Em início de setembro de 2015, aparece o Governo Federal, buscando ajuda (aval) do Congresso para cobrir rombo de R$-30 bilhões no orçamento de 2016. Enfim, embora a "festança e gastança" termimou a muitos meses, agora vem a conta...É isso, apesar de muitos economistas denunciarem a política do Governo (incentivo a consumo e crédito barato com dinheiro público girando a economia e destruindo nossas reservas e potencial industrial), chegou a conta. É óbvio que você cidadão cotidiano, que não teve nenhum benefício e não foi convidado para a festa, nem sequer teve conhecimento de como foi a "gastança" vai pagar a conta? É isso não foi a festa, mais vai pagar a conta de certa forma... Aí tem a pressão do nobre Deputado Federal da nossa Região (Paraná - Dep. Ricardo Barros PP-PR de certa forma aliado do Governo, relator do Orçamento respondendo a pergunta feitas por jornalistas: (pergunta): "É melhor aumentar impostos a perder o grau e investimentos?
(Deputado responde): " Podem ter certeza disso. A recuperação será difícil e longa. Estamos apontando para três anos de recessão: 2014 com déficit, 2015 e 2016. Isso porque ainda stamos com grau de investimnto. Sem ele, vamos perder uma década... (Este diálogo está no Jornal o Estado de São Paulo, edição 2-9-215, p. A4 caderno político). Pelo jogo, que estamos assistindo, a conta da festa é ainda maior...A conta está vindo, já veio... A conta vem da gastança em programas sociais, que embora tenham uma finalidade de diminuir a pobreza e isso pode ter ocorrido em menor ou maior escala, nada mais é como a "compra antecipada de votos" para garantia de permanecer no Poder. Tve influência decisiva no resultado das eleições de 2014, principalmente nos Estados do Nordeste do Brasil (fato público e notório). Investimentos da Petrobrás, que foram para o ralo da corrupção, empréstimos do BNDES... Os fatos estão aí, não se pode dizer que é conversa da oposição e nem de "jornaleco" como se diz. Enfim, estamos sem rumo, na economia e na política e o Governo jogando a "bola " do déficit para o Congresso e o Congresso devolvendo ao Governo?(ninguém quer ser o pai da conta e chamar a responsabilidade pelos acontecimentos). O Brasil não é uma Grécia, onde não existe o crédito e confiabilidade de investimentos. Ao contrário, seu potencial é grande para investimentos, basta um mínimo de governança e uma gestão transparente, que até agora não surgiu. Quanto a comparação com a Grécia, esta foi socorrida pela União Européia, agora o Brasil, no mínimo o povo vair suporte, pelo que consta, mais uma vez vai pagar a conta... Poucos pensam no Brasil, e dá para desconfiar do Senador Renan Calheiros que disse em entrevista (está escrito no jornal acima citado): "Não somos nem seremos narradores impessoais desse precipício. A crise atual não é apocalíptica, mas exige de todos sensatez e serenidade em busca de saídas". Uma questão ainda se encontra em investigação, de quem é o DNA do "Petrolão" do "Mensalão".
Visa o blog divulgar matérias sobre direito, política, vida e fatos, segundo o livre pensamento do autor do blog, e inserir no leitor provocações reflexivas, demandando o mesmo a pensar sobre o que foi escrito, os fatos descritos nos artigos, a realidade, tudo quanto se puder expressar através da escrita. Quando se fala em provocações, na verdade é dar um choque de realidade sobre o que se escreve, e levar as pessoas a refletirem sobre o conteúdo do escrito.
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quinta-feira, 3 de setembro de 2015
domingo, 31 de maio de 2015
QUANDO O PASSADO SE MATERIALIZA NO PRESENTE?
(...) Mas tudo passa, tudo passará
E nada fica, nada ficará”... (Nelson Ned).
E nada fica, nada ficará”... (Nelson Ned).
Existem três tempos em nossas vidas: passado,
presente e futuro. Segundo dizem o “passado” não pode alterar o presente,
tampouco o futuro. Mais precisamente, o que passou não volta mais e o velho ditado “águas
passados não move moinhos”. Assim seria nossas vidas, no tempo corrente e
normal. Mas no Brasil de 2015, não está sendo. A econômica está paralisada, a
política está pegando fogo, e o futebol paixão nacional, está com a bola suja.
No campo político eleitoral, vem desde 2014, arrastando-se o caso da Petrobrás
(Petrolão) que deu início pela Polícial Federal no Paraná, foi para a Justiça
Federal do Paraná, tendo a frente dessa investigação e processos judiciais o
Juiz Federal Sérgio Moro. Além disso, em “29 de abril”, o Governador do Paraná,
resguardando de uma votação na Assembléia Legislativa, com o fito de realizar
um “afano legal” no Paranáprevidência, fez uma grande operação militar, que
acabou um quebra-quebra no centro Cívico de Curitiba, deixando muitos “professores
(mestres) e funcionários públicos ali presente” todos combatidos pela Polícia
Militar, comanda sob auspício do então Secretário de Segurança Delegado
Franschini, que veio a sair dessa
Secretária posteriormente. Nesse caso específico, não apareceu uma
responsabilidade total pelo ocorrido, simples um jogo de empurra-empurra,
culminando com a saída do Eminente Secretário de Segurança, do Comandante Geral
da Polícia Militar logos nos dias seguintes aos acontecimentos. Em todas as
situações relatadas aqui neste texto, são relatos de verdade, segundo as
investigações, as informações pelos jornais e noticiários televisivos. Não é
ficção, é realidade. Não obstante a isso, a música de Nelson Ned, outra
utilizada como oração e uma canção de liberdade, para aqueles que o passado
condena, está com efeito contrário, ou seja, o “passado se faz presente”. Aí
sabemos que no casos dessas situações relatadas, e atualmente o caso da
CBF/FIFA, muitos chamam de “bola suja”, está atormentado os personagens
envolvidos nesses esquemas de muito dinheiro e poder envolvido, além de
eventuais crimes financeiros e eleitorais, que poderão advir das investigações
em curso. No caso do Governo Federal, aliados, líderes partidários estão vivendo
um tormento, porque o passado não passa, se torna cada vez mais presente,
porque está em movimento e com ampla certeza de “cana, cadeia, crime eleitoral,
perda de mandato, impeachment...” somado mais a quebra econômica do Brasil e
das Petrobrás. No Paraná, o passado vem atormentando o governo Beto Richa,
descoberta de “esquemas na Receita Estadual, em licitação de veículos, etc”, e ainda não esquecido o confronto do dia “29
de abril” contra os professores e funcionários públicos, onde regularizou o “afano
legal” do Paraná Previdência. Esses são relatos de fatos ocorridos no passado,
em data recente, como é o caso do dia 29 de abril, portanto, fica a lição que “o
passado está se fazendo presente e esse presente certamente vai durar por muito
tempo”. Quem “apanha não esquece” e que tem que pagar a conta dos desmandos
também “não esquecerá de 2015”.
quinta-feira, 28 de maio de 2015
O ABUSO DA DIGNIDADE DA PESSOA HUMANA NA CPI DA PETROBRÁS ORA INSTALADA NA CÂMARA FEDERAL
"Sempre
tenho a honra de assistir as sessões desta Câmara Federal transmitidas ao vivo
pela TV Câmara, inclusive, nos finais de tarde, quando possível e o trabalho me
permite. É fato e o cidadão sente-se orgulhoso do exaustivo trabalho dos
parlamentares na defesa dos interesses do povo brasileiro, debatidos neste
Parlamento. Desde já, manifesto meus parabéns a sua atuação prudente e moderada
como Presidente da CPI da Petrobrás, pelo seu invejável controle sobre a
situação, estendendo-se aos nobres Deputados que compõem a CPI e os demais
participantes da Câmara.
Contudo
Nobre Deputado e presidente desta CPI, todavia, não considero digno o tratamento
dado “a depoentes”, como constatei ao assistir a sessão do dia 05 de maio de
2015, quando presente a sessão o ex-diretor de Abastecimento da Petrobrás Sr.
Paulo Roberto da Costa.
Tive
indignação, como cidadão e advogado, o despojado desrespeito dos Eminentes
Parlamentares em questionamentos dirigidos ao depoente, pois foram
desrespeitados totalmente direitos humanos previstos na Constituição Federal,
cuja Carta Cidadã os Eminentes Deputados juraram cumprir.
Não
sou juiz, censor, árbitro ou regulador de qualquer procedimento adotado pela
CPI, que possui princípios próprios e autônomos de funcionamento, obviamente.
O
que está em jogo, é o tratamento digno desrespeitoso ao depoente, embora no
mérito da situação posta, mesmo que seja considerado “o maior crime, fraude ou
hediondo sistema corruptivo que participou perante a Petrobrás e ocorrido no
Brasil nos tempos atuais, com anuência dos
poderes de Brasília, assim considerado em sentido amplo crime
lesa-pátria”, conforme já está
exaustivamente demonstrado, não se
retira o direito de se ter tratamento de
forma digna, como “ser humano”, mesmo porque o Brasil é signatário de tratados
internacionais que exigem o tratamento digno a qualquer cidadão, mesmo na hipótese
da situação comparativa de “réu” na CPI instalada.
Tenho
que, como advogado, cidadão e eleitor, que os Eminentes Deputados, embora com
razão aos fatos, todavia, o tratamento deve ser feito com urbanidade, dignidade
e prudência, jamais da forma como alguns tem-se manifestado nestas ocasiões, o que retira o brilhantismo da atuação deste
Parlamento, ou pelo contexto apresentado, certamente mais depoentes utilizarão,
o recurso do Habeas Corpus preventivo expedido pelo Supremo Tribunal Federal
STF, em proteção ao direito ao silêncio e à personalidade, o que afastaria
profundamente o brilhantismo exaustivo desta CPI, que superou o grande
obstáculo com sua criação e instalação. Aliás grande avanço democrático em
tempos atuais.
Ademais,
o cidadão “depoente”, embora considerado culpado de ações criminosas e
fraudulentas, já confessadas na delação premiada, perante a autoridade do Poder Judiciário, homologada pelo Supremo
Tribunal Federal, não negou em nenhum
momento tal conduta, e continua “ser
humano”.
Todavia,
não foi o “depoente Paulo Renato autor exclusivo dessa “arquitetura fraudulenta
e corruptiva de longo período dentro da Petrobrás”, pois é certo que teve
solidariedade na mentalização, na execução e nas estratégias diversas visando a
realização da corrupção, o que deverá ser recomendado a apuração dessa
situação, dentro do devido processo legal, jamais com questionamentos de
exaltação e desproporcionais ocorridos, como ocorreu na sessão citada.
O
que leva a indignação, é o tratamento e desrespeitoso dos Deputados da CPI, aos depoentes, principalmente, com relação a
sessão de ouvida de Paulo Roberto da Costa, o que mais parece com um Tribunal
de Inquisição, embora os fatos sejam norteadores de revolta, mas não se deve
perder a postura de um Representante digno do cidadão brasileiro, talvez até a
fecundidade do trabalho exercido pelos Nobres Deputados na investigação
instalada.
Assim
dirigido ao Sr. Presidente da CPI, como cidadão, eleitor e advogado, que
continue seu exemplar trabalho e peça encarecidamente aos Senhores Deputados
Federais componentes desta CPI, o mínimo de tratamento digno aos “depoentes”
que estarão presentes as próximas
Sessões, pois estão submetidos a lei, e nenhuma norma de imunidade parlamentar
ou atuação na CPI, esta acima do
“respeito aos direitos humanos”, previsto na Declaração Universal dos Direitos
Humanos de 10 de dezembro de 1948, artigo 06 “Todo ser humano tem o direito de
ser, em todos os lugares, reconhecido como pessoa perante a lei”. (nosso
destaque). Além disso, exige-se atenção ao princípio cristão de amor ao
próximo, fraternidade, sem discriminação.
Não
espero dessa carta um exemplar acolhimento, não sou seu defensor nem tampouco
quero arroubos desta missiva. Fica aqui minha indignação e repudio os fatos que
assisti via TV, na data de 05 de maio de 2015, e que se faça uma reflexão em relação ao comportamento exaustivo e anormal dos Nobres Deputados Federais
componentes desta CPI, quanto ao tratamento dispensado ao “depoente Paulo
Roberto”.
Gostaria
que Vossa Excelência fizesse a leitura desta indignação e repudio, se permitir, pois não se pode admitir que o
“tratamento indigno persiste nessa CPI”, afrontando os direitos fundamentais
mínimos de um ser humano, princípios cristãos, relembrando também que todos que
compõe a CPI, antes de serem “Deputados Federais”, são seres humanos.
Desta
missiva será enviado cópia via e-mail ao Presidente da OAB em Brasília e também ao Presidente da
Seção da OAB/PR e também ao Presidente da Subseção de Cianorte, e onde mais se
tornar necessário para que seja cumpridas as “regras mínimas dos direitos do
cidadão”, estabelecidas em lei
ordinária, constitucional e em tratados internacionais que o Brasil é signatário,
inclusive da Convenção Americana sobre Direitos Humanos, realizada em San José,
Costa Rica, em 22 de novembro de 1969, além obviamente da Declaração Universal
dos Direitos Humanos.
Finalizando,
transcreve-se magnífico ensinamento de Norberto Bobbio em sua obra “A Era dos
Direitos”. Tradução de Carlos Nelson Coutinho. 13ª tiragem, Rio de Janeiro:
Campus, 1992, p. 01:
"A paz, por sua vez, é o pressuposto necessário para o reconhecimento e a
efetiva proteção dos direitos do homem em cada Estado e no sistema
internacional. [...] Direitos do homem, democracia e paz são três momentos
necessários do mesmo movimento histórico: sem direitos do homem reconhecidos e
protegidos, não há democracia; sem democracia, não existem as condições mínimas
para a solução pacífica dos conflitos. Em outras palavras, a democracia é a
sociedade dos cidadãos, e os súditos se tornam cidadãos quando lhes são
reconhecidos alguns direitos fundamentais”.
Atenciosamente,
grato a atenção que dispensar a estas singelas reflexões.
De
Cianorte para Brasília, via e-mail.
Em
06 de maio de 2015.
Altimar
Pasin de Godoy
Advogado
- OAB/PR 17398".
FUTEBOL: PAIXÃO & ESPERANÇA
O Brasil de 2015, começou com o novo
mandato da presidente Dilma e também o grande escândalo denominado Petrolão,
que, paralisado pelas eleições de 2014, começou a produzir os efeitos em início
de 2015. Nesse escândalo conforme apuração e investigação ainda em andamento
(prisões, delações e sempre aparecendo alguém que “afanou legal), o brasileiro
tem noção de quanto “afano” fazem com a gestão das estatais, fundo de pensão
das estatais, e órgãos públicos em geral, sustentados com o dinheiro do
contribuinte. Obviamente, que nem todo o dinheiro que foi desviado da Petrobrás
e outros locais de constatação desse ocorrência, foi para manutenção do poder,
podendo-se descortinar que nessa toada, houve um enorme enriquecimento pessoal
dos envolvidos (políticos, líderes partidários, executivos de empresas e outras
classes de pessoas que participaram desse esquema), mas nunca somente uma
pessoa física cidadã, e se for, certamente é um “laranja”. Não obstante a muitas situações que deixa o
brasileiro preocupado e com o bolso vazio, começamos 2015 com aumentos de serviços
de água e energia elétrica, combustíveis, passagens dos transportes públicos e um
aumento irrisório do salário mínimo, que é a base da maioria dos benefícios
previdenciários. Na política, sempre tem o "afano legal", e agora o
Esporte da paixão popular apareceu também os "gatunos" neste final de
maio de 2015, com apuração vinda do Estados Unidos e da Suíca, demonstrando que
muita gente fatura alto com o esporte do “povão” brasileiro. Levaram o
ex-presidente da CBF José Maria Marin, que ocorreu na Suiça, em plena
realização reunião da FIFA. E os brasileiros não esquecem a Copa de 2014 e os
7x1 com a Alemanha, e agora com os fatos investigativos, começam a pensar se " houve um faturamento em cima do
resultado"? O futebol é paixão nacional, um esporte sem lógica, e o torcedor
sempre fica na esperança de ganhar, ser
campeão, classificar, etc... o seu time de preferência. O torcedor sofre, mais
gosta do esporte, afinal é democrático, mesmo tendo sido retirado dos grandes
estádio do Brasil, a chamada arquibanca “geral”. Muitos times de grande torcida
(Flamengo, Corinthias, Palmeiras, Santos...)
estão com o caixa em baixa, e o futebol que apresentam atualmente deixam o
torcedor frustrado. Trocam técnicos e
mais técnicos, fazem muita troca e
aquisição de jogadores, o que parece cada dia, é que o futebol apresentado por
essas equipes fica ínfimo. Superados os prós e os contras, ainda continua o
futebol a paixão nacional do brasileiro, aliás é democrático, porque a bola é
redonda e ninguém permanece com ela por muitos segundos. Pior foi o Cruzeiro na
rodada da Libertadores de ontem dia 27, perdeu por 3x0 no Brasil, para o River
Plate (time argentino), tendo lá vencido por 1 x 0? Deixou de buscar o
tricampeonato da taça libertadores. Isso confirma que o futebol não tem lógica,
é esporte de esperanças e paixões. Assim continua o torcedor brasileiro, torcendo
para seu time ganhar e não ser rebaixado, torcendo para não perder o emprego,
torcendo para economia dar certo, torcendo para pagar as contas em dia, torcendo para a
corrupção ser menor e existir transparência na gestão pública, enfim, sempre
torcendo com muita paixão e esperança, até quando não sabemos...
sexta-feira, 17 de abril de 2015
O TEMPO NOS CONFRONTA
“O
tempo é sabio e perfeito, confronta nossas ações, nosso viver. Infelizmente não
podemos domar o tempo, nem emprestar, nem fraudar, ainda que seja essa nossa
intenção... Resta somente tentar planejar para viver, pois ele passa e não
espera ninguém...". Altimar Pasin de Godoy
O tempo não aceita corrupção, nada pode vedar sua ação normal. E o homem fica perplexo em sua intenção de burlar, fraudar. Talvez o tempo sirve de aprendizado ao homem, para que possa viver regularmente, observando o tempo, seu professor por execelência. Ele é igual, não tem discriminação, todos cumprem seu regular processamento, todos os dias, todas as horas, segundos, minutos, dias, meses, anos, décadas...Pudesse o homem ter o compasso do tempo, sem vaidades, objetivos, a não ser sua passagem diária, dessa forma, pudesse mais viver criteriosamente segundo as normas naturais, de forma simples, singela, muita coisa seria diferente, certamente, haveria a tão almejada paz e tranquilidade. Haveria pão para todos, casa para todos, emprego para todos, terra para todos, pois ninguém seria diferente de ninguém, reinaria a justiça, a igualdade, pois não teria competição: todos teriam igualdade e oportunidade.
DILMA TEM GOVERNAR PARA O POVO
No meio de turbulências de
mais cem dias do governo Dilma, e frente aos movimentos instalados pela
população, uns com a idéia “Fora Dilma”,
“Impeachment” enfim, infinidade de idéias
e debates para mudança na política e o fim da corrupção instalada nos últimos
anos. Com respeito aos movimentos de 15 de março e de 12 de abril, e a devida
mobilização, fato necessário em países democráticos, todavia, no caso
específico do Brasil, o governo da Presidente Dilma é legítimo. É legítimo porque venceu nas urnas, e isso é
indiscutível. Portanto, não existe ainda nenhum requisito legal e de direito
para questionamento a respeito de “impeachment”. Se houve mácula no sistema
eleitoral, pelo que consta ainda não foi provado. Então, para efeitos de
direito e respeito a Constituição Federal, o Governo Dilma é legítimo. O que
talvez esteja acontecendo, não somente com o Governo da Presidente Dilma e
também Governos Estaduais, é que “os governos” de um modo geral deixaram de
governar para o povo, isso é uma realidade total. O Governo Federal, há muitos anos, vem governando para manter seu
segmento de poder, que é o Partido dos Trabalhadores, conjugando fatores de
dominação a qualquer custo, obviamente
não foi o único a inventar tal procedimento.
Talvez, o erro ou por por motivação de índices de popularidade,
tornou-se pratica manter-se no poder -
Partido dos Trababalhadores - dele
utilizar para benefício próprio, de seus filiados e também daqueles que
obviamente vão partilhar do poder, por conveniência econômica, inclusive, sob
manto da ilegalidade, via corrupção. Não é diferente de outras siglas
partidárias existentes no Brasil, em maior ou menor escala. No Paraná, por exemplo, governa-se em razão
do PSDB, foi assim em Minas Gerais e também tendo sido assim em outros Estados
da federação. O que se tem visto, temos
vivido, é que os líderes, tanto do executivo, como também do legislativo, têm
servido a si próprio em detrimento do povo “bem comum”. O objetivo do Estado, é
o bom comum, segundo os mais renomados estadistas. O que se vê no Brasil, isso já vem ocorrendo a anos, é a
prática de “permuta de interesses” em razão da manutenção do poder,
levando a casos conhecidos da população como AP 470 (Mensalão) e atualmente Petrolão,
enfim, uma séries de escândalos que demonstram a nitidez de interesses
meramente de grupos em função do poder, ou seja, um “poder segmentário”,
destituído das razões do bem comum, beneficiando partidos, grupos econômicos e
feudos. Uma defraudação recorrente aos interesses públicos, em função de uma
minoria, o que se pode constatar na imensidão de escândalos de corrupção
investigados em ações judiciais, CPIs diversas, em andamento ou investigação, demonstram
de forma clara o descompromisso total dos líderes com o bem comum. Enfim, a
falta de compromisso com governo para o povo e a transparência que necessita os
negócios públicos. Perdeu-se em governar
para o povo, e isso resultou na crise atual, talvez mais ética, em razão dos
sucessivos escândalos de corrupção, com o fim de manter-se no poder. Existe
mensalão para tudo, como se pode verificar das inúmeras operações da Polícia
Federal, inquéritos e ações judiciais, em andamento. Portanto, resta ao povo “as
ruas”, não somente com as “camisetas amarelas”, mas sim com “todas
as cores da bandeira”. O pior ainda, a
agressão ao cidadão sensato, a campanha publicitária do PT veiculado na
televisão, em época da prisão de seu tesoureiro e familiares. Só faltava a presidente Dilma dizer que "mandou a Polícia Federal" pretender o tesoureiro do PT João Vaccari Neto, para justicar o combate a corrupção?
terça-feira, 17 de fevereiro de 2015
DEMONSTRAÇÃO DA LIDERANÇA EM TEMPOS DIFÍCEIS?
Dizem que em tempo difíceis é que os "lideres demonstram o real valor que têm". Pois bem, no plano político, principalmente em se tratando de Brasil e o Estado do Paraná, pois está se vivendo um momento que exige cautela, principalmente pelo Governo do Estado e os legisladores Estaduais (deputados). O que o Governo do Paraná, tem adotado para vencer a crise (aliás é um corte de despesas direcionadas, selecionadas...) é arrocho, em cima dos educadores, profissionais de segurança, saúde, e assim vai em mmenor ou maior escala atinger setores da administração pública estaudual, como já mencionado, principalmente do funcionalismo em geral. Todavia, o que se nota, é um direcionamento de "cortar gastos do funcionalismo", como se fosse os culpados pela "pseuda crise que o Estado está passando" - apesar de ter o quinto PIB do Brasil e pelo que consta o Governo Estadual há muito tempo sua arrecadação é superior a todo tempo - . Nada porém de cortar gastos com os "cargos em comissão" "markenting" "etc", pelo que se viu até agora. Não importa o time partidário, mas é fato recorrente que, no Brasil é assim, para fazer reformas ou cortas as despesas é em cima do cidadão contribuinte, funcionário público, aposentado, lançamentos de impostos e taxas em cima do setor produtivo... E no Paraná, onde o Governardor tem maioria da Assembléia vai ser um ano difícil...Vamos ver se aparece algum projeto de cortar despesas...ou somente projetos de "arrocho" cortando direitos como se tem visto... Não é síndrome do "alarmismo" é real, Projeto aprovado, vira lei e lei tem que se cumprir... Não esquecendo também, que o Governo Federal, e a atual Presidente eleita, em sua campanha jurou e prometeu que não ia cortar gastos sociais. Mais o que se tem visto, também, é que tudo que tem feito de ajuste "é meramente arrocho em cima do povão", das empresas... Aliás Petróleo está abaixando no mercado internacional, e a Gasolina o Diesel, que se utiliza para o transporte de produtos, produzir, transportar, cada vez mais caros, com aumento de impostos em cima deles. Embora tenha que se fazer eventuais ajustes, mais nenhum líder político eleito em 2014, aparece de fato para demonstrar preocupação e externar solidariedade e otimismo. Nesses tempos difíceis que o povo brasileiro está passando (pós eleições), principalmente o Estado do Paraná, este com evidente desejo de arrocho em cima do funcionalismo, o Governo reza para acontecer algum incidente para sair da tela. Têm sorte porque o carnaval é em início de fevereiro, já deu uma folga, um folego, ufa,...
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Não existem receitas para viver melhor. Certamente ninguém quer viver de modo indigno, sofrido, sem nenhuma felicidade. Ao contrário, todos ...
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Brasília, 18/08/2011 - O presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil, Ophir Cavalcante, afirmou hoje (18) que o Observatório da Cor...