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quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Onde está a pulsão chamada "amor".

"O amor não tem mais porto, não tem onde ancorar, não tem mais a família nuclear para se abrigar. O amor ficou pelas ruas, em busca de objeto, esfarrapado, sem rumo. Não temos mais músicas românticas, nem o lento perder-se dentro de "olhos de ressaca", nem o formicida com guaraná. Mas, mesmo assim, continuamos ansiando por uma felicidade impalpável. Vale a pena ler a crônica de Arnaldo Jabor "A felicidade é uma obrigação de mercado", Jornal Estado de São Paulo, caderno 2, p. D-10 3/agosto/2010

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