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domingo, 7 de julho de 2019

DIVISÃO DE CATEGORIAS DO SER HUMANO...


"[...] O que está acontecendo hoje - em acentuada oposição ao espaço, em permanente expansão, da interdependência humana - é a redução daquele domínio das obrigações morais que estamos prontos a admitir, cuja responsabilidade estamos dispostos a assumir e a aceitar como o objeto de nossa atenção e ação corretiva constantes, cotidianas. Não apenas durante as festivas explosões de curta duração de solidariedade e preocupação desencadeadas pelas imagens midiáticas de sucessivas tragédias espetaculares na interminável saga dos migrantes". (Estranhos à nossa porte - Zygmunt Bauman - 2016, ed. Zahar, p.79.)
Esse texto fala da migração na Europa, mas é um situação mundial e como vamos amenizar o sofrimento das pessoas dessas ondas migratórias...
Aceitar ou não os migrantes, aliás "seres humanos", e diante de uma pseuda moral de muitos países, com intuito de proteger seus cidadãos, estão estabelecendo categorias entre seres "humanos"... 
A cada fronteira a indiferença moral com o trato "humano" e um país repassando ao outro a culpa por essas perversões...(recentemente vimos na travessia do méxico para os estados unidos e o barco atracado na itália"...
Enquanto tentamos criar direitos para "humanizar animais domésticos" "estamos caminhando para desumanizar seres humanos", aliás legítimos portadores de direitos...
Como proteger o cidadão de seu continente contra as ondas "migratórias" sem que se possa dar a estas criaturas "divisão de categorias de ser humano", embora admitidos em muitos países, vivem sob a mira de "subhumanos" sem agregação a mínimos direitos que são portadores, por direito natural, pelo reconhecimento dos direitos humanos e por tratados diversos estabelecidos pela ONU. 
Aliás torcemos para que políticas públicas a nível internacional,  possam implementar uma política internacional mínima para os problemas migratórios que atingem todos os continentes.  


AFINAL DE CONTAS A VIDA É REAL E NÃO VIRTUAL...

Augusto Cury, em sua obra I ntoxicação Digital, ed. Benvirá, 2a edição, 2024, p.135, escreveu: [...] A vida é dramaticamente curta para se v...