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quinta-feira, 24 de abril de 2014

COMPRA DE VOTOS & BENEFÍCIO SOCIAL

Está na página do Facebook: O que está pensando? Obviamente em épocas eleitorais, em discussão e troca de idéias, chequei uma conclusão lógica depois de matutar, que o sistema democrático deveria ser:
1) Voto não obrigatório
2) Quem recebe "benefício social do governo" não poderia votar (isso é um questionamento de um amigo de discussão política) mas deve ser levado a sério, porque, se não "pod...e muitas coisas em momentos eleitorais, certamente o beneficiário de qualquer programa social (diretamente ou indiretamente), não irá viciar o voto ou a mesma coisa de que "comprar ou trocar", votando naquele que "lhe favoreceu"...
3) Não licitação pública (Lei de Licitações) existe o artigo 9º que preve a não "participação" de pessoas (direta ou indiretamente) ligadas a execução de obra, serviço e fornecimentos de bens...? Inclusive no parágrafo 3º explica a definição de participação indireta.
4) Apesar do voto ser secreto, universal, ato único da democracia que configura liberdade, direito constitucional em cláusula pétrea, é uma questão a pensar nos dias atuais (não é discriminação e nem egoísmo), pois todos em solo brasileiro tem o direito de receber benefício social de qualquer natureza, pois todos merecem o amparo social do Governo, que é pago pelo cidadão contribuinte...
Se existe o crime da compra de votos, não seria diferente com  o benefício social, o Governo paga, eos "candidatos oficiais obviamente" são favorecidos, haja visto que "ninguém briga com o pai e a mãe".  O benefício social, seja qual for, embora tenha sua razão legal de existência e imagináveis benefícios, não seria um instrumento de "compra e venda de votos"?

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