fumar na presença de não fumantes sem pedir licença;
10) falar ao celular ou passar mensagens de texto durante as conversas ou durante um compromisso ou reunião.
Esses procedimentos foram feitos de acordo com os levantamentos no local onde foram realizadas as pesquisas, contudo, existem "n" comportamentos que comparadas as aqui argüidas como "mal educadas". "Ser gentil é a melhor estratégia para evitar a falta de educação" in P. M. Forni. (Pessoas gentis são mais felizes. Editora Bes Seller Ltda. Rio de Janeiro, t
1) discriminação numa situação de trabalho;
2) dirigir de forma instável ou agressiva pondo os outros em risco;
3) levar o crédito pelo trabalho de outra pessoa;
4) tratar prestadores de serviços como inferiores;
5) fazer piadas ou comentários que zombem da raça, sexo, idade, deficiência, orientação sexual ou religiosa;
6) ser agressivo com outras crianças ou praticar "bullying" contra crianças;
7) jogar coisas na rua (incluindo lixo, cuspe e fezes de animais, bituca de cigarros);
8) mau uso dos privilégios dos idosos e deficientes;
9) fumar em locais onde o fumo é proibido ou fumar na presença de não fumantes sem pedir licença;
10) falar ao celular ou passar mensagens de texto durante as conversas ou durante um compromisso ou reunião.
Esses procedimentos foram feitos de acordo com os levantamentos no local onde foram realizadas as pesquisas, contudo, existem "n" comportamentos que comparadas as aqui argüidas como "mal educadas". "Ser gentil é a melhor estratégia para evitar a falta de educação" in P. M. Forni. (Pessoas gentis são mais felizes. Editora Bes Seller Ltda. Rio de Janeiro, t
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