O Brasil de 2015, começou com o novo
mandato da presidente Dilma e também o grande escândalo denominado Petrolão,
que, paralisado pelas eleições de 2014, começou a produzir os efeitos em início
de 2015. Nesse escândalo conforme apuração e investigação ainda em andamento
(prisões, delações e sempre aparecendo alguém que “afanou legal), o brasileiro
tem noção de quanto “afano” fazem com a gestão das estatais, fundo de pensão
das estatais, e órgãos públicos em geral, sustentados com o dinheiro do
contribuinte. Obviamente, que nem todo o dinheiro que foi desviado da Petrobrás
e outros locais de constatação desse ocorrência, foi para manutenção do poder,
podendo-se descortinar que nessa toada, houve um enorme enriquecimento pessoal
dos envolvidos (políticos, líderes partidários, executivos de empresas e outras
classes de pessoas que participaram desse esquema), mas nunca somente uma
pessoa física cidadã, e se for, certamente é um “laranja”. Não obstante a muitas situações que deixa o
brasileiro preocupado e com o bolso vazio, começamos 2015 com aumentos de serviços
de água e energia elétrica, combustíveis, passagens dos transportes públicos e um
aumento irrisório do salário mínimo, que é a base da maioria dos benefícios
previdenciários. Na política, sempre tem o "afano legal", e agora o
Esporte da paixão popular apareceu também os "gatunos" neste final de
maio de 2015, com apuração vinda do Estados Unidos e da Suíca, demonstrando que
muita gente fatura alto com o esporte do “povão” brasileiro. Levaram o
ex-presidente da CBF José Maria Marin, que ocorreu na Suiça, em plena
realização reunião da FIFA. E os brasileiros não esquecem a Copa de 2014 e os
7x1 com a Alemanha, e agora com os fatos investigativos, começam a pensar se " houve um faturamento em cima do
resultado"? O futebol é paixão nacional, um esporte sem lógica, e o torcedor
sempre fica na esperança de ganhar, ser
campeão, classificar, etc... o seu time de preferência. O torcedor sofre, mais
gosta do esporte, afinal é democrático, mesmo tendo sido retirado dos grandes
estádio do Brasil, a chamada arquibanca “geral”. Muitos times de grande torcida
(Flamengo, Corinthias, Palmeiras, Santos...)
estão com o caixa em baixa, e o futebol que apresentam atualmente deixam o
torcedor frustrado. Trocam técnicos e
mais técnicos, fazem muita troca e
aquisição de jogadores, o que parece cada dia, é que o futebol apresentado por
essas equipes fica ínfimo. Superados os prós e os contras, ainda continua o
futebol a paixão nacional do brasileiro, aliás é democrático, porque a bola é
redonda e ninguém permanece com ela por muitos segundos. Pior foi o Cruzeiro na
rodada da Libertadores de ontem dia 27, perdeu por 3x0 no Brasil, para o River
Plate (time argentino), tendo lá vencido por 1 x 0? Deixou de buscar o
tricampeonato da taça libertadores. Isso confirma que o futebol não tem lógica,
é esporte de esperanças e paixões. Assim continua o torcedor brasileiro, torcendo
para seu time ganhar e não ser rebaixado, torcendo para não perder o emprego,
torcendo para economia dar certo, torcendo para pagar as contas em dia, torcendo para a
corrupção ser menor e existir transparência na gestão pública, enfim, sempre
torcendo com muita paixão e esperança, até quando não sabemos...
Visa o blog divulgar matérias sobre direito, política, vida e fatos, segundo o livre pensamento do autor do blog, e inserir no leitor provocações reflexivas, demandando o mesmo a pensar sobre o que foi escrito, os fatos descritos nos artigos, a realidade, tudo quanto se puder expressar através da escrita. Quando se fala em provocações, na verdade é dar um choque de realidade sobre o que se escreve, e levar as pessoas a refletirem sobre o conteúdo do escrito.
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quinta-feira, 28 de maio de 2015
sexta-feira, 17 de abril de 2015
O TEMPO NOS CONFRONTA
“O
tempo é sabio e perfeito, confronta nossas ações, nosso viver. Infelizmente não
podemos domar o tempo, nem emprestar, nem fraudar, ainda que seja essa nossa
intenção... Resta somente tentar planejar para viver, pois ele passa e não
espera ninguém...". Altimar Pasin de Godoy
O tempo não aceita corrupção, nada pode vedar sua ação normal. E o homem fica perplexo em sua intenção de burlar, fraudar. Talvez o tempo sirve de aprendizado ao homem, para que possa viver regularmente, observando o tempo, seu professor por execelência. Ele é igual, não tem discriminação, todos cumprem seu regular processamento, todos os dias, todas as horas, segundos, minutos, dias, meses, anos, décadas...Pudesse o homem ter o compasso do tempo, sem vaidades, objetivos, a não ser sua passagem diária, dessa forma, pudesse mais viver criteriosamente segundo as normas naturais, de forma simples, singela, muita coisa seria diferente, certamente, haveria a tão almejada paz e tranquilidade. Haveria pão para todos, casa para todos, emprego para todos, terra para todos, pois ninguém seria diferente de ninguém, reinaria a justiça, a igualdade, pois não teria competição: todos teriam igualdade e oportunidade.
DILMA TEM GOVERNAR PARA O POVO
No meio de turbulências de
mais cem dias do governo Dilma, e frente aos movimentos instalados pela
população, uns com a idéia “Fora Dilma”,
“Impeachment” enfim, infinidade de idéias
e debates para mudança na política e o fim da corrupção instalada nos últimos
anos. Com respeito aos movimentos de 15 de março e de 12 de abril, e a devida
mobilização, fato necessário em países democráticos, todavia, no caso
específico do Brasil, o governo da Presidente Dilma é legítimo. É legítimo porque venceu nas urnas, e isso é
indiscutível. Portanto, não existe ainda nenhum requisito legal e de direito
para questionamento a respeito de “impeachment”. Se houve mácula no sistema
eleitoral, pelo que consta ainda não foi provado. Então, para efeitos de
direito e respeito a Constituição Federal, o Governo Dilma é legítimo. O que
talvez esteja acontecendo, não somente com o Governo da Presidente Dilma e
também Governos Estaduais, é que “os governos” de um modo geral deixaram de
governar para o povo, isso é uma realidade total. O Governo Federal, há muitos anos, vem governando para manter seu
segmento de poder, que é o Partido dos Trabalhadores, conjugando fatores de
dominação a qualquer custo, obviamente
não foi o único a inventar tal procedimento.
Talvez, o erro ou por por motivação de índices de popularidade,
tornou-se pratica manter-se no poder -
Partido dos Trababalhadores - dele
utilizar para benefício próprio, de seus filiados e também daqueles que
obviamente vão partilhar do poder, por conveniência econômica, inclusive, sob
manto da ilegalidade, via corrupção. Não é diferente de outras siglas
partidárias existentes no Brasil, em maior ou menor escala. No Paraná, por exemplo, governa-se em razão
do PSDB, foi assim em Minas Gerais e também tendo sido assim em outros Estados
da federação. O que se tem visto, temos
vivido, é que os líderes, tanto do executivo, como também do legislativo, têm
servido a si próprio em detrimento do povo “bem comum”. O objetivo do Estado, é
o bom comum, segundo os mais renomados estadistas. O que se vê no Brasil, isso já vem ocorrendo a anos, é a
prática de “permuta de interesses” em razão da manutenção do poder,
levando a casos conhecidos da população como AP 470 (Mensalão) e atualmente Petrolão,
enfim, uma séries de escândalos que demonstram a nitidez de interesses
meramente de grupos em função do poder, ou seja, um “poder segmentário”,
destituído das razões do bem comum, beneficiando partidos, grupos econômicos e
feudos. Uma defraudação recorrente aos interesses públicos, em função de uma
minoria, o que se pode constatar na imensidão de escândalos de corrupção
investigados em ações judiciais, CPIs diversas, em andamento ou investigação, demonstram
de forma clara o descompromisso total dos líderes com o bem comum. Enfim, a
falta de compromisso com governo para o povo e a transparência que necessita os
negócios públicos. Perdeu-se em governar
para o povo, e isso resultou na crise atual, talvez mais ética, em razão dos
sucessivos escândalos de corrupção, com o fim de manter-se no poder. Existe
mensalão para tudo, como se pode verificar das inúmeras operações da Polícia
Federal, inquéritos e ações judiciais, em andamento. Portanto, resta ao povo “as
ruas”, não somente com as “camisetas amarelas”, mas sim com “todas
as cores da bandeira”. O pior ainda, a
agressão ao cidadão sensato, a campanha publicitária do PT veiculado na
televisão, em época da prisão de seu tesoureiro e familiares. Só faltava a presidente Dilma dizer que "mandou a Polícia Federal" pretender o tesoureiro do PT João Vaccari Neto, para justicar o combate a corrupção?
terça-feira, 17 de fevereiro de 2015
DEMONSTRAÇÃO DA LIDERANÇA EM TEMPOS DIFÍCEIS?
Dizem que em tempo difíceis é que os "lideres demonstram o real valor que têm". Pois bem, no plano político, principalmente em se tratando de Brasil e o Estado do Paraná, pois está se vivendo um momento que exige cautela, principalmente pelo Governo do Estado e os legisladores Estaduais (deputados). O que o Governo do Paraná, tem adotado para vencer a crise (aliás é um corte de despesas direcionadas, selecionadas...) é arrocho, em cima dos educadores, profissionais de segurança, saúde, e assim vai em mmenor ou maior escala atinger setores da administração pública estaudual, como já mencionado, principalmente do funcionalismo em geral. Todavia, o que se nota, é um direcionamento de "cortar gastos do funcionalismo", como se fosse os culpados pela "pseuda crise que o Estado está passando" - apesar de ter o quinto PIB do Brasil e pelo que consta o Governo Estadual há muito tempo sua arrecadação é superior a todo tempo - . Nada porém de cortar gastos com os "cargos em comissão" "markenting" "etc", pelo que se viu até agora. Não importa o time partidário, mas é fato recorrente que, no Brasil é assim, para fazer reformas ou cortas as despesas é em cima do cidadão contribuinte, funcionário público, aposentado, lançamentos de impostos e taxas em cima do setor produtivo... E no Paraná, onde o Governardor tem maioria da Assembléia vai ser um ano difícil...Vamos ver se aparece algum projeto de cortar despesas...ou somente projetos de "arrocho" cortando direitos como se tem visto... Não é síndrome do "alarmismo" é real, Projeto aprovado, vira lei e lei tem que se cumprir... Não esquecendo também, que o Governo Federal, e a atual Presidente eleita, em sua campanha jurou e prometeu que não ia cortar gastos sociais. Mais o que se tem visto, também, é que tudo que tem feito de ajuste "é meramente arrocho em cima do povão", das empresas... Aliás Petróleo está abaixando no mercado internacional, e a Gasolina o Diesel, que se utiliza para o transporte de produtos, produzir, transportar, cada vez mais caros, com aumento de impostos em cima deles. Embora tenha que se fazer eventuais ajustes, mais nenhum líder político eleito em 2014, aparece de fato para demonstrar preocupação e externar solidariedade e otimismo. Nesses tempos difíceis que o povo brasileiro está passando (pós eleições), principalmente o Estado do Paraná, este com evidente desejo de arrocho em cima do funcionalismo, o Governo reza para acontecer algum incidente para sair da tela. Têm sorte porque o carnaval é em início de fevereiro, já deu uma folga, um folego, ufa,...
domingo, 25 de janeiro de 2015
BUSCAR NOSSO PRÓPRIO SILÊNCIO
Muitas vezes o passado atrapalha o
presente, com situações desfavoráveis. Não podemos retroceder no tempo para
reparar ou buscar solução para o passado. Nem sempre a vida é feita de
histórias de êxitos, mas muita coisa também não foi anormal 100% e vivemos até
aqui. No que foi possível viver certamente aprendemos alguma coisa,
possivelmente trouxe sabedoria, serenidade, equilíbrio, fé, esperança, desejos
de amar, perdoar... (cada um sabe o que passou no seu coração...) e não repetir
mais a conduta do passado. Talvez tudo isso leva-nos a aprender mais de nós
mesmos, a despojar do medo, a caminhar para frente, ser feliz... Isso é
possível, depende de nós...Caminhando e vivenciando as experiências talvez encontramos dentro de nós um silêncio interno que nos confronta, traz alivio, paz, alegria, choros e risos. A busca pelo silêncio, leva as pessoas as peregrinações em rotas espiriturais pelo mundo afora. Precisamos (cada um de nõs) achar nosso silêncio interior, pois não se adquire em manuais e não pode ser adquirido pela internet. Esse esforço pelo recanto silencioso de nossa vida, é pessoal, espiritural e depende de cada um, para acalmar nossas inquietações...
segunda-feira, 19 de janeiro de 2015
VOAR É NOSSO PRÓPRIO RISCO
"Quem, por causa do medo, se encolhe e rasteja vive a morte na própria vida. Quem, a despeito do medo, toma o risco e voa, triunfa sobre a morte. Morrerá quando a morte viver. Mas só quando ela vier”. Rubem Alves.
Ao nascer, já estamos sendo vencedor. Desde a concepção estamos como ser humano sujeito a risco. Talvez a vida seja um eterno risco, apesar de inúmeras vezes estarmos alicerçados ou segurados por alguém. Após a concepção, estamos seguro útero materno, correndo riscos também. Ao nascer, quebramos um vínculo, vencemos uma fase, chegamos ao mundo, começando o crescimento. É claro que não estamos sózinhos nesta empreitada. Temos a dependência materna nos nove meses, e também a assistência paterna, quando se trata de um fato normal. Todavia, mesmo sendo regularmente assistido por mãe, pai e os cuidados da família, sempre haverá o risco e assim pela vida toda. Acho particularmente, que o ser humano nasce sem medo, porque se tivesse medo não nasceria para a vida. Talvez o medo seja a construção da própria idéia de existir inerente a própria vida. Vencendo as etapas da vida, ultrapassando os problemas (todos têm problemas), sendo vencedor ou vencido, adquirimos a resistência para continuar a voar (assim entendendo a vivência), pois os riscos são muitos e depende exclusivamente de cada um driblar. Também haverá momentos de descanso, ultrapassadas as turbulências. Ninguém pode dizer que não tem medo, pois mora dentro de cada um, dependendo do risco e da vivência para vencer, como diz Rubem Alves "o risco de voar". Então, enquanto é tempo de vida, vamos voar...
Ao nascer, já estamos sendo vencedor. Desde a concepção estamos como ser humano sujeito a risco. Talvez a vida seja um eterno risco, apesar de inúmeras vezes estarmos alicerçados ou segurados por alguém. Após a concepção, estamos seguro útero materno, correndo riscos também. Ao nascer, quebramos um vínculo, vencemos uma fase, chegamos ao mundo, começando o crescimento. É claro que não estamos sózinhos nesta empreitada. Temos a dependência materna nos nove meses, e também a assistência paterna, quando se trata de um fato normal. Todavia, mesmo sendo regularmente assistido por mãe, pai e os cuidados da família, sempre haverá o risco e assim pela vida toda. Acho particularmente, que o ser humano nasce sem medo, porque se tivesse medo não nasceria para a vida. Talvez o medo seja a construção da própria idéia de existir inerente a própria vida. Vencendo as etapas da vida, ultrapassando os problemas (todos têm problemas), sendo vencedor ou vencido, adquirimos a resistência para continuar a voar (assim entendendo a vivência), pois os riscos são muitos e depende exclusivamente de cada um driblar. Também haverá momentos de descanso, ultrapassadas as turbulências. Ninguém pode dizer que não tem medo, pois mora dentro de cada um, dependendo do risco e da vivência para vencer, como diz Rubem Alves "o risco de voar". Então, enquanto é tempo de vida, vamos voar...
domingo, 7 de dezembro de 2014
ESCREVER É UM RESULTADO DE VIVÊNCIA E REFLEXÃO
"O ato de escrever é mais complexo e mais demandante do que o de pensar sem escrever". (Paulo Freire - Professora sim tia não. Ed. Olho dágua, São Paulo, 17ª edição, agosto 2006, p.9).
A tarefa de escrever, como muitos têm impressão, não é um mero fato qualquer. É é antes de tudo, produto de reflexão, pensamentos, pesquisas, vivência, diligência na prática diária. Também não é exercício mecânico, pois cada palavra colocada no papel tem um sentido no texto, produto de reflexão e expressão. Escrever, além disso, é um processo continuo de aprendizado. As vezes tem-se a valentia, a ousadia, coragem de expressar pensamentos e idéias, emoções, tristezas, dúvidas, angusticas, medos, paixões, ainda em confronto a própria razão, a realidade, a pensamentos instalados na sociedade que alienam as pessoas, tornando-as seres subservientes (talvez até de forma inconsciente levados pelo blá-blá interminente de informações, muito utilizado em propaganda e publicidade de indução ao consumo). A exposição de idéias, sentimentos e pensamentos, num texto é uma forma de expressão que poderá alterar muitas idéias de pessoas, que aguardavam por um alimento, afim de superar muitas atitudes, talvez, até situações de decisões. Assim como o artista expressa em sua escultura e pintura, suas idéias e quer transmitir ou chamar atenção a situações da vida, o escrito, poderá transformar pessoas, conduzir a caminhos que talvez não tinham nenhuma orientação de seguir. Estamos vivendo dias em que as pessoas simplesmente se mantém ligados uma limitação da mente, não conseguindo criar idéias próprias e críticas sobre muitos assuntos que fazem parte do dia-a-dia. Talvez nem sequer se dão conta, para dizer e discernir que é belo, lindo, bonito, feio, inteligente, criativo, entre outras coisas. São dotados de pensamentos estreitos, por falta de amparo na leitura, na pesquisa, na reflexão efetiva, por ser deficiência no aprendizado, e, talvez porque se detém a simples ouvintes e consumidores de programas televisos que nada contribuem para o crescimento intelectual, a não ser instalar no indivíduo um pensamento de consumo ou pensamento marginal de violência, para ser notado ou chamar a atenção. Para se chegar a coerência de um escrito, é necessário a vivência, e assim, com reflexão de idéias, transformar em palavras que levam o leitor a pensar, refletir, retirar do texto a crítica necessária para sua vida, para sua subsistência enquanto cidadão, no exercício de qualquer atividade que a vida exige (trabalhador, profissional liberal, pai, mãe, irmão, professor, estudante). Não se pode retirar do texto, pela leitura, uma noção definitiva, pois as idéias são pensamentos provisórios, como um barco em águas, motivando a remar por águas, sejam elas turbulentas ou calmas até chegar a um porto seguro, que nada mais é que um ponto de partida ou chegada. Sempre temos portos seguros, quer na saída, quer na chegada e escrever motiva a navegar por águas diversas, carregando emoções, reflexos, angústias de saber o resultado em cada leitura feita pelo leitor.
A tarefa de escrever, como muitos têm impressão, não é um mero fato qualquer. É é antes de tudo, produto de reflexão, pensamentos, pesquisas, vivência, diligência na prática diária. Também não é exercício mecânico, pois cada palavra colocada no papel tem um sentido no texto, produto de reflexão e expressão. Escrever, além disso, é um processo continuo de aprendizado. As vezes tem-se a valentia, a ousadia, coragem de expressar pensamentos e idéias, emoções, tristezas, dúvidas, angusticas, medos, paixões, ainda em confronto a própria razão, a realidade, a pensamentos instalados na sociedade que alienam as pessoas, tornando-as seres subservientes (talvez até de forma inconsciente levados pelo blá-blá interminente de informações, muito utilizado em propaganda e publicidade de indução ao consumo). A exposição de idéias, sentimentos e pensamentos, num texto é uma forma de expressão que poderá alterar muitas idéias de pessoas, que aguardavam por um alimento, afim de superar muitas atitudes, talvez, até situações de decisões. Assim como o artista expressa em sua escultura e pintura, suas idéias e quer transmitir ou chamar atenção a situações da vida, o escrito, poderá transformar pessoas, conduzir a caminhos que talvez não tinham nenhuma orientação de seguir. Estamos vivendo dias em que as pessoas simplesmente se mantém ligados uma limitação da mente, não conseguindo criar idéias próprias e críticas sobre muitos assuntos que fazem parte do dia-a-dia. Talvez nem sequer se dão conta, para dizer e discernir que é belo, lindo, bonito, feio, inteligente, criativo, entre outras coisas. São dotados de pensamentos estreitos, por falta de amparo na leitura, na pesquisa, na reflexão efetiva, por ser deficiência no aprendizado, e, talvez porque se detém a simples ouvintes e consumidores de programas televisos que nada contribuem para o crescimento intelectual, a não ser instalar no indivíduo um pensamento de consumo ou pensamento marginal de violência, para ser notado ou chamar a atenção. Para se chegar a coerência de um escrito, é necessário a vivência, e assim, com reflexão de idéias, transformar em palavras que levam o leitor a pensar, refletir, retirar do texto a crítica necessária para sua vida, para sua subsistência enquanto cidadão, no exercício de qualquer atividade que a vida exige (trabalhador, profissional liberal, pai, mãe, irmão, professor, estudante). Não se pode retirar do texto, pela leitura, uma noção definitiva, pois as idéias são pensamentos provisórios, como um barco em águas, motivando a remar por águas, sejam elas turbulentas ou calmas até chegar a um porto seguro, que nada mais é que um ponto de partida ou chegada. Sempre temos portos seguros, quer na saída, quer na chegada e escrever motiva a navegar por águas diversas, carregando emoções, reflexos, angústias de saber o resultado em cada leitura feita pelo leitor.
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Augusto Cury, em sua obra I ntoxicação Digital, ed. Benvirá, 2a edição, 2024, p.135, escreveu: [...] A vida é dramaticamente curta para se v...
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A Min. e Juíza do STF Carmen Lúcia, em entrevista a Revista Época 18 de abril de 2016, p. 52: [...] O brasileiro está muito raivoso, muito...
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Não existem receitas para viver melhor. Certamente ninguém quer viver de modo indigno, sofrido, sem nenhuma felicidade. Ao contrário, todos ...
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Brasília, 18/08/2011 - O presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil, Ophir Cavalcante, afirmou hoje (18) que o Observatório da Cor...