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sábado, 17 de outubro de 2015

SEMPRE É TEMPO DE ENCONTRAR CAMINHOS...


Alguns filosófos entendem que "os homens só se tornam sábios depois de passado o momento de viver". Outros filosófos dizem que não é assim, a "sabedoria se aprende enquanto é tempo, ou seja, presente". Torna-se necessário relevar as duas correntes filosóficas. Pessoalmente, entendo que enquanto existe vida, pode-se obter resultados, experiências e achar sabedoria, principalmente, em decisões e atitudes... Talvez a maior perda, é por conta da dispersão da própria vida, com situações de engano, fraude, correrias e assuntos desnecessários, deixando de encontrar-se a si mesmo... Talvez caminhamos a vida toda, e não encontramos a nós mesmos, apesar das marcas dos anos. Mas a simplicidade da vida está no próprio caminho, onde estamos passando, já passamos ou vamos passar  (passado, presente, futuro). De algum modo, a vida prossegue, como uma viagem: tem começo, desenvolvimento, meio e fim. Essa é a sabedoria, descobrir na nossa própria existência, ou no caminho, o significado pessoal de nossa vivência...Se o caminho não é bom, cabe a cada um descobrir, procurar o rumo que entende ser o melhor, eis aí a mágica da vida: a oportunidade de se descobrir.  

quinta-feira, 1 de outubro de 2015

QUANDO CONSEGUIREMOS SER SIMPLES HUMANOS...

Na atualidade, existem muitas doenças que nunca existiram: depressão, insônia progressiva, dores por todo o corpo, enfim, cada tempo tem um diagnóstico de descobertas de doenças imagináveis, tanto decorrente do próprio sistema imunológico, emocial e do desgaste do próprio corpo, conforme os anos passam. Muitas doenças surgem e aparecem (várias) porque segundo os estudiosos especialistas em medicina e comportamento humano é porque "represamos sentimentos", ou seja, "nossas emoções e sentimentos" não são expressados ou externados, quando deveriam ser atos comuns, da própria vida. Ficamos com medo de chorar, para não perder a pose; não admitimos erros, porque somos "mais que os outros"; não aceitamos as derrotas, porque não queremos ser taxados de perdedores; não amamos ou não deixamos ser amados, para não se tornar "servos ou subservientes pau-mandado..."; não perdoamos, para que não se torne uma "fraqueza"..., assim uma imensidão de situações que represamos e nosso "corpo" não aguenta, não somos máquina e nem de aço, carbono, etc... Talvez esses comportamentos seja disposições que a própria sociedade exige para que obtenhamos sucesso, ao menos uma total qualidade como "ISO". Mas não é assim que pode ser comparado o ser humano, mesmo tendo potencial de decidir, realizar, fazer, destruir, é frágil, simplesmente. Assim, quando tentamos sufocar muitos dos nossos sentimentos certamente estamos caminhando de certa forma, para surgir doenças, muitas incuráveis e nem sequer ter um tratamento disponível ou oportunidade de tentar curar... Quando aprenderemos ser "humanos, simplesmente humanos...!

AFINAL DE CONTAS A VIDA É REAL E NÃO VIRTUAL...

Augusto Cury, em sua obra I ntoxicação Digital, ed. Benvirá, 2a edição, 2024, p.135, escreveu: [...] A vida é dramaticamente curta para se v...