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segunda-feira, 16 de agosto de 2010

ELEIÇÃO 2010 – promessas e propostas

Estamos em meio da campanha eleitoral de 2010 para eleição de Presidente, Governador, Deputado Federal, Estadual e Senadores. Ao meu ver, temos visto no meio disso tudo “promessas” e “não propostas efetivas”. O foco maior é a “saúde”. Como resolver? Várias promessas e nenhuma de fundo de proposta efetiva. Segurança, como diminuir a violência? Habitação, como atender a necessidade da população carente para ter um teto? Emprego, como produzir vagas de empregos? Meio ambiente e sustentabilidade? E Educação, sem proposta efetiva alguma? Criar escolas resolvem? Não se preocupam com a qualidade do “educador” e de igual forma quando se fala em saúde e segurança “não se preocupa com o elemento humano necessário para impulsão desses setores”. Todas essas questões terão que serem trabalhadas e resolvidas, não podendo ficar na “promessa”. De promessa em promessa, a saúde, educação, habitação, segurança, etc. cada dia sem rumo, para não se dizer “de má qualidade”, levando em conta que a carga tributária no Brasil, gira em torno de 33% ou mais. Os futuros candidatos eleitos, devem ter em mente que o “compromisso ideológico” da Constituição: Dos princípios fundamentais (Título I, artigos 1º a 4º). Dos Direitos e Garantias Fundamentais (Título II - artigo 5º). Dos Direitos Sociais (Capítulo II, artigo 6º a 11). A base do Estado de Direito, que é o início da Constituição Federal de 1988: “Nós, representantes do povo brasileiro, reunidos em Assembléia Nacional Constituinte para instituir um Estado democrático, destinado a assegurar o exercício dos direitos sociais e individuais, a liberdade, a segurança, o bem-estar, o desenvolvimento, a igualdade e a justiça, como valores supremos de uma sociedade fraterna, pluralista e sem preconceitos, fundada na harmonia social e comprometida, na ordem interna e internacional, com a solução pacífica das controvérsias, promulgamos, sob a proteção de Deus, a seguinte CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL” (destacamos). Por isso chega de promessas, balelas, invenções, vamos apresentar propostas para “efetivar os direitos garantidos pela Constituição Federal”. Para superar as questões postas, devem os partidos e candidados obviamente tornarem conhecidas afim de que a população votante possa "votar conscientemente".

AFINAL DE CONTAS A VIDA É REAL E NÃO VIRTUAL...

Augusto Cury, em sua obra I ntoxicação Digital, ed. Benvirá, 2a edição, 2024, p.135, escreveu: [...] A vida é dramaticamente curta para se v...