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quarta-feira, 8 de outubro de 2014

DISCURSOS E CONVICÇÕES PESSOAIS DE CANDIDATOS CONSOLIDAM NO ELEITOR O "VOTO VULNERÁVEL"

Sempre em eleições, principalmente nos últimos anos, temos visto aparecer candidatos nitidamente preocupados em buscar nas candidaturas um trapolim para a sua vida, como diz o Juiz Marlon Reis do Maranhão, em entrevista a Revista ISTO É edição de 08/10/2014, páginas 6-10: "A eleição virou uma corrida pelo ouro". Este Magistrado foi lutador para aprovação da Lei de Ficha Limpa no Brasil. Esses pseudos candidatos, com apóio de grupos e interesses de caráter individual, não com intenção de beneficiar a sociedade, proferem idéias vinculadas a determinadas situações pessoais, inclusive, expõem suas pseudas promessas eleitorais, como "vale tudo" expressando com ares de novidade e convicções pessoais unilaterais e de conveniência. Veja que o Candidato a Deputado Estadual, não sabe com certeza qual sua função como representante da sociedade no ambito do Estado, confundindo-se em suas apresentações pré-eleitorais assuntos ligados a legislação federal, que muito pouco seu trabalho, quando eleito fara alguma diferença. Mesmo a nível de vereador, é comum o mesmo usurpar a condição de mero fiscalizador ou legislador municipal, em poder que é do Prefeito, ou seja, é função do Executivo. No mesmo plano, o pseudo candidato a Deputado Federal, também comete este equivoco, querendo usurpar a função do executivo a nível federal que é do Presidente da República. Todavia, em que pese o esforço de ganhar a confiança do eleitor, muitos pela facilidade da oratória, têm conquistado eleitores e votos, escudado principalmente em fartas promessas de precariedade de conteúdo, muita das vezes carregadas de ilusões distorcidas da realidade, levando o eleitor a votar no candidato, por mera vulnerabilidade, sem atentar a veracidade das "promessas e propostas eleitorais" e os fundamentos que contêm, talvez levado a acreditar numa convicção real de verdade. Quando os pseudos candidatos são questionados em reuniões pelos eleitores (em campanha eleitoral), inclusive, por aqueles que detém um certo conhecimento da área política e legislativa, ressentem de responder o questionamento de forma objetiva, preferindo ampliar a conversa e não respondendo com objetividade sobre o questionamento, ou melhor "desconversa" e não responde. Nunca se obtém uma resposta objetiva, talvez seja um elemento de marketing eleitoral, mas não informa e não responde o que eleitor quer saber, deixando indeciso e sem as respostas reais que poderia em consolidar num voto plenamente consciente (se assim pode-se dizer). Talvez haja mais despreparo do candidato do que o eleitor?       

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