Encontra-se em andamento nesta semana a conferência Rio+20, convocada
pela ONU, com participação de 193 dos Estados-Membros nas negociações, por
objetivo discutir propostas para o desenvolvimento sustentável e uma
consciência ambiental. Está em jogo, ainda,
entre outras propostas, criação de um fundo internacional para financiar o
processo em torno de 30 bilhões de dólares ao ano, contudo, tal proposta vem
sendo vista com reservas, já que muitos países inscritos como doadores estão em
crise financeira. A Presidente Dilma, pediu em seu discurso, o “...compromisso de todos os países com um modelo
de desenvolvimento sustentável que não oscila de acordo com a economia e tenha
como base três princípios: incluir, crescer, preservar”. Todos nos reconhecemos, nos dias atuais, que
nosso meio ambiente frágil é atacado com facilidade, danificado rotineiramente,
com poluição do ar, rios, mares, o que prejudica a camada de ozônio. Além
disso, destruímos florestas, esvaziamos os recursos minerais, levamos várias
espécies à extinção e causamos devastação no planeta, jamais visto, basta se
ver “lixo para todo lado”. O atual
interesse pela sustentabilidade surge como tomada de consciência ambiental do
cidadão, iniciando-se os debates em 1987. Desenvolvimento sustentável é aquele
que atende às necessidades do presente sem comprometer a capacidade das futuras
gerações de atender às suas próprias necessidades. O desenvolvimento
sustentável, outrora objeto da literatura ambiental, vem sendo assunto de
economia e outros setores da sociedade como um todo, já que está interligado a
produção de bens de consumo, em jogo à própria sobrevivência humana e do
planeta. O mundo tem boas razões para ser grato à nova consciência ambiental
das pessoas. Somos pessoas, agentes e pacientes, cujas necessidades, liberdade
de decidir e pensar, deve ser levado em conta
na medida do possível, para uma
ampla discussão sobre política ambiental, evitando ocorrer uma “ditadura verde”.
Como seres humanos, somos mais poderosos que outras espécies, portanto, temos
mais responsabilidades em relação ao meio ambiente. Deve-se adotar políticas
públicas, que levem as pessoas a pensar sobre as tendências atuais de consumo sustentável,
com a devida atenção para necessidade de contenção e retenção, a começar por
países ricos. Que papel, então deve caber aos cidadãos na política
ambiental? Primeiro, deve envolver a
capacidade de pensar, valorizar e agir, levando a entender que como seres
humanos e agentes, devemos procurar uma direção para um consumo sustentável.
Segundo, temos razões para valorizar a liberdade de participar das discussões
de regulamentos de exigências ambientais, sem ameaçar futuras gerações e também
não reduzir a capacidade de cidadania de cada cidadão hoje, ampliando o alcance
das discussões públicas. Num contexto ecológico, devemos ter em mente a
preservação do meio ambiente como necessário, para nossa própria sobrevivência
e do planeta, ajudando futuras gerações a ter a liberdade de usufruir do ar
fresco e recursos naturais que gerações anteriores usufruíram, adotando
um desenvolvimento sustentável, uma
consciência ambiental, o que exigirá sem dúvida alguma, sacrifícios e
desconfortos.
Artigo publicado no Jornal (Folha Regional de Cianorte) dia 17 de junho de 2012.
Visa o blog divulgar matérias sobre direito, política, vida e fatos, segundo o livre pensamento do autor do blog, e inserir no leitor provocações reflexivas, demandando o mesmo a pensar sobre o que foi escrito, os fatos descritos nos artigos, a realidade, tudo quanto se puder expressar através da escrita. Quando se fala em provocações, na verdade é dar um choque de realidade sobre o que se escreve, e levar as pessoas a refletirem sobre o conteúdo do escrito.
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segunda-feira, 18 de junho de 2012
segunda-feira, 11 de junho de 2012
GARANTIA AO DIREITO DE SILÊNCIO
Muitos acontecimentos recentes noticiados pelos veículos de
comunicação, acerca de pessoas envolvidas em investigações criminais e
políticas, acusados de terem praticados condutas delitivas, com presunção de
culpa, têm, quando dos seus respectivos interrogatórios ou apresentação de
esclarecimentos, garantidos o direito ao silencio. Personagem principal desta
situação ocorreu na CPI do Cachoeira, recentemente quando
“Carlinhos Cachoeira” disse “não 48 vezes para os deputados e senadores
no dia 22 de maio”, ao recusar responder as questões da CPI em Brasília, quando
ali compareceu com o seu defensor. É direito do acusado (em processos
judiciais, procedimentos administrativos ou inquérito policial) de permanecer
em silêncio, e de se recusar a responder as perguntas que lhe foram formulados,
sendo uma das garantias albergadas pela Constituição Federal de 1988, artigo 5º,
LXIII (“o preso será informado de seus
direitos, entre os quais o de permanecer calado, sendo-lhe assegurada a
assistência da família e de seu advogado”). Outras Constituições de O STF ao conceder esse direito aos
acusados, não faz mais que cumprir a Constituição, da qual é o máximo guardião,
expressando na decisão Min. Celso de
Mello na MC no Habeas Corpus 113.548-DF. Não é o direito ao silencio a
criminalização da mentira, pois a finalidade de um processo judicial
instaurado, é dar uma resposta justa à sociedade pela pratica criminosa. É na
verdade, um direito fundamental do cidadão, do ponto de vista constitucional,
relevando que o direito é instituído de convenções, afim de manter o bom
convívio social e o homem instituiu o Estado, afim de ser seu protetor. Nenhum
pseudo culpado, com indícios de provas contra si próprio, mesmo legitimado a
falar (que está na condição de suspeito não assina termo de compromisso de
dizer a verdade), vai aceitar a culpa ou autoria do fato, ou fornecer
informações para gerar sua própria condenação,
que poderia ocorrer uma declaração contra si mesmo. É natural ao homem
defender-se e existe a previsão no artigo 186 do CPP, de que o “silêncio não importará em confissão, não
poderá ser interpretado em prejuízo da defesa”. Cesare Beccaria na obra Dos
delitos e das penas, p. 31 escreve: “Recorra-se
à experiência e comprovar-se á que os juramentos são inúteis, pois não existe
juiz que não convenha que nunca o juramento faz com que o acusado diga a
verdade. A razão indica que assim deve ser, pois todas as leis opostas aos
sentimentos naturais do homem são inúteis e por conseguinte nefastas”. A
proteção legal não atende a um ilimitado direito à mentira, pois em caso de
mentira, que poderia atrapalhar o andamento processual, diversamente da matéria
alegada em defesa, será o pseudo culpado, responsabilizado nos limites da lei.
Poderia se dizer que no “direito ao silêncio” a lei atenta ao bom senso, contesta
a lógica de que 2+2=4 e sempre será
quatro, mas, é de ressaltar que embora contrarie a lógica, é fato notório que a
lei, através da Constituição, preserva a ordem fundamental de um Estado, garante
o direito de liberdade e convívio dos
cidadãos, legitima e regula o exercício do poder, na construção de uma
sociedade livre. Por derradeiro, convém
salientar que todo julgamento é com base em provas e diante destas, que o julgador
formará sua motivada convicção: “O juiz
tomará sua convicção pela livre apreciação da prova produzida em contraditório
judicial, não podendo fundamentar sua decisão exclusivamente nos elementos
formativos colhidos na investigação, ressalvadas as provas cautelares, não
repetíveis e antecipadas (art. 155 do CPP).
Publicado no Jornal Folha Regional de Cianorte, edição de 10 de junho de 2012.
quarta-feira, 6 de junho de 2012
TRANSPARÊNCIA E CIDADÂNIA
Publicado no Jornal "Folha Regional de Cianorte", edição de 03 de junho de 2012.
segunda-feira, 21 de maio de 2012
VIRAR AS PÁGINAS
Uma tempestade de mau
humor vem sendo disseminado na sociedade brasileira e mundial; más notícias,
principalmente sobre economia, corrupção política, religião, violência, guerras
frias em geral. As emissoras (televisão principalmente) lançam ao ar notícias
que tendem levar as pessoas ao mundo do medo, caos, sem medida. As notícias
carregadas de malícia ou informação, não sabemos a verdade, reduzem questões
que impedem de ver o sentido real dos fatos,
até julgando as pessoas sem nenhum critério, como se fossem coisas, sem
direito de defesa, num procedimento inquisitório. Na realidade nacional,
principalmente na esfera política, vem há algum tempo a população, eleições
após eleições, sofrendo com a crise de confiança, em face dos mandatários
eleitos a nível federal, estadual, distrital e municipal, inclusive, na esfera
do executivo. É até anormal, quando se liga a televisão e lê os jornais do dia,
que não se tem notícia de corrupção, fraude, crime organizado em qualquer setor
da vida pública, principalmente. Nos meses
iniciais de 2012, além do problema econômico a nível mundial, Brasília, nossa capital federal, vem sendo palco de problemas políticos
acarretados pela corrupção em ministérios governamentais, ocorrendo periodicamente
a troca de ministros, além de eventuais CPIs instaladas, como é o caso recente
da CPI do Cachoeira, que foi decorrente da operação “Vegas” desencadeada pela Polícia Federal,
afim de combater o crime organizado, entre outras tantas realizadas. Todavia,
no caso específico do Brasil, não é só corrupção, crise de desconfiança, jogo de poder e interesses, violência, além
disso, existe outro Brasil de pessoas simples, empresários, profissionais
liberais e a grande maioria da população trabalhadora, que paga seus impostos
em dia, lutam e sonham por um pais
melhor, progressista, onde todos possam sonhar e caminhar afim de realizar seus
sonhos. É lógico que existem àqueles que têm como fim único a trapaça, a
fraude, a corrupção, a aflição das pessoas, a propagação da violência sem
limites, adora o mundo ilícito e da
miséria, todavia, a maioria da população é composta de pessoas de bem. Por
isso, temos esperança de “virar as páginas”. O Brasil é um país de potencial, reconhecidamente a nível
internacional, em pleno desenvolvimento com uma economia vivendo um excelente
momento dentro do cenário econômico mundial, está aí com as obras para a
realização da Copa de 2014, tem centros
de excelência em educação, indústria, tecnologias diversas, energia, agricultura,
único país do mundo que tem um serviço
de compensação bancária a nível nacional,
processando um volume médio mensal de 90 milhões de cheques, fora os canais eletrônicos que realizam
transações bancárias, como internet banking, cartões de crédito entre outros
modos de pagamento interligados. Já tivemos períodos mais tormentosos: ditadura,
inflação, planos econômicos, entre outras situações, portanto, agora vamos
“virar as páginas” , ter esperança e fé no Brasil, caminhando cada vez mais para
aprofundar a democracia, consolidar o
progresso, valorizar a cidadania, colocando em primeiro lugar na defesa dos menos favorecidos e a sociedade
como um todo.
Publicada na Jornal "A folha Regional de Cianorte", edição de 20 de maio de 2012.
domingo, 20 de maio de 2012
CIDADÃO CONSUMIDOR
Estamos vendo o Brasil, em franco desenvolvimento, nestes últimos anos. Não é mera constatação pessoal, é real, fato que é comprovado pelos índices econômicos (91,8 mihç~ões de brasileiro na "classe C". Nada contra o consumidor adquirir bens, tanto para uso pessoal como para ampliação de seu conforto. O que se combate, é que o cidadão tem que ser plenamente consciente de suas escolhas, portanto, não deve ser apenas consumidor, ou seja, compra o que estiver na vitrine, sem atentar as reais condições de uso. Quando se refere em cidadão consumidor, tem-se uma conotação dirigida a adquirir bens, contudo, é de amplidão plena, essa situação. O cidadão consumidor, embora seja fruto de um sistema democrático, todavia, deve temer não ficar refém do sistema de consumo, que coloca todo dia no mercado novos produtos. Veja o exemplo de celular (aparelho) todo o dia existe uma inovação surpreendente e tecnológica, sem precedentes. Se o cidadão não for consciente, fará dívidas e mais dívidas, para se manter atualizado levando ao caos financeiro, pois é fato real o endividamento da população. Numa economia eminentemente de mercado, o cidadão é mais consumidor, dado a ser exorcizado pela mídia frenética do consumo, sem limitação, a todo instante. O consumidor, nestes tempos de melhor qualidade de vida e cidadania, deve ficar atento, para não se encantar com as ofertas agressivas do mercado não escolher de forma consciente o seu real objeto de desejo. É dever do estado, fomentar políticas públicas para conscientizar o consumo, consoante prescrição do artigo 5º, inciso XXXII da Constituição Federal, que deu azo a Código de Defesa do Consumidor (lei 8.078/1990). Para se ter um cidadão consumidor de fato e de direito, é necessário, antes de tudo promover sua cidadania em educação (todos os níveis), ofertar aos mesmos boas qualidades de serviços públicos como saúde, segurança, habitação, infra-estrutura de transporte público e de passageiros. O consumidor, tem direitos pessoais, livre escolha, contudo, não pode ser objeto passivo de uma política de mercado agressiva. O consumidor cidadão deve ser consciente de sua escolha para o consumo, seu objeto de desejo, para não ficar comprometido com sua vida ou de sua família. Ah, tem mais, em 2012 tem eleições municipais, o cidadão não ao invés de consumir as propostas ditadas pelo candidatos, deve exigir propostas concretas, participativas que transformam a vida da sociedade, amplie a solidariedade social, melhor qualidade de vida, pois desenvolver não é crescer. Crescimento é relação direta com aumento de consumo e Desenvolvimento, é ter o cidadão uma qualidade excelente de vida e cidadania.
segunda-feira, 14 de maio de 2012
CPI DO CACHOEIRA
Não poderia esquecer
um assunto tão atual, debatido a todo o momento
nos meios de comunicação, político e jurídico do Brasil a “CPI do Cachoeira, decorrente da Operação Vegas”
realizada pela Polícia Federal. Tornou-se a mina de ouro noticiários. A CPI que
está investigando a pretensa ligação de
Carlinhos Cachoeira com políticos do Brasil inteiro, sem distinção partidária, pelo
contexto do noticiário. Fato surpreendente é que o empresário Carlinhos Cachoeira (Carlos Augusto Ramos), tornou-se um espetáculo, bem no tempo de julgamento
pelo STF da CPI do Mensalão, que revelou
um dos maiores escândalos de corrupção do Brasil. Segundo declaração do
Procurador Geral da República Roberto Gurgel “o mensalão é o atentado mais grave que já tivemos à democracia
brasileira”. Coincidência ou não, é que ambos os casos são preocupantes,
haja vista indícios de corrupção, crime organizado, entre outros atos atentatórios
à democracia, envolvendo políticos, siglas partidárias, autoridades e agentes públicos;
uma afronta ao cidadão de boa fé, que paga seus religiosos impostos e tem o
dever de votar. No específico caso da CPI do Cachoeira, está em destaque,
ainda, o procedimento e ações do senador
Demóstenes Torres, até então um Senador
acima de qualquer suspeita, tendo sido
aprovado no dia 08 de maio corrente, pelo Conselho de Ética do Senado processo
disciplinar, em função de ter indícios de provas de defender
“pseudos” interesses ligados a negócios de Carlinhos Cachoeira, já envolvido
anteriormente em 2004, no caso “Waldomiro Diniz”. Também em evidência e em estado de apreciação
pelo Executivo (já teve aprovação no Senado e na Câmara o Código Florestal),
talvez “cachoeira”, seja assunto
corrente em Brasília, reacendendo lembranças políticas partidárias e das
eleições de 2012. Aí lembramos que várias CPIs, foram processadas em Brasília,
com os respectivos méritos de resultados, de igual forma em estados e municípios.
Atualmente, as CPIs mais noticiadas a nível de Paraná, é de Londrina (Prefeito)
e Curitiba (Câmara Municipal), além daquelas CPIs em instalação, andamento de trabalhos ou
concluídas na Assembléia Legislativa do
Paraná conhecidas dos paranaenses (CPI dos Leitos dos SUS, CPI dos
Portos, CPI dos Grampos e CPI do Pedágio
entre outras). A CPI é instrumento legal,
prevista no artigo 58 e parágrafo 3º da Constituição Federal, com poderes de
investigação, obedecendo os princípios legais de ampla defesa e as liberdades
públicas. Além do caráter investigatório, o que mais é mais visível é a imagem
dos parlamentares, como se fossem atores cinematográficos, apaziguando
interesses e preservando amizades, num verdadeiro paraíso de vaidades. Tem
parlamentar que é oportunista, utilizando sua condição de relator das
investigações para se projetar no cenário nacional. Toda regra tem exceção, é
claro, pois existem os parlamentares integrantes das CPIs que executam seu
trabalho de forma serena, digna da função parlamentar, acima de qualquer
interesse e vaidade, colaborando pela sua finalização (se não terminar em pizza),
produzindo relatório que vai apontar erros, pretensos crimes, responsabilidades,
encaminhando as autoridades competentes, que é justamente a finalidade das
CPIs.
Matéria publicada no Jornal "Folha Regional de Cianorte" dia 13 de maio de 2012.
domingo, 13 de maio de 2012
HOMENAGEM AS MÃES
Não poderia passar esse dia, sem homenagear as mães. Entendo que todo os dias são dias de mães. Hoje, as mães em sua maioria representam uma viga mestra de uma família. Tem família que a mãe é tudo: trabalha fora, trabalha em casa, cuida, zela, ensina e educa filhos, enfim,... Homens, não fazem nenhum pouco daquilo que fazem as mães. Não existe instinto para isso, talvez. Mais mãe é mãe, é aquela que está ali ao nosso lado, nas horas intermináveis da vida na vitória, derrota, e nas tempestades infindáveis que a vida nos proporciona. Mães não é somente àquelas que geram filhos, mais àquelas que não tendo filhos, com corações abertos adotaram filhos de outras mães, conseguindo alcançar mister da maternidade. As mães são a perenidade do amor, sem elas não estávamos nesse mundo, já que o cuidado de mãe é tão perfeito, que impossível de terceirizar... Pode haver imitação, mas não é igual. Homenagear as mães, num dia só é impossível, porque "todos os dias são das mães". Benditas são as mães. Deixo registrado nesse dia, um homenagem especial à minha mãe Lúcia, que sozinha criou e educou três filhos, além de outros filhos de outras mães, que teve privilégio de ensinar durante o exercício do magistério.
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Não existem receitas para viver melhor. Certamente ninguém quer viver de modo indigno, sofrido, sem nenhuma felicidade. Ao contrário, todos ...
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Brasília, 18/08/2011 - O presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil, Ophir Cavalcante, afirmou hoje (18) que o Observatório da Cor...