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terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

DEMONSTRAÇÃO DA LIDERANÇA EM TEMPOS DIFÍCEIS?

Dizem que em tempo difíceis é que os "lideres demonstram o real valor que têm". Pois bem, no plano político, principalmente em se tratando de Brasil e o Estado do Paraná, pois está se vivendo um momento que exige cautela, principalmente pelo Governo do Estado e os legisladores Estaduais (deputados). O que o Governo do Paraná,  tem adotado para vencer a crise (aliás é um corte de despesas direcionadas, selecionadas...) é arrocho, em cima dos educadores, profissionais de segurança, saúde, e assim vai em mmenor ou maior escala atinger setores da administração pública estaudual,  como já mencionado, principalmente do funcionalismo em geral.  Todavia, o que se nota, é um direcionamento de "cortar gastos do funcionalismo", como se fosse os culpados pela "pseuda crise que o Estado está passando" - apesar de ter o quinto PIB do  Brasil e pelo que consta o Governo Estadual há muito tempo sua arrecadação é superior a todo tempo - .  Nada porém de cortar gastos com os "cargos em comissão" "markenting" "etc", pelo que se viu até agora.  Não importa o time partidário, mas é fato recorrente que, no Brasil é assim,  para fazer reformas ou cortas as despesas é em cima do cidadão contribuinte, funcionário público, aposentado, lançamentos de impostos e taxas em cima do setor produtivo... E no Paraná, onde o Governardor tem maioria da Assembléia vai ser um ano difícil...Vamos ver se aparece algum projeto de cortar despesas...ou somente projetos de "arrocho" cortando direitos como se tem visto... Não é síndrome do "alarmismo" é real, Projeto aprovado, vira lei e lei tem que se cumprir... Não esquecendo também, que o Governo Federal, e a atual Presidente eleita, em sua campanha jurou e prometeu que não ia cortar gastos sociais. Mais o que se tem visto, também, é que tudo que tem feito de ajuste "é meramente arrocho em cima do povão", das empresas... Aliás Petróleo está abaixando no mercado internacional, e a Gasolina o Diesel, que se utiliza para o transporte de produtos, produzir, transportar, cada vez mais caros, com aumento de impostos em cima deles.  Embora tenha que se fazer eventuais ajustes, mais nenhum líder político eleito em 2014, aparece de fato para demonstrar preocupação e externar solidariedade e otimismo. Nesses tempos difíceis que o povo brasileiro está passando (pós eleições),  principalmente o Estado do Paraná, este com evidente desejo de arrocho em cima do funcionalismo, o Governo reza para acontecer algum incidente para sair da tela.  Têm sorte porque o carnaval  é em início de fevereiro, já deu uma folga, um folego, ufa,...  

domingo, 25 de janeiro de 2015

BUSCAR NOSSO PRÓPRIO SILÊNCIO


Muitas vezes o passado atrapalha o presente, com situações desfavoráveis. Não podemos retroceder no tempo para reparar ou buscar solução para o passado. Nem sempre a vida é feita de histórias de êxitos, mas muita coisa também não foi anormal 100% e vivemos até aqui. No que foi possível viver certamente aprendemos alguma coisa, possivelmente trouxe sabedoria, serenidade, equilíbrio, fé, esperança, desejos de amar, perdoar... (cada um sabe o que passou no seu coração...) e não repetir mais a conduta do passado. Talvez tudo isso leva-nos a aprender mais de nós mesmos, a despojar do medo, a caminhar para frente, ser feliz... Isso é possível, depende de nós...Caminhando e vivenciando as experiências talvez encontramos dentro de nós um silêncio interno que nos confronta, traz alivio, paz, alegria, choros e risos. A busca pelo silêncio,  leva as pessoas as peregrinações em rotas espiriturais pelo mundo afora. Precisamos (cada um de nõs) achar nosso silêncio interior, pois não se adquire em manuais e não pode ser adquirido pela internet. Esse esforço pelo recanto silencioso de nossa vida, é pessoal, espiritural e depende de cada um, para acalmar nossas inquietações...

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

VOAR É NOSSO PRÓPRIO RISCO

"Quem, por causa do medo, se encolhe e rasteja vive a morte na própria vida. Quem, a despeito do medo, toma o risco e voa, triunfa sobre a morte. Morrerá quando a morte viver. Mas só quando ela vier”. Rubem Alves.
Ao nascer, já estamos sendo vencedor. Desde a concepção estamos como ser humano sujeito a risco. Talvez a vida seja um eterno risco, apesar de inúmeras vezes estarmos alicerçados ou segurados por alguém. Após a concepção, estamos seguro útero materno, correndo riscos também. Ao nascer, quebramos um vínculo, vencemos uma fase, chegamos ao mundo, começando o crescimento. É claro que não estamos sózinhos nesta empreitada. Temos a dependência materna nos nove meses, e também a assistência paterna, quando se trata de um fato normal. Todavia, mesmo sendo regularmente assistido por mãe, pai e os cuidados da família, sempre haverá o risco e assim pela vida toda. Acho particularmente, que o ser humano nasce sem medo, porque se tivesse medo não nasceria para a vida. Talvez o medo seja a construção da própria idéia de existir inerente a própria vida. Vencendo as etapas da vida, ultrapassando os problemas (todos têm problemas), sendo vencedor ou vencido, adquirimos a resistência para continuar a voar (assim entendendo a vivência), pois os riscos são muitos e depende exclusivamente de cada um driblar. Também haverá momentos de descanso, ultrapassadas as turbulências. Ninguém pode dizer que não tem medo, pois mora dentro de cada um, dependendo do risco e da vivência para vencer, como diz Rubem Alves "o risco de voar". Então, enquanto é tempo de vida, vamos voar...

domingo, 7 de dezembro de 2014

ESCREVER É UM RESULTADO DE VIVÊNCIA E REFLEXÃO

"O ato de escrever é mais complexo e mais demandante do que o de pensar sem escrever". (Paulo Freire - Professora sim tia não. Ed. Olho dágua, São Paulo, 17ª edição, agosto 2006, p.9).
A tarefa de escrever, como muitos têm impressão, não é um mero fato qualquer. É  é antes de tudo, produto de reflexão, pensamentos, pesquisas, vivência, diligência na prática diária. Também não é exercício mecânico, pois cada palavra colocada no papel tem um sentido no texto, produto de reflexão e expressão.  Escrever, além disso,  é um processo continuo de aprendizado. As vezes tem-se a valentia, a ousadia, coragem de expressar pensamentos e idéias, emoções, tristezas, dúvidas, angusticas,  medos, paixões, ainda em confronto a própria razão, a realidade, a pensamentos instalados na sociedade que alienam as pessoas, tornando-as seres subservientes (talvez até de forma inconsciente levados pelo blá-blá interminente de informações, muito utilizado em propaganda e publicidade de indução ao consumo). A exposição de idéias, sentimentos e pensamentos, num texto é uma forma de expressão que poderá alterar muitas idéias de pessoas, que aguardavam por um alimento, afim de superar muitas atitudes, talvez, até situações de decisões. Assim como o artista expressa em sua escultura e pintura, suas idéias e quer transmitir ou chamar atenção a situações da vida, o escrito, poderá transformar pessoas, conduzir a caminhos que talvez não tinham nenhuma orientação de seguir. Estamos vivendo dias em que as pessoas simplesmente se mantém ligados uma limitação da mente,  não conseguindo criar idéias próprias e críticas sobre muitos assuntos que fazem parte do dia-a-dia. Talvez nem sequer se dão conta, para dizer e discernir que é belo, lindo, bonito, feio, inteligente, criativo, entre outras coisas. São dotados de pensamentos estreitos, por falta de amparo na leitura, na pesquisa, na reflexão efetiva, por ser deficiência no aprendizado, e, talvez porque se detém a simples ouvintes e consumidores de programas televisos que nada contribuem para o crescimento intelectual, a não ser instalar no indivíduo um pensamento de consumo ou pensamento marginal  de violência, para ser notado ou chamar a atenção.  Para se chegar a coerência de um escrito, é necessário a vivência, e assim, com reflexão de idéias, transformar em palavras que levam o leitor a pensar, refletir, retirar do texto a crítica necessária para sua vida, para sua subsistência enquanto cidadão, no exercício de qualquer atividade que a vida exige (trabalhador, profissional liberal, pai, mãe, irmão, professor, estudante). Não se pode retirar do texto, pela leitura, uma noção definitiva, pois as idéias são pensamentos provisórios, como um barco em águas, motivando a remar por águas, sejam elas turbulentas ou calmas até chegar a um porto seguro, que nada mais é que um ponto de partida ou chegada. Sempre temos portos seguros, quer na saída, quer na chegada e escrever motiva a navegar por águas diversas, carregando emoções, reflexos, angústias de saber o resultado em cada leitura feita pelo leitor.     

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

ELEIÇÃO PRESIDENCIAL - O RESULTADO DEMOCRATICO DAS URNAS

Depois dessa campanha e de uma eleição com um resultado como o de ontem, duas providências são indispensáveis. Do lado do governo, é urgente qualificar o diálogo. Com todos, inclusive com seus apoiadores deixando de tratá-los como clientela fidelizada por programas sociais ou aliados submissos". (Em alto e bom som - Dora Kramer - Jornal O Estado de S. Paulo - edição segunda feira 27 outubro 2014, p. H-8 caderno especial).
Nada melhor para o Governante receber a "lição ...das urnas". Ela demonstra a forma que o governo vem trabalhando a gestão do Brasil. Quem está no poder, acha que está tudo certo, e a eleição presidencial demonstrou tanto pelos votos do candidato vencedor, do segundo mais votado, dos votos brancos e nulos, que as coisas não vão bem...E as ruas desde há muito tempo vem denunciando isso... Governar é para todo o povo brasileiro, sem partidarismo, sem feudalismo, etc... Enfim, ainda somos eleitores independentes, pensamos, agimos, como cidadãos, a prova esta nas urnas.
Tomando-se pelos votados efetivamente recebidos e a diferença com o segundo colocado Aecio Neves, o diferencial de  3,4 milhões de votos. Assim totalizou o TSE 51,64% = 54.498.135 para Dilma Roussef; Aecio Neves 48,36% = 51.040.613. Abstenções 21,10% = 30.135.862; votos brancos 1.921,803 = 1,71%; e votos nulos 5.219.538 = 4,63%.   Talvez seja o vencedor com o resultado das urnas, mostra-se surpreendido, porque pelo que consta, a Presidente ao que parece, antecipava uma diferença maior que mostrou as urnas. No geral, pela votação da reeleita e o seu adversário, houve uma separação e/ou divisão  no Brasil, pelo menos pela soma dos votos, demonstrando o perfil do eleitor a cada região do país. Mais, como é democracia, continuará no poder por mais quatro anos, e não é Presidente do PT, e sim Presidente do Brasil, dos brasileiros, e portanto, deve fazer a gestão em benefício do povo. Aguardamos os quatro anos.  Também esse resultado eleitoral, torna-se credenciado ao PSDB a fazer uma oposição efetiva, tanto a nível Brasil, em razão de seus governadores e aliados eleitos, bem como, no senado e na câmara, certamente, haverá mais debate em temas de grande interesse do povo em geral.   

sábado, 11 de outubro de 2014

ELEIÇÃO - SUBSTITUIÇÃO DE RAPOSAS VELHAS PELAS NOVAS

Temos que mudar essa velha política de coalizão, onde as velhas raposas já roubaram tudo o que tinha para ser roubado do sonho brasileiro”, Eduardo Campos, então candidato a Presidente da República em convenção regional do PSB em 16 de junho de 2014 - (http://www.amazonianarede.com.br) .  O falecido Eduardo Campos, tanto em entrevista na Folha de São Paulo e na Revista Veja, em várias vezes em meados de 2014, fala em "renovação política ou inovar política". Só que, como exemp...lo típico do que acontece na verdade é "substituição da velha raposa por nova raposa". Pela corrida do ouro, e manutenção de "feudos", prova é a eleição a Assembléia Legislativa do Paraná, agora em 2014, sairam "as velhas raposas e substituídas por novas", além da manutenção da maioria dos Deputados reeleitos.
  Inovar ou renovar, é "trocar a pessoa antiga representante e colocar um nova pessoa SEM QUE NUNCA TENHA EXERCIDO NENHUMA FUNÇÃO POLÍTICA, nem vereador, nem prefeito, nem deputado, nada...Enquanto isso não ocorre vai ser a "troca de raposas" infelizmente, como dizia o falecido Eduardo Campos.  Confirma a crítica, a substituição de "raposas velhas por novas", o caso  concreto do Paraná, nessas eleições para Assembléia Legislativa em 2014, que, das 54 cadeiras, vai ter 21 novos parlamentares: Durval Amaral, Conselheiro do Tribunal de Contas, elegeu seu filho Tiago Amaral. Requião Filho, é filho do ex-governador Roberto Requião.  Paulo Litro, filho da deputada Rose Litro e do ex deputado Luiz Fernandes da Silva Litro. Felipe Francischini, filho do deputado federal reeleito Fernando Francischini. Alexandre Curi, neto de Anibal Khury. Maria Victória, filha de vice governadora Cida Borghetti e do deputado federal eleito Ricardo Barros. Nada contra a capacidade de cada um (aptidão+vocação+articulação)  e de seus sucessores políticos, mesmo porque, até agora nenhuma lei veda esse tipo de ligação parental eleições e não é ilicitude. É fato conhecido de todos, ou seja, é fato público e notório, a ligação de parentes nas situações mencionadas,  o que demonstra a manutenção do poder, o simplesmente, um caminho profissional a seguir. Veja que também na eleição para Deputado Federal, no Paraná, também teve 18 deputados reeleitos e 12 novatos, também ligados a atividade política, como por exemplo o ex-deputado estadual e presidente da Assembléia Valdir Rossoni, que agora para para Câmara Federal. Luciano Ducci, Marcelo Belinati, Ricardo Barros, Enio Verri, Sergio de Sousa, também com exercício anterior de mandato, e não são atores novatos na seara política. Desta forma, salvo exceções, pouco se renova de líderes, continuando a "substituição de raposas velhas pelas novas raposas".       

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

DISCURSOS E CONVICÇÕES PESSOAIS DE CANDIDATOS CONSOLIDAM NO ELEITOR O "VOTO VULNERÁVEL"

Sempre em eleições, principalmente nos últimos anos, temos visto aparecer candidatos nitidamente preocupados em buscar nas candidaturas um trapolim para a sua vida, como diz o Juiz Marlon Reis do Maranhão, em entrevista a Revista ISTO É edição de 08/10/2014, páginas 6-10: "A eleição virou uma corrida pelo ouro". Este Magistrado foi lutador para aprovação da Lei de Ficha Limpa no Brasil. Esses pseudos candidatos, com apóio de grupos e interesses de caráter individual, não com intenção de beneficiar a sociedade, proferem idéias vinculadas a determinadas situações pessoais, inclusive, expõem suas pseudas promessas eleitorais, como "vale tudo" expressando com ares de novidade e convicções pessoais unilaterais e de conveniência. Veja que o Candidato a Deputado Estadual, não sabe com certeza qual sua função como representante da sociedade no ambito do Estado, confundindo-se em suas apresentações pré-eleitorais assuntos ligados a legislação federal, que muito pouco seu trabalho, quando eleito fara alguma diferença. Mesmo a nível de vereador, é comum o mesmo usurpar a condição de mero fiscalizador ou legislador municipal, em poder que é do Prefeito, ou seja, é função do Executivo. No mesmo plano, o pseudo candidato a Deputado Federal, também comete este equivoco, querendo usurpar a função do executivo a nível federal que é do Presidente da República. Todavia, em que pese o esforço de ganhar a confiança do eleitor, muitos pela facilidade da oratória, têm conquistado eleitores e votos, escudado principalmente em fartas promessas de precariedade de conteúdo, muita das vezes carregadas de ilusões distorcidas da realidade, levando o eleitor a votar no candidato, por mera vulnerabilidade, sem atentar a veracidade das "promessas e propostas eleitorais" e os fundamentos que contêm, talvez levado a acreditar numa convicção real de verdade. Quando os pseudos candidatos são questionados em reuniões pelos eleitores (em campanha eleitoral), inclusive, por aqueles que detém um certo conhecimento da área política e legislativa, ressentem de responder o questionamento de forma objetiva, preferindo ampliar a conversa e não respondendo com objetividade sobre o questionamento, ou melhor "desconversa" e não responde. Nunca se obtém uma resposta objetiva, talvez seja um elemento de marketing eleitoral, mas não informa e não responde o que eleitor quer saber, deixando indeciso e sem as respostas reais que poderia em consolidar num voto plenamente consciente (se assim pode-se dizer). Talvez haja mais despreparo do candidato do que o eleitor?       

AFINAL DE CONTAS A VIDA É REAL E NÃO VIRTUAL...

Augusto Cury, em sua obra I ntoxicação Digital, ed. Benvirá, 2a edição, 2024, p.135, escreveu: [...] A vida é dramaticamente curta para se v...