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sábado, 11 de outubro de 2014

ELEIÇÃO - SUBSTITUIÇÃO DE RAPOSAS VELHAS PELAS NOVAS

Temos que mudar essa velha política de coalizão, onde as velhas raposas já roubaram tudo o que tinha para ser roubado do sonho brasileiro”, Eduardo Campos, então candidato a Presidente da República em convenção regional do PSB em 16 de junho de 2014 - (http://www.amazonianarede.com.br) .  O falecido Eduardo Campos, tanto em entrevista na Folha de São Paulo e na Revista Veja, em várias vezes em meados de 2014, fala em "renovação política ou inovar política". Só que, como exemp...lo típico do que acontece na verdade é "substituição da velha raposa por nova raposa". Pela corrida do ouro, e manutenção de "feudos", prova é a eleição a Assembléia Legislativa do Paraná, agora em 2014, sairam "as velhas raposas e substituídas por novas", além da manutenção da maioria dos Deputados reeleitos.
  Inovar ou renovar, é "trocar a pessoa antiga representante e colocar um nova pessoa SEM QUE NUNCA TENHA EXERCIDO NENHUMA FUNÇÃO POLÍTICA, nem vereador, nem prefeito, nem deputado, nada...Enquanto isso não ocorre vai ser a "troca de raposas" infelizmente, como dizia o falecido Eduardo Campos.  Confirma a crítica, a substituição de "raposas velhas por novas", o caso  concreto do Paraná, nessas eleições para Assembléia Legislativa em 2014, que, das 54 cadeiras, vai ter 21 novos parlamentares: Durval Amaral, Conselheiro do Tribunal de Contas, elegeu seu filho Tiago Amaral. Requião Filho, é filho do ex-governador Roberto Requião.  Paulo Litro, filho da deputada Rose Litro e do ex deputado Luiz Fernandes da Silva Litro. Felipe Francischini, filho do deputado federal reeleito Fernando Francischini. Alexandre Curi, neto de Anibal Khury. Maria Victória, filha de vice governadora Cida Borghetti e do deputado federal eleito Ricardo Barros. Nada contra a capacidade de cada um (aptidão+vocação+articulação)  e de seus sucessores políticos, mesmo porque, até agora nenhuma lei veda esse tipo de ligação parental eleições e não é ilicitude. É fato conhecido de todos, ou seja, é fato público e notório, a ligação de parentes nas situações mencionadas,  o que demonstra a manutenção do poder, o simplesmente, um caminho profissional a seguir. Veja que também na eleição para Deputado Federal, no Paraná, também teve 18 deputados reeleitos e 12 novatos, também ligados a atividade política, como por exemplo o ex-deputado estadual e presidente da Assembléia Valdir Rossoni, que agora para para Câmara Federal. Luciano Ducci, Marcelo Belinati, Ricardo Barros, Enio Verri, Sergio de Sousa, também com exercício anterior de mandato, e não são atores novatos na seara política. Desta forma, salvo exceções, pouco se renova de líderes, continuando a "substituição de raposas velhas pelas novas raposas".       

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

DISCURSOS E CONVICÇÕES PESSOAIS DE CANDIDATOS CONSOLIDAM NO ELEITOR O "VOTO VULNERÁVEL"

Sempre em eleições, principalmente nos últimos anos, temos visto aparecer candidatos nitidamente preocupados em buscar nas candidaturas um trapolim para a sua vida, como diz o Juiz Marlon Reis do Maranhão, em entrevista a Revista ISTO É edição de 08/10/2014, páginas 6-10: "A eleição virou uma corrida pelo ouro". Este Magistrado foi lutador para aprovação da Lei de Ficha Limpa no Brasil. Esses pseudos candidatos, com apóio de grupos e interesses de caráter individual, não com intenção de beneficiar a sociedade, proferem idéias vinculadas a determinadas situações pessoais, inclusive, expõem suas pseudas promessas eleitorais, como "vale tudo" expressando com ares de novidade e convicções pessoais unilaterais e de conveniência. Veja que o Candidato a Deputado Estadual, não sabe com certeza qual sua função como representante da sociedade no ambito do Estado, confundindo-se em suas apresentações pré-eleitorais assuntos ligados a legislação federal, que muito pouco seu trabalho, quando eleito fara alguma diferença. Mesmo a nível de vereador, é comum o mesmo usurpar a condição de mero fiscalizador ou legislador municipal, em poder que é do Prefeito, ou seja, é função do Executivo. No mesmo plano, o pseudo candidato a Deputado Federal, também comete este equivoco, querendo usurpar a função do executivo a nível federal que é do Presidente da República. Todavia, em que pese o esforço de ganhar a confiança do eleitor, muitos pela facilidade da oratória, têm conquistado eleitores e votos, escudado principalmente em fartas promessas de precariedade de conteúdo, muita das vezes carregadas de ilusões distorcidas da realidade, levando o eleitor a votar no candidato, por mera vulnerabilidade, sem atentar a veracidade das "promessas e propostas eleitorais" e os fundamentos que contêm, talvez levado a acreditar numa convicção real de verdade. Quando os pseudos candidatos são questionados em reuniões pelos eleitores (em campanha eleitoral), inclusive, por aqueles que detém um certo conhecimento da área política e legislativa, ressentem de responder o questionamento de forma objetiva, preferindo ampliar a conversa e não respondendo com objetividade sobre o questionamento, ou melhor "desconversa" e não responde. Nunca se obtém uma resposta objetiva, talvez seja um elemento de marketing eleitoral, mas não informa e não responde o que eleitor quer saber, deixando indeciso e sem as respostas reais que poderia em consolidar num voto plenamente consciente (se assim pode-se dizer). Talvez haja mais despreparo do candidato do que o eleitor?       

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

RESULTADOS MEDÍOCRES SERÁ REGRA NO BRASIL?

Outro dia vi um comentarista esportivo dizer: "Os brasileiros que gostam de esporte já estão acostumados que seus times de preferências tenham resultado medíocres". Isso quer dizer que os "times do campeonato brasileiro série "a" e em geral em 2014, não mais se qualificam para o primeiro lugar, "querem classificar e não ficar na zona de rebaixamento, nem procuram jogar para ser campeão". Resultado foi a Seleção Brasileira, que fez perdeu para Alemanha por 7 x 1, ainda bem que não foi na decisão final da Copa, pois pior que essa situação somente a Copa de 1950, em pleno Maracanã. Agora, vi uma Autoridade Eleitoral Governante, dizer dias atrás que "Se for eleita vai aumentar a bolsa atleta em 2015 para que possa levar atletas para as Olímpiadas de 2016 no Rio". Até parece que "atleta se forma de um ano para outro, principalmente para olimpiadas e pelo nosso cenário de esporte, vai faltar atletas, porque um Atleta para se formar depende de muitos anos, muito tempo, treinamentos, muita ajuda da família e também de outras entidades, ajuda financeira, etc....Será na que nas Olimpiadas do Rio vamos ter resultados medíocres...? Ou a promessa é "eleitoral somente..." Acho que precisa ser real (não só promessas vagas)  para contemplar muitos que necessitam de bolsa para treinar e se tornarem atletas" e representar o Brasil digninamente, quem sabe já em 2016, se a ajuda prometida vir em 2015. Existem muitos setores do Brasil, que também tem tido resultados medíocres: educação, segurança, falta de estrutura viária (estradas, aeroportos, portos, rodoviárias, etc), além de falta de investimento em produção de água potável, energia (eletríca e outros). Para a Copa de 2014, muitas situações tiverem investimentos, mas não passam de "meras reformas", no entanto, algumas obras nem sequer foram acabadas ou entregues para uso da população. Talvez pouco resultado positivo tiveram as obras da Copa de 2014 na vida do cidadão brasileiro, que depende de estradas, ruas, transporte coletivo, rodoviárias, aeroportos, etc.  Lastimável o Brasil que se encontra em meados de 2014, pois tem muita gente competente, um povo trabalhador honesto e digno, muitos líderes compentes e muitos candidatos a cargo eletivo em todos os níveis com muita bagagem e competência. Esperamos com a eleição e os novos eleitos que em 2015 não tenhamos tanto resultados medíocres, como estamos tendo em 2014. Enfim, tudo passa, mas fica a lembrança dos resultados pífios de 2014, principalmente no tocante a Copa de 2014, que o Brasil teve um resultado medíocre, jamais esquecido a decorrota de 7 a um para Alemanha.  

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

DÁ LICENÇA QUE VOU DAR MINHA OPINIÃO? POR FAVOR NÃO ME PROCESSEM?

No Brasil, principalmente, está ficando difícil a forma de externar (falar) oponiões ou criticar assuntos profissionais em geral. Tudo que se fala, crítica ou emite opinião, tem sido levado pelo "lado pessoal", como ofensa. Caso recente do economista e colunista da Folha de São Paulo e ex diretor do BC Alexandre Schwartsman, que foi "acusado pelo Banco Central de difamação, com queixa crime e tudo mais...", por criticar a política econômica e/ou monetaria atual", pois se continuar assim, não teremos mais futebol, imaginem o Árbitro e os Bandeiras levando as coisas pelo "lado pessoal querendo processar todo mundo"....? Daqui a pouco vamos ter que pedir em Juízo, ir ao Poder Judiciário, contratar advagado, para poder ter direito de dar opinião, falar,  meramente criticar ou até corrigir nossos familiares, pelo que estamos verificando na atual sociedade. Muita legalidade, muito ressentimento, querem fazer as pessoas simplesmente amar umas a outras pela força... Bom senso, ética pessoal ou profissional, educação, e acima de tudo, respeito é bom, preserva a dignidade das pessoas, ajuda a manter a convivência....Mais obrigar as pessoas a pautar a conduta pelo que outros vão dizer, levando pelo lado pessoal  como estamos vendo constantemente divulgado pela TV, mídia social, etc.., além de "inúmeros processos judiciais de indenização por dano moral na Justiça brasileira" isso é uma afronta ao direito de liberdade, livre expressão, opinião ou crítica, que são direitos inalienáveis do cidadão, além de um direito natural, tem previsão constitucional no Brasil. Não somos tão sensíveis assim, que não demos ouvir críticas, oponiões, e, numa situação de expor as pessoas, todavia, cabe aplicar a lei, mais o que estamos vendo não é isso...Então "DÁ LICENÇA QUE VOU DAR MINHA OPINIÃO? POR FAVOR NÃO ME PROCESSEM...?

sábado, 23 de agosto de 2014

VERDADE E LUCIDEZ ALÉM DAS PALAVRAS

"As pessoas gostam de ser convencidas de que dois mais dois são cinco. E, se aparece alguém a dizer que são quatro, é um herege. Ou um desmancha-prazeres. Sobretudo, um desmancha-prazeres". (José Saramago - As palavras de Seramago, Cia das Letras, 2010, p.476)."
As pessoas não gostam do confronto da verdade, da lucidez, preferem assimilar "as pseudas verdades - mentiras" e continuar a viver e acreditar nelas, talvez meras "palavras descompromissadas da realidade", como se tem visto atualmente, principalmente, no início da campanha eleitoral via TV, nas eleições de 2014. Das muitas palavras e promessas, apesar da incansável fala dos candidatos, muito pouco aproveita. Elegendo-se, alguns nem sequer dão o "ar da graça" em muitas locais que obtiveram votações, como é o caso de deputados estaduais e federais, além do senador. Não é só em política, campanha eleitoral, muitos procedimentos da vida, embora as palavras sejam  elo de comunicação, e o ser humano (homem) utiliza no cotidiano, muitas delas proferidas,  não levam a nada. Apesar disso, resta muita verdade nas palavras proferidas, muita franqueza, muito agracedimento, inclusive, generosidade das pessoas, que vão muito além das meras palavras proferidas. Um gesto de lucidez e verdade, vale mais que muitas palavras.

quarta-feira, 30 de julho de 2014

"UNZINHOS, POR FORA, QUINZINHOS, ETC" TODO MUNDO QUER LEVAR O SEU...

O Brasil é a República do "unzinho",  todo mundo quer levar o seu e isso não leva o País a nada". (Dora Kramer - Sem Fantasia - Folha de Londrina, edição 30-7-2014, p. 5 - Folha política e também publicada no Jornal  "O Estado de São Paulo, edição quarta feira 30-7-2014, p. A6 política).

Talvez muitos não se importam o que se escreve nas colunas dos jornais, inclusive, opiniões e outros artigos vários. Todavia, o artigo de Dora Kramer, como diz o  brasileiro "é da hora". Muito relevante ao momento político em que vivemos, em início de campanha por todo o Brasil. A verdade que houve tempo que a militância, inclusive do PT, trabalhava de graça mesmo, inclusive, colocando-se a disposição em bens e pessoalmente em busca de "uma ampla reforma que o aludido partido pregava, enquanto não estava no poder". Fato público e notório que o PT chegou ao poder, através do esforço de sua militância, agora ignorada pelos prepotentes líderes, que negociam de cima para baixo, com dinheiro e muito poder, com "n" liderenças partidárias, relegando seu passado e sua militância, que trabalhava graciosamente, para a mudança do País. O artigo de Dora Kramer, relata o episódio da cessão da casa para o Comite de Eduardo e Marina Silva em Osasco-SP, para funcionar como comitê eleitoral de 2014. Pelo que consta no artigo, se não é real, mas é uma realidade constatável, o  dono do imóvel, quis receber "unzinho", pois ninguém vive sem receber nada... Segue o proprietário da casa o que os Partidos Políticos fazem "cedem a coligação e seu espaço eleitoral no rádio e TV, por "unzinhos também", sem constrangimentos... "milhõezinhos para campanha"...É uma realidade que não podemos deixar de acreditar, pois ao contrário do que muitos imaginam, política hoje, se faz com "grana no bolso" e quem tem o poder em mãos, sabe disso, por isso, pratica toda agiotagem possível, para manter-se no poder, e alimentar as eleições com "dinheiro e grande", através de doações de grandes empresa, que sabem são investimentos e também por corrupção da máquina pública, em todos os níveis. Quem sabe, agora, que fizeram a fábrica de "Aedes transgênico" para diminuir a população de "Aedes aegypti" e reduzir a incidência de dengue, podem desenvolver estudos para  descobrir  algum insento para "combater o bicho corruptor"... Aí segue o Brasil com "unzinhos" "deizinhos" "quinzinhos" "vintinhos" "trintinhos" e por que não "cinquentinha". Tem ainda o "retorno" que muitos  políticos, retiram dos salários dos seus comissionados de gabinetes, acessores, etc, fato constatável de norte a sul, leste a oeste do Brasil.

segunda-feira, 21 de julho de 2014

CIDADÃOS INSEGUROS

No Brasil, é lastimável a violência tanto pelo fato do aumento de homicídios, latrocinios, etc, acidentes de trânsito, que deixam seqüelas irreversíveis as pessoas, quanto não se ceifa a vida, as vezes até de famílias inteiras... Além disso os reflexos são muitos, e muitas das vítimas desenvolvem o TEPT - Transtorno de Estresse Pós-Traumático, além de lesões corporais. Imaginam como a violência é ...uma "bola de neve", desencadeando múltiplos problemas... Agora noticiou-se nesta semana, em razão do aumento da violência em São Paulo, por causa dos furtos e roubos de carros, em média 3 por hora (é estatística - pode ser maior esse número), segundo consta das investigações criminais, trata-se de um novo tipo penal (não tem lei ainda), é o "roubo-furto ostentação", rouba-se o carro (com violência total) para exibir-se e depois abandonam, após ter sido utilizado, quando não "totalmente depenados"...deixando seus proprietários em situação lastimável. 
Não esquecendo que a "vida e a propriedade" (um patrimonio mínimo de proteção) merecem total proteção pela Constituição e outras leis, é direito do cidadão e dever do Estado.   Não é o caos, mais é necessário repensar todo o sistema, seja através do voto, seja pela educação, enfim, políticas públicas efetivas para reversão da situação... Já tentaram tirar as armas dos cidadãos de bem, e nada resolveu em matéria de diminuição da violência.  Talvez esse desarmamento foi equivocado, porque, o cidadão de bem, que tem arma e sabe usar, não vai sair roubando e matando aleatoriamente. Quem rouba e mata pela violência, não é um cidadão de bem. É só atentar os noticiários pela TV principalmente, não se fala que um cidadão de bem, pegou sua arma e saiu atirando e roubando? O cidadão de bem, pai de família, trabalhador, responsável, tem arma para se defender, é um direito natural do cidadão, mesmo que o Estado assegure sua proteção. Desarmou-se o cidadão de bem, não aumentou a segurança Estatal, ao contrário, aumentou o número de empresas de segurança particular, milícias, etc e pelo que consta das estatísticas aumento a criminalidade em número e gênero. Como é um caos o sistema de encarceramento, porque não se utiliza o fator financeiro para coibir a criminalidade, como o valor maior das fianças?  Poderá aumentar a criminalidade, ou seja, os "amigos dos crime" arrecadar valores via criminal para pagar as fianças dos marginais presos? Talvez possa ocorrer, mas nunca houve um política nesse sentido. O que se vê e nota-se que não existe um enfrentamento por parte do Agente Estatal, com políticas públicas efetivas a criminalidade em qualquer setor da sociedade, pois não atualizam os efetivos policiais, os delegados, os agentes, enfim, toda a estrutura fica aquém daquilo que é essencial, muito embora, jamais vai zerar a criminalidade. Em que pese, as declarações das autoridades de segurança (quase todos os dias os agentes estatais em entrevistasnas TVS), que está "tudo sob o controle", não resolve de forma efetiva a segurança do cidadão, que cada dia mais, tem a sensação de que está mais inseguro...

AFINAL DE CONTAS A VIDA É REAL E NÃO VIRTUAL...

Augusto Cury, em sua obra I ntoxicação Digital, ed. Benvirá, 2a edição, 2024, p.135, escreveu: [...] A vida é dramaticamente curta para se v...