Estamos no final de dezembro de 2010. Muitos fatos desagráveis ocorrem no mundo, no Brasil, e em nossa cidade, principalmente, com a perda de vidas prematuras em acidentes de trânsito. Contudo, resta aos viventes a comemoração do natal. Para os mineiros do Chile que permaneceram soterrados por aproximadamente sessenta dias, é provável que o "natal de 2010" tenha um significado marcante, e desde o momento que foram retirados da mina, certamente as suas vidas foram mudadas totalmente. Muitas tragédias, muitas situações perniciosas, acidentes, catastrófes mundiais, previsões, vitórias, e eleição no Brasil, enfim, seguimos a trajetória da vida. [... fé em Deus em pé na estrada...] Como cristãos somos chamados no tempo do advento, a preparação para o natal, assim designado o nascimento de Jesus Cristo, como é designado na fé cristã evangélica. Natal não deveria ser só a data designada (25 de dezembro), ou seja, a data eletiva, afim do consumo exarcabeto imprimido pela mídia, certamente afim de afastar as pessoas de refletirem sobre o significado efetivo do natal, para os cristãos. Pessoalmente entendo que "natal é todos os dias". Todo o dia é tempo de amar, perdoar, ser reto, cumpridor de deveres cívicos, sociais, morais, religiosos, éticos. É simples a eleição do dia de natal, contudo, se nós vivessemos os princípios cristãos efetivamente, certamente, seríamos mais felizes. Amar é doar. Perdoar é esquecer. Vamos ater a essas duas vertentes cristãs. Quanto coisa poderia render se amássemos "uns aos outros, como manda o texto bíblico?" (se eu não quero para mim não desejo a outro "amar o próximo como a ti mesmo"). Ora, se tenho amor e faço disso uma virtude, jamais teria desacerto na vida, tristeza, vergonha, confronto, miséria, pobreza, guerras, e uma gama de situações. Seria uma felicidade constante, isso é que deveria ocorrer nas situações, contudo, existe a adversidade, e isso é a situação de risco que estamos expostos (aí lutamos contra ela também). Essa sem dúvida é das vertentes da dimensão cristã do amor, que deve permear nossa fé, nossas ações, nossa vida. E, de igual forma, utilizar o perdão. Que maravilha? Menos estresse, menos doenças emocionais, porque o homem não é lixo? Cada vez que voce não perdoa, voce se torna lixo, e aí as coisas vão se acumulando e chega a exaustão: "depressão" "solidão" "sofrimento" e mais sua estima é "zero", aparecem uma imensidão de doenças? Não trabalha, não estuda, não vive, não ama, não sorri, fica feio (horrível). Basta verificar os índices de doenças emocionais que aterroziram as pessoas no Brasil e no mundo (Brasil um dos maiores consumidores de psicótropicos do mundo). Crises e mais crises. Refletir é importante, necessário e faz bem. Vamos adotar a política cristã do amor e do perdão, começamos por esses dois elementos, e com eles tomar o dia-a-dia, primeiramente, ao levantar, na família, na ida ao trabalho, no trabalho, na convivência, na atuação do trabalho, ser solidário, usar da gentileza, pedir licença, dizer um bom dia, boa tarde, boa noite até a hora de dormir. Respeitar a travessia do pedreste, quando estiver com pressa e aguardar o sinal verde efetivo, enfrentar filas em mercados, bancos e outros locais públicos para aguardar atendimento? E a turbulência no aeroporto (já com saudade da rodoviária?). Começa em mim, em você, vamos fazer de nossa família um local feliz, do trabalho, do estudo, da comunidade, e da vida. Isso é vida abundante, é qualidade de vida. É simplicidade que está ao nosso alcance. Não precisamos ir à lua, está próximo, depende de nós somente. Não esquecer que ante de tudo é ser humano, é pessoa, quer ser feliz. Feliz natal de 2010 e um ano de 2011 significante para todos. Deixo o texto bíblico de I Coríntios 13 1-8 "Amor", como leitura e meditação:
Ainda que falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa, ou como o sino que tine.
Ainda que tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda ciência, e ainda que eu tivesse toda a fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse amor, nada seria.
E ainda que distribuisse toda a minha fortuna para o sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse amor, nada disso me aproveitaria.
O amor é paciente, é benigno. O amor não inveja, não se vangloria, não se ensoberbece.
Não se porta inconvenientemente, não busca seus próprios interesses, não se irrita, não suspeita mal.
O amor não se alegra com a injustiça, mas se regozija com a verdade.
Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
O amor nunca falha..."
Visa o blog divulgar matérias sobre direito, política, vida e fatos, segundo o livre pensamento do autor do blog, e inserir no leitor provocações reflexivas, demandando o mesmo a pensar sobre o que foi escrito, os fatos descritos nos artigos, a realidade, tudo quanto se puder expressar através da escrita. Quando se fala em provocações, na verdade é dar um choque de realidade sobre o que se escreve, e levar as pessoas a refletirem sobre o conteúdo do escrito.
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