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domingo, 18 de setembro de 2011

FELICIDADE E ALEGRIA SEMPRE A DISPOSIÇÃO

Passei a meditar, onde encontrar a felicidade e a alegria nessa viagem chamada vida. Seria possível encontrá-las no final de uma viagem programada, na chegada. Embora, sempre temos planejado buscá-las,  eu chequei a conclusão, após pensar bastante e ler sobre o assunto, elas estão sempre à nossa disposição, desde o começo da viagem chamada vida. Não encontramos a felicidade e a alegria, porque não atentamos o curso da viagem, pois certamente estão à nossa disposição às margens, cujo olhar é concentrado somente para a chegada. Somos tão insensíveis que não paramos sequer um minuto, desconcentrando de tudo para ver o olhar de uma criança, uma flor, um mover de um inseto, um animal, sol, lua, estrelas, mar, ondas, enfim, ver o inacreditável.  Estamos tão robotizados que paramos para ver a foto virtual postada em nossos e-mails e não paramos para ver o que está ao nosso lado necessitando talvez de um simples olhar, ou quem sabe,  um bom dia, boa tarde, olá ao  menos. Simplesmente notado. Se não notamos ou ao menos sentimos pequenas coisas, como achar a felicidade e a alegria coisas tão simples, sem custo qualquer?  Estamos tão acostumados a competir no sistema de meritocracia, que automaticamente, esperamos encontrar a felicidade e a alegria sempre no final no resultado da competição, esquecendo que estão a nossa alcance a qualquer instante, basta um gesto, um aceno, um olhar, um abraço, um cumprimento, um ato de disposição, sem custo qualquer. Esperar para encontrar a felicidade e a alegria no final (na chegada, no resultado), poderá ser frustrante,  porque poderá não chegar  e não encontrar o resultado.  Passou a viagem vida e não achou a felicidade e a alegria. Tragédia pura, é isso que está ocorrendo com milhares de pessoas, chegar ao final e não encontrar nem felicidade e nem alegria, pois o tempo não retorna, é implacável na contagem.  

AFINAL DE CONTAS A VIDA É REAL E NÃO VIRTUAL...

Augusto Cury, em sua obra I ntoxicação Digital, ed. Benvirá, 2a edição, 2024, p.135, escreveu: [...] A vida é dramaticamente curta para se v...