Entrou em cena nos
últimos dias eminente deputado federal Waldir Maranhão, como substituto de
Eduardo Cunha na Câmara federal, afastado pelo STF, por decisão inédita por 11
a 0. O deputado Waldir Maranhão, que é representante do Estado do Maranhão, faz
parte do chamado baixo clero da câmara, filiado ao partido PP. Pelo que consta
os comentários políticos e noticiários, o referido cidadão é incapaz de
comandar a Câmara Federal, nesse período de turbulência, em que o vice
presidente Michel Temer, assumirá a presidência e necessitará de inúmeras medidas a serem votadas, para colocar o Brasil no prumo,
e voltarmos a sonhar, assim esperamos. Pelo que consta, existe
mobilização corrente para que o Waldir Maranhão, renuncie de sua função,
inclusive, pedido de indiciamento por “falta de decoro parlamentar”, além de
ser investigado na operação Lava Jato. Baixo clero, como se denomina na Câmara Federal é o "grupo de deputados sem expressão que trabalham para conseguir
cargos e emendas parlamentares e não têm uma ideologia partidária". Mas a sua
ousadia do citado político vai ficar na história, ao acatar recurso e pedido da
Advocacia Geral da União (AGU), anulou a votação do impeachment da Câmara que
admitiu o processo contra a presidente Dilma Vana Rousself, atual presidente reeleita do Brasil em 2014. Para lembrar, segundo o
ex-presidente Lula, na primeira campanha presidencial de Dilma dizia [...]
Dilma seria apenas um nome na cédula. “Eu
mudei de nome e vou colocar a Dilma lá”, fato dito publicamente, humilhando a
criatura. Voltando aos fatos Waldir Maranhão, logo em seguida, da decisão de "declarar nula a votação na Câmara pelo prosseguimento do impeachment, segunda feira a noite (09-05-2016), revogou sua decisão,
aliás, já feita sem convocar a mesa e pelo que consta, sem fundamento algum,
inclusive regimental... sem sequer ser admitida pelo Senado Federal que, deu
andamento ao processo de impedimento. Seu ato foi pessoal, sem respaldo da mesa, com
sinais de eventual vantagem e com larga carga de subserviência, influenciado por políticos do governo do PT, provavelmente têm esses indícios. Existem exceções obviamente, mais o atual
presidente da Câmara Federal Waldir Maranhão, representa é um extrato (perfil) de como são nossos
representantes: agem por interesse próprio, por indicação, por favorecimento
seu e de seu grupo financeiro, religioso, partidário, subserviência, ... toma
lá dá cá...além disso, prejudica o cidadão de bem, a nação...É uma farra
obscena o ato praticado pelo Ilustre Pres. atual da Câmara Federal Waldir
Maranhão. E Revogou depois da meia noite, como se diz "se pega... garante
o seu..."... Faltam idéias e competências para o exercício do poder. Isso
que ocorreu com Waldir Maranhão é a prova, que
“ em matéria de política a seleção cada vez é que elegemos os piores, os
obstinados, gananciosos...Temos eleições em 2016, vamos ver se o povo tem interesse em mudar ou
selecionar alguém de qualidade.
Visa o blog divulgar matérias sobre direito, política, vida e fatos, segundo o livre pensamento do autor do blog, e inserir no leitor provocações reflexivas, demandando o mesmo a pensar sobre o que foi escrito, os fatos descritos nos artigos, a realidade, tudo quanto se puder expressar através da escrita. Quando se fala em provocações, na verdade é dar um choque de realidade sobre o que se escreve, e levar as pessoas a refletirem sobre o conteúdo do escrito.
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sexta-feira, 13 de maio de 2016
segunda-feira, 2 de maio de 2016
NOSSOS LÍDERES PRECISAM SABER O MOTIVO LEGAL DE SUA FUNÇÃO
A Min. e Juíza do STF
Carmen Lúcia, em entrevista a Revista Época 18 de abril de 2016, p. 52: [...]
O brasileiro está muito raivoso, muito intolerante, sem conseguir ver ou ouvir
e outro".[...] O papel das lideranças é apelar ao entendimento e
fazer a travessia que leve ao encontro. Um povo não pode ficar muito tempo sem
saber para que lado vai".
Em poucas
palavras a Eminente Ministra, resumiu o que estamos passando. O povo está
raivoso, porque foi frustrado em seu modo de viver: menos trabalho, menos
salário, menos educação, segurança, bem estar, enfim, "muitos impostos e a
ineficiência dos serviços públicos"...Esse talvez seja um dos inúmeros
motivos do comportamento "raivoso".
E de outro lado, infelizmente, nossos líderes,
raras exceções, trabalham para si próprio, para seu grupo, para seu partido,
para seus interesses, para sua religião... não fazendo a "representação
efetiva do bem comum"... Falta compromisso com o povo, com o bem comum...A
prova está no voto dos parlamentares, poucos disseram que "era ao bem
comum, a democracia, para o bem do povo brasileiro, etc..." Enfim, falta o
compromisso para o qual a lei prevê de fato sua função...Cada líder político,
seja em que nível de mandato for (municipal, estadual, federal) tem catalogado
nas leis sua função efetiva. Talvez, a primeira lição seja saber o que de fato
para que foi eleito e qual suas atribuições naquele local. Deveria fazer um
exame ou ter aulas pré-mandato, de como a lei define suas funções. Cada líder
tem sua atribuição prescrita em lei. Não se pode conceber que um “eleito” não
saiba da efetiva função que deve exercer? Conforme mencionado, a entrevista da
Eminente Ministra - pratica, efetiva e de mensagem simples e de fácil
entendimento - dá sinais da exaustão do
povo em relação aos líderes, dizendo: [...] A sociedade precisa de uma
liderança que faça chegar a um novo patamar de segurança, recuperar a esperança
num Brasil que tem tudo para dar certo”. Isso que o brasileiro espera e ânsia
por ocorrer “um Brasil que tem tudo para dar certo”. Não falta esperança ao
povo brasileiro, porque não foge a luta da vivência por dias melhores. Continuamos
sempre a esperar por dias melhores...Viva a democracia, viva o povo
brasileiro...
domingo, 24 de abril de 2016
MUDANÇA NECESSÁRIA...
"À véspera de não partir nunca, ao menos não há que arrumar malas". (Fernando Pessoa).
No atual cenário nacional a nível de Brasil, mudança se torna necessária, para que consigamos uma direção, que possa trazer esperanças ao nosso povo. Nossa situação política é destituída de rumo, de igual forma, a economia e muitas outras situações. Não é fácil a mudança, com o processo de impedimento da atual presidente, contudo, se mostra necessário a conclusão desse processo, já que é fato público e notório o crime praticado contra as finanças públicas. Muitos dizem que as pedaladas eram comum em outros governos, talvez poderiam até ter ocorrido, contudo, em dimensão ínfima. No caso atual, houve um estelionato total, enquanto o Governo dizia que tudo estava certo, ao contrário, tudo está errado...Esse fato é que foi apenado pelo Tribunal de Contas da União, portanto, o crime ocorreu e existe no ordenamento jurídico, assim é o fundamento jurídico para tal procedimento. Importa dizer que a mudança é necessária, mais difícil ainda é fazer as "malas", o que o Governo atual não se atentou para essa possibilidade. Ao contrário, houve toda tentativa para barrar a partida e para o processo de impedimento (impeachment). Golpe como dizem inexiste, trata-se de slogan de marketing adotado pelo partido do governo. Será golpe a placar da votação do impeachment na Câmara Federal? As ruas... o povo. Exige-se a mudança necessária, porque a democracia assim exige e quem está no poder, torna-se desconfortável arrumar as malas, talvez nunca pensaram sobre isso...Viva o Brasil, e aguardamos por dias melhores, após as mudanças que se avistam...
No atual cenário nacional a nível de Brasil, mudança se torna necessária, para que consigamos uma direção, que possa trazer esperanças ao nosso povo. Nossa situação política é destituída de rumo, de igual forma, a economia e muitas outras situações. Não é fácil a mudança, com o processo de impedimento da atual presidente, contudo, se mostra necessário a conclusão desse processo, já que é fato público e notório o crime praticado contra as finanças públicas. Muitos dizem que as pedaladas eram comum em outros governos, talvez poderiam até ter ocorrido, contudo, em dimensão ínfima. No caso atual, houve um estelionato total, enquanto o Governo dizia que tudo estava certo, ao contrário, tudo está errado...Esse fato é que foi apenado pelo Tribunal de Contas da União, portanto, o crime ocorreu e existe no ordenamento jurídico, assim é o fundamento jurídico para tal procedimento. Importa dizer que a mudança é necessária, mais difícil ainda é fazer as "malas", o que o Governo atual não se atentou para essa possibilidade. Ao contrário, houve toda tentativa para barrar a partida e para o processo de impedimento (impeachment). Golpe como dizem inexiste, trata-se de slogan de marketing adotado pelo partido do governo. Será golpe a placar da votação do impeachment na Câmara Federal? As ruas... o povo. Exige-se a mudança necessária, porque a democracia assim exige e quem está no poder, torna-se desconfortável arrumar as malas, talvez nunca pensaram sobre isso...Viva o Brasil, e aguardamos por dias melhores, após as mudanças que se avistam...
domingo, 21 de fevereiro de 2016
HIPERDIMENSIONAR PROBLEMAS
Hiperdimensionar problemas, é uma forma de "passar a responsabilidade aos outros". No Brasil está desse jeito. O Governo Federal, com a crise política e ética de seu governo, está fazendo isso com o mosquito da Dengue, e arruma "todo dia notícias de doenças dele decorrente", querendo impor a população responsabilidade... É óbvio que a população faz a sua parte, mas quem tem maior responsabilidade é o Estado, pois muita coisa poderia ser evitado se tivesse investido em saneamento básico, políticas públicas de educação ambiental, controle de áreas urbanas e rurais, controle da doença em várias situações, enfim, obrigação de Governo que o povo não consegue realizar...
Em nossa vida também pode ocorrer o "hiperdimensionamento de problemas", como se fossem as outras pessoas responsáveis pelos nossos dilemas e pelas crises que enfrentamos. As vezes nos sentimos impotentes para resolver nossos problemas. Não queremos enfrentar de fato as situações que estamos vivenciando, e assim, ao invés de resolver "lavamos as mãos", ou como se utiliza os nossos Governantes dando "pedaladas", ou seja, não resolvemos nossos problemas e tentamos repassar aos outros, como se fossem os responsáveis e culpados? Existe a ampliação dos problemas, como uma forma de ostentar uma situação em maior escala, por conta de que, simplesmente cabia a nós resolver a questão, o problema, a situação pendente. O Brasil, o Estado do Paraná, Cianorte,enfim, precisa de gente que tenha compromisso sério com políticas pública efetivas e nada de "pedaladas"...; e nós seres humanos frágeis, compromisso efetivo para resolver nossos problemas e nada de "pedaladas", pois isso acarretará em nossa vida um prejuízo de dimensão irreparável, ou seja, uma bola de neve, como se diz por aí.
Em nossa vida também pode ocorrer o "hiperdimensionamento de problemas", como se fossem as outras pessoas responsáveis pelos nossos dilemas e pelas crises que enfrentamos. As vezes nos sentimos impotentes para resolver nossos problemas. Não queremos enfrentar de fato as situações que estamos vivenciando, e assim, ao invés de resolver "lavamos as mãos", ou como se utiliza os nossos Governantes dando "pedaladas", ou seja, não resolvemos nossos problemas e tentamos repassar aos outros, como se fossem os responsáveis e culpados? Existe a ampliação dos problemas, como uma forma de ostentar uma situação em maior escala, por conta de que, simplesmente cabia a nós resolver a questão, o problema, a situação pendente. O Brasil, o Estado do Paraná, Cianorte,enfim, precisa de gente que tenha compromisso sério com políticas pública efetivas e nada de "pedaladas"...; e nós seres humanos frágeis, compromisso efetivo para resolver nossos problemas e nada de "pedaladas", pois isso acarretará em nossa vida um prejuízo de dimensão irreparável, ou seja, uma bola de neve, como se diz por aí.
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016
SOMOS O QUE DECIDIMOS SER...
Somos o que decidimos ser...
alegria
tristeza
porto seguro
água da fonte
alegria
tristeza
porto seguro
água da fonte
oásis e deserto.
Inverno, verão,
Outuno , primavera.
Pedra ou tijolo,
Enfim, morte ou vida.
Cabe a cada um decidir os contornos da vida...
segunda-feira, 11 de janeiro de 2016
ALEGRIA, FELICIDADE, AMOR – uma busca sem fim...
Uma coisa
que chama minha atenção especial é pela quantidade de vezes que as pessoas
apelam para dizer sobre "amor", "felicidade",
"alegria", "gratidão", "solidariedade", "enxergar
as pessoas - amar as pessoas". Geralmente isso é ressaltado em discursos
de formaturas, principalmente, quando os mestres se dirigem aos seus ex-alunos,
informando nestas situações suas “fragilidades e frustrações” como ser humano,
ao contrário do “status” que possuem na vida real. Nestas situações em que
presenciei, fico imaginando e refletindo que as "pessoas falam muito sobre
isso porque não conseguem viver de fato essas situações"... Ou se
vivenciam ou já tiveram a chance de “vivenciar”, talvez por “meros instantes,
em oportunidades raras”. As palavras nada mais são que confissão - expressão
viva - daquilo que não se pode viver ou querem viver
e não têm força pelo orgulho, pela posição social, pela religião, porque se
importam que as outras pessoas vão dizer e pensar sobre as atitudes e rumos de
vidas, pela pobreza interior (deserto interno) e assim passam pela vida
totalmente frustradas (não conseguem vencer as barreiras da vida, por mera
conveniência de mudança...), desafiando a própria vida que é puramente simples
de viver. Segundo os filósofos, poetas e
estudiosos no assunto, existe felicidade,
alegria, amor..., mas se tornam como fragmentos,
ou seja, em pequenas doses e em pequenos instantes. Quanto ao amor, também, é
um sentimento exclusivo de situações, que para permanecer, é muito oneroso sua
manutenção, exige reciprocidade de comprometimento, quando se tem dois lados,
principalmente, na sua ampla essência e dimensão. Com relação à gratidão,
embora seja uma fórmula de preservação de relacionamentos, ainda que
passageiros ou momentâneos, poucas pessoas, se voltam a agradecer por meros
atos que outros lhe prestaram, simplesmente, passam sem olhar, sem perceber. Poucas
pessoas, agradecem ou devolvem um ato de
gratidão, não que sejam nitidamente ingratas, é porque não têm a sensibilidade
de perceber, simplesmente. As pessoas se reservam e preservam de usufruir de
alegrias, felicidades, amores diversos, viver intensamente, principalmente pelo
comprometimento e pelas regras sociais. Talvez
seja isso que mais impedem as pessoas de ter um livre acesso a alegria,
a felicidade, ao amor (numa dimensão total) viver
de forma mais natural, mais humana. Enfim, sentimentos ou
comportamentos, que vividos ou experimentados, podem mudar ou alterar o curso da
vida, por completo, ainda que sejam vividos por instantes, em pequenas doses. Vale
a pena viver esses momentos, porque é o combustível para busca de tornar a viver novamente, ainda que seja um instante
sequer, uma esperança de busca sem fim...
sábado, 2 de janeiro de 2016
FELIZ 2016 - ESPERANÇA QUE NÃO FALTA...
"Mesmo não sendo pessimista, eu sei que devemos todos
passar por um sério momento de reconstrução da honestidade e do sentido de
dever neste ano de 2016. Caso contrário, morremos civicamente". (Roberto
Damatta - Ano Novo - Jornal o Estado de S. Paulo, edição 390-12-2015, caderno
2, p. C8).
Ultrapassando o ano de 2015, afora os problemas pessoais de cada um (cada um tem seu barco para remar e criar seus rumos próprios). Como vivemos numa República chamada "Brasil", que tem o lema inscrito em sua bandeira de "Ordem e Progresso", muita gente que nos representa nos poderes constituídos ficarão devendo para a "NAÇÃO", para o povo, que sustenta com o pagamento dos "impostos" e infelizmente "pouco, muito pouco, recebe em troca"... Roberto Damatta, no artigo citado, aliás feliz artigo, nessa altura do ano, expõe o “que passamos e o que esperamos em 2016”, uma tentativa de nos alertar e ao mesmo tempo refletir o que poderá ocorrer em 2016. Vamos entrar em 2016, pensando nos dias que nos espera durante os 365 dias! Mais de novo só o tempo, esse é certo. Apesar das frustrações de 2015 (pelos menos o que ocorre há muitos anos que se passaram), também permanece a esperança, a fé por dias melhores para o Brasil, para seu povo, e seu povo (todos nós) aguardamos que a seriedade, a honestidade, a transparência seja predominante em nossos corações e naqueles que nos representa, eleitos democraticamente... Em 2016 (temos eleições municipais), o eleitor possa votar em quem de fato - uma vez eleito - tenhamos orgulho de ter sido eleito e nos representar (é utopia mais pode ocorrer...). Não cansamos da esperança na renovação e mudança em cada pleito eleitoral, talvez é como se fosse uma aposta de jogo de azar. Felizes dias para o ano de 2016, muita paz, serenidade, saúde e vida, honestidade, transparência... talvez seja o mínimo que o cidadão brasileiro aguarda, espera e requer daqueles que estão a frente dos poderes constituídos da República, da economia, da justiça, do futebol...que afetam nosso dia-a-dia. Esperança nunca falta ao cidadão brasileiro. Isso é certeza...
Ultrapassando o ano de 2015, afora os problemas pessoais de cada um (cada um tem seu barco para remar e criar seus rumos próprios). Como vivemos numa República chamada "Brasil", que tem o lema inscrito em sua bandeira de "Ordem e Progresso", muita gente que nos representa nos poderes constituídos ficarão devendo para a "NAÇÃO", para o povo, que sustenta com o pagamento dos "impostos" e infelizmente "pouco, muito pouco, recebe em troca"... Roberto Damatta, no artigo citado, aliás feliz artigo, nessa altura do ano, expõe o “que passamos e o que esperamos em 2016”, uma tentativa de nos alertar e ao mesmo tempo refletir o que poderá ocorrer em 2016. Vamos entrar em 2016, pensando nos dias que nos espera durante os 365 dias! Mais de novo só o tempo, esse é certo. Apesar das frustrações de 2015 (pelos menos o que ocorre há muitos anos que se passaram), também permanece a esperança, a fé por dias melhores para o Brasil, para seu povo, e seu povo (todos nós) aguardamos que a seriedade, a honestidade, a transparência seja predominante em nossos corações e naqueles que nos representa, eleitos democraticamente... Em 2016 (temos eleições municipais), o eleitor possa votar em quem de fato - uma vez eleito - tenhamos orgulho de ter sido eleito e nos representar (é utopia mais pode ocorrer...). Não cansamos da esperança na renovação e mudança em cada pleito eleitoral, talvez é como se fosse uma aposta de jogo de azar. Felizes dias para o ano de 2016, muita paz, serenidade, saúde e vida, honestidade, transparência... talvez seja o mínimo que o cidadão brasileiro aguarda, espera e requer daqueles que estão a frente dos poderes constituídos da República, da economia, da justiça, do futebol...que afetam nosso dia-a-dia. Esperança nunca falta ao cidadão brasileiro. Isso é certeza...
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A Min. e Juíza do STF Carmen Lúcia, em entrevista a Revista Época 18 de abril de 2016, p. 52: [...] O brasileiro está muito raivoso, muito...
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Não existem receitas para viver melhor. Certamente ninguém quer viver de modo indigno, sofrido, sem nenhuma felicidade. Ao contrário, todos ...
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Brasília, 18/08/2011 - O presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil, Ophir Cavalcante, afirmou hoje (18) que o Observatório da Cor...