No Brasil, é lastimável a violência tanto pelo fato do aumento de homicídios, latrocinios, etc, acidentes de trânsito, que deixam seqüelas irreversíveis as pessoas, quanto não se ceifa a vida, as vezes até de famílias inteiras... Além disso os reflexos são muitos, e muitas das vítimas desenvolvem o TEPT - Transtorno de Estresse Pós-Traumático, além de lesões corporais. Imaginam como a violência é ...uma "bola de neve", desencadeando múltiplos problemas... Agora noticiou-se nesta semana, em razão do aumento da violência em São Paulo, por causa dos furtos e roubos de carros, em média 3 por hora (é estatística - pode ser maior esse número), segundo consta das investigações criminais, trata-se de um novo tipo penal (não tem lei ainda), é o "roubo-furto ostentação", rouba-se o carro (com violência total) para exibir-se e depois abandonam, após ter sido utilizado, quando não "totalmente depenados"...deixando seus proprietários em situação lastimável.
Não esquecendo que a "vida e a propriedade" (um patrimonio mínimo de proteção) merecem total proteção pela Constituição e outras leis, é direito do cidadão e dever do Estado. Não é o caos, mais é necessário repensar todo o sistema, seja através do voto, seja pela educação, enfim, políticas públicas efetivas para reversão da situação... Já tentaram tirar as armas dos cidadãos de bem, e nada resolveu em matéria de diminuição da violência. Talvez esse desarmamento foi equivocado, porque, o cidadão de bem, que tem arma e sabe usar, não vai sair roubando e matando aleatoriamente. Quem rouba e mata pela violência, não é um cidadão de bem. É só atentar os noticiários pela TV principalmente, não se fala que um cidadão de bem, pegou sua arma e saiu atirando e roubando? O cidadão de bem, pai de família, trabalhador, responsável, tem arma para se defender, é um direito natural do cidadão, mesmo que o Estado assegure sua proteção. Desarmou-se o cidadão de bem, não aumentou a segurança Estatal, ao contrário, aumentou o número de empresas de segurança particular, milícias, etc e pelo que consta das estatísticas aumento a criminalidade em número e gênero. Como é um caos o sistema de encarceramento, porque não se utiliza o fator financeiro para coibir a criminalidade, como o valor maior das fianças? Poderá aumentar a criminalidade, ou seja, os "amigos dos crime" arrecadar valores via criminal para pagar as fianças dos marginais presos? Talvez possa ocorrer, mas nunca houve um política nesse sentido. O que se vê e nota-se que não existe um enfrentamento por parte do Agente Estatal, com políticas públicas efetivas a criminalidade em qualquer setor da sociedade, pois não atualizam os efetivos policiais, os delegados, os agentes, enfim, toda a estrutura fica aquém daquilo que é essencial, muito embora, jamais vai zerar a criminalidade. Em que pese, as declarações das autoridades de segurança (quase todos os dias os agentes estatais em entrevistasnas TVS), que está "tudo sob o controle", não resolve de forma efetiva a segurança do cidadão, que cada dia mais, tem a sensação de que está mais inseguro...
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