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sexta-feira, 21 de março de 2014

ÁGUA É DE TODOS

Amanhã é o dia internacional da "Água". Parece que um nunca vai faltar água para nós. Mas a seca chega, a escassez também, imagina ficarmos sem água um dia? O transtorno, e quantos seres humanos pelo mundo afora sofrem com a possibilidade de utilizar esse recurso natural, por várias razões, além da própria natureza, o descaso do Estado ou nação? Temos visto o problema da água entre o Governo de São Paulo e do Rio de Janeiro (já arrasta a algum tempo...), pelo Rio Paraíba do Sul (atravessa mais de 180 municípios em MG, RJ e SP), pelas notícias dos jornais, é uma briga longa, vai durar muito tempo, MAS SÓ VI FALAR EM OBRAS (canal de transposição, etc... só passagrana), NADA DE FAZER CAMPANHA DE CONSCIENTIZAR A POPULAÇÃO, OS EMPRESÁRIOS, ENFIM- TODOS - DA IMPORTÂNCIA DA ÁGUA, DE NÃO DEGRADAR O MEIO AMBIENTE E DESPOLUIR AS ÁREAS, certamente, assim agindo, "não precisará fazer obras" e o meio ambiente agradece... A água é de todos, e não são de SP e o RJ..."Somos todos responsáveis ! água - quem pensa, cuida! (http://sosriosdobrasil.blogspot.com.br/". Mesmo que cada Governo de cada Estado (SP, MG, RJ) tenha interesse em proteger a sua população, é dever legal, mas as águas nascem em São Paulo, portanto, em conjunto deveriam procurar fazer um estudo e resolver o problema, consolidar estudos a fim de manter viva a natureza, preservar a água, o meio ambiente e principalmente o rio Paraíba do Sul. Bate boca não resolve, resolve sim uma "gestão pública conjunta" para despoluir, limpar e conservar o rio e ficar nesse impasse, construir obras, talvez necessária, mas tem que se fazer o "dever de casa", que é conservar o rio em toda sua dimensão. No Brasil é assim, no momento da crise (escassez do abastecimento de São Paulo), aparece soluções, mais "aparentes" e nunca "transparentes". Tem que se fazer um estudo e obras para gerações, não é para São Paulo, Rio, Minas, é para "o povo, para gerações, enfim, para todos " e principalmente a natureza, ao meio ambiente e ao Rio Paraíba do Sul.

segunda-feira, 17 de março de 2014

SALDO POSITIVO DA COPA DE 2014

A Copa do Mundo 2014, que acontecerá no Brasil, deverá deixar um saldo positivo no esporte, na economia e na infra-estrutura do país, embora contrariamente existem inúmeras críticas e um sintoma negativo. Todavia, acredita-se que, apesar do alto custo, os brasileiros vão colher bons frutos com a realização do torneio mundial. No contexto nacional, doze cidades das cinco regiões do Brasil receberão a Copa do Mundo. Mais de R$ 25 bilhões serão investidos em aeroportos, estádios e novos sistemas de transportes, tudo para adequar a infraestrutura das capitais aos milhares de turistas que virão ao evento. Em torno de 109 obras, construção de cinco arenas de futebol, enfim, um complexo de obras jamais visto no Brasil, que não será construído no papel, mas sim de fato e de verdade, porque a Copa somente se realizará com 100% das obras realizadas (funcionando), ainda que haja eventuais atrasos de obras. Num aspecto financeiro e econômico, existem os críticos do saldo negativo. Pelo consta na historia do Brasil, jamais houve obra dessa dimensão, com começo-meio-fim, ou seja, começou e terminou. Muitas obras públicas, anunciadas no Brasil, estão no papel e iniciadas até os dias atuais, não se tem notícia do término. Por exemplo, a Transamazônica, não sabemos ao certo, até hoje, se terminou as obras e se foram efetivamente executadas, conforme se fez o projeto. A transposição do Rio São Francisco que tinha previsão para ser concluída em 2010, que inicialmente iria custar R$-4,8 bilhões de reais, ficará pronta em final de 2015, segundo informações da Secretária de Infraestrutura Hídrica do Ministério da Integração Nacional, com um custo de R$-8,2 bilhões. Voltando a questão das obras da Copa, embora muito criticadas e politicalizado o assunto, na verdade serão as únicas obras que estarão efetivamente prontas e passíveis de uso, em face do compromisso com a Fifa e também com a comunidade esportiva internacional. Certamente não será uma perfeição, mas conseguimos reformar o Maracanã, o Mané Garrinha, e fazer muitos outros estádios Brasil afora, e até o Paraná, conseguiu a Arena da Baixada. Muitas outras obras foram realizadas, como obras aeroportuárias, mobilidade urbana, unindo portos-aeroportos-estádios-cidades, enfim, uma gama de investimentos, inclusive, em segurança e outros gastos complementares, que deveriam ser detalhados para a população, de forma discriminada em cada cidade onde foram realizadas, para uma melhor avaliação, afinal o povo vai contar a conta, ainda que de forma indireta. Enfim, a estrutura que está sendo construída para a Copa vai beneficiar o país, não é descartável e sem dúvida alguma vai beneficiar por longos anos. O evento esportivo desta magnitude terá efeito multiplicador capaz de quintuplicar os investimentos diretos realizados no país para a viabilização da Copa do Mundo, injetando no total R$ 142,39 bilhões até 2014. Releva-se ainda, que muitos setores que não recebia recursos, passou a receber como áreas de segurança pública, mobilidade urbana, reformas em aeroportos, entre outros, como também investimentos privados, como áreas de tecnologia de informação, mídia, publicidade, adequação de complexos hoteleiros, prestação de serviços, tudo isso beneficiara diretamente micro, pequenas, médias e grandes empresas do setor industrial, comercial e de serviços, além de atingir a produção nacional, emprego, renda, consumo e arrecadação tributária. Acreditamos que o Brasil fará a melhor e maior Copa do Mundo os últimos anos, sem dúvida alguma e o saldo será extremamente positivo.
Artigo publicado no jornal "Folha Regional de Cianorte" edição de 09-10 de março de 2014.

quarta-feira, 5 de março de 2014

ESCOLA EM PERÍODO INTEGRAL: UM DESAFIO NECESSÁRIO


A escola em período integral é uma tendência mundial sem retorno, o que talvez poderá ser implantado no Brasil. Países como EUA e Reino Unido, já têm escolas públicas há algum tempo.  No Brasil, ganhou força quando entrou o Programa Mais Educação (PME), em 2007, mas é uma realidade longe de se estabelecer no ensino público, mas pela atual temática seria plausível fazer o teste e aprimorar as experiências. Em algumas cidades de maior porte, escolas particulares têm adotado esse sistema, aumentando mais a procura, em face do custo do empregado doméstico, o que vem dando resultados. Muitas famílias têm optado por essas escolas, onde as crianças permanecem o dia inteiro e retorna as casas à noite, com os estudos feitos (tarefas). Obviamente, para as escolas públicas, é  um desafio necessário, também uma possibilidade de se integrar aluno-escola-família-sociedade;  talvez uma ação a mais, para coibir  a criminalidade infantil, preservando futuras gerações, haja vista a permanência da criança na escola e sua retirada das ruas, pois quando os pais trabalham e não existe alguém para cuidar e zelar, vão para as ruas certamente. Todavia, não pode ser uma escola integral para o aluno ficar dentro de quatro paredes, recluso, sem participação na vida. Tem que ter uma estrutura polivalente oferecendo inúmeros cursos, fora as matérias de conhecimento obrigatórias do currículo.  Talvez um projeto escolar para as crianças até o primeiro grau, seria interessante, inclusive, com cursos alternativos, como prática esportiva, educação física, música, teatro, atletismo, e muitos e outros afazeres, que permite à criança estabelecer relação entre a programação desenvolvida na escola e as atividades do dia-a-dia. A escola integral é um projeto de desafios, que poderá dar certo, com a estrutura ampla, inclusive, de professores e instrutores devidamente capacitados, preservando também o livre pensamento dos alunos, mesmo porque, em tempo integral no ambiente escolar pode se tornar exaustivo, acaso não tenha um projeto realmente criativo. No Paraná,  ensino integral ainda é um desafio, pois existem 28% das escolas de ensino fundamental do quinto ao novo ano, mas nem todas nos moldes exigidos. Segundo a Secretaria Estadual de Educação (Seed), estima que cerca de 600 escolas, das 2.141 em todo o Estado, ofertam a modalidade, com previsão de chegar a mil escolas até o final de 2014. Talvez, além de desafios burocráticos, pedagogicos, políticos, carência de recursos humanos e materiais, espaços físicos, existe uma falta de vontade de fato para colocar em execução o projeto de escolas integrais, contudo, temos ampla capacidade, pelo exemplo que temos da realização dos Jogos Pan Americanos, Copa do Mundo e Olimpíadas, onde o país conseguiu recursos enormes para construção de estádios, certamente vai conseguir recursos para o projeto nacional de escolas integrais. Falando em Copa do Mundo, talvez sirva de estímulo e motivação para implantação das escolas integrais, é que o Governo Federal gastou com a construção do Estádio Mané Garrincha de Brasília, onde não tem futebol, para sediar poucos jogos, o valor de R$-1,4 bilhão de reais, conforme levantamento do Tribunal de Contas do Distrito Federal.  Se não for um projeto ideal a escola integral pública, é um desafio iniciar, implementar, alterar o atual projeto, pensando em futuras gerações, assim homenageando Anísio Teixeira (jurista, intelectual, educador e escritor brasileiro), que na década de 1930, entendia que a “educação deveria voltar-se para a formação integral da criança, considerando os interesses, as aptidões, as habilidades e a realidade social de cada aluno”.     
Artigo publicado no JORNAL "Folha Regional de Cianorte", edição 918 = sabado a 03 de março de 2014.

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

CONTRADITÓRIO

Com tanta coisa para se fazer, inclusive, terminar as obras da Copa do Mundo, que o Brasil se comprometeu perante o Mundo, agora essa de moralizar o apelo sexual das camisetas da adidas (http://www.globo.esporte./..) Quem vendeu ou vende ...o apelo sexual ao mundo é o Brasil (Futebol, Carnaval, Turismo Sexual, músicas tidas como "sertanejas" "funks", dando ênfase a mulher "gostosona", "frutas diversas"... É óbvio que o Governo faz sua parte em combater (turismo sexual+prostituição infantil...), mais só na "Copa do Mundo"? ... Acho que tem muito assunto sério a resolver: Educação integral (o Paraná tem 28% das escolas), saúde, segurança, infraestrutura, pedágios... Tem vários anúncios com nítido apelo sexual "Welcome to Floripa"... Tem ainda a mulher "globeleza" da Globo. As cenas do BBB no começo de todo ano...Não é contraditório, ou existe o apelo comercial da Nike?

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

RUAS, TUMULTOS E MANIFESTAÇÕES

Sobre as passeatas que começaram em junho de 2013 e seguem periodicamente, até os dias atuais, fez uma vítima fatal o cinegrafista da TV Bandeirantes Santiago Andrade no Rio de Janeiro. Pergunta-se:
- se é legal e justo as reivindicações porque alguns aparecem de "rosto coberto"?
- será que as manifestações não se tornaram "massa de manobra"? Existem infiltrações de partidos ou adversários, onde está a realidade destes atos? Quem na verdade deve ser atingido?
Acho que as punições devem ser no limite da lei. Aí... "as autoridades" depois da tragédia do RJ querem fabricar uma lei de "antiterrorismo para lidar com a situação". Talvez uma insegurança, ou até recorrendo ao passado ditadorial, mesmo porque, em política nada se transforma, tudo se cópia e atualiza, é o que vem ocorrendo no Brasil, há muito tempo.
Será que não está faltando diálogo entre as partes ou o Governo não faz a parte dele com serviços públicos eficientes... 

Infelizmente não se pode viver alheio a esses fatos, isso é garantia da cidadania e da democracia, não é tema irrelavante, está presente no nosso dia-a-dia e afeta todo o cidadão.

domingo, 26 de janeiro de 2014

SER HUMANO: OBJETOS E COISAS?

Ama-se as coisas; usa-se o ser humano" A coisificação do ser humano é um fenômeno que nasceu com o aparecimento da inteligência do homem. [...] É prioridade da vida transferida para prioridade da coisa. [...] A mulher coisifica-se via exuberância corporal que disfarça a mediocridade cerebral. A mulher aceita epítetos como "popozuda", "boladona", "cachorra", "eguinha", além de converter-se em suculentas frutas. Como pode um ser humano descer tanto apenas para ser em evidência? Essa é a ditadura da vaidade, engendrada pela mídia via interesses capitalistas, QUE TRANSFORMA O SER HUMANO EM COISA. A MULHER NORMALPASSA ACHAR QUE, PARA EXISTIR COMO MULHER, TERÁ QUE SE SUBMETER A TODO LIXO MIDIÁTICO QUE INVADE SUA VIDA TODOS OS DIAS... (Folha Opinião (espaço aberto) - edição sábado 18 de janeiro de 2014 - Paulo André Chenso - médico e professor em Londrina).
O autor do artigo exemplifica a mulher, mas também é para os homens. Vale a pena ler o artigo íntegra, o autor foi muito feliz, essa é a realidade "as pessoas apresentam-se ao mundo através de qualquer forma, para "n" atividades em busca dos seus anseios de vaidade, vendendo sua imagem a qualquer preço. Vem aí mais um BBB edição 2014, esperem para ver a exploração atualizada do "ser humano"...Se não é objeto é coisa, tudo vale para se tornar celebridade+sucesso+dinheiro+fama, nem que isso custe a própria dignidade, em detrimento dos reais valores e atributos pessoais da pessoa humana.  

O POVO TEM A FORÇA DA MUDANÇA

Artigo publicado no Jornal "Folha Regional de Cianorte edição de 19-20 janeiro de 2014".

A força invisível do povo passou a ser uma constante realidade no Brasil, após as manifestações de junho de 2013. O povo premido e indignado pelo descaso e a falta de políticas públicas, passou a ocupar as ruas, demonstrando sua força, sua cara, a exemplo do que ocorre em outros países, mundo afora. Ocupar as ruas é o mínimo de direito, garantia constitucional, todavia, diante do atual cenário, em que vivemos certamente a povo deverá ocupar outros locais e espaços, pois as ruas serão pequenas e curtas para a demonstração de força e indignação. Exigir mudança no atual modelo político, econômico, social e muitos aspectos da vida em sociedade de interesse comum (meio ambiente, paz, segurança, direitos individuais,...), é um direito, mesmo que não haja liderança e nem formalização, nem articulador, nem pautas, nem partido político, nem representação da sociedade organizada, demonstração de mobilidade e força do povo surgindo nas ruas em inúmeras cidades do Brasil (exceção de vândalos e marginais que aproveitam essas movimentações para seu agir criminoso, extrapolando limites de respeito dos espaços públicos e das pessoas). Vale a pena, produz resultados e demonstração que “não somos tão passivos” como muitos entendem. Vivemos numa sociedade dividida, de um lado a sociedade de ficção (autoridades, classe política e poderes constituídos) amparados em privilégios, onde tudo parece estar bom (sensação), dentro da legalidade, sob controle. Do outro lado, existe a sociedade real, onde está o povo, a população, o pequeno comerciante, o agricultor, o profissional liberal, o assalariado, o funcionário público, operário, o industriário, enfim, o povo indignado, oprimido e explorado, num sentido amplo da realidade, onde se faz o“remendo” para as ocasiões de tragédias, abandonados ao próprio destino, porque falta gestão pública eficiente, transparente, sem demagogia. Não é exagero, é realidade, pois existem problemas crônicos anos a anos sem solução, como as enchentes e deslizamentos (existem outros) que ocorrem em vários estados da federação, na virada do ano. Mais, a violência extrema, sem controle, que vem ocorrendo, como no caso do Maranhão, onde foi incendiado a menor Ana Clara, 6 anos, inocente, queimada viva por bandidos no terceiro dia de 2014. É óbvio que outros Estados da federação, vivem terminantemente sob um ambiente violento, embora maquiado por estatísticas governamentais, onde a população não exerce o direito de ir e vir plenamente, são tutelados por ambientes marginais, onde o Estado não intervém, pois nega os direitos mínimos de cidadania. Não se pode mais fingir que o Brasil vive em tempo de paz, diante da omissão completa do Estado, apesar de políticas públicas, para aniquilar a desigualdade social. É legitimo o exercício do direito de se manifestar nas ruas, com moderação, equilíbrio, respeitando limites, em busca de direitos mínimos de cidadania (transporte público eficiente, saúde e educação de qualidades, segurança, bem estar, habitação, emprego, direitos sociais diversos). Em junho de 2013, a “panela de pressão” já estava prestes a explodir e os aumentos das passagens do transporte coletivo em São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, e em outras capitais e cidades, foram apenas o gatilho para que o povo fosse as ruas em todo o Brasil. Neste ano de 2014, já iniciou-se em São Paulo, movimento denominado “rolezinho”em “shoppings”, convocados pelas redes sociais e a tendência é aumentar em 2014, já que é ano eleitoral e copa do mundo, e a mídia nacional e internacional está ligada no Brasil. O povo voltou da anestesia, descobriu sua força e poder, portanto, manifestações em ruas, será uma realidade constante daqui para frente. Espera-se que respeitem o limite de “ir e vir” de cada cidadão, regra básica de convivência na sociedade.

AFINAL DE CONTAS A VIDA É REAL E NÃO VIRTUAL...

Augusto Cury, em sua obra I ntoxicação Digital, ed. Benvirá, 2a edição, 2024, p.135, escreveu: [...] A vida é dramaticamente curta para se v...