Gosto de campanhas
eficientes como as frases de efeito sobre a vida no trânsito..."Dirija com
cuidado, respeite a sinalização, não tenha pressa, sempre tem alguém esperando
por você...” “Se beber não dirija”. Frases que levam a uma reflexão sobre como
se comportar adequadamente no trânsito e o que poderá ocorrer com o seu
comportamento ilícito, imprudente, negligente.
Por exemplo a Fiesp (Federação das Indústrias de São Paulo) lançou a
campanha do "pato" animal símbolo de sua campanha" "não vou
pagar o pato", sobre impostos pagos e o excesso, má gestão pública, faz algum tempo, fato conhecido por brasileiros, porque sempre em manifestações em São Paulo, na avenida Paulista tem um "pato gigante" como símbolo do combate ao excesso de impostos pagos pelo cidadão.
Recentemente (março/2018), mudou, o “pato” deu lugar ao "sapo". "Chega de
engolir sapo", dirigido contra os "juros altos cobrados pelos bancos".
É louvável o esforço da
entidade, mas nomear campanhas com nome de animais, como faz, é demais. O
animal não tem nada e não se comprometeu nada com ato humano de explorar
outros, cobrar impostos e juros altos.
Acho que nem o
"pato" e nem o "sapo", deveriam estar sendo utilizados expostos dessa forma, pois
têm características impar. São animais exemplar na natureza, cada um cumprido
sua função. Não podem ser condenados pelos atos humanos de má gestão.
Pessoalmente, como entidade deveria "utilizar frases de efeitos como
"Brasil decente"...Exigir a "ordem e o progresso" no mínimo
é o que precisamos, é que o cidadão quer, o empresário, o trabalhador, o
funcionário público etc... e que a cidadania exige.
Chega de indecência, lutamos
e lutaremos por um Brasil decente... Vamos deixar o "pato" e o "sapo" cumprindo a função que lhe é destinado na natureza...