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quinta-feira, 3 de setembro de 2015

VAMOS PAGAR A CONTA DA FESTANÇA E DA GASTANÇA...

Em início de setembro de 2015, aparece o Governo Federal, buscando ajuda (aval) do Congresso para cobrir rombo de R$-30 bilhões no orçamento de 2016.  Enfim, embora a "festança e gastança" termimou a muitos meses, agora vem a conta...É isso, apesar de muitos economistas denunciarem a política do Governo (incentivo a consumo e crédito barato com dinheiro público girando a economia e destruindo nossas reservas e potencial industrial), chegou a conta. É óbvio que você cidadão cotidiano, que não teve nenhum benefício e não foi convidado para a festa, nem sequer teve conhecimento de como foi a "gastança" vai pagar a conta? É isso não foi a festa, mais vai pagar a conta de certa forma... Aí tem a pressão do nobre Deputado Federal da nossa Região (Paraná -  Dep. Ricardo Barros PP-PR de certa forma aliado do Governo, relator do Orçamento respondendo a pergunta feitas por jornalistas: (pergunta): "É melhor aumentar impostos a perder o grau e investimentos? 
 (Deputado responde): " Podem ter certeza disso. A recuperação será difícil e longa. Estamos apontando para três anos de recessão: 2014 com déficit, 2015 e 2016. Isso porque ainda stamos com grau de investimnto. Sem ele, vamos perder uma década... (Este diálogo está no Jornal o Estado de São Paulo, edição 2-9-215, p. A4 caderno político).  Pelo jogo, que estamos assistindo, a conta da festa é ainda maior...A conta está vindo, já veio... A conta vem da gastança em programas sociais, que embora tenham uma finalidade de diminuir a pobreza e isso pode ter ocorrido em menor ou maior escala, nada mais é como a "compra antecipada de votos" para garantia de permanecer no Poder. Tve influência decisiva no resultado das eleições de 2014, principalmente nos Estados do Nordeste do Brasil (fato público e notório). Investimentos da Petrobrás, que foram para o ralo da corrupção, empréstimos do BNDES... Os fatos estão aí, não se pode dizer que é conversa da oposição e nem de "jornaleco" como se diz.  Enfim, estamos sem rumo, na economia e na política e o Governo jogando a "bola " do déficit para o Congresso e o Congresso devolvendo ao Governo?(ninguém quer ser o pai da conta e chamar a responsabilidade pelos acontecimentos).  O Brasil não é uma Grécia, onde não existe o crédito e confiabilidade de investimentos. Ao contrário, seu potencial é grande para investimentos, basta um mínimo de governança e uma gestão transparente, que até agora não surgiu. Quanto a comparação com a Grécia, esta foi socorrida pela União Européia, agora o Brasil, no mínimo o povo vair suporte, pelo que consta, mais uma vez vai pagar a conta... Poucos pensam no Brasil, e dá para desconfiar do Senador Renan Calheiros que disse em entrevista (está escrito no jornal acima citado): "Não somos nem seremos narradores impessoais desse precipício. A crise atual não é apocalíptica, mas exige de todos sensatez e serenidade em busca de saídas". Uma questão ainda se encontra em investigação, de quem é o DNA do "Petrolão" do "Mensalão".  

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