Pesquisar este blog

domingo, 15 de novembro de 2015

LAMA PARA TODOS OS GOSTOS...

Há mais de cinco (05) anos, o Brasil  está ficando rico em "lama".  É lama para todos os lados, quando se vê pelo lado político dos poderes.  Agora recentemente em final de 2015 (novembro) para piorar os fatos, o "povão", lá das bandas da Região de Mariana Minas Gerais, foram atingindos por "lama", em razão de rompimento de uma barragem que atingiu o vilarejo de Bento Rodrigues, obviamente por alguma omissão (da empresa Samarco, de órgãos de fiscalização etc) e a dimensão do prejuízo é irreparável, já que o rio corta muitas regiões, e a população foi afetada diretamente, além da perda de vidas humanas e o arraso no meio ambiente. Talvez os R$-250 milhões de multas que o Governo resolveu "multar" a empresa Samarco não faz diferença,  porque vai para os cofres e bolso do Governo e não para o "povão".  O "povão" humilde e trabalhador, honesto, quer só uma coisa: sossego e honestidade de quem governa, pelo menos... Mínimos direitos que têm frente àqueles garantidos pela Carta Constitucional.  Consideramos que lama é sujeira, obviamente, tem aquela que fortalecem a natureza, mas de causa natural. Mais tem a "lama" artificial criada pelo ser humano, pelas atitudes de ação ou omissão. Brasília é a capital do Brasil e da "lama", onde está concentrado o centro dos "poderes" da República: executivo, legislativo, judiciário, além do próprio poder de Brasília em sua devida competência de capital federal.  A lama de Brasília, não é fato natural, é uma  vergonha, indecência pura, hipocrisia sem limites (Brasília é a capital Federal, deveria ser um exemplo de gestão pública...). Como o Brasil, infelizmente, tem o "vírus corruptus" (não tem inseticida ainda que aniquile ou deixe sem ação), a qualquer momento e em qualquer local do Brasil, sempre é possível surgir focos de "lamas", e corremos o risco ter um "mar de lamas", como vem ocorrendo os fatos e toda semana surgem "focos de lama". Salve a República, neste dia 15 de novembro de 2015.

sábado, 17 de outubro de 2015

SEMPRE É TEMPO DE ENCONTRAR CAMINHOS...


Alguns filosófos entendem que "os homens só se tornam sábios depois de passado o momento de viver". Outros filosófos dizem que não é assim, a "sabedoria se aprende enquanto é tempo, ou seja, presente". Torna-se necessário relevar as duas correntes filosóficas. Pessoalmente, entendo que enquanto existe vida, pode-se obter resultados, experiências e achar sabedoria, principalmente, em decisões e atitudes... Talvez a maior perda, é por conta da dispersão da própria vida, com situações de engano, fraude, correrias e assuntos desnecessários, deixando de encontrar-se a si mesmo... Talvez caminhamos a vida toda, e não encontramos a nós mesmos, apesar das marcas dos anos. Mas a simplicidade da vida está no próprio caminho, onde estamos passando, já passamos ou vamos passar  (passado, presente, futuro). De algum modo, a vida prossegue, como uma viagem: tem começo, desenvolvimento, meio e fim. Essa é a sabedoria, descobrir na nossa própria existência, ou no caminho, o significado pessoal de nossa vivência...Se o caminho não é bom, cabe a cada um descobrir, procurar o rumo que entende ser o melhor, eis aí a mágica da vida: a oportunidade de se descobrir.  

quinta-feira, 1 de outubro de 2015

QUANDO CONSEGUIREMOS SER SIMPLES HUMANOS...

Na atualidade, existem muitas doenças que nunca existiram: depressão, insônia progressiva, dores por todo o corpo, enfim, cada tempo tem um diagnóstico de descobertas de doenças imagináveis, tanto decorrente do próprio sistema imunológico, emocial e do desgaste do próprio corpo, conforme os anos passam. Muitas doenças surgem e aparecem (várias) porque segundo os estudiosos especialistas em medicina e comportamento humano é porque "represamos sentimentos", ou seja, "nossas emoções e sentimentos" não são expressados ou externados, quando deveriam ser atos comuns, da própria vida. Ficamos com medo de chorar, para não perder a pose; não admitimos erros, porque somos "mais que os outros"; não aceitamos as derrotas, porque não queremos ser taxados de perdedores; não amamos ou não deixamos ser amados, para não se tornar "servos ou subservientes pau-mandado..."; não perdoamos, para que não se torne uma "fraqueza"..., assim uma imensidão de situações que represamos e nosso "corpo" não aguenta, não somos máquina e nem de aço, carbono, etc... Talvez esses comportamentos seja disposições que a própria sociedade exige para que obtenhamos sucesso, ao menos uma total qualidade como "ISO". Mas não é assim que pode ser comparado o ser humano, mesmo tendo potencial de decidir, realizar, fazer, destruir, é frágil, simplesmente. Assim, quando tentamos sufocar muitos dos nossos sentimentos certamente estamos caminhando de certa forma, para surgir doenças, muitas incuráveis e nem sequer ter um tratamento disponível ou oportunidade de tentar curar... Quando aprenderemos ser "humanos, simplesmente humanos...!

segunda-feira, 28 de setembro de 2015

VIVER E AMAR INTENSAMENTE, SEJA ALGO A REPENSAR SEMPRE "aqui e agora"...

Zygmunt Bauman, escreve em sua obra "Vidas Desperdiçadas", Ed Zahar, Rio de Janeiro, 2012,  (obra crítica da modernidade), no capítulo que se refere "A cultura do lixo", páginas119 seguintes, uma parte interessante que diz:  [...] o homem irá se concentrar em "obter da vida tudo que ela pode dar, em nome da felicidade e da alegria, mas apenas neste mundo, aqui e agora".  E seguindo esse pensamento, o homem vai descobrir então:  [...] o conhecimento de que a vida não passa de um instante fugidio, de que não há uma segunda chance, mudará a natureza do amor. O AMOR NÃO TERÁ UM TEMPO PARA HABITAR, O QUE ELE PERDER EM DURAÇÃO VAI GANHAR EM INTENSIDADE. VAI ARDER MAIS, DE MODO MAIS FASCINANTE DO QUE NUNCA, consciente de que está destinado a ser vivido e usado num único momento e até o fim...".
Fica assim: a vida é única, não tem segundo tempo, prorrogação nesta terra...Infelizmente muitos não têm esse entendimento de vivência. Não podemos viver como humanos descartáveis, pois não se pode comparar nem ao lixo, pois este tem a possibilidade de reciclar e nós não temos essa possibilidade de voltar a refazer muitas coisas. Podemos desculpar, perdoar, restaurar algumas situações, mas o que se passou em ação ou omissão, não se pode alterar. A vida  passa, o tempo passa, os instantes..., não podemos retroagir, claro, podemos alterar no presente, isso que é a mágica da atitude, da decisão, da mudança, da transformação inerente ao ser humano, a possibilidade de alterar o rumo. Infelizmente muitos não têm esse entendimento de vivência. Obviamente, cada um tem sua crença e rito, fé e esperança, mas nessa terra santa, temos que viver intensamente, porque a mágica é única.

sábado, 19 de setembro de 2015

"A vida é um milagre e para perpetuação desse milagre, faça doação de órgãos".

Como a vida é uma milagre constante, devemos tentar por todos os meios perpetuar esse milagre. Um gesto para essa perpetuação, é doar nosso órgãos, a quem estiver necessitando, quando for constatado a morte. Se a medicina e o desenvolvimento dela, permite que faça o transplante de órgãos as pessoas, nada mais humano e justo do que, com o gesto da doação, pelo falecido ou seus entes queridos, a doação de órgãos. Isso se torna um ato concreto e real de perpetuação de vidas e o milagre de muitas pessoas que estão aguardando órgãos para continuar a viver. Ainda na morte, resta a vida...

segunda-feira, 7 de setembro de 2015

SEM NENHUM ANÚNCIO E DE REPENTE...

De repente do riso fez-se o pranto
Silencioso e branco como a bruma [...]
De repente da calma fez o vento [...]
De repente, não mais que de repente
Fez [...] de sozinho o que se fez contente...
Fez-se do amigo proximo o distante [...]
De repente, não mais que de repente”


Soneto da Separação - Vinicius de Moraes
Link: http://www.vagalume.com.br/vinici…/soneto-da-separacao.html…
Essa transcrição  parcial do texto do Soneto de Separação de Vinicius de Moraes, muito citado entre escritores, como Rubem Alves, é de dimensão profunda. Primeiro, que muitas das coisas que acontecem, principalmente, o resultado, é "de repente". Se existem preparação para algo ocorrer, não importa, mas o resultado, a ação, é fulminante, como ocorreu nos ataques das Torres Gêmeas nos Estados Unidos em 2001. Num instante, uma situação imaginável ocorreu, ou seja, "de repente", tranformou o mundo aquele ataque. Nós não sabemos ao certo quanto tempo demorou a preparação, mas o resultado "de repente", foi dramático e  será inesquecível, tanto para os americanos que lutam pela liberdade, quanto aos demais povos ao redor do mundo.
Salvo raras exceções, acontecems coisas em nossas vidas "de repente", sem simplesmente haver um programa ou ensaio. De repente estamos amando, perdoando, sofrendo injustiças, silenciosos diante dos fatos que a vida nos traz, seja pela força da natureza, seja pelo ciclo próprio da vida, dada sua ampla dimensão. Nascer, existe um preparo todo, nove meses, ou antes, dependendo da situação da gravidez. Mas quanto a morte, ela não tem data e nem previsão. Todos estamos com a "senha" no bolso, sem imaginação do momento em que vem a nos atingir, enfim,..
Essa é a magica da vida "nenhum anúncio" e "tudo pode acontecer..." "de repente".

quinta-feira, 3 de setembro de 2015

VAMOS PAGAR A CONTA DA FESTANÇA E DA GASTANÇA...

Em início de setembro de 2015, aparece o Governo Federal, buscando ajuda (aval) do Congresso para cobrir rombo de R$-30 bilhões no orçamento de 2016.  Enfim, embora a "festança e gastança" termimou a muitos meses, agora vem a conta...É isso, apesar de muitos economistas denunciarem a política do Governo (incentivo a consumo e crédito barato com dinheiro público girando a economia e destruindo nossas reservas e potencial industrial), chegou a conta. É óbvio que você cidadão cotidiano, que não teve nenhum benefício e não foi convidado para a festa, nem sequer teve conhecimento de como foi a "gastança" vai pagar a conta? É isso não foi a festa, mais vai pagar a conta de certa forma... Aí tem a pressão do nobre Deputado Federal da nossa Região (Paraná -  Dep. Ricardo Barros PP-PR de certa forma aliado do Governo, relator do Orçamento respondendo a pergunta feitas por jornalistas: (pergunta): "É melhor aumentar impostos a perder o grau e investimentos? 
 (Deputado responde): " Podem ter certeza disso. A recuperação será difícil e longa. Estamos apontando para três anos de recessão: 2014 com déficit, 2015 e 2016. Isso porque ainda stamos com grau de investimnto. Sem ele, vamos perder uma década... (Este diálogo está no Jornal o Estado de São Paulo, edição 2-9-215, p. A4 caderno político).  Pelo jogo, que estamos assistindo, a conta da festa é ainda maior...A conta está vindo, já veio... A conta vem da gastança em programas sociais, que embora tenham uma finalidade de diminuir a pobreza e isso pode ter ocorrido em menor ou maior escala, nada mais é como a "compra antecipada de votos" para garantia de permanecer no Poder. Tve influência decisiva no resultado das eleições de 2014, principalmente nos Estados do Nordeste do Brasil (fato público e notório). Investimentos da Petrobrás, que foram para o ralo da corrupção, empréstimos do BNDES... Os fatos estão aí, não se pode dizer que é conversa da oposição e nem de "jornaleco" como se diz.  Enfim, estamos sem rumo, na economia e na política e o Governo jogando a "bola " do déficit para o Congresso e o Congresso devolvendo ao Governo?(ninguém quer ser o pai da conta e chamar a responsabilidade pelos acontecimentos).  O Brasil não é uma Grécia, onde não existe o crédito e confiabilidade de investimentos. Ao contrário, seu potencial é grande para investimentos, basta um mínimo de governança e uma gestão transparente, que até agora não surgiu. Quanto a comparação com a Grécia, esta foi socorrida pela União Européia, agora o Brasil, no mínimo o povo vair suporte, pelo que consta, mais uma vez vai pagar a conta... Poucos pensam no Brasil, e dá para desconfiar do Senador Renan Calheiros que disse em entrevista (está escrito no jornal acima citado): "Não somos nem seremos narradores impessoais desse precipício. A crise atual não é apocalíptica, mas exige de todos sensatez e serenidade em busca de saídas". Uma questão ainda se encontra em investigação, de quem é o DNA do "Petrolão" do "Mensalão".  

AFINAL DE CONTAS A VIDA É REAL E NÃO VIRTUAL...

Augusto Cury, em sua obra I ntoxicação Digital, ed. Benvirá, 2a edição, 2024, p.135, escreveu: [...] A vida é dramaticamente curta para se v...