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quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

CRISE DE TRANSPARÊNCIA


Existe uma evidente crise de transparência no exercício da função pública, pelas autoridades, haja vista, o tratamento que vem sendo dado à suposta conduta de agentes públicos, autoridades, ministros, presidente, deputados, senadores, governadores, magistrados, prefeitos, procuradores, vereadores, policiais.  A conduta de minoria implica em rotulagem das demais autoridades de qualquer poder constituído, valendo a regra da exceção.  O que chama atenção nos dias atuais, no cenário nacional, é que, o cidadão  levado à condição de autoridade, vive um papel e enredo diferente daquele que deveria exercer em funções de poder, ou seja, com ética, lucidez, transparência, o mínimo de decência que a sociedade requer como é o caso da exigência da Ficha Limpa. É anseio da sociedade, transparência de todo aquele que exerce poder do menor ao maior. Não se pode viver a vida real em “papel” como se fosse um ator a representar uma obra de ficção, drama, acabando o espetáculo,  sai do palco e termina os fatos. Não deveria ser assim como vem ocorrendo, pois cada autoridade tem consciência de seu papel e autoridade e respectivos limites. A atual realidade nacional exige a transposição de omissão, obscuridade, fraudes, em desafio permanente de transparência, como sólido fundamento da democracia. Exige-se ética de poder, tanto para o cidadão comum no dia-a-dia, como da mais alta autoridade no exercício do poder, como uma referência coletiva, sem exceções. Não pode haver exercício de poder sem ética e transparência. Testemunhamos fatos lastimáveis de autoridades nos últimos meses, freqüentando capas semanais de revistas e jornais diários, por denúncias diversas, que cercados de picuinhas do poder, lenga-lenga partidária, desculpas, blindagem, tinham como foco central retirar dinheiro dos cofres públicos, mais, recebendo inclusive, atestado de inimputáveis. O cidadão quer um Estado, que quando fala com a sociedade, por meio de seus representantes e autoridades, sejam confiáveis, sem paradoxos, sem cinismos, com evidente transparência e ética.   

AFINAL DE CONTAS A VIDA É REAL E NÃO VIRTUAL...

Augusto Cury, em sua obra I ntoxicação Digital, ed. Benvirá, 2a edição, 2024, p.135, escreveu: [...] A vida é dramaticamente curta para se v...