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quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

GOLS DE CABEÇA


O futebol é o esporte do brasileiro, designado pela mídia como “paixão nacional”. Em tempos de globalização, até o futebol entrou na onda global,  misturando qualidades e habilidades. É cediço, que antigamente os jogadores eram marcados pela raça, drible e os gols aconteciam pela arte dos pés, exemplo do Pelé, Garrinha e outros mais jogadores que se destacaram nessa arte. Os países também eram conhecidos no futebol, pela sua característica e tendência.  Os ingleses davam chutões, os italianos eram implacáveis na marcação, os holandeses tinham um conjunto completo e os sul-americanos resolviam a parada na base da individualidade sem igual, estando aí incluído o Brasil. Como futebol é um esporte e uma arte, dependendo da habilidade do jogar, temos tido jogadas individuais que levam ao gol, como também, jogadas de bola parada, falhas da defesa e do goleiro, enfim surge o gol. Pode-se dizer que jogadas de bola parada seja uma tendência no futebol, pela precariedade de jogadas coletivas (por exemplo troca de passes), o que vem ocorrendo com muita freqüência, levando em conta que futebol é uma arte sem igual e a bola, símbolo de liberdade, pois  ninguém mantém presa aos seus pés por muito tempo. Não temos que espantar pela quantidade de gols de cabeça, como vem ocorrendo nos últimos tempos no futebol, levando em conta que futebol se joga com o corpo inteiro, impossível de não ocorrer gols com outras partes do corpo. Veja o exemplo do Palmeiras, liderando o Paulistão. Sabemos que a jogada típica, bola parada de Marcos Assunção, batendo escanteios, chutando direto a gol ou cobrando faltas, levantando a bola para seus companheiros na área adversária, chegando ao gol. Com gols de cabeça, bola parada, ou jogadas individuais geniais, o futebol mantém sua simpatia, conquistando paixões e gerações, afinal, gols de cabeça, faz parte da arte do jogador, é legal, e nossa equipe local (Leão do Vale), tem utilizado dessa arte, alçando várias vitórias, levando as primeiras colocações no Paranaense de 2012. Como no amor, não existe fórmula para amar, no futebol, não existe fórmula nenhuma para se fazer gols.    
    
(Publicado no Jornal  "Folha Regional de Cianorte) dia 26 de fevereiro de 2012.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

A FÉ E A CRENÇA FAZ PARTE DA VIDA PESSOAL

"Deus é nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente nas tribulações". (Salmos 46.1) A vida traz inúmeras mudanças, nada parece permanecer igual. Ontem, hoje e amanhã, tudo muda muito rápido, tudo diferente, somente Deus permanece com sua fidelidade, por isso a fé é necessária para enfrentarmos a dinâmica da vida. Embora muitos tenham firmeza de não necessitar de uma espiritualidade, a verdade que é inerente ao ser humano crer em algo sobrenatural. Não faz mal algum, contudo, o que faz mal as pessoas é tornar tudo uma obsessão. Por outro lado, o apóstolo Paulo escreveu no livro de Romanos, capítulo 14, verso 5, última parte: "Cada um esteja inteiramente seguro em sua própria mente". E, arremata no livro de I Coríntios capítulo 10, verso 23: "Todas as coisas são lícitas, mas nem todas convêm; todas as coisas são lícitas, mas nem todas edificam". Portanto, cada qual é responsável pela sua vida espiritual, pois a cada um cabe a decisão pessoal da espiritualidade e/ou religiosidade.  

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

DOENÇAS INVISÍVEIS

Sabemos que o sinal de doenças é tido como dores e febres em geral, de forma repetida, constatado pelo profissional de saúde, trazendo sofrimento e angústia ao seu portador e não tratada à morte. Não bastasse essas doenças, constatadas pelo profissional de saúde, temos sofrimentos e angústias decorrentes da própria ordem social da qual pertencemos, que não são diagnosticadas pelo médico, que também traz a morte - a morte social. Quem poderá diagnosticar as doenças invisíveis do dia-a-dia que a sociedade gera para o ser humano?  A lógica é que o próprio ser humano que é parte do sistema, tem condições de diagnosticar, através de estudos da própria estrutura social, da qual pertencemos. A cura para as doenças invisíveis que a sociedade gera, está nela própria, quando deixar de discutir seus problemas e apresentar projetos necessários para a solução e cura. Talvez por inúmeras razões, temos a tendência de inconscientemente não revelar problemas dentro de um contexto social, conquanto, o problema é visível e urge resolver, como é o caso das drogas, do álcool, da insegurança (falta de segurança da população), do desemprego, da falta de saúde e educação, corrupção, falta de confiança em líderes políticos,  gestores públicos,  enfim, problemas sociais inerentes ao próprio convívio, que são deixados ao segundo lugar, porque demanda custo social elevado para a solução. Na verdade geram doenças invisíveis à população, diferem da doença do corpo, estas podem ser diagnósticas pelo profissional de saúde, tratadas e saradas a tempo;  enquanto as doenças invisíveis, sobressaem do próprio meio social, alastram sem controle. Somente o seres humanos podem curar as doenças invisíveis, partindo  do reconhecimento da existências desse mal, propondo solução de problemas do meio social, podendo ser fatores que nem sempre seguem a normalidade (saúde, educação, emprego, insegurança, fome, desemprego...). Talvez a melhoria do bem estar geral, pode resolver o problema,  da  origem da infelicidade social em todas suas formas, inclusive a mais íntima e secreta. Não podemos, nem por ação ou omissão, viver em conjunto, com miséria ou menos miséria, sem ser percebida, permitindo que se perpetue, quando como humanos podemos solucionar ou ao menos buscar meios para diminuir seus efeitos ou possibilidades de eliminar. Não se pode aceitar tudo como fatalismo, pois como seres humanos temos a capacidade de pensar e nesta pausa, gerenciar e achar mecanismos para a solução de problemas. Temos que viver de forma a emancipar a felicidade da sociedade e não perpetuar as doenças invisíveis.       

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

A VIDA E O ONTEM, HOJE E O AMANHÃ

O tempo é implacável. Vivemos hoje, pensando o que ocorreu ontem, planejamos o amanhã que é incerto. Já imaginou se pudessemos voltar atrás e mudar o ontem? Como seria hoje? E o amanhã?  Ainda bem que o tempo é um marcador implacável, não muda, sempre é o mesmo, eterno, livre de corrupção e fraude, pois o ser humanos se tivesse possibilidade,  talvez pudesse alterar o tempo para seu próprio bem estar e benefício próprio, com certeza. Que insegurança seria para o ser humano alterar o tempo. Será que sempre seríamos felizes, alegres, amaríamos profundamente, se pudessemos mexer com o tempo, como elementos de um tabuleiro de xadrez, dama... Não tenho certeza, mas acho que continuaríamos  na mesma situação, ou seja, sempre infelizes, egoísticamente preocupados consigo mesmo, arrebatados por um sentimento interior de insatisfação, perdidos, pois não haveria mais ter sentido a vida, a luta, a busca, a conquista. Se bem que se pudessemos envolver no tempo, não teríamos muitas coisas que fazer afim de nos propiciar satisfação. Seria muito fácil, isso não condiz com o ser humano, embora, vivemos numa sociedade atual de facilidades, descartáveis, contudo, não é a regra. Ainda, prefiro o tempo na forma em que se encontra, ou seja, viver o presente intensamente, o passado guardar como lembranças ou deletar se preciso, e o futuro, aguardo como uma expectativa, uma esperança, talvez, esperando colher o que  se plantou no presente.     

domingo, 19 de fevereiro de 2012

GLOBALIZAÇÃO DA ECONOMIA E PODER


Para as empresas multinacionais (isto é, empresas globais), o mundo ideal,  é um mundo sem fronteiras, contudo, somente se torna interessante se existe exploração de petróleo, energia,  e outras riquezas naturais que podem ser exploradas num determinado local (nação, estado...).  Existe um confronto entre globalização da economia e governos, pois estes são incapazes de em menor tempo possível atender as aspirações da sociedade, enquanto as empresas multinacionais oferecem a modernização do mundo, seduzindo à população, com pseudo crescimento, tornando-se governos reféns, ao menos que estes possam manter o domínio sobre a sua jurisdição e seus recursos. Cada dia mais vem se tornando impossível, o ente público fazer frente à economia global, pois  os serviços públicos  ofertados à população é inferior a demanda real exigida pela sociedade. Tomando-se por exemplo, o Brasil, é gritante a falta de serviços públicos essenciais reclamados pela população (educação, saúde, segurança, habitação, transporte, infraestrutura), pois os recursos destinados a esses segmentos são organizados vias orçamentos, como manda a lei, contudo são insuficientes para o atendimento satisfatório da população.  Infelizmente, existe uma competição estabelecida entre governos e economia globalizada, o que está ocorrendo  atualmente na Europa, aconteceu nos Estados Unidos, e o mundo continua  assistir competições entre governos e economia global, em todos os cantos do planeta. A questão da competição, portanto, mostra-se aquecida  no atual cenário mundial, atingindo países considerados de primeiro mundo ou de economia desenvolvida.  Muitos países, apesar de participarem da chamada comunidade desenvolvida, como a comunidade do Euro, mostram-se lentos, míopes e orgulhosos demais para entrar na competição global, enfrentando diversos problemas, caso típico da Grécia, tornando-se inevitável problemas com a população e de certa forma um problema que envolve vários país, considerado supranacional, instalando-se a crise do desemprego e caos social, relegando-se  direitos mínimos  fundamentais do cidadão, levando a um confronto entre soberania, resistência,  liberdade e poder. Toda esta situação leva a população a desacreditar nas políticas públicas e nos governos, desencadeando movimentos de classes, inclusive, da sociedade organizada contra o próprio poder instalado.  
Publicada no Jornal "Folha Regional de Cianorte - 19 de fevereiro de 2012". 

sábado, 11 de fevereiro de 2012

FAZER O BEM A TODOS

Talvez não conseguimos fazer o "bem a todas as pessoas", mas, devemos nos esforçar para a pratica do bem. Se todos os homens se prontificarem a fazer o bem, certamente o mundo seria muito melhor. Certamente, o fazer o bem, e não olhar a quem, seja um dito popular, mas é um princípio que não se pode ignorar. Se a vida é uma passagem rápida pela terra, porque não se preocupar e se esforçar para a pratica do bem. Muitas vezes, realizamos o bem, esperando a troca, aí surge a frustração, pois nem sempre existe a mutualidade de ações reciprocas. As escrituras (Bíblia, livro de Gálatas, capítulo 6) "manda que façamos o bem a todos". Esse bem, que manda fazer, nada mais é que a ação imbuída de amor, que é uma doação. A vida, embora cada um possa viver de acordo com sua própria idéia, cobra a devida prestação de contas. Apegando-se ao texto bíblico citado, fornece a receita: "Tudo o que o homem semear, isso também ceifará" (Gál. 6:7).  Não é mais vantajoso praticar o bem, se colheremos mais e melhor? Ou seja, teremos uma vida feliz? É lógico que é uma questão de investimento pessoal de escolha, mas não vivemos procurando sempre o melhor? É uma regra simples, que aplicada no dia-a-dia o resultados advirão, certamente. Quem semeia qualquer semente, tem a intenção de colher algo, surgir uma flor, uma fruta, uma folhagem, uma beleza, enfim... dedicando ao zelo e trato da planta, quando germinada, é inevitável o resultado, embora, poderá ocorrer eventualmente um sinistro, um acidente... Mas a regra simples, lógica e evidente é que terá sempre um resultado positivo, que nos trará benefício ou para outras pessoas ou próprio ambiente onde se plantou a semente. Essa fé de semear é que nos move a vida, nos dá esperança, coragem, ousadia,  para construir o bem, ainda que tenhamos espinhos, tempestades... Se procurando fazer o bem, à vida é árdua, imaginem procurando fazer o mal?  Viver à vida com simplicidade e procurando fazer o bem a todos, certamente que a nossa colheita será farta.  

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

VIVER A VIDA NO EXATO TEMPO

Obviamente ninguém passa por essa vida, sem preocupações. Existirá sempre a preocupação de viver a vida, trabalhando, cuidando da família, dos amigos, dos entes queridos, participando da vida em sociedade (igreja, clube, partidos, entidades de classes, sindicados...) enfim, como ser humano pessoa estamos sempre em um círculo social de convivência. Não vivemos só, mas, cada qual tem capacidade de viver sua própria vida, ainda que conectados por redes sociais. A vida precisa de atitude, ação, por isso surgem as tempestades, as preocupações, as tristezas, as alegrias, vem o choro, enfim, temos que lidar com essas inquietações inerentes a própria sobrevivência. O que não pode ocorrer em nós, é antecipar ou prorrogar sofrimentos, já que não podemos acrescentar tempo a vida. Essa verdade, não podemos combater, ou seja, adicionar tempo a nossa vida, pois não temos o poder do milagre de prorrogação de nosso tempo aqui na terra. Basta cada dia para vivermos. Hoje é o dia de viver, amar, perdoar, pensar, sorrir, comer, beber, trabalhar, enfim, "viver" esse é o maior milagre, hoje e sempre. Assim o ditado popular faz valer "não deixe para amanhã o que possa fazer hoje?". Ame enquanto tenha tempo, sorria enquanto pode, perdoar enquanto há tempo, para ficar livre da mágoa, do rancor, que trazem amarguras e doenças incuráveis, corrói nosso intimo e retira o prazer de viver intensamente... Nada que façamos de esforço poderá acrescentar um dia sequer no nosso tempo de vida na terra.    

AFINAL DE CONTAS A VIDA É REAL E NÃO VIRTUAL...

Augusto Cury, em sua obra I ntoxicação Digital, ed. Benvirá, 2a edição, 2024, p.135, escreveu: [...] A vida é dramaticamente curta para se v...