[...] Porque o tempo é uma invenção da morte:
não o conhece a vida — a verdadeira —
em que basta um momento de poesia
para nos dar a eternidade inteira.
(Ah! Os Relógios. Mario Quintana de bolso. L&PM Pocket, Porto Alegre, 2007, v.71, p.146).
A marcação do tempo, é uma invenção humana...
O tempo é indiferente as pessoas... É absoluto...
Nascemos, vivemos, morremos, o tempo é o mesmo: onipotente.
Não conhece ninguém, a vida, nossas tormentas, alegrias...
Se nós marcamos o tempo, deveríamos viver com um pouco de qualidade...
Somos finitos...
Frágeis...
Vulneráveis seres humanos.
Visa o blog divulgar matérias sobre direito, política, vida e fatos, segundo o livre pensamento do autor do blog, e inserir no leitor provocações reflexivas, demandando o mesmo a pensar sobre o que foi escrito, os fatos descritos nos artigos, a realidade, tudo quanto se puder expressar através da escrita. Quando se fala em provocações, na verdade é dar um choque de realidade sobre o que se escreve, e levar as pessoas a refletirem sobre o conteúdo do escrito.
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sexta-feira, 5 de janeiro de 2018
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