A população mundial é hoje de, aproximadamente, 6 bilhões de pessoas e, de acordo as Nações Unidas, esse número chegará aos 9 bilhões em 2050. Com o crescimento populacional e a necessidade conseqüente do aumento da produção de alimentos, o consumo de água pela agropecuária também irá disparar. A título de ilustração, só no Brasil, ano passado, segundo o IBGE, foram abatidos mais de 30 milhões de suínos e 4 bilhões de frangos, com um gasto médio de quatro mil e quinhentos a seis mil litros de água para cada quilo de carne produzida.
Para a Beraca o futuro da sustentabilidade na produção agropecuária passa pela ampliação no tratamento de água para os animais. Por meio de sua divisão Water Technologies a empresa oferece ao mercado sistemas de sanitização que previnem doenças quando agentes patogênicos têm acesso aos bebedouros via água e depois de disseminam através de excreções ou secreções de aves doentes ou portadoras. Algumas das principais doenças participantes desse ciclo são: cólera aviária, doença infecciosa da bursa, coriza infecciosa, sinovite infececiosa, doença de NewCastle, salmoneloses, colibaciloses, coccidioses e ascaridioses.
“A sanitização para animais é uma estratégia barata e que traz grandes resultados. Aumenta a produção e reduz o consumo de água, o que é algo econômico e ambientalmente interessante. Um bom exemplo de baixo custo é que na produção do frango o processo de tratamento de água adiciona apenas 0,0012 centavos ao quilo do produto. Um valor muito menor do que o total investido na recuperação de um animal doente” comenta João Luis dos Santos responsável pelo departamento de Desenvolvimento de Produtos para o mercado Agropecuário da Beraca.
Entre as propostas favoráveis à sustentabilidade na agropecuária nacional a Beraca possui os Programas de “Biossegurança para o mercado de Aves e Suínos” de “Apoio à Qualidade do Leite”, voltados a esclarecer e modificar a cultura dos produtores quanto à importância da sanitização de água para os animais. Atualmente, a grande maioria dos produtores avícolas e de suínos não utiliza água tratada. Dados da ONU indicam que a agropecuária utiliza 69% da água disponível para consumo humano no mundo e que alguns dos maiores desafios para futuro são a produção de alimentos e o uso sustentável da água. (Quinta-feira, 06 de maio de 2010 22:30)
Fonte: http://aviculturaindustrial.com.br/PortalGessulli/WebSite/Noticias/voce-beberia-agua-usada-para-produzir-seu-alimento
Visa o blog divulgar matérias sobre direito, política, vida e fatos, segundo o livre pensamento do autor do blog, e inserir no leitor provocações reflexivas, demandando o mesmo a pensar sobre o que foi escrito, os fatos descritos nos artigos, a realidade, tudo quanto se puder expressar através da escrita. Quando se fala em provocações, na verdade é dar um choque de realidade sobre o que se escreve, e levar as pessoas a refletirem sobre o conteúdo do escrito.
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sexta-feira, 27 de agosto de 2010
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
"O TEMPO É UM GRANDE MESTRE, MAS INFELIZMENTE MATA TODOS OS SEUS DISCÍPULOS". (Hector Louís Berlioz)
LOUIS HECTOR BERLIOZ (Côte - Saint-André, 7 de fevereiro de 1803 — Paris, 8 de março de 1869) foi um compositor do Romantismo francês, conhecido por sua Sinfonia Fantástica (1830) e pela Missa de Requiem (1837).
Berlioz era um amante da literatura, e muitas de suas melhores composições são influenciadas por obras literárias. Para compor a Danação de Fausto, Berlioz baseou-se no Fausto, de Goethe; para Haroldo na Itália, baseou-se no Childe Harold, de Lord Byron e, para Benvenuto Cellini, na autobiografia de Cellini. Para a criação de Romeo et Juliette, a base foi a obra, de mesmo nome, de Shakespeare. Para compor sua grande obra, Les Troyens, foi influenciado pela leitura da Eneida, de Virgílio. Para compor sua última ópera, Béatrice et Bénédict, Berlioz preparou um libretto vagamente baseado na peça de Shakespeare, Much Ado About Nothing.
Além de influenciado por obras literárias, Berlioz também admirava a obra de Beethoven (à época, desconhecido na França). A apresentação da Sinfonia Eroica em Paris causou profundas influências na obra de Berlioz. Além de Beethoven, o compositor também admirava Gluck, Weber e Spontini.
(fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Hector_Berlioz) O pensamento do escritor reflete verdadeiramente a importância do fator "tempo" na vida das pessoas. É um pensamento de ampla reflexão.
Berlioz era um amante da literatura, e muitas de suas melhores composições são influenciadas por obras literárias. Para compor a Danação de Fausto, Berlioz baseou-se no Fausto, de Goethe; para Haroldo na Itália, baseou-se no Childe Harold, de Lord Byron e, para Benvenuto Cellini, na autobiografia de Cellini. Para a criação de Romeo et Juliette, a base foi a obra, de mesmo nome, de Shakespeare. Para compor sua grande obra, Les Troyens, foi influenciado pela leitura da Eneida, de Virgílio. Para compor sua última ópera, Béatrice et Bénédict, Berlioz preparou um libretto vagamente baseado na peça de Shakespeare, Much Ado About Nothing.
Além de influenciado por obras literárias, Berlioz também admirava a obra de Beethoven (à época, desconhecido na França). A apresentação da Sinfonia Eroica em Paris causou profundas influências na obra de Berlioz. Além de Beethoven, o compositor também admirava Gluck, Weber e Spontini.
(fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Hector_Berlioz) O pensamento do escritor reflete verdadeiramente a importância do fator "tempo" na vida das pessoas. É um pensamento de ampla reflexão.
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
OS GRANDES ARREPIOS
Artigo escrito por Arnaldo Jabor, Caderno 2, terça feira, dia 17 de agosto de 2010, jornal O Estado de S. Paulo, de grande conteúdo e assim um texto legal, destacado pelo autor: "A POLÍTICA VIROU UM PARAFUSO ESPANADO QUE NÃO ROLA MAIS NA PORCA DA VIDA SOCIAL". "´[...] É ARREPIANTE VER A MENTIRA COM 80% DE IBOPE". Vale a pena ler o artigo, que pode ser encontrado na "internet".
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
ELEIÇÃO 2010 – promessas e propostas
Estamos em meio da campanha eleitoral de 2010 para eleição de Presidente, Governador, Deputado Federal, Estadual e Senadores. Ao meu ver, temos visto no meio disso tudo “promessas” e “não propostas efetivas”. O foco maior é a “saúde”. Como resolver? Várias promessas e nenhuma de fundo de proposta efetiva. Segurança, como diminuir a violência? Habitação, como atender a necessidade da população carente para ter um teto? Emprego, como produzir vagas de empregos? Meio ambiente e sustentabilidade? E Educação, sem proposta efetiva alguma? Criar escolas resolvem? Não se preocupam com a qualidade do “educador” e de igual forma quando se fala em saúde e segurança “não se preocupa com o elemento humano necessário para impulsão desses setores”. Todas essas questões terão que serem trabalhadas e resolvidas, não podendo ficar na “promessa”. De promessa em promessa, a saúde, educação, habitação, segurança, etc. cada dia sem rumo, para não se dizer “de má qualidade”, levando em conta que a carga tributária no Brasil, gira em torno de 33% ou mais. Os futuros candidatos eleitos, devem ter em mente que o “compromisso ideológico” da Constituição: Dos princípios fundamentais (Título I, artigos 1º a 4º). Dos Direitos e Garantias Fundamentais (Título II - artigo 5º). Dos Direitos Sociais (Capítulo II, artigo 6º a 11). A base do Estado de Direito, que é o início da Constituição Federal de 1988: “Nós, representantes do povo brasileiro, reunidos em Assembléia Nacional Constituinte para instituir um Estado democrático, destinado a assegurar o exercício dos direitos sociais e individuais, a liberdade, a segurança, o bem-estar, o desenvolvimento, a igualdade e a justiça, como valores supremos de uma sociedade fraterna, pluralista e sem preconceitos, fundada na harmonia social e comprometida, na ordem interna e internacional, com a solução pacífica das controvérsias, promulgamos, sob a proteção de Deus, a seguinte CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL” (destacamos). Por isso chega de promessas, balelas, invenções, vamos apresentar propostas para “efetivar os direitos garantidos pela Constituição Federal”. Para superar as questões postas, devem os partidos e candidados obviamente tornarem conhecidas afim de que a população votante possa "votar conscientemente".
terça-feira, 10 de agosto de 2010
O DIREITO DE NÃO SE AUTOINCRIMINAR
É garantia constitucional no Brasil, o direito de não produzir prova contra si mesmo. Ninguém pode ser culpado senão através do devido processo legal. Quem tem autoridade para Julgamento é o poder Judiciário. Que é culpado ou não, depende do devido processo legal. Não se pode ater as informações da mídias da culpabilidade e um julgamento antecipado dos fatos. Interessante artigo que se faz menção é de LUIZ FLÁVIO GOMES (http://lfg.com.br/public_htmal): DIREITO AO SILÊNCIO: SEU SIGNIFICADO E SUA DIMENSAÃO DE GARANTIA.
domingo, 8 de agosto de 2010
BRASIL É REPROVADO EM INFRAESTRUTURA
Numa recente pesquisa realizada, publicada no Caderno de Economia do Jornal "O Estado de S. Paulo" dia 8/8/2010, o Brasil ficou em 17a. posição, numa escala de 1 a 7, obtendo nota 3,4 abaixo da média mundial de 4,1. O Custo dessa situação, é o seguinte: 14% do PIB com frete (média). Em alguns Estados chega até 18%. Nos Estados Unidos esse gasto está na casa de 8%, e na Inglaterra entre 9% a 9,5% do PIB. A situação do Brasil, no setor de infraestrutura coloca em risco a competividade no mercado mundial. Veja no cenário regional (Região de Cianorte e Maringá), via PR-323, totalmente ocupada por veículos de transportes, enquanto a via ferrea totalmente construída e desativada não é utilizada para transportes de grãos e outros produtos. Assim também em outras regiões onde estão desativadas as ferrovias e têm logística de estradas de ferro desativadas. O custo social e ambiental das rodovias são exorbitantes, porque não se usa as ferrovias, conforme planejado anteriormente? Se no passado o transporte era fundamentado em ferrovias e hidrovias, porque atualmente é priorizado as rodovias. É de se pensar se o passado se no passadoo se tinha razão? Quem ganha e quem perde? Certamente o Brasil, que fica sem poder competir no mercado mundial.
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
Onde está a pulsão chamada "amor".
"O amor não tem mais porto, não tem onde ancorar, não tem mais a família nuclear para se abrigar. O amor ficou pelas ruas, em busca de objeto, esfarrapado, sem rumo. Não temos mais músicas românticas, nem o lento perder-se dentro de "olhos de ressaca", nem o formicida com guaraná. Mas, mesmo assim, continuamos ansiando por uma felicidade impalpável. Vale a pena ler a crônica de Arnaldo Jabor "A felicidade é uma obrigação de mercado", Jornal Estado de São Paulo, caderno 2, p. D-10 3/agosto/2010
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