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domingo, 26 de janeiro de 2014

SER HUMANO: OBJETOS E COISAS?

Ama-se as coisas; usa-se o ser humano" A coisificação do ser humano é um fenômeno que nasceu com o aparecimento da inteligência do homem. [...] É prioridade da vida transferida para prioridade da coisa. [...] A mulher coisifica-se via exuberância corporal que disfarça a mediocridade cerebral. A mulher aceita epítetos como "popozuda", "boladona", "cachorra", "eguinha", além de converter-se em suculentas frutas. Como pode um ser humano descer tanto apenas para ser em evidência? Essa é a ditadura da vaidade, engendrada pela mídia via interesses capitalistas, QUE TRANSFORMA O SER HUMANO EM COISA. A MULHER NORMALPASSA ACHAR QUE, PARA EXISTIR COMO MULHER, TERÁ QUE SE SUBMETER A TODO LIXO MIDIÁTICO QUE INVADE SUA VIDA TODOS OS DIAS... (Folha Opinião (espaço aberto) - edição sábado 18 de janeiro de 2014 - Paulo André Chenso - médico e professor em Londrina).
O autor do artigo exemplifica a mulher, mas também é para os homens. Vale a pena ler o artigo íntegra, o autor foi muito feliz, essa é a realidade "as pessoas apresentam-se ao mundo através de qualquer forma, para "n" atividades em busca dos seus anseios de vaidade, vendendo sua imagem a qualquer preço. Vem aí mais um BBB edição 2014, esperem para ver a exploração atualizada do "ser humano"...Se não é objeto é coisa, tudo vale para se tornar celebridade+sucesso+dinheiro+fama, nem que isso custe a própria dignidade, em detrimento dos reais valores e atributos pessoais da pessoa humana.  

O POVO TEM A FORÇA DA MUDANÇA

Artigo publicado no Jornal "Folha Regional de Cianorte edição de 19-20 janeiro de 2014".

A força invisível do povo passou a ser uma constante realidade no Brasil, após as manifestações de junho de 2013. O povo premido e indignado pelo descaso e a falta de políticas públicas, passou a ocupar as ruas, demonstrando sua força, sua cara, a exemplo do que ocorre em outros países, mundo afora. Ocupar as ruas é o mínimo de direito, garantia constitucional, todavia, diante do atual cenário, em que vivemos certamente a povo deverá ocupar outros locais e espaços, pois as ruas serão pequenas e curtas para a demonstração de força e indignação. Exigir mudança no atual modelo político, econômico, social e muitos aspectos da vida em sociedade de interesse comum (meio ambiente, paz, segurança, direitos individuais,...), é um direito, mesmo que não haja liderança e nem formalização, nem articulador, nem pautas, nem partido político, nem representação da sociedade organizada, demonstração de mobilidade e força do povo surgindo nas ruas em inúmeras cidades do Brasil (exceção de vândalos e marginais que aproveitam essas movimentações para seu agir criminoso, extrapolando limites de respeito dos espaços públicos e das pessoas). Vale a pena, produz resultados e demonstração que “não somos tão passivos” como muitos entendem. Vivemos numa sociedade dividida, de um lado a sociedade de ficção (autoridades, classe política e poderes constituídos) amparados em privilégios, onde tudo parece estar bom (sensação), dentro da legalidade, sob controle. Do outro lado, existe a sociedade real, onde está o povo, a população, o pequeno comerciante, o agricultor, o profissional liberal, o assalariado, o funcionário público, operário, o industriário, enfim, o povo indignado, oprimido e explorado, num sentido amplo da realidade, onde se faz o“remendo” para as ocasiões de tragédias, abandonados ao próprio destino, porque falta gestão pública eficiente, transparente, sem demagogia. Não é exagero, é realidade, pois existem problemas crônicos anos a anos sem solução, como as enchentes e deslizamentos (existem outros) que ocorrem em vários estados da federação, na virada do ano. Mais, a violência extrema, sem controle, que vem ocorrendo, como no caso do Maranhão, onde foi incendiado a menor Ana Clara, 6 anos, inocente, queimada viva por bandidos no terceiro dia de 2014. É óbvio que outros Estados da federação, vivem terminantemente sob um ambiente violento, embora maquiado por estatísticas governamentais, onde a população não exerce o direito de ir e vir plenamente, são tutelados por ambientes marginais, onde o Estado não intervém, pois nega os direitos mínimos de cidadania. Não se pode mais fingir que o Brasil vive em tempo de paz, diante da omissão completa do Estado, apesar de políticas públicas, para aniquilar a desigualdade social. É legitimo o exercício do direito de se manifestar nas ruas, com moderação, equilíbrio, respeitando limites, em busca de direitos mínimos de cidadania (transporte público eficiente, saúde e educação de qualidades, segurança, bem estar, habitação, emprego, direitos sociais diversos). Em junho de 2013, a “panela de pressão” já estava prestes a explodir e os aumentos das passagens do transporte coletivo em São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, e em outras capitais e cidades, foram apenas o gatilho para que o povo fosse as ruas em todo o Brasil. Neste ano de 2014, já iniciou-se em São Paulo, movimento denominado “rolezinho”em “shoppings”, convocados pelas redes sociais e a tendência é aumentar em 2014, já que é ano eleitoral e copa do mundo, e a mídia nacional e internacional está ligada no Brasil. O povo voltou da anestesia, descobriu sua força e poder, portanto, manifestações em ruas, será uma realidade constante daqui para frente. Espera-se que respeitem o limite de “ir e vir” de cada cidadão, regra básica de convivência na sociedade.

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

DRAMA DE CAMPEÕES


Quando tratamos as pessoas como “campeões” em qualquer modalidade esportiva, temos em mente que também na vida normal são exemplares e perfeitos.  Nos últimos dias, não foi isso que aconteceu com o campeão de fórmula “1”  Michael Schumacher e  nem com Anderson Silva, lutador pelo UFC com a imagem da “fratura na perna”, interrompendo a luta que valia a recuperação do cinturão, em posse de Chris  Weidman. Na mente das pessoas os campeões de qualquer modalidade esportiva, adquirem imunidade para a vida real, conquanto, são seres humanos e gente, acima de tudo. Obviamente, tanto Schumacher e Anderson Silva, têm plena consciência do risco que correm profissionalmente. No caso específico de Schumacher, é tido por “campeão” porque já passou por outros acidentes em corridas, superou-se, voltando à rotina normal das corridas. Certamente no caso de seu acidente, fora dos circuitos, não atentou para o risco de seu comportamento quando estava esquiando, talvez seria mais um ato normal de sua vida, evidentemente, não teria risco algum as manobras que estava realizando na pista de esqui nos Alpes Franceses, certamente vai sarar e voltar as atividades normais da vida. Quanto a Anderson Silva, o fato da lesão em plena luta, embora não programada, talvez foi uma saída honrosa, mesmo porque, não era o favorito, e a mídia, mesmo ciente de que perderia a luta, ao invés de mirar no vencedor, passou a noticiar esse lastimável acidente, o que de certa forma trouxe benefícios a imagem de Anderson Silva, retirando da sua imagem a “figura de perdedor”. Ninguém é perdedor antes do termino do jogo. Se o critério para ser vencedor na vida, fosse a quantidade de vitórias e ser campeão, não haveria ser vivente algum digno de ser campeão. A vida é feita de incertezas, marcadas pelo tempo, não tem retorno o que se passou. Fraturas, lesões, acidentes, são comuns nos esportes. Ninguém deseja que isso ocorra, nem nos treinos e nem nas provas oficiais, mais existe o risco freqüente de acidentes, embora, haja um esquema respeitável de segurança e limites previsibilidade, para cada esporte. Apesar dos acidentes, Schumacher e Anderson Silva, não são ingênuos e nem incautos, certamente conseguiram dar a volta por cima, retornando a vida normal, como muitos atletas já superaram, não deixando se abater. Quanto ao futuro dos nominados campões, Schumacher, provavelmente, voltará ao mundo do automobilismo.  Anderson Silva, após atuações memoráveis, com 38 anos, depois dos devidos tratamentos para seu restabelecimento, evidencia-se que passará ministrar palestras de superação, tornar-se garoto propaganda (já que não foi considerado perdedor), líder religioso, embaixador de causas sociais e até político, como foi o caso do tetracampeão mundial de boxe e deputado federal, “Acelino “Popó” Freitas, afinal  a qualidade de campeão, não confere  imunidade para os riscos da  vida real.     
Artigo publicado no Jornal "Folha Regional de Cianorte" edição de 12-13 janeiro de 2014.

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

RICO E POBRE BRASIL

Nos derradeiros dias de 2013, muitas promessas não cumpridas (continuam as enchentes de final do ano), muitas previsões para o ano de 2014. Vamos falar em Brasil, pois o ano de 2014 promete muito: copa do mundo x eleições. Já vimos isso no ano de 1998 (copa da França), em pleno plano econômico na reeleição do ex-presidente Fernando Henrique. Nós brasileiros, simples seres mortais, estamos preocupados com o Brasil, na dimensão de rico e pobre ao mesmo tempo. O Brasil é o maior exportador de riquezas naturais, tendo como produto principal o “minério de ferro” em especial para China (sem industrializar) que retorna ao Brasil via importação em produtos manufaturados. Se tivéssemos mais empenho e tecnologia exportaríamos chapas de ferro industrializadas e seriam bem mais caras e maior o lucro e maior benefício para a população. Essa é a regra dos países ditos ricos. Além disso o Brasil tem fartura de recursos naturais como petróleo, minério de ferro e minérios raros, um vasto território onde pode produzir diversas culturas como soja, açúcar, pastagem com a produção de carne, sem agredir o meio ambiente. Podemos sobreviver vendendo produtos considerados primários. Esse contraste de “rico” e “pobre” chama a atenção, pois se somos ricos, nosso povo também deveria ser. Não ocorre assim, temos orgulho de nosso futebol, nosso povo, mas nosso desenvolvimento está ínfimo em relação aquilo que somos economicamente, ou seja, a sétima economia (previsão para 2013 que poderá ser a 6º colocação) e um país de grande escala em matéria de consumo previsto para 2013 em 34% do PIB = R$-1,55 trilhão. O Brasil mudou tanto nos últimos anos, está melhor, hoje, do que jamais esteve. Todavia, deixou de investir a longo prazo para sair do subdesenvolvimento. Produzir mais para criar uma vasta riqueza, não foi suficientemente natural para esparramar e distribuir entre seu povo, gerando uma concentração de renda e desigualdade social nefasta, cujos efeitos vem ressentindo nossa população há muito tempo. Nosso índice de IDH –Índice de Desenvolvimento Humano, está em 85º lugar no mundo. É claro que muita coisa alterou nos últimos anos, pelo esforço de políticas públicas, democratização da economia e ascensão de classes sociais. No atual sistema em que vivemos, totalmente contraditório, é importante que se ache uma solução rápida e eficaz para reduzir as desigualdades da nossa população, pois muitos não conseguem entender o que se lê ou fazer uma conta que vai além de 2 + 2. Não é pessimismo, é uma realidade que deve permear as políticas públicas e também propostas eleitorais de 2014, sob pena de ficarmos sempre mais pobres, sendo ricos de verdade. Feliz 2014.

terça-feira, 24 de dezembro de 2013

NATAL – MOMENTOS DE REFLEXÃO


Chegamos em dezembro, muita se fala sobre o Natal e comemoramos o nascimento de Jesus, de acordo com a tradição cristã. Vivemos o período do advento (espera) até chegar à data de 25 de dezembro. Obviamente, como cristãos, pessoas de fé, alegremente vivenciamos esse momento, renovando que, no Natal, a benção da salvação chega até nós por meio de Jesus Cristo que entra na história e assume nossa humanidade (João 1.14). A mensagem do Natal,  tem o mistério do encontro entre céu e a terra, o divino e o humano. Porém, têm aqueles que não acreditam, pois não se importam com a data, considerada uma data sem importância, meramente festiva. Como vivemos numa sociedade considerada cristã, à bíblia se torna um livro de suma importância – um referencial - pois além de fonte de fé,  uma crença num Deus vivo e operante, transmite, muitas regras da moral, da ética e princípios, aplicados na nossa vida diária.  Nessa época de proximidades de comemoração do Natal, não obstante a isso, atenta-se a mensagem cristã bíblica que “Jesus nasceu e trouxe a nós uma realidade abundante de vida, no presente e no futuro (esperança)”. Como mencionado, isso é para as pessoas dotadas de fé, ou seja, que firmemente vivem na realidade dos evangelhos. Merece atenção específica para os dias de hoje, quando se mede a qualidade de uma pessoa pela aparência, pela quantidade de capital que possui, pelo ganho, pelos inúmeros exercícios espirituais que realiza perante a igreja e a comunidade, como se fosse um deus (às vezes queremos ser mais religiosos que Deus), a citação do livro de Mateus, cap. 25 - versos 31-46 – A vida eterna e o castigo eterno. Nesse texto bíblico preconiza que temos que ter ação, atitude naquilo que está ao nosso redor, independentemente de quem seja, afinal a “conduta está relacionada ao não fazer e se feita à ação seja de coração, sem exigir a quem seja feito, sem discriminação alguma, sem contrapartida, sem troca”.  Esse dever traz a magnitude do evangelho ensinado por Jesus Cristo, pois a vida é feita de ações simples na plenitude do amor, da doação, da justiça, da igualdade entre os seres humanos.  Neste Natal, reflita e considere, como nunca antes, o que significa viver uma vida de compaixão, bondade, humildade, paciência, perdão e pacificação (poder do amor), certamente vai encontrar uma alegria e paz que jamais imaginou existir. O Natal nos transmite a permanente mensagem de deixar Jesus nascer em nossos corações e permanecer  junto a nós, todos os dias. Feliz Natal.   

CEMITÉRIO PARA ANIMAIS

Na Europa, especificamente na França, o ato de sepultar animais de estimação da família ao falecerem já é comum há vários anos e, por incrível que possa parecer, o portal que serve de entrada para o "Passeio Público" - santuário ecológico no centro de Curitiba -é uma réplica do portal de entrada do cemitério de animais em Paris (http://www.parquesepracasdecuritiba.com.br). No Brasil, existem locais para sepultamento de animais de estimação, de caráter privado, e também, já existe na Cidade de Teresina, um cemitério público (sem fins lucrativos). Talvez muitos não saibam que normalmente quem possui um animal de estimação cuida dele com carinho e grande estima, na maioria das vezes, a ligação é tão profunda e intensa que o mesmo é atendido como membro da família. E quando morre? O que fazer? Se não existir um cemitério público, o destino certamente será o aterro sanitário. Se existir um cemitério particular, o interessado vai ter que desembolsar um valor para enterrar o animal, com as devidas honrarias, além das devidas parcelas anuais para cobrir as despesas de manutenção. O enterro de animal de estimação, em local apropriado (público ou particular) dá oportunidade as pessoas a realizar um ato de amor, despedida, amenizar em parte a perda do apego ao bicho. Não é exagero e nem excesso de zelo, pois cada um faz o que lhe desejar e dentro de suas possibilidades financeiras. Na Cidade de Catanduvas-SP, por exemplo os vereadores aprovaram uma lei recente que autorizava o sepultamento de animais domésticos, em cemitérios onde se enterram os humanos, ficando cada qual, proprietário de jazigos ou dono do espaço, liberados para tal prática. Segundo os vereadores da cidade, essa “lei aprovada era um anseio das pessoas que não sabiam o destino de seus animais de estimação quando estes vinham a falecer”. Houve recurso ao Judiciário pelo Prefeito da Cidade e o Tribunal de Justiça de São Paulo, suspendeu seus efeitos através da ação direta de inconstitucionalidade (Adin). Recentemente a Câmara Municipal de São Paulo, contrariando vários setores, aprovou lei que autoriza o enterro de animais domésticos junto aos donos, no mesmo jazigo, em cemitérios públicos da Capital Paulista. Tal projeto, ainda precisa ser sancionado pelo prefeito Fernando Haddad. É evidente que, embora alguns cidadãos acham um problema longe de se discutir, provavelmente remoto, alegando outros problemas mais urgentes a serem solucionados pela administração – várias cidades, antecipando o problema, principalmente no Estado de São Paulo, já estão buscando uma solução, para pacificar o problema. A cidade de Cianorte, não poderá fechar os olhos, certamente terá que tomar providências nesse sentido, pois a cada dia aumenta a população de animais domésticos (cães, gatos, pássaros) e o município recebe impostos e taxas, certamente providenciará estudos para a criação de um cemitério público para animais. Poderá, também, aprovar uma lei, para que o dono do jazigo, tenha o direito de enterrar em seu túmulo, seu animal de estimação no cemitério público municipal, como foi aprovado pela Câmara Municipal de São Paulo. Haverá muita discussão e polemica em torno do tema, mas a verdade que é uma questão a ser debatida amplamente pela sociedade e pelos interessados. Cedo ou tarde, estará batendo as nossas portas, haja vista o crescente número de animais domésticos e a grande repercussão social e econômica de todo o segmento envolvido. A discussão vai longe, vai enfrentar resistência, mas é uma questão de tempo, afinal, não é um direito do cidadão, enterrar seu animal de estimação em seu jazigo?  
    

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

"POVO DESENVOLVIDO É POVO LIMPO”

POVO DESENVOLVIDO É POVO LIMPO”
  1. “Sujismundo” foi um personagem de animação, criado por Ruy Perotti, utilizado em filmes de publicidade para televisão, muito popular na década de 1970 no Brasil. Criado para uma campanha educativa do Governo Federal intitulada "Povo desenvolvido é povo limpo", incentivava a limpeza e a higiene nas cidades, podendo ser encontrando no endereço eletrônico https://www.youtube.com/watch?v=-XCa1C7RB9E. De fato algumas pessoas nem sequer ouviram falar no tal “SUJISMUNDO”. Mas está aí pelas ruas de nossas cidades, praias, locais públicos diversos.... Campanhas de cidadania devem ser efetivamente e intensificadas feitas pelo Governo, em qualquer nível de esfera (federal, estadual, municipal), pois tem a finalidade de conscientizar as pessoas sobre a importância de uma qualidade de vida, o respeito ao trabalho do próximo, aos serviços públicos executados, como por exemplo a limpeza pública, gerando o bem estar a todos. A população, infelizmente, se esquece facilmente de pequenos gestos que podem contribuir para o bem estar tanto de si próprio como de toda a comunidade. Cada um deve envidar esforços para fazer a sua parte, e, havendo oportunidade incentivar outros a fazer o mesmo. Gestos assim alteram o comportamento das pessoas, como ficou memorável o personagem de“Sujismundo”. É claro isso ocorreu na decida de 70, mas pode muito bem ser revitalizado para os dias atuais, certamente a população mirim vai memorizar o comportamento desse personagem e cobrar dos adultos a postura de “Sujismundo”,como assimilou-se várias campanhas: dengue, vacinação (zé gotinha), aids (bráulio), aí por diante. Toda campanha publicitária oficial, tem objetivo exclusivo de conscientizar a população, devendo ser realizada dentro de parâmetros de respeitabilidade e decência, não ofendendo a dignidade, a moral, o bom nome da população. É, possível sim, alterar o comportamento das pessoas com esse tipo de publicidade, mesmo que seja oficial, levando em conta o grau de displicência das pessoas no dia-a-dia, principalmente com o lixo, algo tão simples, mas que, pelo descaso das pessoas, torna-se um problema comum de todos. Se “povo desenvolvido é limpo”, essa limpeza deve ser integral, não somente com o lixo, mas deve refletir na totalidade de comportamentos do cidadão, como por exemplo respeitar as leis, as regras de trânsito, o direito de vizinhança, ser ético, moral - transparência total. Não custa nada um pouco de esforço pessoal para cumprir seu papel de ser limpo integralmente, não importa o que os outros fazem, pois cada ser é responsável por si mesmo e uma atitude pessoal contamina outras pessoas.
Artigo publicado no Jornal "Folha Regional de Cianorte" edição de 08-09 dezembroo de 2013.

AFINAL DE CONTAS A VIDA É REAL E NÃO VIRTUAL...

Augusto Cury, em sua obra I ntoxicação Digital, ed. Benvirá, 2a edição, 2024, p.135, escreveu: [...] A vida é dramaticamente curta para se v...