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segunda-feira, 23 de outubro de 2017

HUMOR NEGRO COM NOSSOS IRMÃOS HUMANOS


Como cidadão, fico indignado, como as "pessoas utilizam-se nas aberrações humanas, para fazer humor  - humor negro, numa expressão mais que identifica com a situação". Não existe medida entre um humor sadio e um humor negro. O humor negro, é aquele que denigre a imagem, a personalidade e atenta a dignidade do ser humano. Existe um desrespeito sem medidas, pela mídia, pela internet, por qualquer meio de comunicação, sobre situações ridículas que as pessoas se fazem, para promover, para ganhar a vida, ou simplesmente, em momento de lazer e de um estado de vida miserável. Existem quadros deprimentes, principalmente, em nossa cidade (Cianorte - Paraná), quando se "vê pessoas fazendo humor em semáforo" e pessoas vendo "ativando, pilhando para ela continuar", obviamente pelo que consta sobre "efeitos de algum produto químico", porque, "normalmente que tem certo equilíbrio não se atreve a fazer esse tipo de procedimento".  Essa situação típica deve ocorrer em várias cidades do Brasil afora, pois geralmente os que estão avistando a situação, estão em bares e locais públicos, procurando diversão.  Existiu um caso muito interessante que ocorria na França que era o "arremesso de anão", em que, em bares para atração de clientes, promoviam com pessoas normais, competiam entre si para ver que jogava mais longe os "anões" entre outras práticas. Para os "anões", discriminados, era uma oportunidade de trabalho, embora com evidente prejuízo a sua "personalidade". Trabalho, direito de personalidade, liberdade de autonomia de vontade, direitos diversos, mais o respeito ao "ser humano" sua dignidade, basta para ser protegido. Simplesmente ser "um ser humano" é digno de respeito e consideração. Além do que, atualmente, a TV  no Brasil, vem explorando esse segmento (anões - nanismo), não sei se é resgate da "dignidade da pessoa"  "olhar para o nanismo",  enfim, o tempo vai dizer. Mas enquanto se luta com políticas públicas para evitar a discriminação, tem-se utilizada dessas situações para “afrontar a dignidade da pessoa humana”. Existe legislação para coibir essas situações. Inicia-se com a Declaração Universal da ONU que, de forma absoluta, nos dá uma linha de ideias bases para a formulação do conceito de dignidade da pessoa humana em seu artigo 1º: “Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e direitos. São dotados de razão e consciência e devem agir em relação uns aos outros com espírito de fraternidade.”  No Brasil, existem legislações sobre a “proteção da dignidade da pessoa humana”,   inscrita a partir da Constituição Federal de 1988 (artigo 1º inciso III princípio da dignidade da pessoa humana)  o Código Civil de 2002 a partir do artigo 11 e seguintes, além de legislações esparsas. Existem também a legislação penal, que,  criminaliza diversas situações, que engloba a dignidade da pessoa humana, como o crime  de discriminação racial, entre outros, tendo sido editado o Estatuto da Igualdade Racial (Lei 12.228/10). Temos que caminhar muito para tentar igualar direitos, retirar o preconceito, inclusive, “bulling” sobre as pessoas com deficiências em andar, falar, viver, entre outros, como se pode verificar por muitas situações do dia-a-dia, situações públicas, que não se pode negar que ocorrem pelas ruas e espaços públicos de todas as cidades. Afinal, somos todos seres humanos. 

domingo, 1 de outubro de 2017

A VIDA NECESSITA DE AÇÕES E ATITUDES...

O tempo não para, não se refaz, como se diz por aí. É uma verdade tão inquietante que passa despercebido por nós seres viventes mortais. Queremos na verdade, sermos  imortais, lutar contra o tempo, como se fossemos heróis. Nada somos, além de simples e meros seres humanos. A vida necessita de impulsos, ações, atitudes, porque o contexto da caminhada, é complexo.  Viver é uma dádiva de alegrias, tristezas e desencontros, mas vale a pena, pois é quando  vivemos a humanidade.
Viver a humanidade, é intricante, porque nessa forma existe a máxima expressão. Se não tiver a vivência, não saberíamos sequer o que é amor? Não poderíamos ter experiências extremas de vida: nascer, viver, morrer. Com toda nossa deficiência, carência, seguimos a vida, descobrimos caminhos... Talvez a tarefa máxima do viver é descobrir: porque vivemos, morremos, sofremos, lutamos tanto... Muitas experiências da vida, sequer temos respostas: simplesmente acontecem, não se consegue uma explicável razoável. Milagres, acaso, coincidências, encontros, desencontros, partidas, chegadas... Essas situações de ações que nos envolve, traz sempre uma esperança de felicidades, como também de tristezas. Não tem como programar muitas situações da vida. Que bom seria se tivessemos uma fórmula para viver...Era colocar no programa e acionar. Não é assim, talvez seja a mágica da vida, o descobrir do dia-a-dia, seja o combustível de nossa resistência. Essa química de viver, é tão imprescindivel. Nenhum amanhecer é igual ao outro...Assim é a vida, intricante, cheia de mistérios, milagres, momentos de felicidades, tristezas, esperanças, impossibilidades, realizações, que nos empreende a atitudes e ações. Não existe estática para vida, é um movimento sem limites e frequentes...  

AFINAL DE CONTAS A VIDA É REAL E NÃO VIRTUAL...

Augusto Cury, em sua obra I ntoxicação Digital, ed. Benvirá, 2a edição, 2024, p.135, escreveu: [...] A vida é dramaticamente curta para se v...