Escrever sobre a cidade que você mora e vive, é muito
interessante. Como habitante desta Cidade, linda e maravilhosa, acolhedora, sem
igual, sem comparação. Quem desta água um dia bebeu, sempre quer voltar. Se não
voltar para morar, sempre retorna para visitar amigos e parentes. Quem bebe a
água todos os dias, ou seja, vive, trabalha, estuda, retira seu sustento, não
quer sair daqui, pois oportunidades surgem a todo instante, para ter uma vida
digna. Não que seja uma cidade perfeita, mais é plenamente completa de bens e
serviços, que a população necessita. Cidade agrícola inicialmente, desbravada
em grande maioria por paulistas, mineiros, em busca de novas terras para o
plantio da lavoura cafeeira. Também aqui veio grande massa de estrangeiros e
descendentes de portugueses, japoneses, italianos, espanhóis e libaneses, que
consolidaram o crescimento de nossa Cidade. Plantada sob a mata coberta de
árvores robustas, cujos exemplares, podem ser vistos ao redor do cinturão verde
e no bosque da igreja matriz. Antigamente, existiam muitos exemplares de
perobas, no mato onde atualmente está localizado o campo de futebol
(praticamente no meio da cidade), fato que perdurou até meados da década de
1970. Pessoas que moravam ao redor deste local e de outros locais da cidade,
circundado de matas nativas, retiravam lenhas das perobas para utilizar em seus
fogões domésticos. Lavoura cafeeira foi o sustentáculo de nossa economia por
vários anos, sobrevivendo a geadas, doenças e pragas, até que esse ciclo
agrícola deixou de ser fonte de riqueza. Mas existiu também pastagens, plantio
de lavoura de mandioca, algodão, milho, amendoim, mamona, etc.. Logo que houve
o declínio da lavoura cafeeira pela década entre os anos de 1970 a 1980,
começou a mecanização de terras com introdução de lavouras de soja, milho e
trigo, retirando da zona rural um contingente enorme de pessoas. Muitas se
espalharam para a grande São Paulo, outras para a Região de Campinas, outras
para outras cidades como Maringá, Londrina e Curitiba. Muitos proprietários de
terras venderam suas propriedades no Município de Cianorte, indo para outros
estados e outros municípios do Paraná, em busca de novas oportunidades. Passou
então ao ciclo da industrialização, com ênfase na indústria de confecções, que
perdura como uma atividade principal, até aos dias atuais, ressaltando também a
agroindústria, prestação de serviços, comércio em geral. Muitos cidadãos foram
vitoriosos e prósperos nessa atividade, de simples trabalhadores nas indústrias
de confecção à proprietários de empresas. Graças ao ciclo da confecção,
desenvolveu-se o comércio, prestação de serviços, atividades afins, criou-se
empresas de renome nacional e internacional. Cianorte é chamada “Capital do
Vestuário”, conquista de empresários, costureiras, trabalhadores da confecção
em geral, pois se tem esse título, graças também a mão-de-obra perfeita na
produção de roupas e também serviços que estão intimamente ligados à esse ciclo
de produção de vestuário. Existe também o ciclo de serviços, que desenvolvem a
moda, através de inúmeros profissionais, alguns de nossa cidade, outros aqui se
instalaram vindo de outros pontos do país. Centros de vendas que comercializam
nossa produção e também de outras empresas de várias regiões do Brasil, com
feiras de lançamentos de vestuários em várias datas, durante ao ano. Por outro
lado, também existem muitas empresas no ramo alimentício e outros setores, que
industrializam produtos, para o mercado regional e Brasil afora, gerando
empregos, arrecadação de impostos e consolidando riqueza. Nossa cidade é sem
igual, tem a vocação de crescer, desenvolver, criar oportunidades, esperando
cada vez mais ser uma cidade humana, segura, onde a paz, justiça e dignidade
possam reinar no meio de seu povo. Parabéns Cianorte – Cidade sem igual, no seu
60 anos.
Visa o blog divulgar matérias sobre direito, política, vida e fatos, segundo o livre pensamento do autor do blog, e inserir no leitor provocações reflexivas, demandando o mesmo a pensar sobre o que foi escrito, os fatos descritos nos artigos, a realidade, tudo quanto se puder expressar através da escrita. Quando se fala em provocações, na verdade é dar um choque de realidade sobre o que se escreve, e levar as pessoas a refletirem sobre o conteúdo do escrito.
Pesquisar este blog
quarta-feira, 31 de julho de 2013
sexta-feira, 26 de julho de 2013
DRIBLAR...
Nos
dias atuais, a palavra driblar, está em uso freqüente, em evidência total. Os
economistas dão informação como driblar a crise financeira que estamos vivendo,
com projeções nada animadoras. Os especialistas dão informações como driblar e
superar a queda da Bolsa, que está de mal a pior, com seu principal índice, o
Ibovespa, acumulando seis meses consecutivos de queda. Em 2013, a queda
acumulada do Ibovespa já beira os 23%. A
presidenta Dilma, está driblando a crise que assola sua administração, diante
das recorrentes manifestações nas ruas. Driblar, segundo Houaiss, significa
pelo aspecto desportivo “gingar o corpo, controlando a bola, para escapar das
investidas do adversário, tentando se “esquivar, enganar, iludir, evitar”. O
drible é a ação, o movimento. Falando em drible, o Neymar, no jogo da decisão
da Copa das Confederações, teve motivos de sobra para conquistar o
prêmio de melhor jogador da Copa das Confederações. O camisa 10 marcou quatro gols,
sendo um golaço na final e levou zagas rivais à loucura com seus dribles. O
reforço do Barcelona foi disparado o atleta que mais driblou na competição, com
média de 5,9 fintas por partida. Na vitória
diante da Espanha, 3 a 0,
Neymar se destacou no fundamento. Foram 8 dribles executados, o dobro do
segundo colocado no quesito, Iniesta, com quatro dribles no jogo, segundo levantamento foi feito pelo Datafolha. Antes
de Neymar, outros jogadores foram celebres em seus dribles, com Pelé, Jairzinho,
Zico, prof. Sócrates, entre outros atletas que engradeceram o futebol
brasileiro. Agora, o futebol brasileiro, está convivendo com jogadores
estrangeiros, uma espécie de migração dos chamados “gringos”, certamente eles estão driblando as forças da economia de
mercado ao desembarcar no Brasil (Guerrero, Valdivia, Montillo, DÁlessandro e
tantos outros). Assim, com a presença maciça de estrangeiros, o futebol
brasileiro poderá perder o estilo consagrado do “drible” e o seu brilho,
descaracterizando nosso estilo de jogo.
Os jogadores brasileiros, que vão para Europa, Rússia, ex-repúblicas
soviéticas e mundo afora, ressentem do brilho do futebol brasileiro, pois
passam a jogar para a equipe, deixando de lado seu talento pessoal consagrado
no “drible”, a ginga de envolver o adversário e consagrar uma jogada, chegando
ao gol. Enfim, driblar não é fácil,
porque as vezes o adversário não se sente iludido, rouba a bola e parte para o
contra ataque, faz o gol e sai vitorioso. Todavia, em que pese o exposto, não
será fácil para a presidente Dilma, nos meses que antecedem as eleições de
2014, driblar as crises instaladas em seu governo. Não é só a presidente Dilma,
muitos políticos que pensam em reeleição, têm que “driblar” muita coisa, se
quiserem ser eleitos, principalmente resgatar a credibilidade junto ao povo,
pois ao contrário, “nenhum Neymar, ou camisa 10, poderá driblar a rejeição e a
indignação expostas nas ruas, pela população”, no últimos tempos. Como dizia Ulysses Guimarães: “a única coisa
que mete medo em político é o povo nas ruas”.
Artigo publicado na Folha Regional de Cianorte - edição de 21-22 de julho de 2013.
terça-feira, 16 de julho de 2013
DANOS À PESSOA HUMANA
Com a promulgação da
Constituição Federal de 1988, constando nela opção preferencial pela dignidade
humana, contido em seus princípios fundamentais, fizeram com que a perspectiva
jurídica tomasse a si o papel garantidor da transição em direção ao “personalismo”,
ausente entre outros momentos históricos, onde as instituições (Igreja, Estado
e outros entes) tiveram poder em relação às escolhas individuais dos cidadãos.
As preferências ou escolhas, porém, do ponto de vista do personalismo, só podem
ser feitas por cada um, individualmente, devido a singularidade de cada ser
humano, e por isso mesmo, ser o “direito, em sentido amplo”, garantidor desse
individualismo. Por essa via, o Direito, converte-se em arena privilegiada – e
seguramente mais legítima – para o debate entre as diversas concepções acerca
do modo como a pessoa e o grupo social
devem interagir, equilibrando-se mutuamente, surgindo a noção de
responsabilidade, quando se discute o dano indenizável à pessoa humana. A
função punitiva na reparação do dano moral, contra à pessoa, insere-se numa
problemática específica e tortuosa, para avaliação e à quantificação e
liquidação do dano a pessoa, na forma de indenização por dano moral. Ultrapassado
a fase do direito, onde se discutia a possibilidade da reparação por dano
moral, agora solidificado com a Constituição de 1988, o Código Civil de 2002,
além da farta doutrina e jurisprudência, o
problema mais difícil hoje se refere, sem qualquer dúvida, à avaliação
ou quantificação da reparação nos inúmeros tipos de danos moral. Se, como de
fato, se trata de situações existenciais, não existindo fórmula aplicável, a
tradução dos danos em valor pecuniário (dinheiro) causados às pessoas,
imperioso que os parâmetros utilizados pelos juízes, verdadeiros árbitros nestas
questões, possam efetivamente, com ajuda da doutrina e jurisprudência, fixar
valores que efetivamente as vítimas se sintam ressarcidas das lesões sofridas (danos
à imagem, a honra, a vida privada e outros atributos à pessoa humana). Dano
moral não possui conteúdo econômico, e o ressarcimento não se pretende refazer
patrimônio da pessoa que contínua íntegro, mas, a condenação e/ou ressarcimento
à pessoa lesada é uma satisfação, que lhe é devida, pela sensação dolorosa que
sofreu, fundamentado no ordenamento jurídico vigente, aproximando de um estado
ideal. Enfim, o “dano moral” deve
englobar valor de desestímulo ou de inibição, para que se abstenha o lesante de
reiterar novas ações, servindo a condenação imposta, como aviso à sociedade,
oferecendo através do Judiciário, pelo ordenamento jurídico, às pessoas e
também num todo à Sociedade, que “certos
comportamentos, porque contrários a ditames morais, recebem repulsa do
direito”. Caso recente, é o acórdão do
TJ/SP – apelação nº 0139542-10.2012.8.26.0100, analisando o caso do empresário
Olacyr Francisco de Morais, outrora chamado o “rei do soja”, ofendido por vídeo
postado pela internet, hospedado no Google, que diante das ofensas “rogadas à
sua pessoa”, obteve pagamento de danos morais, arbitrados em valor de
R$-300.000,00 (trezentos mil reais). Tal decisão do TJ/SP cabe recurso as
instâncias superiores, mas a condenação imposta, serve de aviso ao Google e outras empresas,
para não publicar, deixar publicar, ou por qualquer forma, deixar publicações,
vídeos ou qualquer matéria ofensiva ser veiculada denegrindo as “pessoas
humanas”.
Artigo publicado no jornal "Folha Regional de Cianorte", edição de 14-15 julho de 2013.
segunda-feira, 8 de julho de 2013
CENSURA PRÉVIA
Censura é o uso pelo estado ou grupo de poder, no sentido de controlar e impedir a
circulação de informação. A censura criminaliza certas ações de comunicação, ou até a tentativa de exercer essa comunicação. No
sentido moderno, a censura consiste em qualquer tentativa de suprimir informação, opiniões e pensamentos, até formas de expressão – arte,
teatro, dança. O propósito da censura está na manutenção do “poder”, evitando
alterações de pensamento e reação das pessoas, com propósito de mudança ou
alteração de poder, como se verificou nas ruas do Brasil nos últimos dias,
infelizmente, pelo ocorrido não houve uma intervenção estatal efetiva para
paralizar essas reiteradas manifestações públicas. Na Roma antiga, a censura
era função de um censor, o que foi também utilizado essa função durante a
ditadura militar no Brasil, onde, antes dos programas de rádio, televisão,
jornais e revistas, se tornarem públicos, tinham que submeter previamente ao
fiscal estatal (censor). Atualmente, na America Latina muitos países vizinhos
nossos estão utilizando da censura, para permanecer no poder com apropriação de
jornais, emissoras de televisão, entre outros órgãos, mantendo controle sobre
as informações que não interessam ao grupo político dominante, com supressão de
opiniões e pontos de vistas contrários, que poderiam influenciar a opinião
pública. Atualmente a censura pode ser contornada mais eficazmente, com o
recurso à “internet”, graças ao fácil
acesso a dados, bem como, a rapidez de
divulgação pelas redes socais, em tempo recorde, atravessando limites territoriais de países, sem qualquer
controle, pelo menos aparente. A convivência quotidiana com a censura pode
suscitar, entre os produtores culturais e formadores de opinião, uma atitude de
defesa bastante corrosiva - a autocensura, que consiste em evitar a abordagem
de certos assuntos ou a não expressar opiniões que possam gerar situações de
confronto com o poder. A Constituição do Brasil de 1988, no artigo 220,
parágrafo segundo, é firme ao vedar “toda e qualquer” “censura de natureza política, ideológica e
artística”. Embora seja a liberdade de expressão, opinião e informação um
direito fundamental necessário, fundamento de uma sociedade democrática, deve
limitações, pois existem direitos outros de caráter fundamental também na vida
social, que merecem proteção, como os direitos à honra, à vida, à intimidade e
à imagem. No Brasil, graças a liberdade da imprensa e a inexistência de censura
prévia, foi responsável de denunciar (no sentido de informar e levar ao
conhecimento da população e autoridades) os desmandos administrativos e cobrado
das autoridades constituídas a solução ou mesmo a simples atuação necessária
para melhoria de qualidade de vida do povo brasileiro. Além disso, a imprensa
livre, tem ainda a finalidade de recordar a população de casos esquecidos e de
grande gravidade, para que haja um real e efetiva solução de problemas das mais
variadas origens, tais como ausência de políticas públicas na área de
segurança, falta de escolas, hospitais, e como é assunto atual “a efetividade
por parte do Estado dos serviços públicos adequados: transportes, mobilidade
urbana, saúde e educação de qualidade, entre outras reivindicações. Ainda que a Constituição Federal
assegure o direito à informação, nos últimos anos o Brasil tem colecionado
alguns casos de censura prévia, pela via judicial, quando a publicação de reportagens é vetada
antes mesmo que seu conteúdo venha a público, em casos envolvendo políticos,
gestores públicos, autoridades.
Artigo publicado no Jornal "Folha Regional de Cianorte" edição de 07-08 julho de 2013.
segunda-feira, 1 de julho de 2013
CARÊNCIA DE CONFIANÇA
Os
políticos estão tão longe da realidade do povo. Não sabem o que fazer nos dias
de hoje ou como aproximar-se da população. Fazem campanhas com marqueteiros e
cabos eleitorais pagos em valores exorbitantes, com promessas vãs, pífias, que
nunca cumprem, etc.... Anúncios, reuniões, propostas de plebiscito, referendo,
reforma política, recursos no montante de 50 (cinquenta) bilhões, somente
agora? Querem enganar o povo?. Vivemos o
momento político de anúncios.... pois perdeu-se o rumo diante da indignação do povo
brasileiro que está nas ruas? Pois já esgotou o estoque: bolsa família+minha
casa minha vida+ jogos pan americanos+ obras da copa+ transposição do rio são
francisco+anúncio de R$-5.000,00 para compra de eletrodomésticos+isenção de IPI
para carros+ olimpíadas+bolsa doutorado fora do país+cotas de todos os lados+
contratação de médicos estrangeiros,.. Só resta o consolo da seleção vencer a
Copa das Confederações, para relembrar o passado ("...Setenta milhões em
ação, pra frente Brasil do meu coração....). Esta é a realidade dos dias de
hoje, embora como todas situações haja exceções, a população está carente de
confiança no poder estatal em todos os níveis. Mentiras, inverdades, promessas
vás... enfim, nada se faz para fazer uma gestão pública efetiva e transparente.
Chegamos a estes dias de intensa manifestação da população, porque o povo tem
razão sobre o que está acontecendo no Brasil de hoje: muitos anúncios e pouco
efetividade de realizações em benefício comum. Paga-se muito em impostos e
taxas e nada se retribui de forma adequada para a população. Serviços públicos
ineficientes, talvez não por falta de recursos mas por simples gestão. Tem-se a
estimativa de 25.000 (vinte e cinco mil) cargos na esfera federal
comissionados, criados nos últimos governos, portanto, aumentou-se o número de
pessoas responsáveis para gestão pública e os serviços continuam inadequados,
mesmo levando em conta o aumento populacional. Segundo consta de informativos
na gestão do ex-presidente Lula, foram admitidos 115 mil servidores públicos
concursados, que capacitados poderiam certamente suprir muitas da vagas de
"cargos comissionados" que dão margem a corrupção latente,
marca do nosso país e certamente são "moedas de trocas em momento de
votação no congresso". Mas, aí está o povo nas ruas, pedindo mudanças e
contra a força do povo não existe poder que se mantenha. A canoa transformou-se
em navio e em transatlânticos e pegou as esferas política e governamental de
surpresa, dando um susto e perguntando-se o que fazer? Revela-se inusitado que
as “manifestações”, reflete diretamente um ciclo de passividade e/ou aceitação,
indicando-se que além da transparência existe uma sociedade que deve participar
como um todo da vida do país, em que pese ter eleito seus representantes, principalmente,
quando diz respeito à assuntos relacionados com o dia-a-dia (saúde, educação,
transporte, corrupção, violência/segurança, maioridade penal, criminalização do
aborto, copa do mundo, jogos olímpicos, mobilidade urbana, habitação...). Outro
aspecto relevante é a não participação de grandes e pequenos partidos
políticos, repelidos pela multidão. Fica
o recado aos políticos e governantes do Brasil: passar do discurso à ação; evitar
promessas que não podem ser cumpridas; suprimir “falas” de caráter demagógico; não
esquecer de interação e compromissos com a população e “melhorar a vida do povo,
restabelecendo a dignidade”.
Artigo Publicado no Jornal "Folha Regional de Cianorte", edição de 30 de junho e 1º de julho de 2013.
Assinar:
Postagens (Atom)
AFINAL DE CONTAS A VIDA É REAL E NÃO VIRTUAL...
Augusto Cury, em sua obra I ntoxicação Digital, ed. Benvirá, 2a edição, 2024, p.135, escreveu: [...] A vida é dramaticamente curta para se v...
-
A Min. e Juíza do STF Carmen Lúcia, em entrevista a Revista Época 18 de abril de 2016, p. 52: [...] O brasileiro está muito raivoso, muito...
-
Não existem receitas para viver melhor. Certamente ninguém quer viver de modo indigno, sofrido, sem nenhuma felicidade. Ao contrário, todos ...
-
Brasília, 18/08/2011 - O presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil, Ophir Cavalcante, afirmou hoje (18) que o Observatório da Cor...