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domingo, 25 de janeiro de 2015

BUSCAR NOSSO PRÓPRIO SILÊNCIO


Muitas vezes o passado atrapalha o presente, com situações desfavoráveis. Não podemos retroceder no tempo para reparar ou buscar solução para o passado. Nem sempre a vida é feita de histórias de êxitos, mas muita coisa também não foi anormal 100% e vivemos até aqui. No que foi possível viver certamente aprendemos alguma coisa, possivelmente trouxe sabedoria, serenidade, equilíbrio, fé, esperança, desejos de amar, perdoar... (cada um sabe o que passou no seu coração...) e não repetir mais a conduta do passado. Talvez tudo isso leva-nos a aprender mais de nós mesmos, a despojar do medo, a caminhar para frente, ser feliz... Isso é possível, depende de nós...Caminhando e vivenciando as experiências talvez encontramos dentro de nós um silêncio interno que nos confronta, traz alivio, paz, alegria, choros e risos. A busca pelo silêncio,  leva as pessoas as peregrinações em rotas espiriturais pelo mundo afora. Precisamos (cada um de nõs) achar nosso silêncio interior, pois não se adquire em manuais e não pode ser adquirido pela internet. Esse esforço pelo recanto silencioso de nossa vida, é pessoal, espiritural e depende de cada um, para acalmar nossas inquietações...

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

VOAR É NOSSO PRÓPRIO RISCO

"Quem, por causa do medo, se encolhe e rasteja vive a morte na própria vida. Quem, a despeito do medo, toma o risco e voa, triunfa sobre a morte. Morrerá quando a morte viver. Mas só quando ela vier”. Rubem Alves.
Ao nascer, já estamos sendo vencedor. Desde a concepção estamos como ser humano sujeito a risco. Talvez a vida seja um eterno risco, apesar de inúmeras vezes estarmos alicerçados ou segurados por alguém. Após a concepção, estamos seguro útero materno, correndo riscos também. Ao nascer, quebramos um vínculo, vencemos uma fase, chegamos ao mundo, começando o crescimento. É claro que não estamos sózinhos nesta empreitada. Temos a dependência materna nos nove meses, e também a assistência paterna, quando se trata de um fato normal. Todavia, mesmo sendo regularmente assistido por mãe, pai e os cuidados da família, sempre haverá o risco e assim pela vida toda. Acho particularmente, que o ser humano nasce sem medo, porque se tivesse medo não nasceria para a vida. Talvez o medo seja a construção da própria idéia de existir inerente a própria vida. Vencendo as etapas da vida, ultrapassando os problemas (todos têm problemas), sendo vencedor ou vencido, adquirimos a resistência para continuar a voar (assim entendendo a vivência), pois os riscos são muitos e depende exclusivamente de cada um driblar. Também haverá momentos de descanso, ultrapassadas as turbulências. Ninguém pode dizer que não tem medo, pois mora dentro de cada um, dependendo do risco e da vivência para vencer, como diz Rubem Alves "o risco de voar". Então, enquanto é tempo de vida, vamos voar...

AFINAL DE CONTAS A VIDA É REAL E NÃO VIRTUAL...

Augusto Cury, em sua obra I ntoxicação Digital, ed. Benvirá, 2a edição, 2024, p.135, escreveu: [...] A vida é dramaticamente curta para se v...